RetroReview: Psychic World – Game Gear


Quando eu tinha algo em torno de 13 ou 14 anos e me via já com um Mega Drive em casa, comecei a sentir falta de um console que havia sido muito importante para mim nos anos anteriores, o Master System, que havia sido trocado pelo console de 16 bits. Sim, meus caros, logo novo eu já sentia o arrependimento da troca, mesmo que eu considere o Mega o melhor videogame que tive na minha vida toda.
Naquele tempo já existia há alguns anos um certo portátil, chamado Game Gear, que era considerado o Master System portátil e o grande rival do Game Boy da Nintendo (que hoje sabemos que deu uma surra no console da SEGA, mesmo com hardware muito inferior). Desde que soube de sua existência através das famosas revistas da época, fiquei pilhado para ter um.

Em determinado momento da minha vida acabei ganhando ele de presente dos meus pais, junto com 6 cartuchos. Calma, não venho de família rica nem nada, acontece que compramos o portátil usado que foi encontrado em um anúncio de jornal (existe isso ainda?). Lembro bem que naquela época foi a melhor forma mesmo, pois um  novo era caro demais. Junto com o aparelho e os cartuchos ainda veio a fonte original, que fez uma diferença incrível na minha vida, já que o Game Gear come pilha adoidado. Então para onde eu ia, levava a fonte e estava sempre plugado em alguma tomada, não tinha outro jeito. Até porque as pilhas eram caras demais naquela época e nem me lembro se existiam pilhas recarregáveis… Se existiam, não eram nada comuns.

E no último Carnaval, enquanto jogava meus jogos antigos dos sistemas que tenho em casa (Master, Mega e o próprio Game Gear), um deles foi jogado até o final, no auge da minha empolgação: Psychic World, um game que joguei demais na minha infância e adolescência e sempre me divertiu, não me cansava de finalizá-lo.

Bem, vou descrever melhor o texto antes que vocês fiquem bravos comigo. Espero que gostem e não me xinguem (muito) pela minha longa introdução.

O jogo foi desenvolvido pela Hertz Company Ltd. e publicado pela SEGA em 1988 com o nome de Psycho World para o MSX. Três anos mais tarde a mesma SEGA publicou duas versões desenvolvidas pela Sanritsu, uma para Master System e outra para o Game Gear, já com o nome Psychic World. Como não cheguei a conhecer a versão de MSX, não falarei dela, mas sim das outras duas, mais especificamente da lançada para o portátil, que é a que joguei mais e conheço melhor.

 

 

As duas versões possuem algumas diferenças bem significativas, até mesmo pelo tamanho da tela do portátil comparado aos televisores. A personagem principal ocupa proporcionalmente mais espaço na telinha do Game Gear que na versão do console de mesa, o design de fases é bem diferente entre as versões, e alguns chefes também mudam, sem falar que no Master o display com as informações do jogo (armas, vida, etc) é evidentemente bem maior que no portátil. Vale a pena citar também que há diferenças entre as cutscenes do final do jogo, ou seja, apesar da mesma estória e enredo (que falarei a seguir), são praticamente dois jogos distintos, e não dá pra compará-los ou fazer um único review para ambos! Então vamos nos centrar agora somente na versão de Game Gear, e quem sabe mais pra frente, não pinta um review exclusivo da versão Master com detalhes da versão MSX?

A estória se passa no ano de 19XX e é iniciada em um laboratório distante, onde um cientista chamado Dr. Knavik e suas duas assistentes Cecile e Lucia, que são irmãs gêmeas. Os três estudam Percepção Extrassensorial (ESP), tanto seu funcionamento como sua utilização. Certo dia, enquanto Lucia chegava ao laboratório para iniciar o trabalho, ela vê uma grande explosão. Ao chegar lá encontra apenas Knavik, mas não sua irmã. O cientista explica que os monstros que eram usados como experimentos se rebelaram e fugiram, levando com eles Cecile. Lucia decide salvar sua irmã e ganha do Dr. Knavik um dispositivo chamado ESP Booster, capaz de prover poderes psíquicos à quem utilizá-lo. E cabe a você, jogador, assumir o papel de Lucia para a missão de salvamento.
Sim, o jogo possui uma protagonista mulher, mas não pense que você vai se deparar com uma garota de seios avantajados e shorts curtos, ou ausência quase que completa de roupa ou quaisquer outras coisas que possam ser consideradas como apelo sexual… Um ponto positivo para os criadores do jogo, na minha opinião. Sempre tive a curiosidade de se em algum dia isso foi um ponto que acabou atraindo as jogadoras para conhecer o game ou se isso não tem nada a ver.

