RetroReview Especial: The Dark Side of the SNES – #04 Rival Turf


Olá, Retroaventureiros! Voltamos com mais um RetroReview Especial: The Dark Side of Super Nintendo – Rival Turf. Antes de começar a comentar sobre o jogo tenho que contar a minha história sobre como conheci esse game e tenho certeza que muitos aqui vão se identificar. E antes, um aviso: sim a capa da matéria foi de propósito! Mas venha comigo que ainda vou falar muito dessa capa e claro, desse game que fez história.

A minha história começa obviamente como a de muitos por aqui: em uma locadora de videogames nos anos 90. A minha família sempre teve uma parte financeira modesta, e isso incluía não comprar jogos de SNES com muita frequência e só alugar um jogo no fim de semana na clássica locação sábado+domingo+devolve na segunda-feira. Como muitos devem saber,alugar jogos aos sábados nas locadoras era uma tarefa difícil. Difícil porque se você não chegasse à locadora até as 10 horas (quando elas geralmente abriam) a probabilidade de todos os jogos terem sido alugados às 10:05 era de 99,9%. Afinal, todos seus amigos, colegas, familiares, extraterrestres e quem mais gostasse de videogames já estava amontoado em frente à locadora antes que ela abrisse as portas. O pior é que mesmo se você chegasse bem antes, lá pelas 9 horas e entrasse correndo para pegar o seu jogo do final de semana, existia outro fator que dificultava tudo: os espertos que alugavam os jogos na sexta-feira e só os devolviam na segunda (pagavam duas locações sexta+ sábado e sábado+domingo), o que só piorava para quem quisesse ou só pudesse alugar aos sábados.

E num desses sábados em que fui à locadora e cheguei atrasado (o maldito despertador não tocou!), me deparei com o que era uma das maiores “dificuldades” da minha vida nessa idade maravilhosa. O que eu alugaria? Não tinha praticamente mais nada lá, todos os jogos mais legais de corrida, aventura, luta, tiro etc já estavam alugados e até mesmo aqueles jogos de esportes olímpicos que ninguém alugava estavam com a etiqueta – “ALUGADO”. Era um terror!

Mas existia uma peculiaridade boa nessa época, que vocês devem se lembrar. Diferente dos dias de hoje, onde todos têm informações facilmente sobre os jogos, como características, produtoras, críticas, notas, dia do lançamento, quanto custou para ser produzido etc, naquela época praticamente não ficávamos sabendo de nada (não existiam tantos meios de comunicação como hoje) e isso acabava resultando na peculiaridade que citei: DE ALUGARMOS UM JOGO SÓ PELA CAPA NA LOCADORA sem nunca ter ouvido falar dele.  Vai dizer que você nunca alugou um jogo que não conhecia só por causa da capa? Que atire a primeira pedra quem nunca fez isso nos anos 90!

E foi devido a essa peculiaridade que naquele dia, ninguém tinha alugado ainda um certo jogo chamado RIVAL TURF. Óbvio que ele só estava na prateleira ainda por causa da capa horrível (clique na imagem ao lado para ver) e essa é minha teoria até os dias atuais, mas cite outras teorias nos comentários se você tiver! Agora vamos ser sinceros: o que um garoto magricela com um casaco vermelho feio, junto de outro garoto com uma faixa na cabeça ao melhor estilo Sidney Magal e um prédio ao fundo teriam de interessante a oferecer? Um jogo dos BackStreet Boys? Jogo do namorado da Barbie (sem pegadinhas com o Ken Masters, por favor)? Não galera, para minha surpresa eu havia encontrado um bom game.

É pessoal, aluguei esse jogo com uma capa estranha e como diz o velho ditado: “Não julgue o livro pela capa.” Um game ao melhor estilo Final Fight (beat em’ up) que se tornou uma das minhas franquias prediletas de SNES e do qual tenho ótimas lembranças até hoje. Mas nunca me vestirei que nem esses caras nem que me paguem para isso! Olha lá, hein!!!

