RetroReview: Cruis’n USA – Nintendo 64

Quando eu era moleque, uma das coisas que eu mais fazia era passar no fliperama que existia entre o meu colégio e minha casinha. Eram várias máquinas, mas uma em especial chamava a minha atenção e não era pelo seu tamanho avantajado em relação às outras! Era logo a primeira da loja, uma cabina com assento, volante, câmbio pra trocar de marcha, e até pedais de aceleração e freio que deixavam a coisa toda com uma baita cara de simulador de direção Na lateral da cabina vinha estampado um logo que lembrava a placa de uma rodovia norte-americana, e quando se olhava para a tela, qualquer dúvida sobre a possibilidade daquilo ser um simulador ficava para trás.

Sim, todos os retro aventureiros pilotos que sentavam naquelas cabinas enormes para acelerar aqueles carros carros turbinados que respondiam empinando e girando no ar, obviamente já sabem que estou falando de Cruis’n USA, um divertido jogo de corrida desenvolvido pela Midway que, mais tarde, seria portado para o Nintendo 64, dois anos depois do lançamento para os arcades. E apesar das diferenças, a versão do console da Nintendo não deixou nada a desejar.

Lançado em 1996 para a recém chegada plataforma da Nintendo, Cruis’n USA foi inicialmente planejado para ser um título de lançamento do console, mas por questões técnicas, como a óbvia diferença de potencial entre os arcades e o console, o lançamento do jogo acabou sofrendo alguns meses de atraso, chegando às lojas só no final daquele ano. E mesmo sendo um título bem esperado pelos donos de N64, o game foi bem criticado assim que chegou às lojas por possuir certa “defasagem” não só em relação ao original de arcade que fora lançado quase 2 anos antes, mas também por já existirem no mercado, jogos de corrida tecnicamente muito superiores. Imaginem que nos Arcades já rolava Cruis’n World quando esta versão de Cruis’n Usa foi lançada, e que como toda boa continuação, ela era superior em tudo. E agora imaginem que Cruis’n World estava longe de ser o melhor jogo de corrida dos arcades e consoles da época, e você entenderá o motivo de Cruis’n Usa para N64 ter sido tão criticado mesmo apesar de ser uma boa adaptação.

Foram poucas as alterações feitas, a maioria delas em relação a gráficos e sons que sofreram um perceptível downgrade em relação ao Arcade, mas provavelmente a mais visível delas e que deixou muita gente chateada foi a da bela moça que entrega o troféu no final da corrida quando chegamos em primeiro lugar. No arcade ela estava vestida simplesmente com um biquíni, enquanto na versão do N64, a puritana Nintendo tratou de vesti-la  com uma blusa que acabava tapando praticamente tudo!

A mecânica do jogo continuou intacta: assim como diversos jogos de corrida para arcades, Cruis’n USA é um jogo point-to-point, o clássico estilo de corrida onde o objetivo é alcançar o checkpoint antes que o tempo esgote, tendo como obstáculo os outros corredores rivais e o tráfego rodoviário local. Mas se a tarefa é complicada nos arcades, no console ela pode se tornar ridícula graças aos vários níveis de dificuldade, cinco no total, além de mais opções que podiam facilitar ainda mais o jogo, como por exemplo, a possibilidade de desligar o tráfego.

