Retro Review: Castlevania: Symphony of the Night


Sempre adorei Castlevania. E esse era um dos games que eu achava que tinha sumido da era 16 para 32 bits, pois eu não tinha um Playstation, e não fazia idéia de que existia um Castlevania para ele. Eu estava na casa de um amigo mexendo nos CDs dele para achar um outro game pois não aguentava mais jogar Street Fighter EX (que ele era viciado), e me deparei com uma caixinha de capa interessante… Parecia um game meio medieval de espada ou algo assim. Capa muito bonita… Coloquei no Play e então vi o nome Castlevania! Quase caí para trás. Que alegria! Há muito tempo não sentia aquilo, pois já achava naquela época que Castlevania era um nome que já havia sido esquecido.

Comecei o jogo e já no início, antes mesmo do game começar, já tinha ficado impressionado com a qualidade dos gráficos e música. Era realmente algo que nunca tinha visto. E quando o jogo começou então foi impressionante. Aquela música, o Richter Belmont com aquele gráfico, o cenário todo detalhado e quase sem repetições de tiles! Meu Deus, era assim que o Play também deveria ter sido utilizado e não só com aqueles gráfico poligonais horríveis dos outros games! Assim me era apresentado Castlevania: Symphony of the Night, um dos melhores games que tive o prazer de jogar no Play Station.

Não lembro de ter ficado tão impressionado com a qualidade de um jogo em nenhum outro momento de minha vida gamística. Estava muito feliz de estar jogando com meu querido Belmont em mais um Castlevania! E logo de início dei de cara com o Drácula. A coisa já começou a sair do padrão e saiu ainda mais quando eles começaram a conversar com vozes de uma qualidade de filme.

Não entendia nada pois estavam falando em japonês, mais em algum momento o Belmont deve ter xingado a mãe do Dracula, porque este joga sua taça de vinho e se levanta enquanto fala alguma coisa do tipo “como é que é?” e vem para a briga. Que emoção para um início de game! Meu Deus!

Imaginem vocês: eu naquela época já achando que a minha fase de games tinha acabado, pois não gostava daquela jogabilidade 3D com aqueles horríveis polígonos, um rapaz que já sentia saudade de sua época mágica e que achava que os games estavam regredindo em todos os aspectos. Saí de minha casa para apenas tirar mais uns contras em um game que eu já estava de saco cheio, e acabei me deparando com uma de minhas franquias prediletas, com gráficos e músicas impressionantes, controlando um de meus personagens preferidos e já enfrentando um dos últimos inimigos mais clássicos de minha querida época… Era muita emoção, meu amigo não entendia muito bem o porque daquele meu sorriso de felicidade em jogar um game que ele, depois de jogar 2 minutos, tinha encostado em um canto. Mas eu não ligava, sorria mesmo.

Acabei por derrotar o Dracula em um luta que achei para lá de esquisita, pois venci de primeira o terrível vampiro que estava acostumado a me dar surras e mais surras. E foi sem maiores problemas, até porque fui salvo por uma menina que deixou o caçador de vampiros mais forte que qualquer outro personagem que já tinha controlado, e para piorar, era invencível. A nova geração “sem dificuldade” já começava a aparecer na era 32 bits. Claro que entendo que seria injusto morrer logo no início do game, ainda mais por ter sido jogado contra o Dracula antes mesmo de uma fase sequer, mas nós somos da era 8 bits não é mesmo? Estamos acostumados a ser normal morrer na primeira tela de um game.

Então, se eu já estava achando o game um pouco esquisito, logo depois de um texto enorme aparecer na tela com uma música digna de um filme AAA o game se transforma em algo que eu não estava preparado ainda para entender. Um cara de longos cabelos brancos vem correndo em uma floresta e se adentra para um castelo onde aparacem inimigos maiores que qualquer inimigo que eu já tinha enfrentado na era 8 bits. E o pior, sucumbiam com apenas uma espada daquele personagem que passei a controlar. É isso mesmo, uma espada em um game do Castlevania! Cadê o chicote? Cadê o Belmont? Por que estava agora jogando com aquele cara que parecia ter saído do filme entrevista com o vampiro? Por que ele era tão forte ao ponto de não ter nenhum desafio? Eu vou para de fazer perguntas?

E fica mais entranho ainda… Dei de cara com a Morte… Meu Deus, a Morte! Esse ou essa, pois eu nunca sei como devo me referir a ele, era o personagem que mais me deu trabalho, pois nunca tinha conseguido derrotá-lo no primeiro Castlevania, tomei muitas e muitas e muitas surras dele. E que gráfico, era simplesmente incrível a sua Sprite, incrível mesmo, aqui já dava para perceber que seria um game épico. E já estava me preparando para ter que me esquivar de uma tela inteira de foices em gráficos 32 bits quando ele roubou meus itens. É, não tava fácil para ninguém, os personagens mais incríveis da era 8/16 bits passaram a roubar para poder sobreviver. Ele vai embora com meus itens e nem me dá o gostinho de uma bela luta.

Mais uma coisa melhorou e muito, aquele cara de cabelos brancos já não era tão forte e o game começou a tomar forma. Uma música linda começou a tocar, com uma qualidade que nunca tinha ouvido antes, e apesar de ter qualidade de filme, tinha uma raiz bem forte na era 16 bits, há muito tempo não ouvia uma melodia tão maravilhosa. Depois de ser roubado pela Morte, tinha agora que matar os inimigos com socos, e ao detonar uma caveirinha vermelha, esta deixa cair um espada. Já pensei, deve ser igual aos castlevanias onde tem que ir aumentando o tamanho do chicote, mas dessa vez deve ser aumentando o alcance através de armas. Mas ao pegar a espada nada aconteceu, nenhum brilho de tela para mostrar que tinha pegado um poderoso item e o cabeludo ainda estava dando socos.