Beat em’ up era uma das grandes febres nos anos 90, um gênero que foi impulsionado principalmente devido ao grande sucesso do arcade Final Fight, lançado em 1989 e que se tornou a representação máxima do estilo. Apesar de Final Fight ter sido lançado para Super Nintendo, ele não chegou nem perto do grau de perfeição do original de Arcade, o que acabou descontentado muitos fãs. Eis que Rival Turf é lançado em dezembro de 1992 para SNES nos EUA pela extinta JALECO (alguém se lembra do clássico JAAAAAAAAAAAALECOOOOque era dito antes dos games quando aparecia o logo da empresa?) tentando fazer uma tarefa difícil: ter sucesso onde Final Fight falhou, que era trazer ao videogame um game de pancadaria com a possibilidade de dois jogadores simultâneos.

Pois bem, agora a história se divide: existe também a versão japonesa do jogo que se chama Rushing Beat, lançada um pouquinho antes, em março de 1992. Como todos nós sabemos, naquela época era muito comum um mesmo jogo ter diferenças entre a versão americana e a japonesa, o que não foi diferente com Rival Turf. Além de a história ser diferente, os nomes dos personagens foram trocados, créditos finais foram retirados, capas modificadas, algumas cenas retiradas, o nome da cidade principal modificada para Los Angeles, o número de continues foi diminuído e até alguns vilões foram removidos.

Rival Turf faz parte de uma trilogia que possui os nomes “Rival Turf” (Rushing Beat 1 em japonês), Brawl Brothers (Rushing Beat 2 em japonês) e Peace Keepers(Rushing Beat 3 Shura na versão japonesa). Nem preciso dizer que as versões americanas são inferiores às japonesas, então, se você tiver a oportunidade de jogar a versão oriental, recomendo muito. A minha versão predileta é a Rushing Beat 3  Shura, com escolha de cinco personagens, caminhos alternativos para escolher e uma ótima história. Com certeza falarei sobre ela em breve aqui no Retroplayers. E se você não conhece, tire teu Super Nintendo da prateleira e vá jogar!

Aqui vou seguir a história da versão americana. A namorada de Jack Flak foi raptada pela gangue Kings Street em Los Angeles. Jack convida seu amigo, o policial Oswald Oozie Nelson para resgatar sua namorada, além de socar e chutar toda gangue para fora da cidade, e ambos seguem para um estádio onde ficam sabendo de informações sobre o esconderijo da gangue. Nossos heróis lutarão e muito contra inimigos com diversas técnicas de lutas. Entre eles temos: punks, grandalhões, ninjas e tudo que se pode imaginar. O game possui seis estágios, várias subfases e um chefão no final em cada uma delas. Os cenários incluem na grande maioria áreas comuns da cidade como armazéns, praças, interiores de ônibus, ruas, prédios etc. Existem armas e itens pelo cenário como espadas, facas e tacos de basebol que te auxiliam na porrada, e os comandos são clássicos: um botão para pulo, um para soco, um para corrida e um para o especial. Além do modo tradicional, o jogo inclui o modo “Raiva”, onde os heróis ficam poderosos e imunes a qualquer ataque inimigo. Outro modo é o “Versus”, ao melhor estilo Street Fighter.

Rival Turf é um bom jogo. Claro que passa longe de ser um Final Fight de arcade ou um Streets Of Rage, mas posso dizer que ele é uma boa surpresa até os dias de hoje, principalmente para quem vive buscando jogos desconhecidos de Super Nintendo. Ele entra com maestria no “hall de jogos obscuros de SNES”, é um game bem ao estilo anos 90, com policiais bombados, herói com casaco de couro, inimigos punks, maloqueiros, motoqueiros, negão de jeans rosa, ninjas da Bahia e um chefão final que luta karatê. Eu GARANTO que vocês vão ter ótimas horas de risadas com os vilões desse jogo.

