RetroReview Especial de 3º Aniversário # 7: Comix Zone


Fora comer no Mac Donalds, apertar a campainha alheia e sair correndo, brincar de polícia e ladrão, e jogar videogame, tem mais uma coisa que eu adorava demais fazer quando era criança: ler histórias em quadrinhos. Hoje a gente chama de HQs né, mas na época era gibi, e eu tinha a coleção pseudo completa do Espetacular Homem Aranha, do nº2 ao 115 (eu até sabia onde tinha a nº1 pra vender, mas não tinha grana…), também adorava ler as histórias do Justiceiro e do Motoqueiro Fantasma e seu olhar de penitência, e ainda comprava de vez em quando um X-Men ou Wolwerine! Pois é, eu era leitor assíduo de histórias em quadrinhos, e ao mesmo tempo, adorava videogames… Então, caros amigos retroaventureiros, por que diabos foi que eu não joguei Comix Zone naquela época?

A pergunta é bem pertinente: quadrinhos estavam em seu auge não só no Brasil, e vendiam igual água por tudo que é lugar do globo. Ai a divisão norte americana da Sega resolve fazer um jogo baseado nesta adoração que os fãs leitores tinham por este universo, o jogo se revela um baita game de ação muito bem aceito pela crítica especializada mundial, e tudo que era dono de Mega Drive só sabia falar de Comix Zone enquanto eu, fã de quadrinhos, dono de 3 caixas de leite lotadas de gibis dos mais variados títulos, simplesmente não dei a menor atenção ao título. Pode isso Arnaldo?

Não pode não, a regra é clara: dono de Mega Drive que se preza tem que ter jogado Comix Zone, e a falta desta experiência deve ser punida com cartão vermelho, suspensão e perda de mando de 3 jogos no multi-player! Sim, a punição é pesada, mas fato é que eu nunca havia encostado no game, e isso por que ele estava disponível para locação nas duas game locadoras do bairro, imaginem só se não estivesse.

Comix Zone foi lançado em Janeiro de 1995, mas só começou a surgir nas prateleiras tupiniquins perto da metade daquele ano, época em que os Japas já adquiriam suas unidades de Sega Saturn e PlayStation, mas que os consoles de 16 bits ainda tinham muita força no mundo, tanto por que estes novos aparelhos só chegariam no ocidente após a metade daquele ano e ainda demorariam um pouco até se firmarem. Eu nem sei quando foi que o game apareceu lá pelas minhas bandas, mas sei que era bem difícil o cartucho estar disponível para locação. Só que eu inexplicavelmente não ligava… Apesar dele estampar capas e páginas de várias revistas da época que o apontavam como um dos melhores games do Mega, e apesar dele ser baseado em algo que eu adorava tanto, eu olhava as matérias, lia e passava batido. Eu não me interessava, e nem sei por que. Lembro até que por várias vezes, eu cheguei a pegar a caixinha do jogo, ficava admirando (ou seria melhor, analisando?) a frente dela com o herói vindo do fundo e o enorme COMIX ZONE estampado, via as fotos atrás dela, lia a descrição… e acabava colocando de volta na prateleira e pegando outra coisa, geralmente Valis III ou Streets of Rage 3, que eu não cansava de jogar.

E assim o tempo passou, eu parei de jogar os games de 16 bits e adentrei na nova geração de consoles, as game locadoras fecharam, e o tal do Comix Zone se tornou um fantasma que só aparecia de vez em quando em alguma pesquisa no Google, algum bate papo, ou alguma lista do tipo “The Best of Mega Drive“. O status de fantasma perdurou até o dia em que o Retroplayers completou 3 anos de vida, onde alguns acontecimentos acabaram por colocar o cultuado game na minha frente para que eu o jogasse à força.

Caros amigos, não deve ser do conhecimento de todos ainda que o ED não faz mais parte da equipe Retroplayers, não é? Então agora é: alguns conflitos de interesse que não vem ao caso acabaram por colocar um fim à contribuição do maldito hater de Zelda aqui no seu site preferido de velharias gamers, e ele seguiu seu caminho e logo deverá aparecer com algum projeto novo por ai em algum site que certamente será parceiro aqui do Retroplayers. Mas não lamentem, pois há coisas que acontecem para o bem geral, e acredito que a saída dele fará bem para ambas as partes. Só que vocês devem bem se lembrar que o Retroplayers faz no momento um especial de aniversário onde estamos destrinchando games escolhidos por vocês leitores em votação realizada aqui mesmo, e Comix Zone foi um dos games mais votados da peleja. Agora adivinhem quem estava encarregado de fazer o review deste game? Pois é, o ED! E como ele não esta mais na equipe, sobrou pra quem?

Eu até tentei passar para alguém da equipe a missão de falar sobre o game, mas especialistas em Mega Drive somos eu e o Jeff só, e ele estava bem ocupado para a tarefa. Os demais membros não haviam jogado, então eu tive que começar a me conformar em jogar finalmente o tal do Comix Zone.

Comecei pensando no fato de que um game tão bem votado, que conseguiu ficar entre os 8 selecionados dos leitores, de forma alguma poderia ser um game ruim, depois comecei a buscar motivos em minha memória que pudessem justificar essa inadimplência para com o meu console favorito. Não encontrei nada. Decidi então parar de pensar, e coloquei o jogo pra rodar… Meu Deus, o que eu estava perdendo?

