RetroReview Especial: Chuva de Tiros no Mega Drive #14 – Sol-Deace & Sol-Feace (MD e MCD)

Em matéria de emulação de consoles antigos, uma das coisas que me dão mais prazer é sem dúvida a possibilidade de poder me aventurar novamente por mundos já explorados a muitos anos atrás, principalmente aqueles que estão bem gastos e fragmentados em nossas memórias. É muito bom poder relembrar alguns jogos, melhor ainda é quando fases, chefes e músicas inundam nossa cabeça com lembranças que voltam à tona ao darmos de cara com eles novamente… A sensação nostálgica que isso proporciona é uma recompensa inigualável, são mundos e épocas inteiras se reconstruindo em nossas cabeças em um piscar de olhos! Claro, é algo que a gente nunca espera, e não poderia ser diferente, pois o fator surpresa é indispensável para que isso ocorra. Caros amigos retroaventureiros, para minha felicidade, estou tendo muita sorte nas escolhas que fiz, pois isso está acontecendo comigo uma vez atrás da outra aqui neste especial!

Shmups nunca foram meu forte. Aqueles fantásticos games conhecidos por nós na infância pelo apelido carinhoso de jogos de navinha sempre me deram um trabalhão imenso, e eu só conseguia avançar consideravelmente bem nos mais modestos em dificuldade. Isso só mudava quando determinado título marrento ficava comigo por muito tempo, muito tempo mesmo, coisa de meses! A insistência dia após dia combinada a uma paciência de Buda, me permitia conseguir realizar algumas façanhas heroicas que fatalmente acabavam por deixar marteladas em minha cabeça muitas passagens às quais eu repeti exaustivamente naqueles dias de glória 8 e 16 bits.

E como é bom quando essas lembranças voltam!

É justamente por isso que eu estou adorando escrever este especial: lembranças e mais lembranças estão pipocando aos montes enquanto eu avanço novamente pelas etapas destes jogos que tanto me desafiaram no passado, e não foi diferente com este último título que desbravei para reavivar a memória, Sol-Deace.

Esse era difícil… Um dos shmups mais complicados que eu me deparei na vida. Foi me apresentado por um amigo chamado Mario, que durante muitos anos foi parceiro de jogatina em duplas. Foi com esse cara que eu terminei Salamander, Double Dragon 2 e Kage: Shadow of the Ninja, todos jogando no Phantom System, todos difíceis, e em 2 players. A lista ainda aumenta muito se eu forçar a memória: Jackal, TMNT2, Chip n’ Dale, e eu nem parti para os 16 bits de nossos Mega Drivers ainda! E olha que eu ia até a casa do cara pra jogar com o irmão dele, mas acabava jogando era com ele mesmo pois a sincronia era ótima!

Tudo bem que o Mario nunca foi um cara muito confiável no quesito “trocação de fitas” sabe… Apesar de ser um ótimo parceiro de jogatina, cartuchos emprestados para ele corriam sérios riscos de sumirem das mais variadas formas! Por isso eu sempre tomava cuidado para nunca, mas nunca mesmo emprestar nada meu para ele sem ter algo em troca “penhorado” para garantir o retorno de minha peça, e foi graças e isso que eu fiquei uns dois meses com dois cartuchos dele: Hell Fire, que o nome já diz tudo sobre a dificuldade dos infernos que é avançar nele e que eu relatarei aqui em breve, e Sol-Deace, um shmup surpreendente que me fisgou assim que eu o vi rodando na tela da TV.

É claro que eu preferia comprar e vender meus próprios jogos à emprestar algo para o fulano, mas a princípio, a troca parecia bem segura: havíamos simplesmente trocado 2 por 2, dois jogos meus por dois dele, e eu fiquei bem empolgado, pois eram dois títulos que eu ainda não tinha jogado e que ele havia conseguido em um camelô… Bem, pelo menos foi o que ele disse! De repente eram de outra pessoa… Vai saber? Pois bem, comecei a jogar e adorei os dois games, principalmente aquele da Wolfteam cheio de power-ups, velocidade e tiros pra todo lado. Só que ambos eram dificílimos, e já havia se passado quase uma semana e eu não conseguia avançar muito além da 2ª fase de cada um… Foi quando o Mario apareceu no portão pedindo os jogos, dizendo que iria trocá-los nas barraquinhas da Lapa. Fiquei até meio triste mas tudo bem, era um direito dele… Eu queria ter mais tempo para jogar, alguns meses de preferência, mas fazer o quê? Os cartuchos eram dele e só me restava pegar os meus de volta e OPA! CADÊ OS MEUS CARTUCHOS?