As pistas são interessantes, e lembram vagamente algumas localidades reais. Você tem de imediato acesso à algumas e pode ir desbloqueando outras à medida que vai avançando pelo modo de jogo “Cruis’n USA”, que nada mais é do que atravessar os Estados Unidos da costa oeste até a costa leste pelas 14 pistas do game, uma ligada diretamente a anterior. Elas são divididas por dificuldade (Esay, Medium, e Expert), e o detalhamento gráfico delas é até satisfatório se levarmos em conta que o framerate é constante quando jogamos em modo solo. O que irrita um pouco é a descarada construção dos cenários ao fundo, coisa que acontecia já no original, mas não com tanta proximidade: no arcade, as vezes a gente podia ver os cenários se construindo lá no fundo da tela, mas quase sempre isso era até imperceptível devido a túneis e curvas que “maquiavam” essa falta de potência na hora de gerar polígonos, falha frequente em tudo que era jogo 3D da época. O problema é que no N64, a coisa toda se construía logo ali, alguns metros à frente do carro! Vilas, casas, pontes, árvores, as vezes eram montanhas inteiras aparecendo do nada por um cenário onde a única coisa inteiramente construída com perfeição era o asfalto. Atrapalhava mas não comprometia, fazia parte da dita “defasagem” que eu citei agora a pouco.

As músicas do jogo são legais, nada memorável, mas agradam e foram bem portadas do arcade. Existe uma opção para alterar a música no meio da corrida como se fosse um CD Player, sistema que me lembrou o clássico da Sega Out Run, sendo que neste a troca de músicas era possível apenas antes da corrida. Além disso, o som dos carros deixou muito a desejar: a variedade é pouca, e sons básicos como aceleração e freio, ficaram muito baixos em comparação ao original do Arcade. O som das marchas é quase imperceptível, assim como o barulho de pancadas em objetos do cenário como postes e placas (que deveriam fazer um belo estrago mas não fazem nada), e como diferencial, caso o piloto realize uma manobra muito radical, uma jovem donzela irá soltar um gritinho de adrenalina. Uii!

E manobras radicais são o ponto forte e divertido do jogo! Apesar da imersão ser menor no Nintendo 64 uma vez que eu não possuo uma cabine e um volante, a jogabilidade é a grande responsável por manter Cruis’n Usa divertido do início ao fim. Os controles respondem muito bem e são extremamente sensíveis, um toque mais forte na alavanca e o carro praticamente gira em 180º. Um ponto a ser citado é a opção multiplayer para até 2 jogadores, onde o jogo perde um pouco da taxa de quadros por segundos (a diferença é bem nítida) mas ganha muito na diversão, pois é sempre legal disputar com um amigo!

Algo que me incomoda, mesmo sendo um jogo estilo arcade sem compromisso com a realidade, são as colisões entre os carros e objetos do cenário, principalmente se ela for entre um jogador e um carro do tráfego local vindo de frente. Ao se chocarem os carros voam como se fossem feitos de papel, desde o carro de família até o caminhão dos bombeiros ou a carreta, tudo igual, como se tivessem o mesmo peso e tamanho, e absolutamente nada acontece depois: eles caem de pé, perdem um pouco de velocidade, e continuam como se tivessem passado por cima de uma lombada. Este ponto poderia ser melhor trabalhado até mesmo na versão arcade!

Cruis’n USA é um jogo simples: corra, chegue antes do tempo acabar e seja o primeiro. Com várias pistas, jogabilidade intuitiva, e cenários bonitos e variados, ele consegue divertir e cumpre seu propósito como jogo estilo arcade. Peca em alguns momentos como a colisão entre objetos e construção de cenários, mas ganha pontos ao apresentar uma dificuldade que se adapta a qualquer pessoa, o que o torna muito divertido tanto para o jogador casual, quanto para os mais afetos da dificuldade, pois só estes conseguirão destravar todos os carros do jogo, o que ainda garantia um valor de replay maior.

Ainda assim, ele não deixava de ser aquele tipo de jogo ame ou odeie que era tão comum na biblioteca do N64, então a diversão não é garantida para todo mundo. Bem, pra mim, foi!