Embasbacado, essa é a palavra certa para descrever o que senti ao ligar o aparelho e ouvir a aquela voz forte, nítida, dizendo seeeeEEEGA!” de maneira muito diferente do tradicional, seguida depois de uma imagem que se desenrola pra baixo para que a tela de título do game pudesse aparecer. Comix Zone já começava me surpreendendo. Poucos segundos depois, o game mostra automaticamente a apresentação: Sketch Turner é um cartunista rockeiro bom de briga que tem uma ratazana de estimação, e em uma noite feia cheia de relâmpagos que anunciavam a iminente tempestade que se aproximava, ele passava para o papel aquilo que seria a sua mais nova criação cartunesca, baseada totalmente em alguns pesadelos que ele vinha tendo nos últimos anos: a HQ Comix Zone. O quadrinho falava de uma invasão alienígena ao planeta terra, onde uma força especial de defesa tentava desesperadamente conter o avanço dos ETs. À frente da resistência, estava a General Alissa Cyan, e esta acreditava que um “escolhido” apareceria para ajudar a por um fim na escória alienígena de uma vez por todas. Heis que então, um raio atinge a página da revista que Turner desenhava, e os pesadelos do cartunista começam a se tornar realidade: o vilão Mortus, líder dos alienígenas, sai da página e joga Turner para dentro de sua própria criação, onde ele deve lutar para se manter vivo a fim de que o vilão não troque totalmente de lugar com ele, obtendo assim, um corpo real. Turner encontra então a bela General Alissa (que muito provavelmente, é bem mais que uma simples criação da cabeça dele), que prontamente diz que o cartunista é o tal do “the chosen one”, e o envia na missão de se infiltrar nos domínios de Mortus. Turner aceita, tanto por que ele sabe que algo ali em sua obra é o que mantém o vilão no mundo real, e ele vai desbravar as páginas da revista uma a uma a procura disso.

Basicamente o game é um Beat ‘em Up side scroll onde a gente só se movimenta da esquerda para a direita, ou seja, sem aquela movimentação para cima e para baixo como em Beat ‘em Ups mais clássicos, do tipo Streets of Rage e Golde Axe. São 3 capítulos cada um com 2 fases, totalizando 6 etapas. Cada tela representa um quadrinho da página da revista, e quando detonamos todos os inimigos do local, setas aparecem para indicar o próximo quadrinho que invadiremos, e assim seguimos até o final da fase, que teoricamente representa uma página inteira cheia de quadrinhos a serem explorados. A ação acontece na base da mais pura e boa porradaria, com direito a socos, chutes, combos, golpes finais, voadoras, agarrões, um repertório que deixaria o Ryu com inveja sem a menor modéstia, e tudo executado com muita intuitividade apenas com combinações entre o direcional  e os 3 botões básicos do Mega, ficando os botões  X, Y e Z para o armazenamento e utilização de itens recolhidos durante as travessias, algo bem semelhante ao visto em Ocarina of Time, onde armazenamos itens nos botões amarelos do controle do N64. O game foi desenvolvido para ser jogado no controle de 6 botões do Mega, mas é possível se jogar no de 3, onde o botão C, que originalmente serve para executar a defesa manual ou um golpe especial escolhido dentre uma lista no menu de opções, se transforma em um tipo de SELECT para a utilização dos itens, o que torna o game MUITO mais difícil. E acredite, você definitivamente não vai querer jogar em um controle de 3 botões, pois Comix Zone no de 6 já é difícil pra caramba!

Graficamente o game é surpreendente: os cenários são uma mistura de temas que vão do pós apocalíptico a laboratórios secretos muito bem desenhados, tudo construído e colorido magistralmente de forma parecer uma HQ ao mesmo tempo que não destoa do herói e dos inimigos que vão aparecendo, que por sinal, possuem sprites únicos enormes, dos maiores que já se viu no console. A animação é um caso a parte: cada um dos vários movimentos e golpes do herói foram desenhados com um cuidado tão grande que deixa no chinelo muito game de luta por ai. Turner realmente parece um mestre shao lin despachando sopapos e pontapés em inimigos que voam com a força das porradas e as vezes até atravessam as paredes dos cenários, caindo no quadrado seguinte. Claro que a mesma quantidade de sprites animados não foi utilizada nos inimigos tanto por que não precisava, uma vez que eles não tem tantos golpes e movimentos diferentes quanto Turner. Mas ainda assim, cada uma de suas ações foi desenhada com um cuidado exemplar, e as vezes, dá a impressão de que estamos enfrentando algum inimigo em um game do tipo Street Fighter tamanha trocação de porrada! Nada fica atrás na parte visual, nada foi mau feito, tudo combina e parece fazer parte de uma HQ, do herói ao mais feio mutante que você encontrará no game. Em contrapartida, os cenários são pobres em efeitos especiais e animações: o plano de fundo é fixo, não existem camadas sobrepostas para causar aquele efeito de profundidade tão abundante nos games de Mega Drive, quase não existem detalhes animados no cenário como o vento balançando folhas ou outras coisas, efeitos de luz ou transparência pode esquecer… no máximo a tela dá uma clareada quando alguma bomba explode, que por sinal, é uma animação extremamente bem feita e muito convincente, mas que, dependendo da força e da sequência de bombas, pode sobrecarregar a quantidade de sprites na tela, causando lentidão e um flicker bem incômodo (acontecerá pelo menos 1 vez no game). Claro, são pontos faltantes ou falhos, mas que até ajudam a manter o clima de história em quadrinhos do game, então nem podemos reclamar muito pois o que realmente interessa, está praticamente irretocável.