 

Psychic World é um jogo de ação sidescrolling 2D em que a protagonista pode disparar diversas armas contra seus inimigos, armas estas que são obtidas conforme o jogo vai se desenrolando. Inicialmente ela conta apenas com o Psionic Blast, tiro padrão do jogo. As demais armas são: Ice Blast (gelo), Fire Shot (fogo) e Sonic Wave (vento, não atira ouriços azuis). Todas estas armas podem ser atualizadas quando um item equivalente delas é obtido, objetos estes que normalmente caem de inimigos derrotados. Na atualização, o tiro projetado pela arma fica maior ou a quantidade de tiros dados ao mesmo tempo (verticalmente) aumenta, chegando no máximo a três tiros simultâneos.

No display o jogador pode observar duas barras, uma vermelha e uma verde. A primeira refere-se à vida da personagem e a segunda refere-se ao ESP que ela tem disponível para usar. As armas descritas acima não gastam ESP.

 

Além das armas, Lucia pode contar com outras habilidades que são adquiridas ao longo do jogo e que ao serem usadas, consomem a barra de ESP. São elas a Restoration, que dá invencibilidade temporária e restaura uma pequena porção de HP; Explosion, que destrói tudo que tem na tela; Flight, que permite que ela voe por um tempo enquanto pressionado o botão de pulo; e Restart, que reinicia a fase mas recupera todo o ESP e HP. Obter itens adicionais referentes a estas habilidades fazem com que elas durem mais tempo (no caso da Restoration ou da Flight) ou fiquem mais poderosas (as demais).

Além disso, há também o Paralyzer, que é uma habilidade e tiro ao mesmo tempo, já que apenas serve para paralizar os inimigos, mas não os destrói.

 

O jogo possui cinco fases, cada uma com sua ambientação e um chefe para ser derrotado no final. Ao começar a fase seguinte, os dados de HP e ESP não são recuperados, você continua da mesma forma que na fase anterior. Se morrer, uma tela de Game Over é apresentada, possibilitando o Continue.

Mesmo assim, o jogo está longe de ser difícil. Aliás, dá pra dizer que ele é bem fácil. Se você é daqueles(as) jogadores(as) que só curtem jogos complicados seja por qual motivo for, não recomendo o jogo. Mas na minha opinião, isso não estraga a diversão de Psychc World, que é bem gostoso de se jogar. Passei bons momentos jogando no Carnaval deste ano e finalizei morrendo apenas uma vez por um descuido bem bobo. A julgar que não sou lá o melhor dos jogadores, dá pra se ter uma noção de como é fácil se terminar este título!

Sim, é possível apelar no jogo, usar a Restoration toda vez que o caldo engrossar e terminar ele bocejando. Mas aí é você que está apelando e deixando o jogo sem graça, mesmo que esteja utilizando um recurso que o mesmo permite. Por isso não vou te chamar de cheater, apenas de apelão. Ou apelona.

Tecnicamente o jogo agrada bastante, os controles respondem bem, a jogabilidade é bem divertida, os gráficos são bonitos levando em conta que estamos falando de um jogo de 8 bits e não só as músicas, mas os efeitos sonoros dele são muito bons.

Evitando spoilers maiores, posso garantir que a batalha final do jogo é em um gameplay diferenciado do restante dele, mas nada que assuste os jogadores, é bem tranquila e bem bacana também. Não se preocupem que as suas habilidades são testadas mais no chefe anterior, mas nada de outro mundo também. Além disso, o final do jogo acaba sendo bem interessante para quem liga para estórias, o que não é pouca gente.

