RetroReview: Mystical Ninja starring Goemon


Não é de hoje que eu tenho muita vontade de jogar novamente alguns daqueles games que me salvavam do Silvio Santos e do Gugu ao completarem as minhas tardes de domingo naquela segunda metade da década de 90. Fui dono de um PSx e de um N64, e joguei ambos a exaustão naquela época, pois as novas possibilidades que a imersão 3D proporcionava era algo surreal, irresistível! Só que muito tempo passou e o segmento 3D evoluiu, se aperfeiçoou de tal maneira que deixou aquele passado recente tão arcaico que eu tinha medo de me aventurar novamente por algumas daquelas aventuras iniciais por medo de estragar aquilo que eu verdadeiramente sentia por elas. Foi então que eu descobri que a emulação poderia me ajudar E MUITO neste sentido.

A maneira pela qual eu enxergo o 3D é bem diferente da maneira que eu enxergo o 2D. É algo para mim inevitável: eu enxergo arte no pixel, tenha ele qualquer idade, e a partir disso eu defino o que me agrada e o que me enoja. Já no 3D o negócio é diferente, eu vejo evolução pura! É como um desenho animado: os traços antigos do camundongo Mickey são charmosos, independentemente da época eles são lindos, e mesmo que hoje a Disney tenha evoluído os seus traços e sua arte a níveis divinos em sua animações, ainda assim você olha aquele desenho antigo e diz PO QUE LEGAL! Agora tente dizer o mesmo de uma animação em computação gráfica de 15 anos atrás… PELO MENOS EU NÃO CONSIGO! Eu acho arcaico, feio ao extremo! Só por exemplo: há uns dias atrás eu assisti a abertura de Tekken para PSx e quase tive um tréco, pois a minha lembrança era de que eu achava aquilo fenomenal e o que eu estava vendo agora era algo horrendo, que causava irritação na retina!

Por isso, eu jogava quase nada de N64 ou de PSx: medo de achar tudo feio demais, quadrado demais. Sempre preferi então me aventurar pelos jogos 2D mesmo, tanto por que, quando eu procurei, há alguns anos atrás, maneiras de emular estes vídeo games de modo que o fator FEIURA pudesse ser amenizado, não obtive muito sucesso: me deparei com plugins que eram um pé no saco de se configurar e emuladores cheios de problemas, que exigiam máquinas poderosas para que os games fossem emulados com alguma melhoria realmente significativa sem perda de frames e lentidão.

Muito tempo depois eu estava navegando pela net quando uma busca qualquer me levou a uma imagem do game The Legend of Zelda Ocarina of Time, e ela estava em alta resolução! Meu Deus, o que era aquilo? Fiquei embasbacado, era uma tela Wide Screen (formato 16:9, 16:10… Bem, sua Tv de LCD é wide meu filho!) impossível de se obter no velho N64, mas ao mesmo tempo, era o mesmo local, a mesma textura, estava apenas em alta resolução, sem nenhum pacote adicional aplicado ou coisa do tipo, tudo lisinho e brilhando. Na mesma hora eu parei o que estava fazendo e fui atrás do emulador, o santo Project 64.

E que coisa!! A última versão dele já era meio antiga, mas as funcionalidades que ela permitia eram espetaculares, a começar pelo complemento da tela para que ela se torne wide screem: o jogo não era esticado como estamos acostumados a ver, o emulador CARREGAVA as partes faltantes da imagem! Melhor que falar, é mostrar né?

Fiquei realmente impressionado com a qualidade gráfica que os jogos alcançavam ao rodarem em resoluções superiores, e o que era para ser um teste, acabou por se tornar uma aventura viciante e divertida pelo Japão feudal: fui testar Mystical Ninja Starring Goemon, um game que havia me dado uma trabalheira danada no passado e que eu só havia conseguido terminar muito tempo depois por um motivo que eu já irei contar, e o desgraçado do jogo me fisgou de novo, não consegui parar de jogar.

Ai vocês me perguntam: Mas Sabat, foi só por causa da questão gráfica que você jogou?
Não senhor, caro amigo retroaventureiro, o motivo foi mais profundo e… nostálgico!

Ganbare Goemon, nome japa do réu, foi um dos jogos de N64 que eu aluguei por falta de opção na locadora, e mesmo naquela época em que a gente olhava aquele 3D precário e achava lindo, já existiam alguns jogos com gráficos e jogabilidade bem superiores a ele, como o espetacular Super Mario 64, referência no estilo. Dizem por aí que a primeira impressão é a que fica, então imaginem vocês, caros amigos, como fiquei quando me deparei com aquela surpreendente abertura cantada que mais parecia com a abertura de algum live action nipônico estilo Jaspion. Fiquei hipnotizado por aquilo, comecei o game e percebi que era um adventure 3D com movimentação semelhante à de Super Mario 64, ou que pelo menos tentava ser, e isso (mais a grana que eu teria que pagar de qualquer jeito pela locação) foi o suficiente para que eu jogasse aquele game até onde desse. Sim, até onde desse, pois o danado estava todinho em japonês, e não havia a menor possibilidade de eu entender bulufas dos objetivos e destinos que deveria tomar!

