RetroReview: Sonic Chaos (Master System / Game Gear)


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Saudações, meus caros retroaventureiros! Cá estou eu de volta com mais um review da franquia Sonic the Hedgehog pra vocês, novamente trazendo um título que foi lançado para as plataformas de 8 bits da SEGA e que nem todos os jogadores acabaram experimentando na época em que saiu, já que o Mega Drive estava se popularizando cada vez mais.

warpzoneEntão está na hora de falar de Sonic the Hedgehog Chaos ou simplesmente Sonic Chaos (ou ainda Sonic & Tails, como é chamado no Japão).

Sonic Chaos foi lançado no último trimestre de 1993, saindo primeiro para o Master System e depois para o Game Gear. O desenvolvimento ficou por conta da Aspect, mesma empresa que desenvolveu a versão de 8 bits de Sonic the Hedgehog 2, entre outros ótimos jogos como Land e Legend of Illusion, dois clássicos absolutos estrelados pelo carismático Mickey Mouse. Ela também ficou responsável por outros jogos do ouriço acelerado que seriam lançados mais pra frente. Quem sabe não surgem reviews deles também?

Sonic Chaos

Confesso que esta não foi a minha primeira experiência com Sonic Chaos, já havia o experimentado antes. Porém, como não tive o cartucho para nenhuma das plataformas na época, acabei passando por aquela famosa experiência de emuladores que a gente vê uma lista enorme de jogos, experimenta inúmeros e não joga pra valer nenhum.

Lembro que na época estranhei o fato dos dois primeiros atos da primeira fase serem extremamente curtos. Se você é do tipo ansioso que joga Sonic correndo desenfreadamente, vai ficar com esta impressão também. Também me lembro que eu tentei vasculhar a fase atrás das Chaos Emeralds e não as encontrei. O que faz sentido, pois em Sonic Chaos tudo funciona diferente. Eu já chego lá.

Sonic Chaos

Manual e cartucho da versão americana para Game Gear. Único que tenho na coleção aqui.

Hoje eu tenho o cartucho para Game Gear, cheguei a jogar as primeiras fases quando o comprei, no modo desenfreado, mas novamente não fui longe. Acabei não ficando muito motivado a terminar, meu portátil não está com o brilho da tela muito bem calibrado, fora o desconforto de ficar preso na tomada.

Enfim, junto com o cartucho veio o manual, e não é que eu resolvi fazer diferente desta vez e ler o bendito do manual antes de encarar o jogo? Foi interessante descobrir algumas coisas e até relembrar outras de experiências anteriores.

Nele também pude conhecer um pouco da história do jogo. Aquela velha máxima: o maléfico Dr. Robotnik ainda quer dominar o mundo e quer utilizar o poder das Chaos Emeralds para isso. E dessa vez ele consegue uma delas (a vermelha), ao mesmo tempo que Sonic e sua namorada, o Tails ficam sabendo do plano e resolvem agir, já que a ausência destas Esmeraldas pode fazer com que South Island (onde o jogo se passa) acabe afundando junto com toda sua população. Plot simples, e é isso que a gente espera de um jogo da franquia: salvar bichinhos fofinhos e recuperar Chaos Emeralds. Estou errado?

Logo após ler o manual, resolvi começar a jogatina. Logo de cara o jogo te dá a opção de escolher entre Sonic e Tails para seguir com a aventura. As diferenças entre os dois personagens estão descritas no manual, ou seja, foi ótimo tê-lo lido. Ainda mais porque ocorrem mudanças significativas.

Jogar com Tails é equivalente a jogar no nível Easy, já que ele já inicia com cinco vidas (duas a mais que Sonic) e três Continues (enquanto Sonic começa sem nenhum). Além disso, tem a “boiada” de poder voar por aproximadamente seis segundos. Tails também não precisa procurar pelas Esmeraldas do Caos, não entendi muito bem o motivo disso dentro da história do jogo, mas tudo bem. Mais pro fim do post eu conto a minha experiência jogando com o Tails, já que escolhi o Sonic para prosseguir com a aventura pela primeira vez. A raposinha ficou para o segundo gameplay completo.

De cara é perceptível que houve uma melhoria gráfica em relação à Sonic the Hedgehog 2, que já contava com melhorias em relação ao primeiro jogo de 8 bits da franquia. O personagem ganhou uma repaginada em seus sprites e o próprio cenário está um pouco mais detalhado. Respeitando, claro, os limites do Master System.