Basicamente, Psychic World não é um jogo que vai te dar dor de cabeça ou te fazer xingar o console, a televisão e todo mundo que estiver perto. É um jogo mais pra relaxar depois de um dia difícil no trabalho ou entre uma tarefa ou outra da escola ou faculdade. Mas não usem Restoration o tempo todo, ou vão tirar a graça do jogo, hein? Só vão acabar sobrando os belos gráficos para o portátil e a trilha sonora bacana.

 

E vocês? Conheciam o jogo? Jogaram nos anos 90 ou depois em emuladores? Contem a experiência de vocês também nos comentários!

Grande abraço para todos.

FIM


Sobre Cadu

Velho caduco, fã de Sonic e seus jogos (menos o Boom, credo), viúvo da SEGA assumido e mestre absoluto das piadas ruins. Tem esperança de que algum dia surgirá um Final Fantasy Tactics novo tão bom quanto o primeiro.

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  • Vou dar uma conferida nesse, parece bom de jogar e não conhecia. acapa japonesa desse game é linda…nem quero ver como era a versão americana,

    • Cadu

      A capa americana não é feia, Leandro, mas com certeza está abaixo da japonesa. Bem abaixo. Como sempre, né? hehe
      Mas confira sim, o game é agradável de jogar.

      • sapo1900

        boa tarde galera da retroplayers tenho bastante tento livre depois do trampo gostaria , de falar pro sabat que quero fazer parte do retrotube pois faco final em varios jogos de nes considerado dificil e vendo que se tem somente 3 videos poderiamos dar uma almentada pois no momento estou fechando ninja gaiden 2 sem perder nenhuma vida fecho turtles o primeiro que o TH fez um post castlevania o primeiro tbm e alguns jogos falta poko fiko a disposicao moro em curitiba pr meu e-mail e sapo1900@live.com

  • Fernando

    joguei bastante a versão do sms, e enquanto lia o review, a musica da primeira fase nao saia da minha cabeça!
    vou ver se jogo essa versão pra ver a diferença!

    • Cadu

      Viciante a música da primeira fase, né?
      Eu fui jogar a versão do Master depois em emuladores, sou louco pra comprar o cartucho e jogar no Master mesmo. Quem sabe um dia?
      Valeu Fernando!

  • Ivo

    Vou jogar. Anotando aqui na listinha de games p/ curtir pós-trabalho e sexta-feira em casa. Rápido, bom e recomendado pelo Retroplayers =). Anotado! Belo Review Cadu, não conhecia esse game e olha que sou mega fã do Master System e GameGear. Abraços.

    • Cadu

      Por alguma razão esse jogo não se destacou muito, Ivo. Conheço muitos fãs dos dois consoles que também não chegaram a jogar o game.
      Acho que vc resumiu bem o momento ideal pra jogá-lo: sexta-feira após o expediente, pra dar aquela relaxada e se preparar pro fds! hehehe

  • ganon,o destruidor

    pare interessante pode demorar um pouco mais enfim um dia pego pra jogar .aki so uma duvida a versao de master e mais dificil

    • Cadu

      Olha, acho que não é mais difícil, mas talvez seja menos fácil por aparecer mais inimigos na tela. Cabe melhor na resolução do Master.
      Mas pegue sim e tente jogar as duas versões, ambas são bem curtinhas e valem a pena.

  • elcioch

    eu tive tambem um game gear usado! a fonte tive que comprar!
    no inicio usava pilhas, mas ja no primeiro dia com apenas 1 hora de uso descobri que o GG comia um pilha violenta! sem chance, uma fonte please! só assim paar brincar com o maldito!
    pois é nesta epoca não tinha como ter heroinas super sexy, como hoje em dia!
    um quadradinho (pixel) não era nada atraente! KK
    muita coisa que você descreve aqui eu ja tinha lido pois tambiem estou tentando finalizar um review desse game, mas ainda não tive tempo de completar assim como outros qque esta engavetado!
    nas três versões de game MSX, master e game gear, o GG tem alguns vilões redesenhados e melhorados!
    qual seria a melhor versão? seilá pois em todos o game perdeu algo ou ganhou!
    pena que devido ao tamanho dos esprites achei que prejuticou em muito a parte da arte grafica!
    talvez porque eu conheci esse game agora nos emuladores!
    como você disse é um game simples, mas divertido sem sombra de duvida!
    o final quando vai enfrentar o cerebro achei um pouco canalha! dificil porque tem armadilhas e a arma que causa dano ao monstro muda o tempo todo! e um rodizio de armas da heroina kk!