E até sua trágica capa que deveria ser motivo de críticas pesadas se tornou algo cult entre a galera gamer, que costumava dizer que o povo que queria vender o jogo não entendia muito de marketing.

A jogabilidade é boa e os controles respondem bem, jogadores que quiserem experimentar o título não terão maiores problemas com ele tanto por que o jogo é bem fácil e não exige muito dos controles. Tecnicamente o jogo é bem modesto: a trilha sonora não atrapalha mas passa batido e os efeitos sonoros são bem pobres, e graficamente o game fica abaixo ainda do padrão alcançado pela versão Final Fight de SNES que já não era lá grande coisa, mas o seu maior problema mesmo é que a modificação para a versão americana deixou o game bem capado. A história japonesa obviamente é melhor e mais séria, e além de na americana terem retirado as cenas de introdução, cortaram também os créditos e diminuíram o tamanho da animação final para ficar condizente com a história adaptada. Se quiser melhorar a experiência ao jogá-lo, prefira a versão japonesa.

O grande ponto positivo do jogo é justamente ser um Beat em’ Up: a cagada teria que ser muito grande para que um game deste gênero não seja divertido, e não foi o caso de Rival Turf. Dá pra se divertir por horas tanto sozinho quanto com os amigos, e esta segunda opção já não existe em Final Fight. Ponto para a Jaleco!
rival-turf-score

Aconselho–o então a se vestir igual aos garotos da capa, colocar seu casaco de couro dos anos 90, fazer uma cara de “BAD BOY” e chamar aquele seu amigo de longa data para jogar RIVAL TURF. Nada melhor do que incorporar a época né? E não se esqueça de mandar uma foto para nós, claroooo! Ps: A galera do  Retroplayers já nomeou o Sabat como Nelson do Rival Turf e em breve ele vai tirar foto com uma jaqueta vermelha igualzinha a dele! Hahahahaha XD.

OK, Clique na imagem acima antes de qualquer comentário rs.

  • Mude o nome de qualquer personagem do jogo: – Jogue e faça um recorde, e na tela de high score escreva CHRCONF. Logo em seguida vai aparecer uma tela que permite mudar o nome dos personagens. Mude para SABAT ou NELSON >.<
  • Warp Zone: – Veja como lutar direto com o chefe da fase 4. Para o lance funcionar é preciso eliminar antes 30 inimigos. Isso você controla pelo número de carinhas que aparecem a direita de sua barra de energia. Chegando a primeira porta que encontrar no cenário da fase 4, pressione para cima. Uma tela muito estranha de Warp Zone vai aparecer e, logo depois, você vai dar de cara com o chefe da fase.

 

Fico por aqui pessoal! Espero que tenham gostado da matéria e não deixem de comentar. Um grande abraço.

Ps: Cheguei atrasado um pouquinho.

Gostaria de agradecer muito a Cris que corrigiu todo o texto, mesmo estando toda atarefada. Muito obrigado mesmo Cris.
Você uma excelente revisora. Obrigado de coração. Kis

Ivo Ornelas.

Comentem!

Confira as partes anteriores:

#01 – Metal Warriors
#02 – Legend
#03 – Congo’s Caper

Continua…


Sobre Ivoornelas - Ex Membro

"Amante de Mario Kart, retrogamer assumido, contador de histórias gamers e sonha ter uma lojinha de Games e Retrogames."
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  • João Cláudio Fidelis

    Eu tinha uma receita de bolo para esses momento quando chegava numa locadora num momento de crise: olhar as minúsculas fotos que tinham atrás das caixas dos jogos. Mas só serve quando o dono da locadora não cola a caixa na PAREDE! (sim, já vi isso acontecer!). Em todo caso, outra dica é ir nos jogos japoneses, que geralmente tinha muitas pérolas desconhecidas que o povo tinha medo de alugar, porque era japonês! 😛

    • Ivo

      Fala João! Belezinha! Putz cara, isso é uma questão que me perguntava até hoje. Porque RAIOS eu não olha a parte de trás das caixinhas? Eu era muito moleque e acho e só olha a capa! E também era o “fascinado” que tinha por essas coisas na época (eu sou meio assim mesmo, admiro muito certas coisas, me empolgo e acabo não vendo certos detalhes). Ah! E eu era um desses que não alugava games japonesas, a não ser Yuyu Haskusho e um chamado Aleste (será que alguém lembra dele?). Valeu pelo seu comentário Claúdio, e não deixe de visitar o site hein! Abraços.