Das primeiras vezes que joguei Comix Zone, fiz aquele laboratório para identificar a configuração de botões que mais combinasse comigo, e isso é algo essencial para quem vai começar a jogar, tanto por que o game exige muito reflexo e rapidez nos comandos. Os inimigos não dão folga, muitas vezes vem em bandos e dão muito trabalho para serem derrotados. A a.i. deles é bem apurada: se você utilizar muitas voadoras no mesmo inimigo,  eles começarão a te acertar no alto impedindo que seu golpe continue tendo efeito, se você usar muita rasteira, eles começam a pular em você com voadoras, se você usar muito o mesmo combo, eles começam a defender e contra atacar, e por aí vai. É importante variar os golpes o máximo possível, mas é inegável que existam aqueles sopapos que sempre serão mais efetivos em determinados inimigos. O botão de comando customizado em especial é muito importante, e será usado à exaustão nas lutas: ele é um atalho para um golpe muito forte que normalmente só é desferido após uma sequência específica de ataques, e como são movimentos devastadores e extremamente úteis, é comum o jogador escolher um deles e o usar a todo momento. É possível escolher o comando de DEFESA MANUAL também para a função, mas eu não achei nada efetivo, uma vez que a defesa automática funciona muito bem. E vale lembrar que no controle de 3 botões, esta função de botão customizável não existe… Entendeu por quê o game é muito mais difícil sem o controle de 6 botões?

Mas Comix Zone não é só pancadaria não, a parte de exploração também existe, e a sua ratazana de estimação é a grande responsável por ela: em algumas telas, Turner pode encontrar o bicho e guardá-lo no inventário, e quando usado, a rata procura itens pela tela escondidos por detrás da folha onde o cenário foi pintado! Quando a rata acha alguma coisa, ela rasga o papel e o item cai no chão, podendo agora ser usado por Turner. Estes itens são de extrema importância estratégica no jogo… Na sua maioria, servem para causar destruição pela tela: facas, bombas, granadas, tem até um poder especial que limpa a tela após transformar Turner em um super herói de capa e tudo! Somente um item recupera a energia do herói, e existem poucos na aventura. A rata pode ainda encontrar passagens secretas pelas páginas, e quando o cartunista está em combate, ela é bem útil contra alguns inimigos, por exemplo, os femininos, que saem gritando pedindo por socorro quando a veem.  É possível que algum inimigo mate a ratazana, ou ela pode ainda se perder se ficar muito tempo no chão (ela sai da tela como se estivesse escorregando para o quadrinho de baixo), então o uso do bicho sempre deve ser muito bem planejado para que isso não aconteça, por que se acontecer sem que você queira, isso pode significar o GAME OVER, que por sinal, é um dos mais cruéis da história dos games.

Lembra quando eu disse que o game é difícil? Pois então… Vamos falar disso: Turner está preso em um mundo totalmente hostil, abarrotado de inimigos mutantes super perigosos e que sabem brigar muito bem, com enormes buracos assassinos que ele precisa atravessar enquanto troca sopapos com coisas voadoras loucas para derrubá-lo neles, e ele tem pela frente 6 etapas com 1 chefe a cada duas delas para poder se ver livre do pesadelo em que se encontra. Falando assim, não parece lá muito difícil… Só 3 chefes no jogo? 6 fases? Moleza! Mas se eu disser então que Turner não conta com marcador de vidas, e nem recolhe vidas extras durante o jogo? E se eu disser que o ato de SOCAR alguém ou alguma coisa gasta energia, e que durante o jogo temos que dar muita porrada em coisas inanimadas como portas, pedras, bordas de tela, etc? E se eu disser que as garrafinhas que recuperam essa energia só enchem meio HP, e que durante o jogo todo não encontramos nem meia dúzia delas? E se eu falar então que quando a gente vence um chefe, na outra fase a gente perde os itens não utilizados? Tá bom né? Chega? Não senhor: E se eu disser também que o game não tem continues infinitos, e sim, que temos apenas 1 continue POR CAPÍTULO? Imagine assim meu amigo: morreu uma vez no capitulo, CONTINUE, morreu outra vez, é GAME OVER, pode começar tudo de novo do zero.

Comix Zone é um dos jogos mais implacáveis da geração. A menor falha de estratégia ou falta de atenção pode ocasionar um GAME OVER bem servido, e isso vai acontecer muito até que o jogador possa chegar às últimas etapas do game. Perseverança é algo essencial para quem quiser jogar este game, pois ele testará seus nervos como poucos games conseguem fazer, como Battletoads e Shadow of the Beast, que são difíceis  a ponto de fazerem muita gente desistir antes mesmo de começarem a jogar pra valer. E a dificuldade exagerada do título foi a principal causa das poucas críticas negativas que o game recebeu. Estávamos numa época em que era de praxe o herói ter um contador de vidas, continues em número fixo, etc, e Comix Zone tentou quebrar esse paradigma, trazendo aos jogadores uma experiência sufocante, causada principalmente pela falta destes recursos. Eu considero estas críticas um tanto quanto injustas, pois reconheço que Comix Zone se tornaria um game até fácil se ele não tivesse sido feito da maneira que foi.

E põe sufoco nisso: eu juro a vocês, caros amigos retroaventureiros, que eu pensei em desistir de jogar limpo de tanto que esse jogo me bateu. A cada soco que eu desferia, a cada porrada que eu levava, a cada armadilha que eu caía, a cada estratégia que dava errado, eu lamentava a simples perda de energia como se já estivesse prevendo o Game Over logo a frente. Saber que seremos obrigados a refazer o game inteiro se morrermos uma única vez, é uma pressão que pouca gente estava acostumada até mesmo naquela época, hoje em dia então, nem se fala. Um simples buraco fica do tamanho de um abismo quando sabemos que se cairmos nele, o jogo acabará de uma vez.