    • Cadu

      Pois é, elcioch. O GG precisava de uma bateria de plutônio pra durar mais de uma hora. Mas quando ligado na tomada ele era bem bacana. Será que dá para chamá-lo de “semi-portátil”? hahaha
      Não conheci mesmo a versão de MSX, mas pelo visto deve valer a pena conhecer. Já vale a pena jogar as duas outras pelas diferenças que vc mencionou.
      Mas sobre o sexismo, existem jogos da era de 8 e (principalmente) 16 bits que tinham alguns desenhos mais, digamos, “picantes”. Tanto que versões americanas de jogos de Mega e muita coisa que saiu pra Nintendo acabou sendo censurada. Não vi nenhum apelo do tipo neste jogo, mesmo nas cutscenes dele.
      Valeu pelo comentário e depois mande o texto do jogo, quando publicar. Vou querer ler! 🙂

      • elcioch

        as diferenças entre os três fica no desenhos dos vilões e as fases que alguns ficaram mais longos mais curtas e no msx tem uma fase extra ue não tem no master e GG!
        caso queira conhecer a versão msx, procure no youtube!

        • Cadu

          Farei melhor, jogarei em algum emulador.
          Prefiro! 🙂

  • DACTAR

    Não joguei este ainda Cadu,na verdade eu já conhecia,cheguei a ensaiar um gameplay mas pulei para outro jogo.Esse é o problema dos tempos modernos onde tudo está disponível o tempo todo.Antes,ou era aquele cartucho ou nada,salvo se aparecia um colega gente boa,ou tinha uma grana pra locadora he he he.

    Muito legal sua lembrança dos anúncios he he he.

    Eu sempre lia os anuncios de jornal à procura de um Nintendo que coubesse no meu orçamento (pobreza).Mas acabei esperando mais tempo e comprei um novo(paciência).Um Turbo Game.E olha,as pilhas recarregáveis naquela época eu nunca vi.Se tinha,era coisa muito difícil de se encontrar.Duracell e Rayovac(as amarelinhas)não faziam questão dessas tecnologias,pode crer.
    Interessante isso que você escreve Cadu sobre como as duas versões de Psychic World são diferentes,o que inviabiliza apenas um Review para falar das duas.Isso mostra criatividade na hora de portar de um sistema para outro,muito legal.Isso acontece também com títulos do NES e GB,por exemplo.Eu acho essas diferenças um belo ponto positivo,pois não fica mais do mesmo e recompensa o cara que comprou o cartucho(isso na época,claro),seja de um sistema ou de outro.

    “…Sim, o jogo possui uma protagonista mulher, mas não pense que você vai se deparar com uma garota de seios avantajados e shorts curtos…”

    Ah,não!Porque não KKKKKKK.
    Acho que a sensualidade,ou pelo menos a intenção dela,não é um fator que ajude ou atrapalhe uma menina a se interessar pelo game.Da mesma forma não acho que temas essencialmente femininos(jogos da Barbie,talvez)tenham tanta força com elas.Super Mario é sucesso com as meninas também,e este mega-giga clássico não tem uma característica específica voltada a elas.Jogo bom agrada todos e todas.Cadu,tem menina que curte até FPS!

    KKKKKK eu fiquei imaginando como seria a Sonic Wave,na sua versão KKKKKKKK,ainda bem que é vento,né?

    Cadu,já que você falou da sua experiência no Game Gear,devo confessar que estou muito feliz em emular este e outro portátil também…o NeoGeo Pocket Color,fiquei positivamente surpreso em descobrir este bichinho,seus jogos são muito bons.