      • João Cláudio Fidelis

        Claro que me lembro de Super Aleste. Era excelente! E já conhecia os Aleste 1 e 2 no MSX2 e o Musha Aleste no Mega Drive. Aliás esse é um jogo que é muito melhor na versão japonesa do que a americana (chamada de Space Megaforce).

        • Ivo

          Eu adorava essa capinha aqui!

          • Eu também não costumava alugar jogos japoneses, um dos poucos que aluguei (e CURTI!) foi o Yu Yu Hakusho (que eu só vim descobrir que se tratava do anime beeeeeeem depois rs).

  • Dactar

    Grande texto Ivo!História de locadoras,as velhas e boas diferenças do jogo Jap pro americano e ainda por cima eu descubro um game novo!Vou tentar jogar a japonesa,mas a americana é certeza.Quando não conhecia o jogo eu pegava as caixas do snes na locadora e virava pra ver se tinha screenshots,era melhor que ir só pela capa.Sabe como é,jogador de Atari na era 16 bit já não caía mais em pegadinhas de foto de capa.Taí uma vantagem de ser velho.kkkkkkkkkkkkkkkkkk a era Master System tbm tinha umas capas enganadoras cabulosas kkkkkkkkkk
    Mas é isso Ivo.Ótimo texto MESMO!

    • Ivo

      Fala Dactar, valeu pelo elogio! Independente de ser JAP ou USA, jogue esse game, mas vou avisando que ele é difícil hein. Como falei com o Claúdio ae em cima, eu não olha atrás e nem sei porque fazia isso, acho que era por ser mulekão mesmo. E falou tudo, não tinha como cair em pegadinhas de SNES se você já tinha jogado ATARI, putz, isso daria um ótimo POST, caixinha de ATARI hahahahahaha XD são as melhores, mas tem outras tb, como a do Megaman de NES >.< E de Master System tb! EU QUE DIGA, fui um proprietário de Master System por muito tempo, me lembro de um de Olimpiadas que era horrível. Valeu por comentar Dactar, grande abraço.

  • ElfoGamer

    Também passei por essa experiência de alugar jogo que não conhecia pela capa. Esse eu não joguei na época, mas sempre achei essa capa estranha. Vou dar uma olhada nele e na versão japonesa também.

    • Ivo

      Dá uma olhada sim Elfo, vale a pena. Pena que hoje esse negócio de caixinhas está acabando, tudo está sendo digital e nem o tratamento nas caixinhas são bons hoje, vêm uma folhinha e só! Mas valeu pelo comentário Elfo, e não deixe de visitar o site =)

  • Eu tenho a versão japonesa Rushing Beat, acho um jogo meio travado e tal mas gosto dele… grande texto Ivo =)

    • Ivo

      Grande Binhooooo! Adorei seu avatar! Irradão e igualzinho a você! Valeu pelo comentário e não sabia que você tinha a versão JAP. Quero fotos hein! Valeu Binho!