A necessidade de fazer tudo certinho com o máximo de cuidado, me fez, por exemplo, não prestar atenção alguma à trilha sonora do game! Eu terminava de jogar e o sufoco havia sido tanto que eu não conseguia lembrar de jeito nenhum a música da etapa em que eu estava! Várias vezes eu recorri ao Sound Test do game para escutar as faixas, e lhes asseguro: elas são impressionantes, todas elas. Posso dizer sem modéstia que as músicas de Comix Zone estão, em questão de qualidade do áudio, no topo da cadeia alimentar do console. Simplesmente não parece o som predominantemente agudo do Mega Drive: o que ouvimos é um misto de hard rock com grunge, com uma qualidade que deixa a impressão de que existe algum chip de áudio extra embutido no cartucho. O som possui grave nas batidas, a guitarra é perfeita, o baixo está presente nas notas mais baixas que escutamos ao fundo, é uma completa banda de rock’n roll sendo simulada pelos poucos canais de áudio do Mega Drive. Isso sem contar que o jogo está forrado de efeitos sonoros muito bem feitos e tão nítidos quanto a um áudio de CD, com direito a explosões, coisas quebrando, abrindo, golpes, ações dos inimigos, e uma cacetada de vozes digitalizadas principalmente de Alissa, que chama Turner a todo momento no “rádio” para lhe passar instruções. Como eu costumo dizer, é quase um milagre no 16 bits da Sega, daqueles que provam que muitos games anteriores do console poderiam ter sido muito melhores do que foram se tivessem sido desenvolvidos com menos preguiça, tipo Rock’n Roll Racing, com sua qualidade de áudio terrível e músicas que se interrompiam quando o narrador falava. Incompetência ou preguiça? Eu acho que os dois.

Comix Zone é um game difícil, bem acima do padrão de dificuldade que os games normalmente apresentam, daqueles que fazem os menos perseverantes desistirem logo que o GAME OVER começa a se apresentar, mas que se torna extremamente gratificante e recompensador à medida que conseguimos avançar pelas difíceis fases do jogo. A composição gráfica do título é excelente, a sua parte técnica é impecável, e a trilha sonora é tão boa que nos faz ter certeza de que o console era capaz de muito mais no campo melódico, tanto que essa trilha sonora vinha remasterizada em versão instrumental junto do cartucho em um CD Bônus na Europa (a versão EUA também possuía um CD, mas com faixas sonoras que nada tinham a ver com o jogo). Jogá-lo pela primeira vez foi uma experiência muito estranha… Confesso que ainda estava com aquela sensação de desprezo inexplicável pelo game que me fez não desbravá-lo na época, mas passou instantaneamente, e em pouco tempo de jogo, eu já me sentia como se ela nunca tivesse existido. A dificuldade do game me levou de volta aos meus velhos tempos de Phantom System, onde cada jogo novo era uma pedreira a ser demolida, e isso foi bom demais! Só lamento que o game tenha sido lançado tão tardiamente, o que acabou fazendo com que o título não fosse tão apreciado quanto deveria, mas fica a minha satisfação por ter finalmente conhecido Sketch Turner, o cartunista rockeiro de Comix Zone, sujeito que eu não ia com a cara de jeito nenhum, mas que no final das contas, se mostrou um cara muito gente boa.

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  • Comix Zone também foi lançado para GBA na Europa em uma versão idêntica, porém, com a trilha sonora toda refeita e modificada, o que desagradou muito aos jogadores mais old school pela qualidade inferior do resultado.
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  • O CD Bônus que vem na versão americana do jogo nada mais é que uma coletânea de rock grunge tocada por bandas do cenário alternativo underground do país, porém, dizem que se trata de um CD muito bom!
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  • O game foi relançado em um monte de coletâneas para diversos consoles e sistemas, dentre eles, o Virtual Console, a PSN e a XBla.
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  • Originalmente, o 32x também deveria receber uma versão do game, mas este foi cancelado assim como muitos outros títulos para o fracassado e potente acessório.

Fica meu agradecimento ao ED por ter vazado e deixado pra mim a missão de jogar este game kkkkkkkk Valeu hater maledito!

Fim


Sobre Sabat

Editor Chefe do RetroPlayers, Redator e Editor nos Livros e Revistas WarpZone, Podcaster e editor de áudio, Saudosista, e Analista de Informática porque algo tem que dar dinheiro né!

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  • O jogo é uma filha da putagem do começo ao fim,na questão da dificuldade mesmo, os cenários, cores, arte em geral são incríveis, mas algumas coisinhas como o fato da gente perder energia quando socamos algum dos vários obstáculos que PRECISAM ser socados e quebrados, ou até mesmo personagens do jogo que precisam ser eliminados ISSO É IRRITANTE!
    O esquema das vidas, e da gente ter que começar tudo denovo quando morre, também é uma desgraça, mas o jogo não deixa de ser incrível por isso não, só é fdp mesmo hahahah 😛
    ótimo review :* Coincidência, pois joguei comix zone pela primeira vez também com um amiguinho meu a um mes atrás se não me engano… ^^

    • Eu sei muito bem quem foi esse amiguinho que estava jogando com você né amiguinha? heuheuhue

      E vc está certa Cla, o game é bem FDP mesmo! É necessário uma boa dose de dedicação para que seja possível terminá-lo, e esses pontos irritantes que você citou são responsáveis diretos por isso ^^

  • danielgfm

    Um dos melhores jogos do Mega Drive e que faz crescer pelo no peito dos meninos e deixam as meninas gamers furiosas! Este jogo é, para quem não está acostumado, ridicularmente dificil, mas depois que se aprender as táticas do jogo, ele é bem tranquilo.

    Este jogo, com certeza, está entre um top 10 de qualquer jogador de Mega Drive fácil, fácil.