Assim, saí explorando a cidade inicial do game, até que grande para a época, e descobri que o jogo era muito bom, com um fator explorativo muito alto e etapas muito bem elaboradas, jogabilidade boa e que seria excelente se não fosse pela câmera horrorosa que nunca fica fixa em lugar nenhum, e um design e trilha sonora que me faziam pensar que eu realmente estava passeando por um vilarejo do Japão feudal. E cada descoberta no jogo era motivo de festa, pois uma vez que eu não entendia patavinas dos diálogos, era tudo então descoberto por acaso mesmo, na base da exploração e da repetição, coisa de garoto cheio de tempo livre e sem namorada, coisa normal naquele tempo!

O negócio era ir e voltar enquanto o saco aguentasse que uma hora algo acontecia, e assim a jogatina se estendia até que uma animação diferente aconteceu: um castelo à frente se desmoronava, e chegando até ele, Goemon e Ebisumaru (o gordinho pervertido que é o outro personagem selecionável até então) tem uma conversa com um cara estranho que some voando como se tragado por um tufão. Goemon saca uma concha e a assopra como uma trombeta, um raio de luz o envolve e ele entra em um robô gigante de patins! Completamente inesperado, tem início uma corrida por uma estrada cheia de obstáculos, e ao final dela, aparecemos no cockpit do Impact, o Robô Gigante de Goemon, para enfrentar uma ameaça mecânica inimiga.

As batalhas entre robôs gigantes são de longe a coisa mais legal e original do game. O Cockpit mostra a nossa energia vital (que não deve chegar a Zero), o tanto de tiros que podemos desferir (é só mirar e atirar no meliante apertando um simples botão), e um contador de energia frontal que se assemelha a uma barra de especial de jogo de luta, e permite aplicar golpes devastadores nos oponentes. Basicamente funciona assim: o inimigo aparece à frente, e devemos nos defender de seus ataques até que ele entre no alcance de algum dos golpes de Impact. A gente se defende dando socos, chutes ou atirando naquilo que vier de encontro a nós, que vai desde bolas de energia a meteoros gigantescos. Se o inimigo demorar pra vir atacar no mano a mano, hora em que geralmente podemos esbofeteá-lo bastante, é possível utilizar um gancho (semelhante àquele que Link usa em Ocarina of Time) para forçá-lo a vir para perto, bastando apenas que o meliante esteja na mira do robô para que ele seja fisgado.

Golpes especiais são acionados com combinações entre os botões C e os demais, e dentre eles, destacam-se o canhão de energia, que só pode ser acionado quando a barra de especial estiver totalmente cheia (c-dir, c-baixo, c-esqu, c-cima +botão de tiro), e o… err… Meteoro de Pégasu (eu juro que esse é o nome que mais se assemelha ao golpe), onde se o robô inimigo estiver ao alcance de luta corporal, receberá dezenas de porradas no melhor estilo Seya (c-cima, c-baixo, c-cima + botão de soco). Na parte de cima do Cockpit, aparece a energia do inimigo, então é porradaria até o numero zerar!

Quando essas batalhas terminam, a impressão que se tem é de que o jogo fica mais chato de tão legal que elas são, e não vemos a hora de entrar em mais delas. Na verdade eu acho que deveria ter existido um game só disso, mas a Konami infelizmente não pensou nessa possibilidade né… Uma pena.

Não sei quantas vezes eu aluguei esse cartucho, mas lembro exatamente do momento em que o idioma nipônico me fez desistir de jogar: uma maudita pedra bloqueava o único caminho que me restava, e eu não descobri de jeito nenhum o que fazer para prosseguir. Meu saco com o jogo acabou-se, e só se reestabeleceu anos depois, quando apareceu em uma edição da finada revista Super Game Power um detonado muito atrasado da versão americana do jogo (que obviamente nunca chegou à locadora)! Ai sim eu aluguei o game novamente, e dali pra frente foi suave, pois se eu travava em mais algum local do jogo por falta de entendimento da linguagem dos pausinhos, era só consultar os universitários e seguir em frente na aventura!

Mas nada como descobrir as coisas por conta própria, no peito e na coragem, não é mesmo? E jogando novamente, agora na versão americana, com os gráficos lisos em wide screem, e sem lembrar porcaria nenhuma do que eu tinha que fazer no jogo, percebi que eu havia sido um verdadeiro herói ao ir tão longe em um jogo onde eu não entendia absolutamente nada do que o povo murmurava. Essa bendita pedra estava longe, bem longe, pra lá da metade do game, e o que eu necessitava fazer para passar dali (e que eu tive que descobrir por meio de uma revista) foi facilmente revelado pelo idioma do Tio Sam! O jogo nos diz o que fazer, eu só não entendia mesmo. E não foi só o total entendimento dos enigmas e rumos a seguir que a versão americana do game me proporcionou: pude também, agora com um inglês mais apurado no que diz respeito à leitura, entender toda a louca e surreal história do jogo: alienígenas malucos cantores querem basicamente transformar o Japão em um grande palco para seus shows, e começam a fazerloucuras pelo país em prol deste objetivo. A história é engraçadíssima, aquele humor oriental cheio de caretas e gente caindo de costas. Os comentários de Ebisumaru são hilários e os motivos que os vilões vão revelando com o passar do tempo são tão sem-noção alguma que fica difícil prender a gargalhada.