Sonic Chaos

Algumas animações do personagem durante o jogo.

Mas talvez tenham forçado o hardware do aparelho um pouco demais, pois o jogo apresenta slowdowns em diversos momentos, principalmente dentro d’água. Mesmo eu que não me incomodo muito com isso obviamente acabei percebendo, mas deixei passar e fui até o fim sem resmungar muito.

Outro ponto a ser observado é a física de Sonic Chaos. Diferentemente dos dois primeiros jogos, aqui parece que a Aspect e/ou a SEGA tiveram a preocupação de aumentar a velocidade dos personagens. Até aí tudo bem, Sonic e Tails são velozes. Só que a física ficou um pouco difícil de se controlar.

Não foram poucas as vezes que eu tentei pular em uma plataforma e segurei tempo demais o direcional. Ocorreram alguns casos em que eu parei na ponta da plataforma e acabei caindo, talvez por causa da velocidade. Devo mencionar que todos os casos só me atrasaram um pouco, não fizeram com que eu perdesse vidas.

Sonic conta com o Super Peel-Out, movimento que surgiu em Sonic CD (já revisado aqui no Retroplayers) em que Sonic corre sem sair do lugar (!) até que soltamos o direcional pra cima. E também está presente pela primeira vez nos 8 bits o famosíssimo e adorável Spin Dash. É isso mesmo, você pode virar bolinha livremente e partir com velocidade total ou garantimos seu dinheiro de volta.

Sabem o que mudou também? O contador de vidas agora passa de 9 na tela. Para quem nunca jogou nem leu a respeito, os jogos anteriores possuem marcador limitado a apenas um dígito. Enfim agora temos dois. Que baita evolução, não? Confunde menos a cabeça do jogador.

Chegou a hora de falar das benditas Chaos Emeralds. Como disse anteriormente, o esquema para obtê-las é diferente dos jogos anteriores. Talvez vocês se lembrem, mas neles as Esmeraldas ficam escondidas no meio da fase. Já em Sonic Chaos elas são acessadas através de Special Stages, como ocorre no Mega Drive.

A diferença aqui é como acessar estes estágios especiais. Basta juntar 100 argolas. Sim, é só isso mesmo. Causa uma estranheza no começo, pois você está lá no meio da fase e de repente a tela simplesmente vai clareando e efeitos sonoros tocam, você surge em uma fase diferente e tem que se virar para encontrar a Esmeralda.

Sonic Chaos

Que está acontecendo? Deus está me levando? NÃÃOOOO SOU JOVEM DEMAIS PRA MORR… ah, é só o Special Stage começando.

O relógio do jogo muda para um cronômetro reversivo e este é o tempo que você tem para atingir seu objetivo. Os Special Stages são como fases normais, com a mesma jogabilidade das demais fases do jogo. O que acaba sendo ainda mais estranho pra quem não está acostumado. Mas logo você se acostuma, pois os estágios são, em sua maioria, bem divertidos e desafiadores. Exceto dois que basicamente são labirintos de túneis, algo que eu particularmente acho bem irritante (no sentido ruim mesmo) por ser uma coisa bem injusta. Errou uma saída e já perde a chance de conseguir a Esmeralda, já que o tempo é curto e o personagem fica lá navegando pelas tubulações gastando esse tempo enquanto você só espera e aperta o direcional na hora que quiser mudar em alguma bifurcação.

Sonic Chaos

Tubulações e mais tubulações. Isso aqui tá parecendo mais outro jogo do que Sonic.

Vale mencionar também que terminar o Special Stage automaticamente te joga pra próxima fase. Você não volta para o ponto de onde tinha parado na fase que estava jogando. Ou seja, você pode ficar vasculhando a fase normal atrás de argolas e quando pegar 100 delas, praticamente já passou.

É um conceito muito estranho. Particularmente detestei isso, não consigo imaginar alguma limitação que impedisse de voltar para a coordenada que estava anteriormente com o status de antes. Terminar a fase assim facilita demais as coisas. Apesar que a franquia Sonic nunca teve jogos realmente difíceis, então talvez eu esteja reclamando demais. Entretanto, não posso esconder a leve frustração.

Este item aqui serve para congelar o tempo dentro dos Special Stages, o que acaba ajudando a atingir o objetivo.