    • Esse era aquele tipo de jogo para se ter em casa, jogar e jogar até saber qual a melhor rota pegar em casa fase, pq tinha várias rotas q te levava a morte certa, ou q era bem mais difícil ou q vc perdia item de energia q é vital neste jogo…

      jogasso !!!

      • Geralmente existem duas rotas por capítulo, mas a ratazana pode achar uma terceira ou da pra destruir alguma parede de vez em quando XD

    • Realmente até pegar a manha eu penei. Mas aí eu passei de onde tava travado. Aí eu penei de novo na parte seguinte.repita esse ciclo umas 3 vezes e voilá, finalizei xD.

      • ahUHAUhauHAU é assim mesmo XD jogue e trave 3 vezes, e ai você termina XD

    • Sem duvida Daniel!! O game é pra macho, desconfie de mulheres que o terminam!! kkkkkkkkkkkkkk

      Realmente maninho, o difícil é terminá-lo pela primeira vez, depois fica sossegado. Não sei se ele ficaria no meu top 10, mas no top 20, ai é certeza ^^

      • danielgfm

        Então vou desconfiar da Alissa, que parece que terminou o jogo… vou fazer ela contar a verdade! XD

        • ahHAUhauHAUhaHA mande ela provar que é uma garota com um exame visual!!!

  • lucas cantino

    volta segaaaaaa (a de verdade)

    • Rapaz, a Sega poderia aproveitar tanto, mas TANTO personagem cara, e deixou tudo no Limbo….
      Fazer o quê né!!

      • elcioch

        nem adianta sonhar ou pedir para a sega reviver o seus classicos pois quando ela o fez! ela fez MERDA e caprichada! vide o tal sega ages, altered beast, golden axe 3d hurg! e concerteça ha de ter mais!

        • Matheus Henrique Soares Lima

          O Golden axe recente realmente é uma merda, infelizmente hoje quando ouço que um jogo foi lançado pela SEGA eu fico com um pé atrás e só depois de ler muitas análises e assistir uns gameplays eu penso em dar uma chance.
          Bons tempos do Master System, video game que foi o meu único console por 8 anos.

  • kanon clint

    Eita ,…. mais um pecadão em velho ??? Você já não tinha jogado Shinobi 3 no lançamento, se não lembro em um post antigo, e agora você me vem com essa de ignorar um dos melhores jogos, do melhor console de todos os tempos ??????

    kkkkkkkkkkkkk , tô começando a perder a fé em você mano kkk, só falta agora você falar que deixou passar X-Man 2 Clone Wars, Alien Soldier, Adventures of Batman & Robin, Vectorman… grandes jogos daquele ano…..deixou, ou não deixou ??? XD

    Mas falando serio agora, Comix Zone é um puta jogo, mas como foi mesmo dito, ele chegou na reta final do ciclo do 16bits da Sega.

    Eu me lembro que a primeira vez que terminei o game foi com o final “ruim” , não vou me aprofundar para não dar “spoilers”, e ai me senti na obrigação de joga-lo mais vezes.

    A dificuldade do titulo era pesada, mas eu me lembro que o game também era meio curto. Mais uma vez a dificuldade era usada para retardar ao máximo a evolução no jogo, de modo que ele tivesse uma longevidade maior.

    Isso aliás é o que falta hoje em dia. Naquela época, você tinha que “masterizar” o jogo, para chegar ao fim. Mas hoje os games cobram que você saiba fazer apenas o “básico” para vence-los.

    Comix Zone, é mais um prova do potencial gigantesco que a Sega tinha na época de produzir uma quantidade gigantesca de novas franquias. Muitos questionam,o fato da Sega em vários casos, não dar continuidade a algumas franquias, mas eu acho que era o perfil dela. E por isso ela era praticamente imbatível na época, quando o assunto era criação de jogos.

    • Mas eu creio que se ela tivesse dado um carinho maior pra certas franquias, talvez tivesse ficado melhor.

      • ou algumas delas ainda estariam vivas pelo menos!

        • Pulseman, Kid Chameleon rise from your grave.

    • Por este lado é verdade Kanon, a SEGA criava demais XD O problema é que quase tudo que ela criava, morria logo depois kkkkkkkkkkkkkkk Maldito cemitério de franquias!

      E esse negócio de final ruim aconteceu comigo também… eu não descobri o que fazer a tempo, e acabou dando no que deu kkk Só que no meu caso, eu ainda acho que deu algum bug, pois o jogo ficou um tempão lá com o último inimigo já derrotado e eu andando pra lá e pra cá sem nada pra fazer, e de repente, pá: o jogo acaba.

      E bem mano, quanto aos games citaos lá em cima, hummm… errr… deixei… todos esses kkkkkk não joguei nenhum na época kkkkkkk Mas não perca a fé em mim não que eu vou jogar todos XD

    • JeanRS

      Adventures of Batman and Robin é um dos melhores jogos mega. E é difícil pra caramba tb. Eu tinha o cartucho e joguei demais ele, lembro que o jogo era bem longo e a fase do duas-caras era muito boa (começa com pancadaria em visão lateral e terminava num jogo de nave). Pô Sabat, podia fazer uma matéria desse jogo hein?

    • Matheus Henrique Soares Lima

      Tenta jogar os jogos atuais na dificuldade máxima.
      PS: meu jogo favorito do Mega Drive é o Shinobi 3, a música daquele ato com o chão e as paredes eletrificadas não saiu da minha cabeça até hoje, e mesmo no presente eu acho aquele trecho o que deu mais emoção para mim ao ser jogado, mesmo já tendo terminado o jogo mais de 15 vezes.