Existem mais 2 personagens selecionáveis: o Ninja Mecanico Sasuke, e a Detetive Espadachin Yae, e o motivo de se ter 4 personagens selecionáveis e trocáveis ao toque de um botão está nas capacidades especiais e nas armas que cada um deles utiliza. Todos possuem diferentes habilidades especiais, acionadas com um simples toque em c-cima, e que são ganhas a partir de provas um tanto quanto difíceis espalhadas pelo jogo. Por exemplo, Ebisumaru pode encolher e passar por buracos minúsculos, enquanto Yae pode se transformar em uma sereia para vasculhar o fundo dos lagos e oceanos. Fora estes poderes, os personagens utilizam armas que são vitais para a exploração, como as bombas de Sasuke, capazes de quebrar paredes, e o Cachimbo Branco de Goemon, que funciona como um gancho capaz de nos levar a locais inatingíveis.

A aventura a pé corresponde a uns 90% do game, toda ela feita a base de muita exploração, resolução de enigmas e desbravamento de calabouços, que sempre guardam um chefe memorável em seu final, e assim o game segue até seu desfecho, vez ou outra acontecendo uma batalha entre robôs.  Posso dizer que o game é completo, tem tudo que uma boa aventura necessita para prender o jogador frente à TV, mas creio que se este game tivesse sido lançado após Ocarina of Time, que saiu 1 ano depois, a Konami teria caprichado bem mais em alguns aspectos do mesmo, como no constante estouro de polígonos (quase sempre é possível se ver por trás de uma parede qualquer) e a câmera que se fosse um pouquinho pior, tornaria o game injogável.

Mystical Ninja starring Goemon é um jogo muito legal, tão divertido que consegue nos fazer ignorar a existência de uma câmera tão teimosa, e o alto fator de exploração da aventura somado à variedade de acontecimentos, ao humor surreal da história (o final é espetacular), à diversão das batalhas entre robôs, e à trilha sonora simplesmente inesquecível, forma um conjunto bom o suficiente para que eu possa considerar este  game como obrigatório para todos aqueles que já tiveram um N64. Claro que em se tratando de 3D, uma ajudinha gráfica é muito bem vinda nos dias de hoje, mas não pensem que a diversão se altera com isso: foi tão legal jogar agora quanto foi jogar a 15 anos atrás. Ganbare! soooooo Ganbare! Musiquinha não desgruda da mente…

E aguardem por mais RetroReviews com jogos de N64, pois eu adorei jogar os games deste console com esse poderio a mais. Recomendo!

Fim


Sobre Sabat

Dono, Chefe, Gerente, Cara da Xérox e Tia do Café do RetroPlayers! Meu negócio? Falar sobre games. Como? Escrevendo meus trabalhos, gravando minha voz horrível, ou filmando minhas humildes proezas! Onde? Aqui, ali, ou onde quer que me chamem!
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  • Kanonclint

     Realmente Sabat , você foi um herói mesmo. Nunca tive saco para jogar por tanto tempo um game de RPG ou Adventure que não estivesse em inglês, a última vez que eu tentei isso foi no Mega Drive com o Dragon Slayer , isso a uns 16 anos atrás sei lá.
    Agora falando a respeito do N64, e da quinta geração de consoles ( PSX, Saturn , 3DO e o próprio 64) , para mim não restam dúvidas que esta foi a geração que PIOR envelheceu na história dos videogames.
    Existia um apelo muito grande em transformar tudo que era em 2d para o 3d, e mesmo naquela época eu percebia que os programadores não estavam totalmente preparados para as novas possibilidades dos gráficos polígonais, e de todo um novo universo. Prova disso é que difícilmente você vai encontrar um game daquela geração que prime pela boa jogabilidade, e que tenha um bom posicionamento da camera ( o calcanhar de Aquiles daquela geração ).
    Tente jogar alguns games do PSX como Resident Evil , Tomb Rider, Toshinden, e voce pode constatar como os games em 3d eram “travados”,e lentos , se comparados os games de hoje Ps3 e X360, até mesmo em comparação aos da geração passada. Poucos foram os games da quinta geração que realmente se superaram neste aspecto, e aí a rola um paradoxo NA MINHA OPINIÃO, a Nintendo mandou super bem com pérolas inestimaveis como Mario 64, Ocarina of Time , Star Fox64 ,Killer Instinct,Goldeneye,Intenational SuperStar Soccer 64, mas ao mesmo tempo eu nunca me decepcionei tanto com um console como no caso do N64.
    Tirando os games citados, poucos foram os outros games que me chamaram atenção, até porque a biblioteca do console não é tão vasta como a do SNES ( seu antecessor) . Fiquei mais no PSX , mas tive bons momentos com meu N64 também.