  • Ah a época das locadoras… No início da era super nes não tinhamos grana pra ter esse console na minha casa. O legal é que a locadora onde eramos sócios alugava consoles também, vinham em uma mochilinha vermelha de nylon, toda forrada em espuma, com os compartimentos para cartuchos e controles. Era bem bacana. Curiosamente Rival Turf foi o primeiro jogo de SNES que joguei, foi um cunhado que levou em casa o tal videogame locado, junto com ele o jogo em questão, mais o Street Fighter 2.
    Rival Turf é um jogo meio pobreta, pouca variedade de golpes, cenários e de inimigos (deve ter só uns 5 “thugs” padrão, com algumas variações de sprites, pra parecer mais variado), lembro que um desses inimigos era um fortão de jeans e camiseta regata que se chamava Arnold, cujo sprite lembrava um certo ator de Hollywood com o mesmo nome.
    Tenho curiosidade em saber quem são os manos da capa desse jogo, imagino eu que devam ser filhos/irmãos/parente/agregado de alguém da produtora. De qualquer forma a capa do jogo é bem comédia com esse muleques querendo fazer cara de maus, ui que medo.
    No mais o SNES tem opções bem melhores de Beat’n UP , o próprio Peace Keepers é 10x melhor que esse, não vejo muitas justificativas pra se jogar tal game.

    • Ivo

      Fala João do Caminhão! Poxa cara, locadora que alugava console não tinha por aqui! No máximo a jogatina clássica de 1 hora lá e pagando, achei muito legal isso. Ele era pobreta mesmo, mas tinha todo um charme em especial e ainda mais porque era o começo de vida do console e o meu também.
      Eu gostaria muito de saber quem é o caras dessa capa, ainda procurei algo sobre eles mas não achei nada.
      Com certeza o Snes tinha outros Beat’n Up melhores, o Rushing Beat 3 humilha esse Rival Turf, que é o meu predileto, mas temos que dizer que esse sem dúvida é um jogo obscuro. Valeu pelo comentário João do Caminhão…. e fica a pergunta?! Você é caminhoneiro mesmo?

      • Camhioneiro nada, hahaha. Só uma homenagem a música dos Mamonas Assassinas. Sou cozinheiro mesmo, mas ia ficar estranho João da Cozinha.

        • Ivo

          Entendi =) Pow!? Você cozinheiro? Que irrado cara, eu adoro cozinhar. Você pode colocar “João Chef” fica mais xiquetoso.

  • Cheguei a jogar o terceiro da série em japonês. Os demais só em emulçadores. Essa capa americana é horrível mesmo, nem parece capa de jogo, credo!
    Gosto muito dos seus textos Ivo, super nostálgicos…E eu não sabia que existia Progames no litoral..heh heh he he!

    • Ivo

      Olha o Jeff na área! O Terceiro é o melhor Jeff, mas a versão japonesa, porque a americana é toda retalhada =/ Quero ver o Sabat de cosplay hahahhaaha XD ele me mata se ler isso! Fico feliz que você goste dos textos Jeff, mesmo mesmo. =) E aqui não tinha PROGRAMES, foi uma foto que achei na internet, mas apesar de não ter, todos conhecíamos por causa das revistas. Mas conheço os nomes de todos locadoras até hoje: Cromo Video e Games, Virtual Games (que existe até hoje mais virou loja de brinquedo também e mudou o nome), Videomania (ainda existe, mas é só filmes), Bad Boy Games, Company Locadora, Chaplin Locadora, Universo Video e Games, GB Games (Game Buster Games), Bros Gamess. Eu ainda sonho em ter uma loja de videogames um dia =)

  • Leandro alves

    eu apenas queria saber, porque os americanos dividiram uma série em 3 jogos diferentes….

    • Leandro alves

      e Rushing beat não era um game ruim,mas se comparar a Final Fight e Street of Rage…eu joguei mais o segundo jogo. o primeiro dei umas jogadas, mas o terceiro jogo eu nunca achei em locadora alguma

      • Ivo

        Fala Leandro! Americanos era malucos e ainda são um pouquinho nos dias de hoje. A ideia era sempre mostrar algo novo, mesmo que fosse uma sequência igualzinho… eles só mudavam o nome para dizer que era novo.

        Rushing Beat 3 é um jogaço e na minha opinião é ao nível de Final Fight e Street of Rage. Vários personagens, golpes especiais, chefões, história, caminhos… era um batão jogão!