Este item aqui serve para congelar o tempo dentro dos Special Stages, o que acaba ajudando a atingir o objetivo.

Caso não consiga encontrar a Esmeralda a tempo, sempre tem uma nova chance no ato seguinte (desde que não seja o terceiro). Não é difícil juntar 100 argolas, principalmente nas primeiras fases.

Outra coisa: como a gente acumula Continues, viu? São muitos, muitos mesmo. Também, o negócio é bem simples, é um Continue a mais para cada 50 argolas obtidas nos Special Stages. Fácil, não? Engraçado que nem precisava disso, mas enfim.

Lembram que o Tails não precisa caçar as Chaos Emeralds? Pois é, adivinhem só o que acontece quando Tails coleta 100 argolas. Isso mesmo, o jogador ganha uma vida, exatamente como ocorre em todos os títulos da franquia que foram lançados até então. Isso vale para o Sonic somente quando as outras cinco Esmeraldas foram obtidas (lembrando que a sexta está com o vilão).

Sonic Chaos

Todas as Chaos Emeralds do jogo. São seis no total e a última é obtida ao derrotar o Dr. Robotnik na última batalha.

Tanto nas fases normais quanto nas especiais existem itens que ajudam na jornada, como os Rocket Shoes, que fazem com que Sonic voe em linha reta e alta velocidade por alguns segundos (esta não aparece quando jogamos com Tails) e um Pogobol pula-pula que ajuda a atingir lugares mais altos.

Sonic Chaos

Os Rocket Shoes. A última imagem é da versão de Game Gear, enquanto as outras são do Master System.

Sonic Chaos possui ao todo seis fases de três atos cada. São elas: Turquoise Hill Zone, Gigalopolis Zone, Sleeping Egg Zone, Mecha Green Hill Zone, Aqua Planet Zone e Electric Egg Zone. O começo do jogo é bem tranquilo. A partir da Mecha Green Hill Zone o caldo engrossa um pouco. Não que seja grande desafio, o caso é que não dá mais pra passar as fases de jeito destrambelhado (seja lá o que isso signifique) sem soltar o direcional. Normal, outros jogos da franquia são assim também, não é mesmo?

Sonic Chaos

O pula-pula, muito útil para alcançarmos lugares mais altos com o Sonic. Com o Tails não precisa, ele voa.

Quando terminamos a fase sem entrar no Special Stage passamos por aquela famosa placa que mostra a cara do antagonista, gira e muda para a imagem do personagem (no caso aqui, de um bichinho fofinho). Logo após a queda da placa, é mostrado uma velocidade, normalmente um valor bem absurdo (normalmente acima de 600 km/h). Sinceramente, não consegui identificar como é feito este cálculo, mas me pareceu ter a ver com o tempo que terminamos a fase, como se fosse a velocidade média do personagem naquele ato.

Sonic Chaos

Exageraaaaado.

Tem outra característica nova neste jogo, esta não havia sido colocada nem nos jogos de 16 bits. Se o Sonic chegar em alta velocidade em forma de bolinha e bater na superfície da água, ele vai quicando na superfície por diversas vezes e só vai parar se perder velocidade! Entretanto, se segurarmos pra frente, ele ganha ainda mais velocidade conforme vai quicando. Esta mecânica acabou entrando em jogos futuros da série, mas vamos fingir que estes jogos ainda não foram lançados até chegar a vez deles.

Quicando na água na velocidade do soooommm, tenho lugares para ir, siga meu arco-írisssss!

Quicando na água na velocidade do soooommm, tenho lugares para ir, siga meu arco-írisssss!

Falando sobre a parte sonora, as músicas de Sonic Chaos foram feitas pelo compositor Kojiro Mikusa, que futuramente participou de outros títulos do Sonic para plataformas 8 bits. A trilha é bem variada e interessante, mas na minha humilde opinião ficou um pouco atrás dos outros jogos que já haviam sido lançados.

Falando em músicas, existe um pequeno glitch que ocorreu comigo duas vezes, onde cheguei na batalha contra o chefe com invencibilidade, mudou para a música tema dos chefes e, quando acabou o tempo da invencibilidade, voltou para a música da fase. Não mata ninguém, mas achei que deveria relatar.