Mas em algum momento eu apertei start e um menu aparaceu, coisa que não existe em Castlevania e por isso eu nem tinha pensado em fazer. Equipei a espada e assim comecei a derrotar os inimigos com mais facilidade. Começava então a entender o jogo. E ficou mais fácil de entender ainda quando ao matar um esqueleto a palavra Level Up apareceu na tela. Era como se uma lâmpada surgisse em minha cabeça. Então passei a entender que se tratava de um game completamente diferente dos Castlevanias que estava acostumado a jogar, e começava a ficar muito triste com isso, pois o que eu queria mesmo era o meu game clássico do jeitinho que ele foi feito para ser. Não queria mais um game de fazer experiência, queria um game com desafios que exigissem habilidade e destreza e não paciência.

Mas felizmente comecei a pegar gosto pelo game assim que eu peguei a direção errada no castelo e caí direto contra um cavaleiro enorme segurando uma corrente com uma bola gigante na ponta, gráfico este que eu nunca tinha visto tão lindo. Nem imaginava que dava para fazer um inimigo tão detalhado, tão bem animado, tão grande e com voz e tudo. Aquilo me ganhou! Era apenas um inimigo comum, não se tratava de um inimigo de fase, e quando tentei derrotá-lo ele me massacrou com dois golpes. Um grande Game Over apareceu na tela e nem opção de continue eu tive.

Não senti raiva, senti gosto! Então passei a entender a proposta do game. Eu estava hipnotizado com aquelas músicas e com aqueles gráficos quando uma voz surgiu dizendo “Vamos jogar Street?”. Caramba, tinha me esquecido dele, nem lembrava que meu amigo ainda estava no recinto. Tomei um susto! A minha resposta foi “posso pegar emprestado esse game?” Quando ele falou que eu podia, debochando daquele CD, eu não queria demonstrar mas acho que até levantei minhas mãos de alegria. Joguei um pouquinho de Street e de repente… fiquei com uma “dor de cabeça” inexplicável, nossa, estava me matando! Me desculpei com meu amigo, pois tinha que ir correndo pra casa tomar um remédio antes que eu morresse, e foi assim que cheguei rapidamente na… casa do meu primo!

Eu tinha que mostrar aquele game para ele… Meu primo também sempre foi muito fã de Castlevania. Ao chegar na casa dele logo falei que tinha Castlevania para o play dele, e ele também não fazia ideia de que nossa séria tão querida já tinha sido portada para o 32 bits. Comecei a mostrar para ele o game e ele ficou muito empolgado quando viu o Belmont e o Dracula, mas quando mudou para o Alucard

Meu primo, o JC, não gostou nem um pouco, não que ele achasse ruim eu acho, e sim pelo que fizeram com a série, pois mudaram tudo. Ele torceu o nariz para o game na hora. Parecia até ódio. Apesar de tentar convencê-lo a dar uma chance para o game, eu consegui entendê-lo, pois ele tinha razão quanto a algumas coisas que ele dizia e na verdade foi até um profeta, pois esse game matou o Castlevania como era. A partir desse, todos os outros que sairam para gba, DS, etc, seguiram esse mesmo estilo de exploração e foram poucos os que mantiveram o verdadeiro estilo do Catlevania de fase após fase.

Existia um game que logo eu me lembrei ao sacar a proposta desse Castlevania, um game que tinha jogado muito e adorado: Super Metroid. A idéia de exploração em um game plataforma, onde é necessário coletar itens e armas para abrir passagem para áreas de um mapa sempre me faz lembrar de Metroid. A influência da franquia da heroína Samus nos Castlevanias vindouros foi tão grande que esse estilo de exploração hoje é conhecido como Metrovania, mas ainda naquela época, eu achava que o estrago não iria ser tão grande para a série, não achava que iriam abandonar o estilo clássico, achava que poderia manter os dois estilos e tinha gostado tanto da ideia que não conseguia parar de jogar aquele game na casa dele. Só tinha um problema: não tinha memory card…

Já que eu estava reclamando que a dificuldade do jogo estava muito baixa, este resolveu então passar a ser o Castlevania mais difícil que já joguei, pois a cada morte era Game Over e como o game não dava opção de continuar, tinha que começar tudo novamente. E morrer porque simplesmente tomou a direção errada no castelo era muito comum. E como sempre tinha que começar do início a cada morte, passei a perceber várias coisas, como por exemplo, se derrotasse o Dracula sem precisar da menina lhe salvar, sua energia com o Alucard começava maior. E conforme morria e lutava contra o Dracula seguidas vezes comecei a derrotá-lo sem ser atingido nenhuma vez por ele, o que me fez perceber que a energia aumentava ainda mais.

Em falar em energia, isso era outra coisa muito diferente, pois o game começa com a energia de forma clássica, com uma barra e depois fica em números. Mas é facíl de entender em se tratando de um game que envolve aumento de nível.