    • Assino em baixo de TUDO que escrevestes Kanon!!
      E olha que eu não gosto desses termos: “envelheceu bem”ou “envelheceu mal”, mas eles se encaixam perfeitamente àquela geração de consoles… Na época ficávamos satisfeitos com tudo devido a novidade que o inicio da geração poligonal representava, mas olhando agora para trás, é fácil perceber como aquela geração se tornou arcaica, lenta, defeituosa em comparação ao que vemos hoje ou até mesmo ao que víamos na geração passada de consoles. É fácil olhar para trás e enxergar que tecnicamente, pouca coisa realmente se salva de tudo o que vimos naquele período, e que estes são games heróicos, como os que você citou e outros tantos de PSx, onde entram pérolas como Metal Gear Solid, Sylphon Philter, Valkyrie Profile, Chrono Cross (que queiram ou não, é um dos melhores RPGs do PSx mesmo não fazendo as vontades de quem queria uma continuação de Chrono Trigger) e outros tantos que não me recordarei agora por preguiça e sono!

      Quanto ao N64, são estas pérolas que eu estarei detonando aqui, aqueles que realmente valem a pena, e que permitirem aquela ajudazona visual do Project 64 XD

  • hely

    Belo review Sabat =D

    Quando comprei meu N64 em 1998 ele veio com 2 jogos: Mario 64 e este Goemon 64 – só que estava em japa também…HAUHAUAHUA…e não tive paciência pra ficar jogando devido a não saber o que fazer…mas cheguei até a parte do robozão e pirei também: o jeito do Goemon entrar no robô e a musiquinha é demais mesmo….XD

    Quanto aos gráficos concordo com você: o 3D da geração 32 e 64 bits estava engatinhando ainda, pra mim o 3D dessa geração equivaleria ao que geração do Nes foi no quesito 2D…ou seja: praticamente o começo(embora o 2D já veio do Atari e o 3D já tinha sido tentado no Snes, Mega e Arcade)…só que eu não acho um jogo do Nes feio igual eu acho feio um jogo 3D do PS-X, Saturn e N64….XD

    Quanto ao Project 64 embora você não goste de mexer em plugins e tals: tem vários packs do N64 re-texturizados em HD pra colocar no emulador…dá uma olhada:

    http://www.racketboy.com/forum/viewtopic.php?p=32979#32979

    http://www.racketboy.com/retro/nintendo/n64/2008/03/enhance-n64-graphics-with-emulation-plugins-texture-packs.html

    http://www.emutalk.net/threads/49340-Djipi-FINAL-CELL-MOD-2009-for-Zelda-OOT

    Destaque para o Zelda OoT na versão em hi-res e também na versão Cel-Shading que lebra muito a versão do Gamecube…sem contar que o Paper Mario ficou demais também…

    Ficou bonito demais, pena que não gosto muito de 3D…até porque dependendo do jogo em até passo mal…..mas pra quem curte é muito da hora….

    Rá En Ná…

    • Fala Hely XD
      Rapaz é isso ae mesmo o ponto: eu não acho um jogo 2D antigão feio a não ser que ele já fosse feio para os padrões de sua época, mas quanto a um jogo antigão 3D, ai eu acho feio com uma facilidade absurda kkkkk e são mesmo viu! Se salvam poucas pérolas, só os games heróicos mesmo!

      E eu conheço essas texturas cara, ja até testei: essa de Cel não funcionou muito bem aqui, e a de High funcionou pela metade, mas essa metade ja dá um grau enorme no jogo.

      Cara, o problema que eu tinha com pluguins só vale para antigamente viu… é que naqeula época, quando todo mundo tinha Pentium 3 de 512 de ram, o Project64 era um PARTO pra configurar sem que o jogo ficasse com o frame lá em baixo… a mesma coisa pro  epsxe! Hoje vai de boa, as máquinas mais básicas aguentam esses emuladores sem fazerem força XD

      • hely

        Pode crer Sabat XD

        Esqueci de mencionar e não sei se você sabe: tem 4 jogos do Goemon pro PS-X, sendo que um é 2D puro, 2 são 2,5D estilo Klonoa e um 3D.

        Aqui abaixo o link pra você conferir:

        http://www.hardcoregaming101.net/goemon/goemon3.htm

        O foda que tá em japa e não encontrei nenhum patch pra aplicar..=P

        Mas tem nada não, ao contrário de de antigamente agora tem gamefaqs pra quando não soubermos o que fazerpor causa do idioma XD

  • André Albertim

    Rapaz… eu ainda olho para o meu N64 e PSX com algum carinho, embora Reconheço a tosquera que alguns games eram em termos gráficos. Reconheço tbm que a evolução do 3D foi brutal, de 96 pra cá, o que nos faz sentir repulsa por alguns games da 5ª geração. Mas o fator diversão estava bem presente nesses consoles, principalmente nos da SONY. A impressão que tenho hj é que os jogos da Big N, e os que eram produzidos pra ela, eram amplos de mais e passavam aquela sensação de vazio. Já os do PSX, não. Estava tudo no lugar e a ideia da ambientação era tão bem reproduzida (o senso de espaço) que tornava o game bem mais cativante (sem falar nas cutscenes de arregalar os olhos em CG).
    Com relação ao Goemon do 64, sempre tive vontade de jogá-lo por causa da versão do SNES, que já conhecia, e é tão divertida quanto. Bela análise, Sabat. ^^ Ganbareee!!