  • mais uma matéria show dos retroplayers, parabens !!

    • Valeu velhinho ^^ obrigado pelo elogio XD

  • edwazah

    Eu ia falar da versão de windows 95…. hahahaha

    • HAHANNNM, IA SIM, to sabendo kkkkkkkkkkkkkk

  • Eu tambem cometi esse pecado Sabat, você não está sozinho!rs

    Vamo baixar a ROM e conferir essa joia

    • ahUHAhauHUA pois é cara, o negócio é se redimir dos pecados XD

  • Uma coisa interessante q eu lembrei lendo a matéria, o Sabat até reclama que o jogo não tem efeitos e etc..

    Mais isso é devido a limitação de hardware, o jogo para ter cenários grandes e partes interligadas sendo montadas dependendo da escolha do player eles tiveram que apelar para compressão de arquivos..

    O mega não tinha como carregar os cenários inteiros na memória, e o cartucho não suportava a quantidade de dados q eles usaram, então eles tinham que compactar os backgrounds e ir descompactando e compactando dinamicamente conforme as ações do jogador que foi um trabalho bem desafiador para a equipe do STI

    • Pois é Gabriel, justamente por isso que eu disse no review que a parte gráfica que importava estava impecável kkk

      Talvez, se não tivesse sido cancelada, a versão de 32X poderia ter mais efeitos especiais ^^

  • Comix Zone é um beat’em up que necessita da inteligencia pra ser finalizado. Agora que é um saco cada vez que bater numa pedra, perder life… a isso é. E o nome da ratazana é Roadkill xD

    • Pois é rapaz, só fui descobrir que o nome dela é RoadKill depois que já tinha escrito o review, quando buscava informações sobre a trilha sonora… to querendo baixar esses cds maninho!

  • Fernando Planewalker

    Jogo realmente muito bom, exigente e decoreba.
    Fazer o final bom exige um timing perfeito, e golpes contados, ai vem aquela sensação de missão cumprida realmente.

    • E eu te digo: se ele fosse fácil, a sessação de missão cumprida não seria tão boa cara!!

  • Diogo Farias

    Eu tenho o jogo, só comprei porque ele deu sopa… Hehe. Porque antes de comprar ja tinha testado no emulador, mas realmente a dificuldade gigantesca me fez desistir… E também porque tinha uma penca de outros jogos (Como Mystical Defense/der e Alisia Dragoon) pra experimentar… Gostei tanto dos outros que não dei atenção ao Comix Zone que ficou la quietinho, junto com o Splatter House 2.. Hehe.
    Mas depois de ver esse review me deu vontade de encará-lo denovo! E Splatter House também! (Mas Splatter House vou jogar primeiro no meu Turbografx 16 novinho que acabei de comprar *-*)

    • Opa Diogo, ta com 2 jogassos encostados ai meu XD Splatterhouse 2 é muito bom, GORE o game, mas claro que o melhor é jogar o primeiro antes no Turbografx né XD mascara vermelha kkk

      • Diogo Farias

        Pois é… É que no primeiro jogo da série a máscara é exatamente igual a do Jason (Nos outros dois ela deu uma mudada pra deixar menos descarada a inspiração… Hehe). Na versão de fliperama a máscara é branca, e na versão de PC Engine também, foi na versão americana que decidiram mudar a cor da máscara pra evitar processos.
        Mas que se dane a cor da máscara! Hehe

  • André

    Eu tenho esse jogo muito legal ainda jogo ele e tem macete de
    invencibilidade . recomendo

    • Macete de invencibilidade? Conte-me mais sobre isso…

  • Realmente quase no fim da vida útil dos consoles saem pérolas como essa. Acontece sempre!
    Esse jogo separa os meninos dos homens. hahahahahaha

    Eu aluguei esse jogo com grandes expectativas, e todas foram cumpridas. Pena foi a dificuldade ter feito eu desistir, tinha fechado Contra Hard Corps, e fui seco pensando que ia ser mais fácil… ledo engano 😀

    Quando tiver tempo, vou dar uma chance pra ele de novo. Agora que minhas habilidades estão mais afiadas huahuhauhauhu

    • É richard, e olha que Contra Hard Corps é uM JOGÃO mano, difícil pra caramba!! Eu o considero até mais que Comix Zone viu mano, então tente de novo que vc termina sim XD

  • Comix Zone é um jogo único,pois é o único jogo em que literalmente entramos numa revista em quadrinhos.
    E também é um dos melhores jogos do mega,e também muito difícil.A minha batalha com o último boss foi desesperadora,porque eu cheguei la com o life já no vermelho e se perdesse era game over,mas ainda consegui vencer na cagada.

    E parabéns pelo ótimo texto Sabat.

    • Caramba, deu sorte heim mano kkk o último chefe não é difícil, é só descobrir o que tem que se fazer pra dar cabo dele né XD mas imagino seu desespero kkk life no vermelho, um chefe pra matar, e uma garota pra salvar OO

  • JeanRS

    Po Sabat, to ficando com raiva do seu blog. Toda vez que leio uma matéria sua fico com vontade de jogar esses jogos…mas não tenho tempo!!!!!! Excelente matéria, parabéns. Tive um mega mas não joguei comix zone, mesmo sabendo da qualidade dele (na verdade nunca tive acesso ao jogo). Quem sabe agora nas férias eu não consiga jogar. E o fato do jogo ser tão desafiador me deixou ainda mais com vontade. E agora uma pergunta: Sabat, vc ja jogou um jogo de mega em que vc controlava um policial e lá pela 3° fase ganhava uma armadura? Eu me lembro que tinha uma fase que era nos esgotos e que o último desafio era um cara com uma armadura igual a sua. Joguei há muuuuiiiiittto tempo atrás e não lembro mais o nome desse jogo.