  • Eu joguei muito Rival Turf XD um amigo tinha e sempre que a galera ia na casa dele, a gente jogava! Inesquecível o “JALÉÉÉCO!!” na abertura XD
    O jogo é bom, nada espetacular, mas é aquele jogo que diverte! Fiquei curioso pra ver essas diferenças entre as versões… JOGAREI!!! num sei quando, mas JOGAREI!!!

    • Ivo

      Nem mais essa coisas simples quando ligue o jogos tem mais. “Jalecoooooooooooooooooo” E da Capcom (Resident Evil) E da Komani com o logo andando! Achei isso super legal.

      Mas falando do jogo! Não é um jogo espetacular, mas posso dizer que para um fim de semana ele é perfeito e com você disse, diverte muito!

      E jogue a versão Jap´s. Você vai sentir a diferença! Valeu pelo comentário Sabatona! Abraços.

  • aki é rock

    Belo post este viu sobre esse jogo que foi um dos primeiros beat em’ up que joguei na locadora me lembro de curtir muito ele era bem maneiro pra sua época mas nunca consegui zerar quem sabe agora jogando de novo eu não consiga ne´.

    • Ivo

      Valeu Aki é Rock! Ele é chatinho de zerar, mas quando você pega o jeito a coisa fica fácil. E jogue sim e a versão Japa! Aposto que vai gostar ainda!

  • elcioch

    carai! capa FEIA e estranhas é que não falta des da época do NES.
    eu me pergunto como um filhote de cruz credo teve a capacidade de montar uma…. capa dessas é o pior ser aprovada!
    lembro que também NUNCA peguei o game justamente pela capa. só fui conhecer algum tempo depois.
    lembro que quando joguei como esse game era praticamente uns dos primeiro para o SNES achei estranho a paleta de cores alguns personagem parecia te um tom de cor único indo do vermelho escuro a claro.
    não curti. e muito tempo depois esse game foi praticamente o meu ultimo rom que peguei.
    no inicio tava querendo manter distancia, mas no fim acabei pegando novamente pra avaliar e mudei de opinião sobre o game.
    ainda bem que no emulador os problemas de cor presente no SNES não se aplica ao emulador.
    achei até bonito o game. dai peguei o resto da serie.
    mas que absurdo o titulo do game nos EUA ter mudado tudo assim só fode com a franquia e deixando o publico perdido.
    o 2 acho o melhor da serie, o 3 os personagens ganharam novas habilidades e caminhos alternativos.
    este achei muito fraco mesmo com dicas para se jogar com o super dick, mas mal dá pra aproveitar para se divertir, achei uma suepr mancada.
    alem que achei a mecânica do game me deixava entediado. chegava no fim com a paciência esgotada!
    outra super mancada foi os cenários muitos fechados e dando a impressão do jogo ser repetitivo que consiste estar brigando sempre em um… quarto.
    fico na espera do review do resto da serie.

    • Ivo

      Me pergunto pq os Americanos faziam essas coisas bizarras, mas tenho que admitir que mesmo sendo bizarro é divertido até hoje. Acho que fosse uma capa de jogo bonitinha, ficaria esquecida no tempo. O 2 é muito legal mesmo, mas eu ainda prefiro o 3 que é muito mais dinâmico. E sobre isso que você comentou do cenários serem fechado, é verdade mesmo, talvez por isso se torne cansativo fechar esse game em certos momentos.
      E pode deixar Elcioch quem em breve continuaremos a falar da série com um review do 2 e 3. Valeu por comentar e continue visitando o site. Abraços.