    •  Opa André, valeu cara ^^
      Eu tb olho com muito carinho para aquela geração, só não consigo jogar mais NO CONSOLE kkkkk Rapaz, eu me diverti demais, e o que vc diz até certo ponto é verdade mesmo, os jogos feitos para o PSx não eram EM SUA MAIORIA tão amplos quanto os de N64, e isso se refletia em jogos mais dinâmicos, mas não acho que isso atrapalhava a diversão não, exceto quando falo dos jogos CAÇA-NÍQUEL que existiram aos montes naquele período: lançaram Mario 64, aí qualquer tema, desculpa, idéia de girico, pesadelo, filme da disney, da pixar, qualquer coisa era suficiente para que alguém criasse um jogo de simples coleta de ítens por cenários enormes e tridimensionais, e isso era tanto em 1 quanto em outro console.

  • Cosmão

     Já tive vontade de começar algo dessa série, mas me falta tempo. O jogo parece bem bacana, desde suas versões mais velhas. 

    •  Boas linguas me dizem que os games de SNES são ótimos, e que o 2º de Cube é nos moldes destes! testarei em breve XD
      Obrigado pela visita Cosmão XD

      • Sei que o post é antigo e tudo mais, mas só conheci o Blog hoje (está de parabéns por sinal). Eu também estou jogando esta pérola de novo ,assim como você, só tive a oportunidade de jogar em japonês no passado, consegui terminar o jogo mas sempre fiquei curioso pra saber do que se tratava a história….Também tem a continuação desse jogo pra N64 (Goemon’s Great Adventure) que pode ser jogado em modo co-op em 2 jogadores (me diverti muito com esse na época, bons tempos!) e o interessante é que as “fases” (é bem estilo mario mesmo, tem uma telinha com mapa e tudo mais) são em 2d, vale a pena conferir! Assim que terminar o Mystical Ninja no pj64 vou partir pro GGA (que pra mim é um dos melhores jogos do N64 junto com OOT e alguns outros clássicos, uma pena não seja tão conhecido)!

        Enfim, existem 4 games dessa série pro SNES e eu recomendo muito que você jogue TODOS ELES na ordem pois são muito bons, você que gosta de 2d vai achar show de bola!! No primeiro deles tem somente o Goemon e o Ebisumaru, no segundo você conhece o Sasuke, no terceiro a Yae e no quarto você já começa com todos eles, é muito bacana cara.

        Abraço!

        • Beleza Andrew? Espero que vc goste do conteúdo do site ^^

          Eu conheço o GGA, parece ser bem legal mesmo MAS não joguei a fundo ainda, pecado que sanarei em breve kkk  Os de SNES é bem provável que eu jogue todos tmbém, mas os que me me chamaram MESMO a atenção foram os episódios lançados para PSX só no japão: tem uns 3 ou 4 ali que parecem ser muito show!!

          Obrigado pelas dicas amigo, e comente sempre ^^!

  • Anônimo

    Esse foi um dos primeiros jogos que joguei da era 3D do meu (agora) zumbi N64. Sempre minha mãe me levava na locadora Blockbuster pra pegar um jogo no final de semana e eu sempre queria alugar o Goemon, mas o dando sempre estava alugado e na block não podia reservar, era na sorte mesmo. 

    E quando eu finalmente consegui aluga-lo, foi um feriadão e pude curtir MUITO esse jogo. Uns 2 anos depois eu o ganhei de aniversário e foi uma alegria só, aapude jogar durante muito tempo esse jogo que sem dúvida esta entre os melhores do 64 bits da big N.

    Parabéns pelo texto Sabat, me relembrou muitas memórias até então esquecidas. Só ressalto um detalhe que você até colocou no texto. Esse jogo, assim como alguns outros do N64, eram jogos widescreen “por natureza”, eles foram feitos em formato wide mesmo. Não lembro agora aonde eu li sobre isso, mas vou dar uma vasculhada e ver se encontro aonde eu li sobre isto.

    •  Rapaz, não sei disso não, naquele tempo formato Wide praticamente não existia em televisores… seria um verdadeiro achado se vc encontrasse essa fonte XD
      Mas acredito que não seja viu, por que se fosse, os Bitmaps que formam o céu estariam preenchendo as laterais da tela XD

      Valeu trooper XD

      • Jeff Sousa

        Não. O que acontece é que, pra se adequar ao hardware do console, a dev limita o campo de visão e “descarrega” os objetos poligonais fora dele, focando em carregar SOMENTE o que aparece em frente ao jogador. Acontece que tem jogos onde os objetos não são descarregados de imediato, tornando possível o port Wide sem deixar o jogo esquisito e a natureza loading free do N64 ajuda muito. O jogo nunca foi feito para suportar Wide, mas é possível usá-lo, só isso.