    • Eu acho que esse jogo é o E-Swat,muito bom esse jogo,também ele joguei bastante do megadrive 3.

      • JeanRS

        Ae Vinícius, valeu cara!! Pesquisei aqui e é esse jogo mesmo. Vou tentar arrumar um tempo para jogar ele e o comix zone.

        • Fico feliz em ter ajudado.

        • Matheus Henrique Soares Lima

          Jogue também a versão de Master System que é massa, já devo ter zerado mais de 30 vezes.

  • elcioch

    cara este jogo é realmente duro, mas ate que não sofri muito neste pelo menos não do jeito como tu descreve!
    os vilões são osso duro de bater alem porque eles podem se defender e demoram morrem!
    o mago que joga magias na agua ao fundo da tela e depois vem pra frente pra te enfrentar esse eu acho o mais lazarento de demorado pra vencer!
    sobre a parte do heroi perder energia quando bate em pedras achei uma ideia interessanet pra mostrar que nos não somos invenciveis!
    o jogo possui alguma piadas como fazer o personagem peidar! cheirar o tenis e reclamar do fudum! e jogar um aviãozinho de papel, mas isso tira uma energia fodosca!
    a trilha sonora é incrivel para um mega com um som fraco lembro de street fighter com suas vozes roucas era terrivel!
    a unica tristeza! é que não exitem nem um extra ou manha para se jogar com o heroi trasformado em super!
    eu achava que poderia ter alguma sala secreta ou completando 100% do super na proxima partida podia-se jogar com aquele uniforme!
    como joguei esse comix zona! no youtube tem uns videos de uns caras muito feras e nem eles monstraram nada do que ja sabia sobre este!

    a não ser que este game venha a ter um relançamento hoje em dia! ate seria legal velhos classicos com caras novas e extras!

    • Fala elcioch, beleza? ^^

      Rapaz, o game é difícil pra caramba, mas veja só: eu o terminei em 3 dias de jogatina ^^ No primeiro, consegui chegar até o china das unhas explosivas (que no caso, é o tal mago que vc se referiu), no outro, joguei repetidas vezes a noite até conseguir vencê-lo, e no outro dia (que por acaso foi continuação deste mesmo dia, onde ainda joguei várias horas após dar meia noite), terminei. Na prática, foram 2 dias né!! Sim, ele é difícil pra caramba, mas o restante todo depende da habilidade de cada um no controle e como o jogador se adapta à aventura ^^.

      Mano, a primeira vez que o Turner tirou o tênis e cheirou cara, eu ri velho, muito!!! Tem umas tiradas muito legais XD O aviãozinho eu ignoro a existência de tanto que gasta energia mano… kkkkkk

      E eu também senti falta de alguns extras mano… sei lá, qualquer coisa extra para depois que se terminasse o game! fazer o que? nem tudo é perfeito ^^

  • TH

    É um pecado e tanto mesmo, ainda mais para alguém tão fão do mega. Lembro que falava desse jogo com vc e vc tratava como se já tivesse jogado, seu fanfarrão, kkkkk.

    E quanto ao resto da equipe não ter jogado, calma lá né mano. Joguei pra cacete esse jogo naquela época, e hjá tinha falado dele para vc várias vezes, mas como eu disse, jogar no controle original do mega com aquele direcional e apenas três botões não dá, o jogo já é difícil pra cacete, imagina com aquele controle…

    Mas esse game é um dos que eu sempre conto na briga de Snes e Mega, pois acho que os exclusivos que fazem a diferença e esse é muito bom. Um grande ponto para o Mega, só acho que erraram em algumas muitas coisas em Design como por exemplo a droga da decisão que tiveram de causar dano dar porrada, isso é muita burrice, mas o jogo é muito bom, principalmente em arte, a fora como pula de uma página para outra é muito foda, é muito único!

    • haUHAUhau Não lembro disso não ô fanfarrinho! kkkkkk

      Mano, esse jogo merecia demais ter tido uma continuação para Sega Saturn, já que o Mega estava no fim da vida. Mas a Sega é a Sega né mano… não da pra exigir, sempre foi do feitio dela ignorar suas franquias, por mais potencial que elas tivessem.

      Só com elas, daria pra Sega fazer um Smash Bros com o dobro de chars kkkkkkkk

  • ganon,o destruidor

    cara nao re3clame de nao ter jogado comix zone quando tinha um mega drive quando tinha meu snes nao jogei NEM ZELDA NEM CRONO !!!!!!

    • haUHAuhauHUAuhaHUAHuha isso é mais triste ainda mano XD

      Eu mesmo não tive snes mas joguei Zelda e Chrono kkk

  • Muito bom mano , adoro este game , eu fiquei com o cartucho emprestado muito tempo , não conseguir terminar , mas o game e simplesmente fantastico, engraçado eu tinha a mesma sensação de desprezo pelo Revenge of Shinobi , por que um cara falou que era ruim , mas apos a leitura de uma review que elogiou muito o jogo, resolvi jogar o tal shinobi e não que eu ja terminei ele inúmeras vezes , e sempre da uma vontade de terminar de novo. Falou Sabat ! Otima analise!

    • Fala Kaco XD
      É rapaz, as vezes, escutamos algumas merdas por ai de gente metendo o pau em jogos que simplesmente não terminaram por um motivo ou outro, mas o negócio mesmo é a gente experimentar o jogo pra ver se realmente é ruim daquele jeito, por que tem muita mentira nessas declarações viu!!!