    Enfim Cadu, parabéns pelo post,A qualidade dos seus textos sempre garantem uma leitura agradável e até mesmo boas lembranças,mesmo neste caso,um jogo que ainda preciso conhecer.E como você disse que ele não é um game difícil acho que vou tentar encaixá-lo na minha lista “para jogar” entre um jogo mais tenso.Só pra curtir mesmo.

    Seu texto vale:
    Dactar
    Score 100%

    Falow 🙂

    • Cadu

      Pô Dactar, valeu pelo elogio e pelo Score, fico lisonjeado! Ainda mais que o primeiro texto vc disse estar um pouco diferente dos que eu costumo escrever. Espero ter recuperado a identidade! hehehehe!
      Mas enfim, jogue este jogo, eu acho que vc vai curtir. Nos tempos modernos com um monte de emuladores por aí é realmente mais fácil se perder e não conseguir escolher o que jogar, mas encontra meia horinha na sua agenda que vc não vai precisar de mais do que isso pra fechar a versão do GG.
      E sim, é bacana quando portam versões de jogos e fazem com que elas fiquem diferentes da original (ou maior, ou menor). Acontece com jogos de Mega X Master também e, em alguns casos, Master X GG. E, claro, NES X GB! Também vejo como um ponto positivo, é um jogo NOVO para jogar! 🙂
      Super Mario é fofinho, colorido e tudo sorri, isso atrai boa parte das garotas que gostam de games mas que não tem eles como principal hobby. Sei lá, pelo menos é a sensação que tenho de coisas que escuto por aí. Mas sensualidade demais acaba afastando algumas mais rebeldes, já vi alguns casos. Em contra-partida, se não for tão descarado, o fato da personagem ser mulher faz com que algumas joguem também. Na verdade isso tudo é estatística barata… impossível generalizar qualquer coisa. Não sei pq não apago esse parágrafo! hahaha
      Melhor não escrever como imagino a Sonic Wave, vai ter gente me xingando aqui! kkkk
      Ah sim, o NeoGeo Pocket Color é um portátil que já vi algumas pessoas elogiando bastante, mas confesso que nunca nem pensei em emular, nunca lembro dele. Mas já vou procurar algum emulador aqui. Que jogos vc recomenda?
      Valeu!

      • DACTAR

        Beleza,entendido,vou jogar mesmo.
        Dos games que experimentei,gostei muito da versão do Pac Man,Metal Slug e The Last Blade.

        O interessante é que os jogos de luta,por exemplo,seguem a premissa do console,que é ser “pocket” e baseado nisso os personagens dos games de luta ficam estilizados bem no gênero “bonequinhos com cabeça e corpo desproporcionais” kkkk fica engraçado e ao mesmo tempo melhora a jogabilidade numa tela pequena.Só vendo pra entender…neste caso o Marketing combina perfeito com a Engenharia do hardware.

        Para esclarecer melhor o que eu disse acima é só comparar o jogo Final Fight do SNES com a versão do NES Mighty Final Fight

        🙂

        • Cadu

          Hmmm, parece interessante mesmo.
          Legal que eles tenham pensado nesses detalhes ao invés de tentar fazer jogos mais próximos das versões de console de mesa e/ou arcade.
          Vou tentar conferir isso muito em breve! 😀

  • Nossa,esse jogo me pareceu ser bem legal,e tbm me lembrou bastante o jogo Valis,um dos meus favoritos do mega.
    Com certeza irei jogá-lo

    • Cadu

      Confesso que não lembro muito bem de como é Valis, lembro que joguei pouco na infância e depois não encarei mais. Mas se realmente Psychic World o lembrou desse jogo, vou rejogar que com certeza será divertido.
      Jogue sim o game, é bem bacana.
      Valeu!

    • Parece legal mesmo, a mim, lembrou o Wonder Boy sei la…

  • Belo review Kadu. Não conheço a versão do Game Gear mas fiquei bastante interessado agora que eu sei das diferenças nas cut scenes que você mencionou. Já a versão do Master eu posso dizer que é demais. Um jogo muito bom com seu estilo a lá Metroid.