O que dizer dos inimigos. Logo se percebe ser o fator mais importante no game, a diversidade de inimigos e capricho em cada um deles. Eles são incríveis e passam a ser o aspecto principal do game. Eles são todos muito bem feitos, cada um com seu ponto fraco e forte. Alguns difíceis por habilidade, outros por causa de nível. Aquele inimigo que tem uma mina no rabo é incrível, muito bem pensado e bem feito, as moças dentro da rosa são inacreditáveis de bem feitas, passam a impressão do game ter levado anos para ser feito. Nunca tinha visto gráficos tão lindos.

E quando chegamos então no primeiro chefe do game é para empolgar de vez. Dois inimigos juntos e um esquema muito interessante para derrotá-los, onde é necessário o uso do escudo, outra grande novidade em Castlevania. E aquela música de inimigo era realmente eletrizante, perfeita para uma grande batalha.

O chefe vencido e a habilidade adquirida abriam novas áreas, e essas áreas tinham muitos novos inimigos. Eles não paravam de aparecer, não existia aquela repetição que estava acostumado em outros games da série. Acho até que esse é o game que mais tem inimigos diferentes. São muitos. Até dicionário deles tem, e em falar nisso, existe um bibliotecário que vende itens e com ele é possível verificar aspectos do game. Consultar o dicionário dos inimigos é muito importante, pois ele traz informações dos itens que eles podem derrubar e se você já conseguiu ou não.

Alguns elementos clássicos de Castlevania ficaram intactos, como os coraçõezinhos e os itens como o famoso machado e a faquinha. Mas existia muito mais novidades do que elementos clássicos nesse game. Existiam as transformações: Névoas, lobo, morcego (igual ao III), etc. E isso me fez perceber que o Alucard era um vampiro. Assim logo lembrei do Kid Dracula, e até hoje ainda acho que são os mesmos. Uma coisa muito legal no nome Alucard é que quando lido ao contrário, temos então o nome Dracula. Sempre adorei esse negócio, e isso mostra o carinho que tiveram com o game e com esse personagem. Como por exemplo a asa do morcego ficar da cor da capa do Alucard. Detalhes e mais detalhes. Como dar load em um caixão, ganhar vida com sangue, etc. Castlevania sempre foi muito conhecido por suas músicas incríveis e esse game manteve essa maestria com louvor. São todas lindas e com uma qualidade incrível.

Mas é claro que nunca consegui chegar muito longe nesse nível Super Hard (sem ter memory card). Eu era derrotado logo depois de derrotar o Dubleganger na primeira vez que ele vem, em uma luta muito legal de Alucard contra Alucard que só havia visto algo parecido na séria Mega Man. Lutar contra ele usando escudo e faquinha era muito legal! O local que me derrotava era exatamente ao tentar subir o relógio e aí que me lembrou a sérei clássica mesmo, pois sempre era a fase mais difícil do jogo. E foi lá onde encontrei o inimigo mais filho da puta que existe na franquia Castlevania: as malditas cabeças de medusa, que mesmo em um game de fazer nível, conseguia me arrancar gritos de raiva quando elas jogavam Alucard nos espinhos que me arrancavam quase a vida inteira do vampiro.

Quando finalmente meu primo Jonathan, irmão do JC, comprou um memory card (ele também gostava muito do game, ainda mais depois que eu consegui uma cópia em inglês) passei a entender melhor a história, e gostei muito do que estava acontecendo, pois fazia muita referência aos personagens clássicos, e saber que o Richter ainda tinha um papel tão importante na trama foi incrível. Logo na segunda parte do game ao chegar até um relógio, Alucard encontra uma loira vestida de verde chamada Maria, logo percebi que se tratava da Maria salva no Castlevania X do Snes, jogo que eu simplesmente adoro e que para mim é o melhor da série. Durante o game você encontra ela em vários lugares, mas o mais interessante é na parte da Medusa, pois ela ao conversar com você cita o nome Belmont, e aparece um balãozinho com a imagem em sprite do Richter, mas automaticamente o Alucard lembra do Trevor, aparecendo a sprite 8 bits dele em balãozinho. Que maravilha ver aquela referência! Aquele sprite 8 bits naquele game, foi muito bom ver isso.

O Alucard lembra do Trevor porque este foi o Belmont que o acompanhou durante a aventura de Castlevania 3, e eu não tinha associado o vampiro ao personagem deste game porque sua sprite não tem nada a ver com a do Symphony of the Night. Esse game reformulou muitos personagens e deixou eles como conhecemos hoje. O próprio Dracula era sempre um cara de cabelos negros, sem nada demais, nunca tinha achado ele interessante como personagem na era 8 bits, apesar de ter batalhas incríveis contra ele. Aqui ele foi reformulado e realmente emplaca como o respeitável senhor das trevas. E a partir desse game ele continua a ser retratado assim.

Outra novidade são os familiares, que eu não gostei nada, para mim é modinha pokemon. Outra novidade eram itens de invocação, que traziam  lindas imagems que com um efeito de luz fazia algum estrago nos inimigos ou curava o vampiro. Mas eram todas muito lindas. Se desse para imprimir em grande resolução seriam facilmente quadros para ser pendurado em qualquer parede de bom gosto.

A primeira vez que você encontra o Richter, ele está sentado em um trono como se fosse o Dracula que a família Belmont derrota a cada 100 anos. E para mostrar como ele está maléfico, ele invoca os três amigos de Alucard do Castlevania 3 em forma de zumbi para enfrentá-lo. Sempre achei muito sádico isso. Você enfrenta de uma vez: a maga, o pirata e o próprio Trevor Belmont, mas percebendo estar em corpos já em decomposição. Esse game é meio forte mesmo.