Os chefes seguem o padrão de Sonic 2 (8 bits), onde enfrentamos máquinas criadas pelo Dr. Robotnik para depois derrotá-lo apenas na última batalha. Em todos os confrontos dá pra pegar o macete rapidinho e vencer, talvez você acabe morrendo uma vez ou outra por desatenção. Só que a gente ganha tanta vida ao longo da jogatina que nem tem com o que se preocupar.

Mais uma coisa que achei estranha: o HUD desaparece no embate contra os chefes, então ficamos sem saber quantas argolas o personagem possui. Nada de mais, no calor da batalha a gente sabe bem se temos ou não pelo menos uma argola pra evitar vidas perdidas. Curioso que eu só reparei nisso enquanto enfrentava o último chefe, ou seja, não atrapalhou em nada, mero detalhe.

São esses aí seus inimigos!

São esses aí seus inimigos!

Bem, falando sobre a jogatina com o Tails, tudo fica ainda mais fácil, principalmente depois de terminar o jogo com o Sonic e ter em mente toda experiência pra passar em linha reta.

Tails pode voar neste jogo, embora os controles sejam diferentes do Mega Drive: para iniciar o voo, devemos segurar pra cima no controle e apertar qualquer botão. Depois disso podemos esquecer dos botões e controlar livremente com o D-Pad. Um pouco estranho pra quem está acostumado com a mecânica dos 16 bits, mas no fim é até mais fácil.

Assim fica fácil.

Assim fica fácil.

Como se precisasse desse facilitador pra terminar o jogo, já que além disso tem o fato de não precisar entrar em Special Stages, ter 5 vidas por padrão e mais 3 continues, mais o lance de ganhar vidas com 100 argolas. Moleza! Dá pra terminar o jogo com o Tails em meia hora tranquilamente.

Diferença entre as introduções de fases do Master System (esq.) e Game Gear (dir.).

Diferença entre as introduções de fases do Master System (esq.) e Game Gear (dir.).

Como é de se esperar, existem diferenças entre as versões de Master System e Game Gear. A primeira delas é bastante óbvia, a resolução no portátil é menor e alguns sprites acabam sendo aumentados, como ocorre nos dois outros jogos de 8 bits que haviam sido lançados até então.

Outras diferenças que podem ser facilmente notadas são as telas de introdução e de final de cada estágio. Isto porque o Game Gear pode apresentar mais cores que o console de mesa (pois é, acreditem). Sem falar na resolução em si: no Master System o espaço pode obviamente ser melhor utilizado.

Diferenças entre as telas de fim de fase no Master (esq.) e Game Gear (dir.). Outro detalhe é a quantidade de Continues acumulados, falei que é fácil já, não acredita quem não quer.

Diferenças entre as telas de fim de fase no Master (esq.) e Game Gear (dir.). Outro detalhe é a quantidade de Continues acumulados, falei que é fácil já, não acredita quem não quer.

Também existem diferenças de layout no ato 3 das fases Aqua Planet Zone, Mecha Green Hill Zone e Electric Egg Zone. Inclusive, os atos 3 de todas as fases possuem menos argolas na versão para o portátil, difícil dizer o porque disso.

Enquanto na versão americana de Master System a segunda fase se chama Gigalopolis Zone, na versão japonesa e no Game Gear o nome da fase é Gigapolis Zone. No portátil a introdução da música é diferente também. E o chefe desta fase no Master atira espinhos quando derrotado, pouco antes de explodir de vez. Isto não ocorre no portátil.

Tem até erro de escrita no Master System, onde o Tails é chamado de “Miles Power” (deveria ser “Miles Prower”).

A tela de seleção de personagem é diferente nas duas versões também. Master à esquerda e Game Gear à direita, pra manter o padrão. A do portátil é bem mais bonitinha, não?

A tela de seleção de personagem é diferente nas duas versões também. Master à esquerda e Game Gear à direita, pra manter o padrão. A do portátil é bem mais bonitinha, não?

E se não bastasse as diferenças entre as plataformas, ainda existem diferenças entre as nacionalidades no Game Gear, como o nome do Dr. Robotnik estar como Eggman (esperado, no Japão ele sempre foi conhecido por este nome), layouts diferentes em algumas fases (umas utilizam de fases do Master, outras são ainda diferentes, vão imaginando o tamanho da bagunça!).