  • Jeff

    Olá pessoas!
    Sabat, meu velho…ainda prefiro o Goemon pixelado!
    Coincidentemente, neste último final de semana, estava meu  colega de trabalho e eu, nos aventurando no Project64, experimentando alguns dos títulos do controle. Que “decepção”! Êita nostalgia “quadrada”! Eu não Curti não!Não que os games fossem ruim, mas eu não consegui gostar de ver o que vi.Eu tinha PSX e não me lembro de ter visto games com texturas tão simples e com tão poucos polígonos. Dificilmente eu tive contato com games de N64. Os games da Própria Nintendo sempre foram mais caprichados. O melhor deles pra mim, Zelda 64. Contudo, a maioria deles não me agradou nem um pouco. Mas não é culpa do console. A mente é que mudou. Acredito que esse pensamento seja muito comum entre os retro-aventureiros.Por esse motivo, quando o assunto é emulação, eu só considero os games 2D mesmo, seja arcade ou consoles.Joguei muita coisa em meu antigo PSX. Me deu muita diversão. Mas não tenho interesse em emular esse console, simplesmente porque hoje eu jogo no PC, os games desta geração. Ainda assim, continuo apaixonado pelos retro-consoles e qualquer um deles de GBA Advance/SNES para trás, eu amo todos! É muito bom que alguns emuladores possibilitem melhorar algumas coisas em seus games. Uma das coisas que eu não gosto é justamente o relação de aspecto 4:3, por estar tão habituado com o formato Wide e suas vantagens.Agora, quer me deixar feliz? Saibam que cresce os meus olhos quando me deparo com games desta geração e com cara de retrô. Esses sim, conseguem me prender.Mystical Ninja foi um game que não tive interesse de jogar, simplesmente por não ter encontrado as versões em inglês. Mas desde o SNES eu queria ter jogado. Este do N64 é semelhante ao Mario 64 e, apesar de ser fã do bigodudo, nem o próprio me agradou. Acho que o 3D não fez tanto efeito em mim, como os amados Pixels.

    • Jeff

      Quando eu disse controle, eu quis dizer: console. 

    • Entendi perfeitamente Jeff! E realmente é assim mesmo, grande parte da culpa é da nossa maneira de pensar que mudou com o passar dos anos, nosso senso crítico aumentou, é como se o nosso limíte do “aceitável” tivesse evoluido junto do potencial gráfico 3D, uma repulsa que não acontece com gráficos 2D na grande maioria das pessoas.
      E sabe que eu tb sinto uma certa repulsa por gráficos 3D sem formato Wide hoje em dia???? E isso por que eu nem tenho PS3 ou X360 ainda, só um Wii XD Salve o Project 64, que transforma o N64 em Wide sem fazer força XD

  • Anônimo

    1º – é gaNbare – 頑張れ – がんばれ 😀
    2º – que bom que vc terminou o jogo! desde antes do retrocast de locadoras vc falava desse jogo! hahahahaha sei que uma dessas screens aí vc até me passou na época! 😀
    bem escrito mas… não sei se jogarei 😉 estou dando um tempo de 64…. joguei muito no fds (no próprio vg! há!).. aproveitei bem meus últimos momentos com ele então joguei muito mario kart, 007 e super smash bros (se eu pego captain falcon, ninguém ganhava de mim! lol)
    3º – Project64 é um salvador! finalmente Mario 64 fica com gráficos bonitos!! 😀

    • 1º Mas tu é chato mesmo né! Eu só errei no BANNER e fiquei com preguiça de corrigir kkkkkkkkkk

      2º Foi! Tem screem ae que eu tava mostrando pra nego a mais de mês kkk joguei devagar, o negócio é saborear a aventura XD  E se Deus quiser, logo eu estarei com o meu N64 ^^

      3º Amén!! Fica lindo o jogo véi, vc não tem noção XD

  • TH

    Caramba Sabat, mais uma coisa em que somos parecidos, rs.

    Eu tb aluguei esse game por falta de opção e tb era em japônes e eu tb me empolguei com a abertura, coisa que falatva em jogo de N64 e que tinha em abundância no Psx, já que o cartucho do N64 não conseguia guardar informção suficiente para ter aqueles CGs.

    E assim como vc, tb joguei pelos mesmos motivos e tb adorei o game e tb fico muito feliz até onde fui sem entender patativas de japonês. Mas eu não me lembro desses robôs gigantes, nem das batalhas deles, de nada. Será que eu que não me lembro por memória corrompida no cérebro ou não cheguei na parte onde começam as batalhas?

    Bom, lembra que eu comentei com vc sobre esse game e por considência vc o estava jogando? Então viu a parte onde eu parei por ficar preso? Aquela casa onde tem uns fantasmas que ficam sumindo? Bom, pélo menos é isso que eu me lembro, rs. Minha memória é melhor na época de Nes e Snes hahuahuahuhauhaua

    Uma outrra diferença é que o dono da locadora depois trouxe a versão americana, mas aí eu já não tinha mais o n64, que raiva!

    E parabéns na separação entre gráficos 2D e 3D e como ele mexem de forma diferente com a nostalgia e como envelhecem de forma completamente diferente! Muito bom mesmo!

  • TH

    Caramba Sabat, mais uma coisa em que somos parecidos, rs.

    Eu tb aluguei esse game por falta de opção e tb era em japônes e eu tb me empolguei com a abertura, coisa que falatva em jogo de N64 e que tinha em abundância no Psx, já que o cartucho do N64 não conseguia guardar informção suficiente para ter aqueles CGs.