Outra parte que mostra essa ousadia no game, é quando Alucard enfrenta a demônia Sucubus que faz ele lembrar da Mãe dele que morreu crucificada pelos humanos em praça pública. Quem sabe ele vendo isso ele não se voltaria contra os humanos, mas esse é também o motivo do ódio pelo Pai, que não levantou um dedo para ajudá-la. Essa demônia ruiva vem lhe enfrentar com uma música incrível, e em sua sprite ela está com seus seios a mostra, coisa que nem imaginávamos que um dia poderia acontecer em video game. essa batalha sempre me faz lembrar de um dos aspectos que considero o pior defeito desse game: ter nível.

Essa luta com a Sucubus tinha tudo para ser um batalha incrível, cheia de esquemas para fugir se seus ataques e hora certa para atacar. Mas dependendo do nível que o Aucard está, ela fica muito fácil e isso acontece no game inteiro. E ao contrário de muita gente, eu fazia de tudo para ficar com nível baixo para enfrentar os inimigos e ter uma bela luta no estilo 8/16 bits. Mas isso também causava problemas, já que as vezes eu estava com nível muito baixo para enfrentar certos inimigos, o que fazia demorar muito para poder derrotálos com aquela merreca de energia que meus golpes tiravam. Isso se transforma em um inferno, onde é necessário ficar calibrando o nível do personagem, e eu nunca sabia se estava apanhando do inimigo por falta de nível ou por falta de habilidade. Eu sou contra a ter nível em Metrovania. O próprio Metroid não tinha nível, e as lutas contra os inimigos eram sempre incríveis e memoráveis, algo que eu entendo que se tivesse sido utilizado em SOTN, deixaria o game muito mais atraente e envolvente.

Ao finalmente chegar no topo do castelo, o mesmo local que o game começa, ao chegar no trono, não é o Dracula que está lá e sim o Richter. E o que ele diz faz muito sentido e até passa a impressão de que ele não está sendo controlado que era a explicação que eu tinha e é o que ele realmente está fazendo por ele mesmo. Ele diz que está tentando ressuscitar o Dracula, pois ele apenas ressuscita em 100 em 100 anos e como ele já o derrotou, a vida dele não tem mais sentido, mas se ele conseguir ressuscitá-lo então poderão ficar lutando durante toda a eternidade. Faz muito sentido. A história desse game é realmente muito boa.  Depois de derrotá-lo em uma luta incrível ao som de uma música maravilhosa que faz referência a primeira música de Castlevania X, ele diz, “então minha vida chegou ao fim, para que serve o pastor se não existe o lobo”.

Mas é claro que assim que você o derrota e o game acaba, dá para perceber que ainda tem coisa pra fazer, pois é inconcebível matar um Belmont. E logo saí procurando alguma forma de salvá-lo, pois apesar do game já ter sido bem longo, ainda haviam várias parte do mapa que eu não tinha ido, e depois de muita coisa ser feita, juntei os anés necessários para conseguir ver o Bruxo que está controlando o Richter. Dessa vez basta fugir dos ataques do Richter e atacar somente o bruxo, e assim o herói é salvo. Só que para minha surpresa, realmente ainda tinha muita coisa a ser feita.

Eu pensava que ao salvá-lo, o game iria apenas ter um final diferente e pronto, mas não foi isso que aconteceu, pois um marcador mostra que apenas 50% do game foi completado, e aquela teórica última sala do game se torna o ponto de entrada para um novo castelo inteiro para ser derrotado, só que dessa vez de ponta cabeça, um reflexo perfeito do castelo inicial. Essa foi uma forma muito interessante e bem inventada de reaproveitar a programação do game e criar muito mais conteúdo, e isso foi muito bom, pois assim deu para enfrentar muitos dos inimigos clássicos que não podiam ficar fora do game. Realmente não fazia sentido ver a morte no início do game e não enfrentá-la.

O castelo de ponta cabeça ou espelhado não tem a mesma qualidade que o castelo normal, mas é bem interessante. Nele enfrentamos a morte, e é bem legal, pois tem as foices clássicas em uma batalha bem sofisticada. E os inimigos de tela ficam cada vez mais impressionantes, como um inimigo nojento que é o cadáver de um gigante pendurado por ganchos, cheio de moscas gigantes voando ao seu redor para matar, um inimigo que se transformaria em um chefe clássico, que é uma bola cheia de tentáculos coberta de corpos, e um inimigo muito difícil e gigante que era o chefe final de Castlevania Kid. Ele lembra os Weapons do Final Fantasy 7, pois é mais difícil que o Dracula.

O Dracula no final não me empolgou muito, ficou muito diferente das lutas clássicas e desde o início já vem em forma de monstro, isso além de sofrer o mesmo problema que todos os outros: ele fica muito fácil dependo do seu nível. Acho que os inimigos principais deveriam se ajustar ao seu nível e ficar sempre relevantes… Acredito que seria a única forma de compensar o fato de ter nível em um game assim.

Eu daria 100% para esse game, pois apesar de gostar mais do estilo clássico do Castlevania, gostar mais de desafios de habilidade e destreza, eu não posso deixar de encarar a verdade de que se não tivesse surgido SOTN, talvez Castlevania seria mais um dos nossos queridos games largados e esquecidos no tempo. Essa remodelação era necessária para a sobrevivência da franquia, pois na época 32 bits o estilo de games por fases já tinha sido deixado para trás. E também porque tirando o meu primo JC, não conheço ninguém que não tenha gostado desse game e gastado horas e mais horas nele com muito gosto.