Para quem tiver vontade de relembrar ou experimentar esse saudoso game de corrida, ele foi relançado para o Virtual Console do Nintendo Wii algum tempo atrás, mas um bom emulador pode fazer o serviço. Além disso, vale citar também que foram lançadas outras duas continuações da franquia no Nintendo 64 que tecnicamente foram muito superiores a Cruis’n USA: o já citado Cruis’n World – onde a mecânica do jogo é similar, mas a jogabilidade foi muito incrementada e as pistas agora são ao redor do mundo – e Cruis’n Exotica – onde alguém na produção delirou e criou pistas até em Marte! O último jogo inédito para a franquia foi Cruis’n Velocity, para GameBoy Advance, lançado em 2001 e que, para efeito de completamento da série, poderá até vir a aparecer aqui no Retroplayers.

Fim

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  • Christian

    Joguei muito este jogo, só que sem dúvida o cruis’n world é muito superior que este. Bom artigo.

  • para mim, esse é o melhor Cruis n, o World e o Exotica não gostei muito. a trilha sonora, as pistas são…muito legais de trafegar por elas. gosto mais de ir com a Ferrari, mas se bem que o La Bomba é bom para bater nos rivais e faze-los rodar.

    e gostava de ir com o Ônibus Escolar.

  • Psicopato

    Joguei muito esse jogo no N64. Mesmo na época eu via as limitações que ele tinha, como cenários aparecendo, gráficos defasados e cosas assim, mas o que mais me importava era a diversão. Tenho ótimas lembranças da época e do Cruis’n USA.

    E só pra lembrar, o Cruis’n Velocity não foi o último da franquia a ser lançado. Teve em 2007 o Cruis’n, pro Wii. Mas seria melhor nem terem lançado esse jogo, ele é horrível. Não consegui nem passar pra segunda pista de tão ruim que achei o game.

  • Ivo

    Eu joguei algumas vezes do Cruis’n USA no Arcade. Teve uma época em que praticamente todas padarias ou lojas de fliperama tinha ele p/ jogar. Tenho que admitir que não gostava muito dele, gostava muito mais de Daytona e Super GT da Sega. No N64 era nítido a diferença de qualidade para o Arcade… e como não gostava muito do Arcade, nem passei perto do N64. Mas para compensar, adorei seu review Trooper. Grande Abraço.

  • George “Metal Seven” Bueno

    Nunca gostei deste jogo! era fan de Daytona USA! muito melhor!

  • ganon,o destruidor

    Apesar de jogos de corrida não serem um genero que eu curto muito(exceção somente em top gear o melhor jogo de corrida pra mim),e legal ver ele no shopping da minha cidade com varias pessoas jogando e tal ,a versão que tem no shopping e uma que vem meio que dentro de um carro e tem dois bancos ,eu ate joguei um pouco quando fui la com uns amigos meus e realmente com varias pessoas fica divertido ainda mais por ser um jogo de volante.

    Esse negocio da mulher e estanho mesmo ,apesar de eu nunca ter chegado em primeiro no arcade (joguei pouco como disse),deve se estranho jogar a versão de n64 sem ver a mulher e tal kkkkkkkkkkkkkk.

    • no shopping aqui perto o pessoal joga a msma maquina de carro com Daytona Usa, detalhe q o jogo é de 1994 e o pessoal parece nao se importar… tmb acho legal isso

  • Marcus

    quando era menor chamava esse de jogo de corrida de carrinho de plástico. Acho que eu ja tinha uma noção chata da física

  • alaka

    Pode falar o que quiser, mas esse jogo é toscão. Nunca gostei nem do arcade nem da versão do N64.

  • Curti, Crusin´ USA sempre foi um dos meus jogos favoritos, tanto no Arcade quanto no N64, mesmo com o port meia-boca. Saudades das tosqueiras da Midway nos anos 90.

  • Fala Trooper!!

    Esse é clássico imortal dos fliperamas, até hoje da pra achar essas maquinas vistosas por ai!!