A parte boa é que tem aí três ou quatro jogos quase diferentes pra vocês jogarem, embora sejam quase iguais. E eu quase fui feliz nesta frase. Depois dessa, acho que está chegando a hora de encerrar o post.

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Mesmo que Sonic Chaos seja um jogo fácil e curto, além de ter seus pequenos problemas (que relatei ao longo do post), eu recomendo muito! O jogo é uma delícia de ser jogado. Talvez não um título imperdível, mas que pelo menos vale a pena ser conhecido. Repito, recomendo muito! Inclusive a versão de Game Gear foi eleita pela crítica especializada da época como sendo o melhor jogo do portátil do ano.

E não tentem tirar screenshots no emulador do Wii, pois ele sempre sobrescreve a mesma imagem e você perde tudo que pretendia colocar no post que está preparando para o seu blog. Maldição!

Galera, é isso! Espero que tenham gostado do post. Como falei, ainda quero colocar mais jogos do ouriço aqui no RetroPlayers.

Obrigado a todos pela leitura!

Até o próximo post, grande abraço!

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Sobre Cadu

Velho caduco, fã de Sonic e seus jogos (menos o Boom, credo), viúvo da SEGA assumido e mestre absoluto das piadas ruins. Tem esperança de que algum dia surgirá um Final Fantasy Tactics novo tão bom quanto o primeiro.
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  • Colonel

    Caraaaaaaaaamba tá me zoando que Sonic Chaos também foi lançado pra Master System? Jurava que era apenas pra o grande Game Gear que conheço praticamente nada. Acho que nunca vi esse game nas locadoras da época, só na revista Super Game.

    Ele é estilo Sonic 1 ou 2 do Master System? Digo a jogabilidade dele é mais acelerada como o segundo?

    Santa mãe que tinha um 3º Sonic pra Master que eu não sabia!

    Sério, mano, vou ter que botar pra jogar esse game, e muito em breve.

    Ótimo review, Cadu! Manda ver nas análises de outros games do ouriço da SEGA!

    • Vou te confessar que por algum tempo eu também achava isso, pois só havia visto a versão do Game Gear. E tenho que dizer que a versão do Master é bem gostosa de jogar, principalmente pela resolução maior. Eu pelo menos preferi.
      Este é mais estilo do 2, tenho a sensação de que ele é até mais rápido. Não muito, mas é.
      Eu sou muito suspeito pra falar isso, mas sim, vc tem que botar pra jogar este game o mais depressa possível, diversão garantida! XD
      Aliás, quando tiver jogado, não esquece de voltar aqui e contar a experiência, eu gosto de saber essas coisas! rs
      Valeu pelos elogios e pelo comentário Colonel!
      Pode ter certeza que outros jogos do ouriço aparecerão por aqui, é um prazer jogar e depois escrever sobre eles! o/

  • ElfoGamer

    Na locadora que eu costumava ir tinha esse jogo do Master System. Cheguei a alugar umas duas vezes e, se minha memória não estiver me enganando, terminei ele na época. De qualquer forma tenho certeza que terminei no emulador. ^^

    • Ô loko, que da hora, vc conseguiu alugar na época! o/
      Provavelmente deve ter terminado sim, o jogo é bem tranquilo, vc deve se lembrar de quando jogou no emulador! 😀
      Esse vale a pena, depois tente a versão de Game Gear pra pegar as diferenças!
      Valeu Elfo!

  • Thiago Rodrigues

    Quando criança comprei esse jogo, fui todo feliz jogar com o tails e fiquei bem decepcionado ao fechar de primeira! Depois joguei com o Sonic e comecei a adorar o jogo. Eu colocaria uma nota 4,5 de 5 para ele.

    • Vc jogou qual versão? A do Master?
      Eu particularmente achei o jogo fácil demais nos dois modos (Sonic e Tails), acabei terminando de primeira com todas esmeraldas, além de pequenos problemas na parte física… por isso acabei reduzindo a nota, não faz sentido pra mim quando comparamos a outros jogos do ouriço nos 8 e 16 bits. Porém, é um jogo bem gostoso de jogar, isso não há dúvidas. Impossível não adorar (não contam aqui os haters de plantão… kkkkk).

      Valeu Thiago!

      • Thiago Rodrigues

        Foi a do master, nunca tive a honra de ser dono de um game gear e sim a dificuldade com o Sonic ainda é ridícula.