SOTN é tão vasto e cheio de coisas para fazer que o meu irmão Fernando e meu primo Bruno jogavam juntos viciadamente para fazer tudo o que era possível se realizar no game, o que envolve muita paciência e muito tempo, pois é preciso pegar todos os itens dos inimigos, e alguns deles são muito difíceis de “cair” deles. Eles revezavam os controles, e uma vez conseguiram pegar um item super raro, mas ao irem para a próxima sala salvar o jogo foram mortos por um daqueles cavaleiros super fortes que tem no relógio. Hilário (pra mim, é claro)! Meu outro irmão, o Felipe, e meu amigo AleHelsink também já depenaram SOTN inteiro, e meu amigo Cadu termina ele uma vez por ano ou mais (sim, ele é exagerado)! O game tem muita coisa para ser feita, eu mesmo nunca tive a paciência de fazer tudo.

Após terminar o game, é possível jogar com o Richter, mas é apenas um bônus já que dá para perceber que não foi feito para realmente fazer parte do jogo, mas é bem divertido e ele é muito poderoso. Mais forte que o Alucard. Esse game também saiu para o Sega Saturn onde dava para jogar com o Alucard, Richter e Maria. Tem partes do castelo novos como a prisão por exemplo e mais músicas. E essa versão foi portado também para o Castlevania: The Dracula X Chronicles do PSP que contém a história completa, já que tem o Castlevania X (versão original e a versão refeita em 2.5) e o SOTN. Os gráficos desse jogo impressionam não só em suas sprites e cenários, mas na arte do manual, do menu com os personagens, adoro esse tipo de mangá. E para mim possui uma das melhores trilhas sonoras de todos os tempos com certeza.

Eu joguei e terminei todos os outros MetroVanias que saíram depois de Symphony of the Night e nenhum deles conseguiu chegar perto deste em diversão, música, gráficos, tamanho, história e principalmente qualidade, e estamos falando de games que vieram até 10 anos depois! E Castlevania Symphony of the Night foi uma continuação direta de um dos melhores games clássicos da franquia, Akumajou Dracula X Chi no Rondo, conhecido também por Castlevania Rondo of Blood, para PC Engine CD, e está recheado de referências à série clássica. Sem dúvida nenhuma, é um dos 5 melhores games de Playstation, e tenho dito!

Fim


Sobre TH

Contador de histórias apaixonado por games antigos, o cara não poupa palavras para descrever as suas aventuras gamísticas e os grandes jogos que fizeram parte da sua infância e adolescência. Não fale mau da CAPCOM perto dele!
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  • Bravehunter

    Pra mim é o melhor jogo da franquia disparado! Quando começo a jogar, não tem hora pra parar =DD
    Belo review!

    • TH

      Realmente tem um fator viante muito alto, além de fazer as horas passarem voando, rs. Valeu Bravehunter

  • luiz felipe mitterofhe

    Belo post, um dos melhores q já li. Realmente concordo com vc, na época q o play 1 surgiu, pra mim os games perderam um pouco daquela magia, da diversão. Passou a ser mais exibição do que um jogo propriamente dito. Há exceções, claro.

    E com o fim das locadoras  por caisa da pirataria …

    Enfim, na minha humilde opinião, Castlevania é um daqueles jogos q jamais deveria ter saído do 2D, no máxima uma jogabilidade 2D com gráficos em 3D. Mas sem passar disso.

    E tmb concordo com vc TH, esse lance de colocar experências, níveis e exploração no Castlevania, teve a sua importância, mas a Konami jamais deveria ter esquecido da jogabilidade clássica do jogo. Acho q tinha q ter duas séries de Castlevania, uma clássica e outra de exploração, e sempre em 2D.

    Flw!!!

    • TH

      Valeu Luiz Felipe, fico muito feliz!

      Não havia a necessidade de matar o tipo clássico para começar um novo. E para mim esse game poderia pelo menos nos inimigos de tela, os bosses, poderia sempre nivelar o nível com o nível do Alucard assim o game sempre teria relevância nas batalhas e isso lembraria pelo menos um pouco nosso estilo clássico.

      Valeu.

      • Jeff Sousa

        Pelo menos no Wii tem a série Rebirth para Wiiware, que são jogos clássicos com jogabilidade intocada e gráficos 16 bit (só me lembro do Castlevania e do Gradius). O único ruim é que o jogo é meio curto, mas é bom pra quem sente saudade da mecânica por fase, ao contrário do estilo Metroidvania.

        • Desenterrando o tópico kkkkkkkkkk Adorei os games da série Rebirth!! Terminei Gradius e Castlevania Adventure, o Contra parei perto da metade!!