    Nessa época eu curtia mais o Daytona e o Sega Super GT, mas dava pra divertir legal com os cruis’n também!rs

  • Marvox

    Posso dizer que sou um viciado em Cruis’n, amo a série e tenho todos no N64, Cruis’n USA, World e Exótica. A única que desconsidero é a versão do Wii que é réplica do game de Arcade: Fast & Furious, e fugiu totalmente da história do jogo. O grande lance de Cruis’n é que ele é um jogo que não é para ser levado a sério, ele é para desestressar. Assim como é Carmageddon, Twisted Metal e MegaRace, games que são feitos para pura diversão, sem importar com física ou situações que servem mais para games como: Gran Turismo e Need For Speed. A Midway e Eurocom preferiram fazer algo mais voltado para o surreal, o estilo passeio com adrenalina. Em Cruis’n USA, gosto da pista Death Valley onde você precisa manter-se em primeiro para atravessar a linha do trem, antes que aconteça o desastre da batida contra o trem. O que achei FAIL é que a Nintendo vetou muita coisa que pode-se dizer desnecessária, como a roupa da mina que balança o troféu, ou os animais que atravessam o cenário em IOWA e Indiana, porém no Cruis’n World e Exótica, a menina já aparece de biquini, mas na fase da Austrália em World, tiraram os cagurús. Ainda tem o final, que no Arcade é totalmente diferente da versão do N64. Mas tudo bem, quando vejo esse jogo lembro que achava o máximo a propaganda inicial quando ligava a máquina do fliperama onde aparecia o nome Ultra Nintendo 64… talvez se a Nintendo tivésse utilizado da mesma tecnologia do fliperama no hardware do N64, veríamos esse e outros jogos com um visual bem diferente e avantajado para a época. É um jogo memorável, marcou uma época e até hoje nas casas de fliperamas, eles estão lá, USA ou World e sempre tem alguém jogando para deixar a própria marca no ranking. No USA eu curto a música – Deadwood Ride – para mim é a música que marca o jogo e o torna inesquecível. Existem outras também que gosto, mas essa para mim é a TOP. Uma pena que jogando em 2 players, ou 4 nas versões posteriores o jogo perde a força e fica estranho, mas isso também acontecia com F-Zero X do N64, era só colocar em 4 players e o jogo decaía. Tirando isso, Cruis’n é único! Parabéns pela matéria e pela lembrança deste grande título de 1996.

  • lembro dessa epoca era um jogão, de vez em qd ainda jogo no emulador. pra ser sincero é um dos poucos de corrida q eu jogo junto com f-zero, mario kart e road rash

  • Rafa Malaman

    Esse era um dos jogos favoritos do meu pai (sim, você leu isso certo) nos anos 90. Ele chegou a terminá-lo no Arcade e fechou jogo, no Nintendo 64, em todas as dificuldades.

    Eu achava Cruisn’ USA bem interessante pela temática dele: atravessar os EUA passando por cenários que representavam as mais variadas cidades e estados. Na minha ingenuidade dos meus 12, 13 anos, eu acreditava que eram representações fieis e que havia mesmo um “túnel do dólar” em Washington 😛

    O jogo que mais se aproximou dele em tema recente foi o Need for Speed: The Run. Eu me apaixonei pelos gráficos e cenários fantásticos da cidade nesse. Porém, os tempos insanos de Loading e o modo história obrigatório recheado de QTEs fizeram com que eu não tivesse saco de chegar até o final desse.

    Por sinal, eu sempre sonhei com um “Cruis’n Brasil” ou algo parecido. Pena que esse tipo de jogo de corrida não é facilmente modificável. No entanto, seria deveras divertido passar por pistas estereotipadas representando o Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e rodovias como a Dutra e a Belém-Brasília.

    • Ricardo Cérbero

      Interessante a sua idéia, mas se a idéia é “estereotipar” estradas/ruas/cidades brasileiras, tem que ser um jogo de rali para aguentar o tranco.
      [rs]

  • diogo.j15

    nego vai te chingar por essa nota ai, kkkkk. otima materia brow, sem puxar saco, ate pq nao faz sentido, mas pra mim vc e o senpai sao os escritores q mais gosto daki.