    Um abraço!

    • Cadu

      Valeu, Marcel Santana!
      Se vc curtiu a versão do Master, é provável que vá curtir a do Game Gear. Mesmo que ela não seja tão completa quanto a versão que vc conhece.
      Eu ainda preciso testar a do MSX. E Metroid também, é uma série que joguei bem pouco na vida.

  • O único jogo de game gear que eu joguei foi o Sonic Triple Trouble, de resto eu não joguei mais nenhum (principalmente por causa de como fica esticado e estourado os jogos portátil numa tela de 14 polegadas). Abraços.

    • Cadu

      Pois é, Maxwel_Gamer, a resolução esticada as vezes fica um pouco estranha. As vezes o melhor é não jogar em full screen mesmo, durante a emulação.
      Mas é um bom jogo, recomendo que tente jogar algum dia.
      Valeu!

  • muito bom parabéns!

    • Cadu

      Opa, valeu de novo! 🙂

  • Sou muito Fã da sega, como muitos o meu melhor vídeo game foi o megadrive, mas o melhor jogo de portátil antigo que joguei foi The Legend of Zelda: Link’s Awakening, acho esse jogo fantástico, e ainda tem mais, a versão preto e branco é mais legal que a colorida, coisa de doido mesmo rsrsrs…

    • Cadu

      Eu nunca joguei nenhum jogo da franquia The Legend of Zelda, então não sei dizer. Mas o Game Boy classicão tinha jogos muito bons, mesmo em preto e branco. São jogos que divertem mais que muita coisa em HD que sai por aí hj em dia.

      Não sei se vc chegou a jogar o Game Gear. Se não jogou nenhum, tem vários muito bacanas também. Psychic World está entre eles, dê uma chance algum dia que vc não se arrependerá!

      Valeu!

    • ganon,o destruidor

      qual a diferenca da versao de gameboy para a de gbc ,achei que era so a cor e uma dungeon extra na colorida ou tem mais

  • William

    Não joguei esse game, mas vou jogar. O Master System foi o videogame da minha infância! O Master II, pretão, ô console lindo!!!

    • Cadu

      Opa, o Master System é um dos videogames mais bonitos na minha opinião, mas eu sou suspeito pra falar sobre isso! hehehehe!
      Jogue sim o game, eu acho que vale a pena conhecê-lo. Se possível, jogue a versão do Game Gear também.
      Valeu!

  • http://essaysale.net/

    Thanks for the post!
    http://essaysale.net/

  • felipe

    Queria fazer uma pergunta eu vi um cara vendendo um game gear com fonte todo novinho,com 22 jogos todos com caixa e manual e o game gear na caixa e tudo ate a fonte,quanto que se pode pagar no maximo por um desse?(Bom eu vi la no ml o anuncio indo atras de um XD )

    • Cadu

      Felipe, o Game Gear é um dos videogames que costumam vender mais caros por aí, até pq a maioria dos existentes possuem algum problema (dead pixels, som baixo, tela clara ou escura demais, etc).
      No ML então costumam enfiar a faca com força e torcer, então é sempre complicado achar um bom negócio por lá. Mas não sei dizer qual seria o preço “justo” de um.
      O meu antigo quebrou e eu resolvi comprar um novo, mas acabei comprando de fora e saiu muito mais em conta, mesmo com frete e tudo. Eu te recomendaria importar mesmo, se vc não tiver alguma bronca disso (conheço quem tenha).

      E, caso compre, dica valiosa: coloque o bicho pra funcionar periodicamente, ou ele vai estragar de ficar parado.
      Espero ter ajudado.

      • Felipe

        Entao Cadu eu vi o cara la no ml vendendo por 443,entao fiquei na duvida se era furada pois ele disse que so os jogos(que sao 22)valem 500 pois estao com caixa manual e tudo completinho mas desconfio que seja furada porque ele nao colocou o bicho pra funcionar mostrando em uma foto,eu vi tbm outro anuncio que o game gear tava todo bonitinho so que ele tava com um defeito que era uma risca branca(que pela imagem dava para ver que nao atrapalha em nada no jogo porque quase vc nao percebe)na tela mas de resto ele tava super certinho,esse ja vi que nao era furada pois ele colocou o game gear para funcionar em uma foto,so uma coisa que eu fico com uma duvida,colocando uma pilha de boa qualidade(sem fazer propaganda)por exemplo a duracell ele dura quanto tempo sem precisar liga-lo na fonte?