  • Kanonclint

    Belo  post TH , meus parabéns cara.!
    Bom , SOTN sem duvidas é um grande jogo, mas eu não acho ele, essa ” coca-cola” toda não. Eu me diverti pacas com esse game, acho que foi um capitulo importante na historia da franquia como um todo, mas para por ai.
    ALGUNS, jogadores da chamada “Geração Playstation” , ( aqueles que detonaram seus primeiros games no console da Sony) , e principalmente os fanboys , idolatram SOTN , como se fosse o Castlevania definitivo, algo que na minha opinião, ele esta longe de ser.
    Discordo quando vc diz que se não fosse por SOTN, Castlevania correria o risco de ser mais uma serie esquecida. 
    O fato de SOTN ser o único “metroidvania” a ser lançado para os consoles de mesa, significou que a Konami queria mesmo era que sua serie vampiresca se consolidasse no universo dos poligonos. Mas nem todo mundo estava preparado para se aventurar nesse novo mundo virtual, e logo após os pavorosos episodios para o N64, deu para perceber que konami fazia parte desse time.
    Aliás, eu acho que ela ainda FAZ parte do time de incompetentes “poligonalmente” falando, já que Lords of Shadow, ( um dos melhores Castlevanias de todos os tempos, na minha opinião) foi desenvolvido pela MercurySteam , com supervisão da Kojima Productions, bom mas isso é assunto para outra ocasião.

    • TH

      Valeu Kanonclint.

      Eu ainda acho que graças ao SOTN que essa franquia continuou a ganhar títulos. Imagina se tivesse sido lançado apenas o do 64. Com certeza teria ido para o vinagre o nome Castlevania e eles não iriam saber o que fazer com a série. Na minha opinião é claro.

  • É uma pena a geração atual de videogames terem deixado de lado esse estilo de Castlevania, com certeza SOTN é um dos melhores no estilo já lançado, mas discordo de vc quando diz ser esse o melhor, em minha opinião Castlevania Aria of Sorrow de GBA esta no mesmo patamar que SOTN. Jogar com o próprio conde é simplesmente demais, inesquecivel, e a jogabilidade e história são fantasticas!! Eu diria que eles empatam.

    Eu costumo dizer que SOTN é o Castlevania feito pra vc se sentir o Superman. Vc mata, esculacha, da magia e ri do poderoso chefão de fase não aguentar 2 ou 3 pancadas suas. Cá entre nós TH, nós crescemos sendo massacrados inumeras vezes pelos inimigos de Castlevania, esse jogo deu a chance da desforra, a hora da vingança, e faz isso muito bem.

    É claro que eu entendo vc quando diz que a dificuldade faz falta, e ate concordo que seria interessante passar o jogo com os adversários se adequando a seu nivel, porem mesmo sem isso SOTN tem um fator diversão tão IMENSO que foi um dos poucos jogos com pouca dificuldade de que realmente gostei demais.

    Eu tambem sinto bastante falta do estilo antigo de Castlevania, acho que eles deveriam fazer um novo nesse estilo tambem, mas adoro demais esse estilo Metrovania. Seria bom se como vc disse eles pudessem manter a série variando entre esses 2 estilos. Infelizmente a Konami assim como geral prefere o 3D. Sinceramente ate hoje não consegui gostar de nenhum Castlevania 3D. O Lords of Shadow que foi tão aclamado pela critica e teve um dedo de Hidel Koshima era minha ultima esperança. Mas assim como os outros passou em branco, ele é sim o melhor Já feito em 3D, porem tem um monte de besteiras e palhaçadas no meio do jogo que eu simplesmente não consegui entender, e se era pra rir, eu passei batido pela piada. Assim como Kojima fez com Metal Gear 4…AFF…que aconteceu com vc Kojima ? Vc era meu idolo pow…Fumou Crack ???

    Finalizando mais um mega comentário onde eu misturei tudo e acabei falando sobre nada *_* Ta muito bem mandado o seu post TH, o nota é perfeita, pois esse jogo realmente chegou muito proximo da perfeição. A unica falha que ele possui é, assim como vc comentou, o fato de ao ser zerado e novamente jogado com Richter vc sentir facil que ele NÃO foi feito para jogar com o Richter. Se o jogo fosse completo para esse segundo personagem eu acho que a nota seria facilmente 10 !

    Abraço galera Retrô

    Obs: Vou jogar, seu post me empolgou a terminar de uma vez o segundo castelo : )

    • Kanonclint

      É Bruno , respeito a sua opinião, mas acho que não tem nada de besteira na historia do Lords of Shadow não cara. Aliás , o Kojima não meteu o dedo ( ui !!!) em lugar algum do jogo.Seu papel se limitou-se apenas a supervisionar a produção, e nada mais. Acho até que serviu também como estrategia de marketing ” Uau , agora o Kojima esta fazendo o novo Castlevania, agora eu compro “, podes crer que isso passou pela cabeça da Konami.
      Se vc jogou LOS até o fim, e mesmo assim achou o enredo besta, blz, eu continuo respeitando. Caso contrario, eu recomendo que dê mais uma chance ao game, garanto que sera uma experiencia surpreendente.
      Outra coisa , LOS na minha opinião resgata muito das raizes de castlevania, o jogo agora é dividido por fases, temos um belmont, temos a melhor representação do chicote , temos vampiros, lobisomens , chefes gigantes, magias, exploração, castelos , e claro…… o dracula.
      Por fim o proprio produtor do game, revelou que sua maior inspiração para o game, foi aquele, que eu considero o melhor game da série : Super Castlevania IV.
      abs Bruno !!!

      • Falae Kanon ! Td na paz ?

        Pois é cara, Lords of Shadow realmente não fez a minha cabeça, e olha que ele foi o primeiro jogo que comprei pro meu ps3. Ou seja fui na maior fé pra jogatina e realmente eu senti uma jogabilidade meio estranha, uma tentativa de mistura de God of War com momentos de Shadow of Colossus que pro meu gosto não pegou muito bem.