Sinceramente, eu teria sido um completo idiota se tivesse caído naquela conversa mole de “esqueci em casa e amanhã eu te trago”. Pra cima de mim? De jeito nenhum, caro amigo enrolado: só devolvo os seus quando você aparecer com os meus! Não deu outra, aconteceu o esperado: ele insistiu um pouco, foi embora, e só reapareceu com  meus cartuchos meses depois. Eu nem reclamei, pois era o tempo que eu precisava para curtir aqueles jogos sem pressa, mas com muita perseverança.

Perseverança: mais uma vez essa é a palavra que resume a pedreira que o jogador terá pela frente se quiser terminar Sol-Deace. Desenvolvido pelo lendário estúdio subsidiário da Telenet, o Wolf Team, este shmup vertical foi desenvolvido originalmente em 1990 para o super computador japa X68000. É considerado não só como um dos melhores shmups da plataforma, mas também como a melhor das 3 versões que o game teve: no ano seguinte ele foi portado para Mega CD, e em 1992, apareceu no Mega Drive já com o nome de Sol-Deace (no X68k e Mega CD o game se chama Sol-Feace). Diferenças entre as versões existem: os gráficos em geral, como não poderia deixar de ser, são bem mais bonitos na versão X68k (eu quero um trem desse!!), em especial os backgrounds, que possuem uma qualidade além de seu tempo. Quase todos os sprites do jogo foram redesenhados nas versões para os consoles da Sega, incluindo a própria nave do game que ganhou detalhes azuis e canhões mais vistosos, mas a principal e mais notável diferença entre as três versões fica mesmo por conta da trilha sonora: a original no X68k é composta em MIDI e é magnífica; a do Mega CD foi toda refeita com arranjos instrumentais com qualidade de CD e ficou impecável; a do Mega Drive voltou ao sintetizador, e apesar de ter ficado com uma qualidade bem aceitável, ficou muito aquém das duas primeiras, que são as que dividem opiniões. Bem, independente de qual você escolher, prepare-se para sofrer, pois o game é pauleira em qualquer uma delas.

Obviamente, a versão do Meguinha foi a que eu joguei. Foi logo que lançaram o game, e apesar desta ser uma versão de gráficos inferiores a do original de quase 2 anos antes (que obviamente nunca havia ouvido falar), ainda assim este jogo me pareceu visualmente fantástico, tendo em vista as referências de shmups na época. Entenda bem: o X68k era um aparelho capaz de rodar conversões exatamente iguais às versões originais de arcade, e nós conhecemos bem as diferenças de potencial entre nossos consoles de 16 bits e essas máquinas parrudas engolidoras de fichas. Imagine então, caro amigo retroaventureiro, como era possante esse computador da Sharp!

Assim, me esbaldei com Sol-Deace e suas fases tão originais quanto difíceis por meses! As duas primeiras fases eram até fáceis, mas daí pra frente a coisa engrossava de tal maneira que avançar uma só etapa a mais naquele shmup era como vencer qualquer outro game inteiro tamanha dificuldade, e terminá-lo só foi possível depois de uma quantidade absurdamente grande de decoreba, adquirida com o lento passar de muitos e muitos dias. A cada nova fase somos apresentados a aberrações estelares com padrões de ataque únicos, novas situações muito diferentes das anteriores, ambientes que variam demais, chefes com esquemas difíceis de serem pegos, e tudo isso tem que ser obrigatoriamente decorado se o jogador quiser  ter sucesso nas 7 missões do game. Em especial, as duas últimas são simplesmente enlouquecedoras: longas e cheias de sub-chefes dificílimos.