    E assim como vc, tb joguei pelos mesmos motivos e tb adorei o game e tb fico muito feliz até onde fui sem entender patativas de japonês. Mas eu não me lembro desses robôs gigantes, nem das batalhas deles, de nada. Será que eu que não me lembro por memória corrompida no cérebro ou não cheguei na parte onde começam as batalhas?

    Bom, lembra que eu comentei com vc sobre esse game e por considência vc o estava jogando? Então viu a parte onde eu parei por ficar preso? Aquela casa onde tem uns fantasmas que ficam sumindo? Bom, pélo menos é isso que eu me lembro, rs. Minha memória é melhor na época de Nes e Snes hahuahuahuhauhaua

    Uma outrra diferença é que o dono da locadora depois trouxe a versão americana, mas aí eu já não tinha mais o n64, que raiva!

    E parabéns na separação entre gráficos 2D e 3D e como ele mexem de forma diferente com a nostalgia e como envelhecem de forma completamente diferente! Muito bom mesmo!

    •  Essa parte onde os fantasmas aparecem é se não me engano a 3ª dungeon TH, e a primeira treta de robos vem logo após a 1ª que é o Palácio Imperial, ou seja, você passou por uma luta de robôs sim, é tu que não se lembra XD kkkkkkkkkkkk

      Valeu velho, acho que do fundo do coração, sem forsação de barra, é isso mesmo que acontece, é muito mais fácil achar o 3D antigo feio do que o 2D antigo.

  • Muito bom o seu review, Sabat!

    Nunca joguei esse game mas já estou entrando no youtube.com para ver alguns gameplays do mesmo. As imagens mostradas parecem muito boas, mas… Eu realmente não consigo jogar em um emulador. Para mim não há nada como jogar os jogos clássicos de seu PSX, Mega Drive, Nintendo 64, SNES etc em uma TV antiga, utilizando os próprios consoles, rs!
    Eu penso como o Jeff, que postou a seguinte frase em seu comentário: “Mas não é culpa do console. A mente é que mudou.”. Me lembro que o primeiro game que vi e joguei para o Palystation foi o Final Fantasy VII. Na época eu estava acostumado com os gráficos do SNES e Mega Drive e fiquei impressionado com as apresentações em CG do game. Eu simplesmente não jogava, ficava colocando o tempo todo na maravilhosa apresentação inicial do game e cheguei até a gravá-la em fita de vídeo para mostrar para os amigos.

    •  Fala Mario!
      Eu jogo no emulador sim cara, e PREFIRO KKKKKKKKKKKK Mas se for pra jogar no console, TEM QUE SER NA TV VÉIA!!! Isso eu não abro mão XD

      Eu também viajava nas cgs daquela época, era algo mágico né! As vezes o jogo mesmo era uma bosta escrota fétida, mas a CG era legal, então tava jóia ahUHAUhauHAuhau

      E o FFVII cara, foi um marco na minha vida gamer, pois foi o RPG que me fez finalmente abraçar o estilo, um caso amoroso que durou até meados da geração seguinte, quando eu enjoei e passei a detestar batalhas por turnos. Mas independente do que eu acho do estilo agora,  eu olho os personagens de FFVII e digo: nossa, era feio….. kkkkkkk

    • TH

       Putz Mario, eu tb fazia isso.

      Gravava os CGs em VHS, hauhauhauhauhauahuhaua.

      Vou até procurar as fitas aqui em casa e lembrar o que gravei, mas com certeza o FF VII está lá, ainda hj para mim é um dos CGs mas lindos e que possui uma das músicas mais lindas, tem até aquela parte que parece que fala “i você”, começando na praia.

      Bons tempos.

  •  Lembro que eu locava esse jogo justamente pela parte do robô gigante. como você falou era maior lance tokusatsu, dava até um arrepio ver o personagem chamando o robô gigante e o tema estilo Daileon que rolava XD

    Mas N64 é um console que nunca consegui jogar direito por causa da falta do joystick. Digam o que quiser do chifrudão do N64, mas ele que dava graça pra coisa !

    Tanto que, antes, eu não conseguia emular o n64 por causa do pc ser ruim; mas depois eu não me animava justamente pela falta do joystick. Po, jogar Turok sem ele não era a mesma coisa.

    Mas graças a um dos seus queridos funcionários as lombrigas serão sumariamente mortas, vou começar minha coleçãozinha de n64 e pretendo futuramente pegar esse joguinho pra chamar o Daileon de mãos de bolinha XD

    •  Alias, se um dia for falar de Extreme G me escale como consultor especial ou vai rolar porrada xD

    •  Boa mestre ahUAHUa O legal de fazer coleção de N64 é que são poucos cartuchos pra se ter obrigatoriamente kkkkkkkkkk  O meu eu espero pegar em breve também, aos poucos vou tapando minhas feridas!
      E o controle de N64 é um dos mais inovadores da história dos games, e o Botão GATILHO é supremo, nenhum jogo de tiro é perfeito sem ele, quem jogou sabe. Imagine esse mundaréu de FPS de hoje em dia pra se jogar com um controle que tenha um gatilho igual o do N64? Esse pessoal acha que atirar com o R2 ou L2 é bom… kkk

      •  Fato sobre o gatilho, concordo plenamente ! Legal jogar 007 ou qualquer FPS no N64, nos sentiamos com a arma em mãos e nas horas mais nervosas até judiávamos do botão Z (o gatilho em si) xD