        O jogo tem graficos lindos e cenários muito detalhados e bem feitos, assim como uma boa história.

        Para um Castlevania 3d foi realmente uma grande melhoria, mas eu achei que pra um Castlevania em geral ainda ficou devendo um bucado aos clássicos 2d.

        Em relação a palhaçada Kanon, eu me refiro aquele “bichinho from hell” chamado de chupacabras. Cara, aquela coisinha vem, rebola, dança, te pertuba, te faz de palhaço e simplesmente quebra por completo a seriedade que o jogo estava tendo.

        Mas essa é minha opinião mano, não achei muita graça no jogo, porem obviamente tambem respeito a sua opinião sobre o jogo, que alias é a da grande maioria : )

        Em relação ao Kojima, como eu disse ele tem um dedo no jogo, e acho que foi um dedo podre kkkk. Porque cara, compare a dancinha completamente fora de ambiente do Chupacabras com uma certa dancinha ainda mais fora de ambiente do Ocelot em Metal Gear 4. Eu achei que ficaram bem parecidas rsss

        Uma abraço mano!!

        • Kanonclint

          Cara , o mais cômico , é que depois da dancinha o chupacabra da um tapinha na bunda, e rebola , muito hilário aquilo, para não dizer tosco. Aquilo foi a unica coisa que eu não gostei no jogo, era o maior atraso de vida .
          Valeu Bruno, estamos ai !!!

    • TH

      É verdade Bruno, dá um gostinho de vingança massacrar os inimigos dessa vez, mas logo ficamos frustrados e sentimos até saudade daqueles buracos sem fundo, rs.

      Aria of Sorrow é legal, até tem o Alucard, mas para mim nem chega perto de SOTN em qualidade. SOTN é uma obra prima.

      O Lords of Shadow é muito bom. Eu que torço o nariz para 3D, acho q fizeram uma obra prima. O que me irritava era a falta de “Castlevania” no game. Não tinha muita relação. Mas ao chegar no final, meu Deus do céu, que coisa maravilhosa. Fiquei deslumbrado. Quase como o filme Sexto Sentido. Valeu casa segundo jogado no game.

      Bruno, eu tb fiquei com muita vontade de jogar ao escrever, rs.

      Muito Obrigado Bruno! Fico muito feliz XD

      • Então TH, não só fui jogar o jogo como tambem fechei, eu ia fazer porcentagem alta e etc, mas pow…to podendo não, quando saraivei de pancadas o Galamoth vi que era hora de terminar o jogo, afinal mais dificil que ele não viria mais nada rss

        E mais uma vez valeu pela materia, graças a isso terminei mais 1 da minha lista pra 2012 : D

  • Luiz

    “Não entendia nada pois estavam falando em japonês, mais em algum momento o Belmont deve ter xingado a mãe do Drácula” – Na época não entendia nem mesmo inglês, quando joguei pela primeira vez, mas lembro que imaginei a mesma coisa, e pensei comigo mesmo “Colocar a mãe na conversa não é legal”. Foram ótimos tempos jogando o SOTN, tanto que foi o primeiro CastleVania que eu joguei por inteiro, e me fez pegar gosto pela série. Embora não tenha muita chance de jogar os novos que saíram, duvido demais que algum seja tão divertido (porém fácil) como este jogo. 

    Lembro-me também, que quando criança, achava o SOTN extremamente difícil, e morria demais, tanto que eu joguei uma tarde toda (aproximadamente umas 5 horas seguidas) e só cheguei na parte onde você enfrenta você mesmo, e empaquei ali porque não conseguia passar, mas, com muuuuito suor, consegui, e logo um pouco na frente, tinha aquela parte que você tem que correr como Lobo, e pular, antes que o chão caia; Nunca fiquei tão emputecido na minha vida! Tentava e tentava, e não passava, tanto que pedi ajuda pro meu irmão (que no caso, é o Thiago, escritor dessa e outras matérias maravilhosas) então ele veio me ajudar, e em duas tentativas passou como se não fosse nada! Porra, e eu tentando passar tinha mais de uma hora junto de um amigo meu.

    Isso e outras coisas que o Thiago me ajudou no SOTN, tanto a passar de partes que eram dificeis pra mim, quanto sobre o segundo castelo e tudo mais, devo agradecer por ele ter o jogo em casa, pois graças a ele tive um dos melhores tempos da minha vida jogando O SOTN quando criança; Graças à ele consegui jogar coisas que me marcaram profundamente, como Paper Mario, Yoshi’s Island, Rock ‘n’ Roll Racing, Mario Party, Final Fantasy Tactics, entre muitos outros … mas estou divagando, desculpem. Obrigado novamente, ao meu irmão Thiago, e ótima matéria, como sempre!

    • TH

      Muito bem lembrado meu irmão. essa parte de subir com o cachorro nas escadas é a parte mais difícil do game. Tanto de fazer como de sacar o que tem que ser feito. Um verdadeiro saco, rs.