        • Cadu

          Preço meio duvidoso mesmo esse, Felipe! Game Gear é complicado, é sempre bom dar uma olhada nele mesmo antes de comprar.
          Sobre as pilhas… rapaz, as de qualidade até aguentam algum tempo, mas não muito. O bicho consome MUITA energia, vale muito mais a pena usar na fonte mesmo. Sei que é complicado e que tira todo o propósito do portátil, mas pelo menos vc economiza uma grana! hehehehe

  • Se esse jogo pintar no meu Master, eu jogo, termino e escrevo sobre ele XD ADORO jogos com protagonistas mulheres ^^

    • Cadu

      Tomara que vc consiga então o jogo e o destrinche!
      Eu acho que vale muito a pena um texto sobre ele também!

  • TH

    Caramba, jogo de master, vc só bate o olho em uma imagem e dá para saber que é dele, rs. E quando é um pouso esticado é pq é do Game Gear, rs.

    Tenho curiosidade de jogar alguns games de master, depois vc me passa uma lista, mas eu acho que não deveria começar por esse não, de fácil já basta os games de hj né?

    É isso aí Cadu, continue me apresentando mais games no master! (Sem Alex Kid e Sonic) kkkkkkkkk

    • Cadu

      Pô, vc fala de um jeito que vc reconhece a porcaria só no olhar, TH! Pare de questionar a qualidade do Master! kkkk
      Palhaçadas a parte, eu vou sim mostrar bons jogos do console, mas vc vai ter que curtir jogos mais cadenciados e tal, não aquelas correrias malucas dos jogos de NES (que eu também gosto, é claro).
      Aos poucos vou apresentando algumas coisas bacanas por aqui dele e do portátil. Mas tenho que me controlar pra não virar especialista 8 bits SEGA! kkkkk
      Valeu TH!

  • Wendell Thayssa Moraes

    Acabei aqui sem querer rs joguei esse game no game gear na década de 90. Ganhei o portátil do meu pai e veio com esse jogo. O único q tive até hj passei muitas horas jogando e me lembro com muito carinho desse jogo.

    • Pô, que legal, história parecida com a minha então!
      Um tanto quanto raro aparecer alguém que teve o Game Gear e este jogo nos anos 90 aqui no Brasil, valeu por compartilhar a sua história conosco! 😀

  • Abel

    Eu amo muito esse jogo, ele é muito especial pra mim, pois foi o primeiro jogo que meu pai comprou após me dar um Game Gear. Lembro que foi muito caro na época e minha família nunca foi rica. Me lembrava um pouco o Megaman que eu tmb amo…jogo até hoje no emulador de Master no meu PSP. Obrigado pelo ótimo review Caduco, abraços.

    • Rapaz, eu tive que reler o review aqui pra responder seu comentário, de tanto tempo que escrevi isso! haha! Obrigado por me lembrar que ele existe! 😀
      Sim, o Game Gear era caro pra diabo, eu só tive por causa do lance de comprar ele usado com jogos, lembro que meu pai tinha dito que naquelas condições ele conseguiria me dar um, mas novo nem pensar. Eu estranhei, até então nunca tinha comprado nada de segunda mão (apenas ganhado roupas e brinquedos, todo mundo passou por isso, mas comprado não tô lembrado). Mas aceitei, eu queria mais era jogar o trocinho, né?
      Nunca joguei pra valer o que saiu de Megaman de GG, embora eu tenha experimentado algum dia em emulador pq me lembro do bonecão gigante na tela. Quem sabe não encaro e não faço um review aqui, né? O Desafio Mega Man lá no Gamer Caduco não está em dia, mas ainda não morreu! haha
      Valeu pelo comentário, Abel!