A nosso favor, temos a poderosa nave de combate Sol-Deace (ou Feace) com seus canhões de ângulo regulável, que são o grande diferencial do game: basta parar de atirar e se mover um pouco para que eles se abram ou fechem até o ângulo desejado, então voltamos a atirar e eles travam naquela posição. Não preciso dizer que é essencial dominar o manuseio desses canhões, né? Felizmente a jogabilidade rápida e simples ajuda muito nesse ponto, e é bem fácil e rápido pegar o jeito. Contamos também com Power-ups que são recolhidos durante as etapas, que providenciam um bem vindo arsenal de mísseis e lasers paras erem acoplados à nave, assim como fazem reaparecer os canhões superiores e inferiores quando somos abatidos. Este sistema funciona e não funciona ao mesmo tempo… Complicou? Eu explico: ao sermos abatidos, recomeçamos obviamente com a nave peladinha, sem nada a não ser o canhão frontal, e quase sempre, salvo raríssimas exceções, o primeiro Power-Up recolhido será o Plasma Bullet, que providencia o aparecimento dos canhões. Os demais power-ups vão sendo recolhidos gradativamente à medida que vão aparecendo, e podem se acoplar na nave em 3 locais possíveis: frente, cima ou baixo. Exemplo: recolheu o power-up Míssil com a parte de cima da nave, o canhão superior se transforma em um disparador de mísseis. Assim podemos configurar nossa nave de várias maneiras, ao mesmo tempo que podemos fazer cagada também de várias maneiras, como por exemplo, substituir sem querer um canhão por outro indesejado, ou acoplar o power-up no local errado… Isso acontece muito, e como o jogo não tolera erros, o resultado quase sempre acaba sendo a destruição iminente da nave.

A boa notícia é que as vidas extras nos permitem continuar exatamente do mesmo local onde fomos abatidos… A é que a nave retorna pelada e isso nos transforma em um alvo fácil, pois os meliantes não dão um segundo de folga (situação que só se agrava à medida que se avança no jogo) e recolher novamente os itens que aparecem pela tela sem trombar nas naves inimigas se torna uma tarefa quase irritante. Aquele bem vindo segundinho de invencibilidade quando somos destruídos praticamente não existe… Não deve durar nem 1/3 de segundo, o que torna necessário que a nossa atenção seja triplicada mesmo na hora da morte: se você parar para reclamar, vai morrer de novo! Felizmente os continues são infinitos, não é muito trabalhoso ganhar naves extras com a pontuação, e o fato de continuarmos imediatamente do mesmo local quando somos abatidos torna o jogo no mínimo possível de ser terminado… bem, pelo menos nesta versão de Mega Drive né, por que nas versões Mega CD e X68k os continues só vão até a fase 5, ou seja, morreu na 6 ou na 7, volta para a 5! É aquela velha sacanagem de antigamente que não vemos mais hoje em dia e que separava os homens dos garotos.

O interessante é que jogando novamente agora depois de mais de 20 anos, tive bem menos trabalho para terminar Sol-Deace, e isso só foi possível graças às lembranças daquela decoreba toda que eu tive que realizar no passado e que iam voltando a medida que o game ia exigindo. Por exemplo, no chefe canhão gigante, eu lembrava que existia um local onde eu não precisava mover muito a nave para desviar de todo aquele monte de projéteis que se espalham pela tela, e isso me ajudou a vencê-lo pois eu achei bem rápido este local! O chefe da fase 6 solta uns raios amarelos teleguiados que são uma desgraça, mas eu lembrava vagamente de um esquema de desviar deles que logo começou a funcionar novamente, e assim continuou até que eu consegui fechar o game mais uma vez. Eu adoro quando essas coisas acontecem, adoro quando as lembranças voltam assim que vejo determinado chefe ou situação em um jogo, adoro mais ainda quando uma música que eu nem me lembrava que existia começa a tocar novamente e no segundo seguinte, eu a estou assoviando inteira enquanto avanço por entre as linhas inimigas… Só os videogames podem proporcionar isso, mais nada.

Acabei terminando o jogo três dias após começar a jogá-lo, e resolvi então dar uma espiada na versão de Mega CD para sentir a notável diferença de áudio… e ela realmente é grande: a trilha sonora, como já esperado, é muito melhor em Sol-Feace. O arranjo ficou excelente, algo realmente notável para a época, mas em contrapartida, os efeitos sonoros continuam exatamente os mesmos. A enorme abertura em anime toda narrada é um atrativo a parte, e vale citar que a capacidade infinitamente maior do CD proporcionou um final bem mais recompensador. Uma coisa curiosa é que Sol-Feace, apesar de só possuir continues até a fase 5, é mais fácil que Sol-Deace: todos os inimigos do jogo são moderadamente mais fáceis, e necessitam de uma quantidade menor de tiros para serem destruídos. Isso reflete muito em alguns chefes das fases 6 e 7, que podem ter seus principais ataques cortados rapidamente se o jogador souber se posicionar de maneira estratégica para disparar.