  • lucas cantino

    jogasso , aliás amava a jaleco ( RIP ) a melhor fabricante de jogos genéricos de todas , se tu queria um “street fighter” ela tinha , se tu queria um ” final fight / streets of rage ” ela tinha ,se tu queria um “resident evil ” ela tinha…eta saudades

    • Ivo

      Bons tempos da Jaleco. Realmente ela tinha uma variedade incrível de jogos. Pelo que li aqui da Jaleco, ela mudou de nome para Emcom Holdings e não trabalha mais com games, assunto dela agora é seguros, finanças e tecnologia. Uma pena mesmo né? Mercado realmente muda tudo as vezes. Valeu pelo comentário Lucas, grande abraço e continua postando e visitando o site.

  • JC

    Gostei da história da locadora. Me lembrou esses bons tempos que eu também fazia isso na falecida System Vídeo, chegava as 10 da manhã do sábado e já tinha fila na porta, daí corria todo mundo pra prateleira de nintendinho, ainda no escuro.
    E ia escolhendo os jogos pela capa também, mas mesmo assim consegui bons jogos como Castlevania, Robocop e Double Dragon 2.
    Gosto muito de beat’em ups mas nunca joguei esse aí, valeu pela dica Ivoornelas!

    • Ivo

      Fala Jc! Locadoras eram muito legais né? Uma pena elas terem acabado e a tendência é acabar as lojas também. Afinal, tudo está sendo vendido digitalmente agora. Uma pena! Só vai ficar na lembrança os bons tempos. Jogue esse JC que tenho certeza que vai adorar. E continue comentando aqui ano Retroplayers, grande abraço!

  • CODY

    Opa Ivo, beleza? Conheci o rival turf pelas propagandas que saiam na contra capa das revistas de games da época, pelas fotos parecia ser um jogo super legal, mais tinha uns personagens meios tortos, problemas de colisão e um som que saia ao dar socos chato demais; Da trilogia que saiu gostei mais do segundo, tinha uma grafico legal, variedade de personagens e golpes melhores; Tanto os jogos como as capas tinham diferenças das versões japonesas e americanas, se não me engano a versão japonesa do jogo tinha até um complemento a mais nas historias e dialogos diferentes; a capa não preciso nem dizer que é uma das piores do snes, desde a época do nes 8 bits os americanos estragaram varias capas e sempre que eu ia nas locadoras as caixas japonesas me chamavam mais a atenção por ter uma arte melhor, mas nunca alugava pois meu snes tinha a trava de jogos japones que eu descobrir como tirar-las anos mais tarde; Mto legal o texto; Ivo que fim que levou a jaleco, era uma de minha produtoras preferidas?

    • Ivo

      Olha o Cody aê galera! Pensei que não iria aparecer hahahaha XD Belezinha Cody? Nunca vi esse jogo em revista, você acredita? Olha, vou ser sincero, jogando uns anos depois e outras versões do Rushing Beat, eu achava esse jogo bem fraquinho mesmo, mas como disse em alguma comentário aqui, para o começo de vida do SNES e um dos primeiros jogos que peguei, achava ele ótimo. Os americanos eram “malucos”com aquelas capas de jogos e acho que vou fazer um post hilário sobre isso.

      Que fim levou a Jaleco? Pelo que li a ela mudou de nome para Emcom Holdings e não
      trabalha mais com games, assunto dela agora é seguros, finanças e
      tecnologia. Na internet tem algo completo falando sobrre isso. Olha o link aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/Jaleco

      Era uma das minhas produtoras prediletas também. Grande Abraço Cody e sempre apareça ae hein!

  • rafa

    bela mtaeria meu chapa, pqp que nostalgia, bons tempos em que eu ia nas locadoras jogor rushing beat!!!!!!!!!!!!!!!

  • Istemthebronx

    Jogaço que curto, principalmente a versão japa, muito boa mesmo. Espero que um dia eu pegue esse jogo de volta pra jogar (versão japa). A série muito boa mesmo. Bom rewiew Ivoornelas.

  • Fragata

    Caaaaaaaraa…. a quanto tempo não vejo esse boneco da PROGAMES… xDD, muita nostalgia ver esse cara nas propagandas da Ação Games e a velha Super Game Power xDD