  • eu o estava jogando, mas dei uma parada. muita correria, mas o retomo logo, até mesmo porque o game é muito curto.

    • É mano, são só 6 etapas, mas a longevidade do título está na dificuldade que nos faz repetir a parada sempre ^^

  • Hely Junqueira

    Belíssimo review Sabat:
    ComiX Zone realmente é um jogão: bem feito e inovador.

    Quando o vi pela primeira vez não acrediei na qualidade gráfica dele, pensei: “Putz, um história em quadrinhos interativa” e jogando ele mais a fundo percebi que nem sempre era só descer a porrada, tinha de usar a inteligência também na hora de usar um item certo na hora certa, as vezes o rato desliga as hélices pro personagem poder passar, saber dosar na hora de quebrar algo na porrada: por exemplo a ombrada é bem mais eficiente pra quebrar pedras do que na base do soco e se perde menos energia..esse lance de perder energia enquanto se bate é até meio real, mas que é chato é chato….talvez se não fosse isso eu já o teria terminado, embora cheguei na última fase empaquei lá e depois tive de devolver a fita….e não jogo desde 95 esse jogo….quando me animar tentarei terminar….

    PS: ao contrário de muita gente querer novas versões dos clássicos da Sega eu prefiro que fique como está, pois a chanve de a Cega estragar tudo é muito grande, vide a Capcom…=C

    • Opa Hely, beleza?
      É rapaz, tem muto desse lance de estudar a ocasião pra decidir o que fazer, e isso é a chave do sucesso nesse game!! existem muitas ocasiões em que a gente nem precisa bater nas coisas… uma bomba encontrada um pouco antes faz o serviço, ou uma caixa explosiva, etc, o negócio é vasculhar!

      E quanto a Sega mano…. POIS É!!! Como minha mãe dizia: não mexa na merda pq pode feder mais ainda.

  • Sirlon Hayate

    Na minha opinião, esse é o melhor e verdadeira obra de arte do Mega Drive !
    Comix Zone é foda demais !

    • É um JOGASSO mano ^^ daqueles que se usa nas comparações mesmo XD

  • Jogo excelente, não consegui progredir muito para falar que é um jogo fantástico, mas é um grande e épico jogo. Mancada a saída do Ed, adorava as opiniões dele nos RetroCast, além de ótimos reviews que ele fazia. Abraços.

    • Fala Maxwel, beleza?
      Insista mais ai mano que vc consegue avançar! E é muito recompensador avançar neste game maninho.

  • Review maravilhoso e jogo incrivelmente bem feito um dos meus preferidos do mega,com grandes graficos e trilha sonora pra ninguem botar defeito jogar esse game prova que o mega tinha um otencial enorme que nunca foi bem explorado uma pena.

    • E imagine se a versão de 32x tivesse saído…. seria FODA DEMAIS!

      • Istemthebronx

        Seria não…sou feliz por os programadores desse jogo não terem feito essa burrada de mover o Comix Zone para a praga do 32X!!!

        • ahuHAuhaU mas não seria MOVIDO hiensteindobronxs, seria mais um game ^^ teria versão para as duas plataformas!

  • Tenho orgulho de dizer q terminei essa pérola na época no megadrive, e varias vezes quase desistindo de continuar rsrs
    Parabéns pela ótima matéria Sabat !!!!

    • Opa Glauco, beleza? ^^

      Eu não tive esse prazer na época né maninho… e foi culpa minha XD kkk

      Obrigado pelo elogio mano ^^

  • diogo.j15

    jogo incrivel, sem duvida um dos melhores do mega e é das america ne, coisa rara? uma das coisas q mais gosto é da trilha, maneirissimo.

    • Opa Diogo, belezura?

      Rapaz, é da Sega Tec.Inst., subdivisão da sega responsável não só por esse, mas por Kid Chameleon também, e por Sonic 2, 3 e Sonick & Knuckles, todos desenvolvidos no STI com ajuda de integrantes do Sonic Tean vindos do Japão.

  • Ivo

    Um game que joguei justamente na época de ouro dos quadrinhos americanos. Como eu adorava jogar e ler: Spawn, Spiderman, Young Blood, Gen 13, Savage Dragon… saudade dessa época. Parabéns pelo review Sabat!! 

    •  Boa Ivo ^^ Eu adorava ler quadrinhos rapá… demais mesmo!! Demorei muito tempo para desencanar viu, e os Mangás colaboraram muito para isso XD

  • oscarr.r.

    Quase um “Donkey Kong” do Mega (no sentido de usar o máximo do console). O meu cartucho está para chegar semana que vem, mal posso esperar.
     já joguei um bom pocado no emulador, não achei assim ‘tão difícil’ até onde fui ( acho que graças aos loads quando morria), mas como muita gente está falando que é difícil pra caramba, vou me preparar XD

    Forte abraço!!!

    • Opa Oscar, beleza?  Rapaz, tecnicamente falando, eu considero que existem outros jogos bem superiores a esse no console, como Vectorman, Ranger X, Adventures of Batman & Robim… mas o conjunto da obra deste o deixa no patamar dos melhores do Megão ^^ 

      E sim, é um game difícil, mas não taaaaanto XD

      • oscar

        Sim,sim..Vector man sempre me remete a Donkey kong. Mas foi uma superação esse ai (criatividade, som, cores..tudo em sincronia de uma mesma narrativa). Ainda + para quem desenha..srzrrsz

        Abração Sabat!!

  • Paranoid Snake

    Esse jogo é muito foda, o meu preferido do mega drive, tem uma dificuldade fodida mas com um pouco de prática da pra zera-lo até de boas, pena ele ser muito curto, ótimo review