Não sei se isso se repete na versão do X68k, mas outro fato curioso envolve os ports: o game original possuía muitos efeitos de rotação de sprite, coisa que até o momento só se via nos arcades da época, e que pouco depois, o recém nascido Super Nintendo mostrou ser capaz de fazer com facilidade. Quando o game foi lançado em 1991 para Mega CD, os vários efeitos de rotação continuaram presentes, e como acreditava-se a princípio que o Mega Drive não era capaz de realizar tal tarefa, acreditou-se que aquilo só foi possível graças a ao acessório acoplado ao aparelho. Quando Sol-Deace chegou então no início do ano seguinte, lá estavam todos os efeitos novamente presentes: o aparelho era sim capaz de realizar tarefas de manipulação e rotação de sprites, e o Wolf Team começava a mostrar para o mundo como é que se programava direito no console da Sega.

Poucos detalhes poderiam ser melhor aproveitados nos games tanto de Mega Drive quanto de Mega CD, como a escolha da velocidade da nave que só pode ser feita antes de se começar o jogo. Os 3 botões servem só para atirar, e não custava terem utilizado 2 deles para outros fins, como regular a velocidade, soltar bombas, ou outra coisa que enriquecesse a jogabilidade que, devido a isso, ficou bem simplória (isso serve para as 3 versões). Graficamente os dois games que joguei não fazem feio, e apesar da dificuldade bem elevada, divertem pra caramba! Não era difícil babar para a velocidade frenética deste jogo na época… Eu mesmo fiquei abismado com o que via na tela, e o mesmo acontecia com aqueles que iam até minha casa jogar e perguntavam que jogo “bem louco” era aquele que eles nunca haviam visto.

Mesmo hoje, após jogar a versão Mega CD e comprovar a superioridade absoluta de sua trilha sonora, abertura e animação final (que justificam a nota mais alta desta versão), eu chego a conclusão de que não perdi muita coisa por ter jogado só a de Mega, e nem teria como pensar isso: pelo tempo que o cartucho ficou comigo, ele praticamente não foi desplugado do meu console. Claro, o Mario um dia reapareceu com os meus jogos que ele havia “esquecido em casa” e foi quando eu me despedi de Sol-Deace… Naquela altura do campeonato, eu já achava até que ele nem iria mais voltar e que aquele cartucho dele já era meu, mas não tenho do que reclamar, pois 2 meses foram tempo mais que suficiente para curtir aqueles games. Sim, AQUELES games, pois o outro que ficou comigo durante este tempo todo, Hell Fire, estará chegando em breve aqui no RetroPlayers para literalmente, trazer o inferno até você!

Confira todas as partes deste especial:

#1 – Thunder Force II 

#2 – Gley Lancer

#3 – Musha

#4 – Elemental Master

#5 – Battle Mania

#6 – Arrow Flash

#7 – Battle Mania Daiginjou

#8 – Thunder Force III

#9 – Eliminate Down

#10 – Air Buster

#11 – Burning Force

#12 – The Steel Empire

#13 – Gaiares

#14 – Sol-Deace/Feace (este review)

#15 – Truxton

#16 – Hellfire

#17 – Gadget Twins

#18 – Gynoug

Continua

Sobre Sabat

Editor Chefe do RetroPlayers, Redator e Editor nos Livros e Revistas WarpZone, Podcaster e editor de áudio, Saudosista, e Analista de Informática porque algo tem que dar dinheiro né!
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  • ganon,o destruidor

    apesar de nunca ter jogado a versao de mega cd (alias nunca joguei nada de mega cd e nem tenho planos de jogar),o jogo de mega ja e sensacional ,e apesar de eu nao ter achado ele tao dificil(jogos de nave sao o meu forte)ele continua sendo muito bom.

    se chegou a finalizar hellfire .eu lembro que eu foi ate a ultima fase dele e morri ,ja tinha perdido a vontade de tentar e nem peguei no jogo desde entao.tenho que admitir hellfire e um puta de um desafio um dia ainda termino ele ,se eu tivesse insistido um pouco mais teria conseguido.

    • Caceta Ganon, meu limite no Hellfire jogando com toda seriedade foi aquele chefe que é um monte de bolas vermelhas de energia que ficam se mexendo pela tela e a gente tem que acertar a que fica no centro … se não me engano vinham 2 deles: o primeiro eu matava, o segundo….. sem chance!!! Mas vou tentar avançar mais nele cara, eu tenho a impressão de que na época eu fui bem mais longe… de repente jogando eu me lembre!!