  • Scudd

    Ae, Sabat! Minha experiência com esse jogo é muito parecida com a sua. A cópia que tinha na locadora em que alugava tb era japonesa, e acabei alugando-o sem mta pretenção. Mas que jogaço! Hoje já considero um dos melhores do N64. Na época tb penei mto pra conseguir progredir na aventura. Chegava ao ponto de ficar comparando as palavras japonêsas (ou melhor, desenhos) que apareciam em destaque em certos diálogos com os nomes dos lugares no mapa do game, na tentativa desesperada de advinhar para onde ir, rsrsrsrs. Apesar de todas essas dificuldades, acho que até mesmo elas contribuiam para tornar mais intensa a experiência com o game. Não consigo me recordar, mas acho que só fui finalizá-lo mesmo no emulador e na versão americana.
    Ótimo post para relembrar um pouco dos bons velhos tempos.

    • Beleza Scudd? Eu também fazia isso amigo!! Eu até desenhava os simbolos e desenhos pra tentar achar referência em outros locais, e isso resolvia viu! Menos na hora que eu travei, aí não teve jeito!
      E pode ficar sussegado velho, posts com essa finalidade, de relembrar os velhos tempos, são o meu objetivo aqui, e é o que sempre estarei fazendo XD

  • JPPaes

     Cara, estou impressionado. Adoro Goemon!!!! Tem como colocar as fotos de Ocarina of Time em Wide ou fazer um post falando sobre jogos antigos em 16×9 e jah toh atras desse plugin!

    •  Rapaz, vai ter que esperar eu jogar e terminar, ae farei um postzão que provavelmente será o meior e mais apaixonado texto de todo o retroplayers XD

      E isso não é um pluguin velho, o Project 64 tem essa função Wide nativa ^^

  • Sybellyus (Sybas)

    Humm! Boa review. Não cheguei a alugá-lo nos meus tempos que locava na sexta pra devolver na segunda. Tive contato com este jogo apenas pelo emulador.

    Naquele tempo estava mais entretido com Zeldas, Perfect Dark, Goldeneyes, Starfox, e etc…

    Agora me interessei pelo lance desses jogos em alta resolução. Sabia dos plugins em HD, mas de outra maneira!

    Enfim, excelente e nostálgico artigo!

    •  Pois é sybas, tem uns plugins por ae que o povo desenvolve e que ficam muito bons, mas são poucos, a trabalheira é enorme também né!!

      Os que eu testei ficaram bons, mas só o fato de colocar os gráficos em resoluções fodas como 1980×1080 ou 1600×900 ja dá um grau espetacular, nem parece o velho jogo de N64, e isso sem se utilizar pluguin nenhum!

      Faça um teste ^^

  • Flavio

    Diferente dá maior parte de vcs discordo com relação aos graficos.Acho que o 3d dá época traz muito nostalgia e é uma charme! É muito mais facil hj fazer uma obra de “arte” com super maquinas, agora antugamente contava muito a ideia! Joguei Panzer Dragoon Saga outro dia e achei os graficos muito bons é só saber apreciar!

    • Eu ja acho que é totalmente o contrário amigo ^^ Panzer Dragon Saga possuia graficos espetaculares em sua época, mas o 3D evoluiu tanto que é difícil hoje em dia jogar sem não torcer o nariz para a aparência do jogo, algo que ocorre também, mas em escala muito muito muito menor, com os jogos 2D. Mas nostalgia? laro po, sempre haverá nostalgia por de trás dos games daquela época, só que, digamos, ACEITAMOS UMA AJUDINHA EXTRA xD

  • Wren 2500

    Sabat, bela postagem. Eu lembro que ganhei esse jogo de um amigo que tinha o Game Cube e não queria mais saber de N64, fora que não tinha conseguido terminar o jogo, acho que foi o primeiro RPG que zerei na minha vida, muito bom e divertido. Apesar do 3D rudimentar da época, As texturas no personagens foram muito bem aproveitadas, todos os personagens possuem expressoes faciais distintas pra cada situação. Lembro que para ativar Sasuke tinhamos que procurar por duas pilhas e para quebrar algumas coisas, Goemon virava um Super Sayadin! Bons tempos, queria voltar a jogar video games como jogava a pouco tempo atras… 

    • A maledita segunda pilha maninho… pqp
      Eu estava jogando a versão japa do game, não tinha a menor idéia do que era preciso fazer. Uma hora, subi na árvore gigante por pura falta do que fazer mesmo só pra ter uma visão panoramica do local, e resolvi bater uma foto com a arma especial do Ebisumaru e… não é que apareceu um a porra da pilha? kkkkkkkkkkkkkk BONS TEMPOS velho XD

  • Raullucassilvaneto

    Nuss, eu tinha a versão do snes totalmente em japa. Eu descobri o nome desse game só quando vi a capa desse jogo nas revistas de games – naquelas partes que a nintendo mostrava os produtos a venda. Nunca joguei esse aí não; se a jogabilidade for a msm que a do snes, já to baxano.

  • Ton

    Esse jogo é demais, passava horas jogando ele, pena que era alugado.