  • Gostava muito deste jogo e no N64 era divertido também, mesmo com a implicação da Nintendo com os trajes da moça (por pouco não a transformaram numa freira, rsrs…).

    Porém se tinha um game que eu jogava mais do que Cruis’n USA nos fliperamas, este era o San Francisco Rush The Rock (que teve uma fraca conversão para o N64).

  • N64

    Melhor jogo de corrida de todos os tempos.
    Agora a versão do nintendo 64 com o project 64 dá um baile na versão de arcades,graficos muito melhores com antialiasing e filtros ligados rodando a 1920×1080,vejo no emulador e no fliper aqui da cidade e o do emulador está muito superior,o de arcade ficou para trás.XD Mesmo assim dou nota 10 para todas as versões de Cruins,USA.Abraços!!!

  • Eu joguei bastante Cruis’n Usa e World, tanto no Arcade quando no N64 ^^ Vi os comentários, e pqp… o arcade desse jogo realmente tinha em tudo que era padaria da época XD E foi numa delas que eu joguei ambos os games! Sempre que eu ia comprar pão era lei eu gastar o troco em fichas pra jogar uma partidinha… com o tempo eu fui viciando e comecei a precisar comprar o pão depois da jogada, pois eu demorava pra sair da máquina e o o negócio esfriava… ai era bronca da mãe na certa XD

    E foi muito bom alugar isso no N64, me rendeu boas gargalhadas no multiplayer, mas não escondo minha preferência pelo World, o 2º jogo da franquia ^^ Esse pra mim é o melhor XD

    E verdade seja dita: não tem muito do que reclamar desse jogo: quando ele nasceu, todo jogo de corrida tinha por objetivo apenas acelerar para vencer o tempo limite ou era Game Over, e a série Cruis’n não fugia disso. Só mais tarde com o lançamento de Gran Turismo é que a coisa começou a mudar, e isso demorou a acontecer. Então, para os que reclamam da simplicidade do jogo, pensem melhor a respeito, pois ele apenas seguia as regras ^^.

  • CODY

    Joguei bastante num arcade que tinha perdo de casa, mas foi no ano de 98 e 99, o jogo já não era mais novidade, mas jogar qualquer arcade de corrida nas cabines com volante, aumentava mto o fator de diversão e o realismo do jogo, me lembro até hoje na primeira pista, quase no final, a curva ‘ cotovelo” que tinha e eu virava o volante que nem doido para a esquerda, fora que era mais da hora jogar com uma mão só no volante, não me lembro ao certo o botão que eu apertava para mudar os modelos dos carros, mas sempre fazia isso e pegava o de polícia, bons tempos;

  • dorin

    AAAA! How amazing game! I like it! I like to see a new version)

    http://bestessaysonly.com/

  • Cadu

    Engraçado que eu gostava da versão de Arcade e a primeira vez que joguei a de 64 acabei torcendo o nariz e nunca mais joguei.
    E divertido a Nintendo tampar o biquini da moça do troféu e a galera lá atrás de trajes curtos do mesmo jeito… vai entender essa Nintendo! huahuahuahua

    Ah, não sabia da presença do jogo no Virtual Console… mas não iria adquirir, o nariz continua torcido! kkkk
    Muito bom o review, Trooper!
    Abraço

  • NEM ME VIU

    ANA MARIA BRAGA ATROPELADA PELA SEGUNDA VEZ?
    http://www.youtube.com/watch?v=kwMVuMq4aeM

  • barton

    Ah que saudades!!!

    Este jogo saiu bem quando eu estava na Oitava-Série, e pior que passava no bar que tinha este jogo antes ou quando a aula acabava mais cedo a noite. Ñ tinha hora e o bar sempre com grupos de pessoas para jogar este jogo.

    Nunca tive ou me interessei em ter o N64, màs desde meu primeiro computador em meados de 2000, sempre tenho a versão de arcade que rodo no mame119 e a versão do console o Project64.

    Bom jogo e boa matéria…