  • aki é rock

    Caramba que post legal esse Sabat você se divertiu muito pelo que li a respeito desse jogo cara.Nunca ouvi falar de varios jogos que mencionou mas lendo a respeito fico com vontade de jogar todos.E esse vai ser um desses concerteza vou marcar aqui na minha lista de jogos a jogar para não esquecer e que venha o post desse Hell Fire para que eu possa ler e anotar na lista hehehehe.

    • ahuahuah é Rock, eu joguei MUITO JOGO de mega mano, dos mais obscuros aos mais conhecidos XD quando eu perdi meu fichário, já estavam computados ali mais de 400 jogos de só de Mega terminados ou jogados e avaliados (tipo os de luta) kkk O Hellfire vai pintar sim, e ja informo que a trilha sonora é ÓTIMA!!!

  • raul

    Sol Deace… Tinha esse cartucho e me roubaram… gostava pacas dele, msm não tendo zerado.
    raul

    • Opa Raul ^^
      Que pena mano, mais ainda se era original heim, é bem raro hoje!

  • Eu gosto de Sol-Deace,mas sempre faço merda na hora de trocar os canhões haha

    • hauhauha normal cara XD eu até relatei isso quando falei da jogabilidade kkk Acontece com todo mundo, e olha… IRRITAVA!!!

  • William

    Não lembro de nehum game de MegaDrive com rotação de sprites. Esse efeito quase não era usado no mega, e muitos pessoas dão uma série de razões, só sei que era mais complicado fazê-lo no Mega. Quais outros jogos do Mega utilizam esse efeito? Belo post, parabéns!

    • Caramba Willian, tem vários: Gunstar Heroes, Vector Man 1 e 2, Ranger X, The Adventures of Batman & Robin, Rocket Knights Adventure, Contra Hard Corps, Earnest Evans… se eu esforçar a mente eu lembro de mais. Não era assim mais complicado fazê-lo no Mega…. era até suave, e o aparelho acabava ainda por sima rodando muitos mais sprites simultâneos que o SNES. Só não sabiam como fazer, ai alguém teve que mostrar como ^^

      • William

        Realmente, muitos jogos. Obrigado pelo esclarecimento.

  • Este post me fez lembrar o quanto os games de Mega/Sega CD me despertavam curiosidade. Tudo o que era anunciado para esta plataforma e depois portado para Mega, sempre passava um ar de coisa especial, ainda que as conversões ou variações deixassem a desejar. Se bem que, foram pouquíssimos títulos em CD que inspiraram versões para o Mega. Mas esse Sol Deace causou essa impressão muito forte em mim na época.
    Até hoje tenho um certo carinho por este título, que sequer joguei na passado.
    Boas Sabat!!

    • Aproveite então e jogue mano! Você vai gostar com certeza: é simples, cativante e desafiante, quer mais o quê? kkk

  • Cadu

    Joguei um bocado no Mega esse jogo, mas não me lembrava muito bem dele. Jogo difícil da pêga! huahuahuahua… eu que sou um jogador meia boca não devo ter passado da primeira fase! kkkkk
    Não sabia que tinha uma versão de Sega CD, interessante!
    Ótimo texto!

    • Difícil é o apelido do meio dele mano… Sol Dificil Ace, é que ta abreviado!!!! kkkkkkkkk

  • Tiger Robocop

    Ótimo review. Se aceita uma sugestão para o Chuva de Tiros no Mega Draaaivi, faça um review do jogo Curse. Conheci agora a pouco. haha

    • Eu, pessoalmente não gosto de Curse. Ele é bem estranho na movimentação e na paleta de cores…Vamos ver se ele aparece por aqui.

      • elcioch

        esse curse é feinho so na primeira fase, da a entender que o game ta com falha nas cores! mas achei esses game bem bacaan apesar de simples em graficos e cores! o chefão final que é a imagem que inlustra a capa do game achei bem bacana!
        mas para se ter uma ideia do jogo só jogando mesmo!

        • Também achei ele bem feinho cara

    • Opa mano ^^ Cara, não sei se o Curse vai aparecer não viu…. mas tem alguns ai que são sensacionais que TEM que aparecerem ainda!

  • Tiger Robocop

    Sol-Deace, e a lua escutou. #BahTumTss
    Foi besta, mas não resisti. Boa semana, Sabat.

    • kkkkkkkkkkkk
      Besta, mas boa!

    • Eu não li isso…. ahUHAUhauHAhuahUAUuHAhuaHUAhua