      Muito Obrigado pelo comentário meu irmão, não sabia que tinha lhe ajudado tanto a gostar desse e de outros games, fico muito, muito feliz! XD

  • Rummenigge

     Venho da geração Nes, mas confesso que nunca tinha jogado a série Castelvania, só ouvia ótimos comentários acerca da bandida. Comprado meu pc em 2007 e munido de uma maravilha chamada EMULADOR lancei-me na empreitada de visitar cada jogo da série a começar pelo primeirão do Nes. Zerado o 1 (travado no 2 ) e zerado o 3, soltei um CACETE: acabei de achar mais uma de minhas BIOGRAFIAS! Mais à frente, jogando o “Sinfonia da noite” v o quão incrível foi a evolução que a série tinha sofrido. Que maravilha! Hoje sou fã incondicional de toda a série clássica (falo das verões q possuem jogabilidade 2d, não as cagadinhas do Nintendo 64 e outras q fogem do padrão original). Tenho um verdade fetiche por essa franquia e lastimo que muito jogador imagine que esse sistema implantado no Simphony acabe aí; as versões de Game boy advanced (Circle of the moon, a exemplo) assim como as do Nintendo ds (Dawn of sorrow e outras) seguem exatamente essa premissa estrutural misturando “ação e elementos de rpg”, Se não jogaram, JOGUEM JÁ! Sem dúvidas não se arrependerão!

    • TH

      Com certeza, os de gba e DS são muito bons tb. No Castlevania: Portrait of Ruin acontece uma coisa que é simplesmente incrível!

  • Gillian

    Jogar Simphony em  Wide Full (com o patch é lógico) no pacote do Dracula X Remake do PSP é muito bom = Tradução revisada e melhor resolução. Esse jogo nunca enjoa. Ficou bom o texto! Parabéns…

  • já joguei e zerei esse game de cabo a rabo uma 8 ou 9 vezes. e em tudo que em versão americana e japonesa e em todos os consoles. pelo menos no Saturn, da para ir com a Maria e tem fases novas por lá. nunca enjoo de zerar SOTN. e até hoje nunca fizeram um game que superasse este. o que chega mais perto é o Dawn of Sorrow do NDS.

    • Gillian

       No PSP tem a Maria “liberada” também Leandro…

    • TH

      Concordo com vc Leandro, foi o que chegou mais perto mesmo, mas o Castlevania: Portrait of Ruin tem um momento que  é simplesmente incrível, se vc jogou deve saber do que estou falando.

      • seria a invocação dos 5 maiores herois da série num unico ataque? ou ver o filho do Alucard naquele estado? ou a batalha final com a Morte e o Drácula?

        • TH

          Ambos. Mas a batalha contra a morte e o Dracula juntos é simplesmente demais. ainda mais pq ela olha nos livros e diz que isso nunca tinha sido visto antes. Lógico que se referindo a franquia Castlevania. Adoro esse tipo de referência! E a Morte dizendo, vamos mostrar nosso poder combinado para esse dois, é incrível. Até tremi na hora ,rs.

  • Hely

    Poxa vida TH: já estava com saudades dos seus reviews
    nostálgicos mas nesse do Castlevania você detonou: já li uns 50 reviews ou mais
    de Castlevania SoN e posso dizer que esse que você escreveu é o melhor
    disparado XD

     

    Inclusive até já imprimi…=D

    Me fez voltar ao longínquo ano de 1997 lembrando que eu jogava o jogo japonês
    sem memory card e muito dos itens não sabia pra que servia…lembro que uma vez
    cheguei a esse inimigo que você se referiu(o ultimo chefe do Dracula Kid) e
    passei ele porquê devido ao idioma japonês sem saber estava equipado com o
    amuleto que transforma o raio que ele solta em energia…só que posteriormente
    fui morto por uma caveira verde que solta um laser que arranca mais de 100
    pontos de energia…já estava com umas 4 horas de jogo…aí voltei no começo do
    jogo e novamente quando cheguei nesse chefe todo confiante ele me arregaçou
    porquê não sabia qual era o item que trransforma raio em energia, e nem se eu o
    tinha pego…

     

    Concordo plenamente com você quando diz que o PSX deveria ser
    utilizado como foi em SoN e não com aquelas coisas horrorosas com Rascal, Croc,
    Jersey Devil, Tomb Raider entre outras tranqueiras…se for contar por mim os
    videogames atuais só teriam jogos 2D…aliás 3D eu torci o nariz desde a
    primeira vez que vi Star Fox, meu amigo endeusando o jogo e eu disse pra ele
    que se quisesse ver quadrados ia jogar Atari….

     

    Você também está certo em dizer que foi a partir da geração
    Preisteichon que a dificuldade foi amaciada ao extremo: embora no Mega e Snes
    as softhouses diminuíram ela um pouquinho em relação ao Nes, no PSX ela praticamente
    foi eliminada, ainda mais se formos contar com o advento do Memory Card…

     

    Morri de rir com a parte da voz que surgiu dizendo “vamos
    jogar Street”…kkkkkkk…aliás fala pro seu amigo que Castlevania tem um
    pouquinho de Street também: os comandos das magias são similares a algums
    comandos da Street…até nisso dá pra ver o capricho da Konami….XD

     

    Aliás considero Castlevania SoN ao lado de Final Fantasy VII
    e Rockman X4 como os melhores jogos do PS-X…só peca pelo fator dificuldade
    que é muito pequeno, acho mais pelo fato dos poderes do Alucard de se
    tranformar, sugar energia entre outros…inclusive eu sempre faço o código de
    sorte pois com ele você começa bem mais fraco…pena que depois alguns níveis o
    Alucard fica overpower de novo…

     

    Aliás TH: você já jogou o Castlevania Order of Ecclesia do
    DS? Ele é o disparado o mais difícil desses “metroidvanias”….

     

    PS: parando por aqui, se não o meu post vai ficar muito
    grande…hehehehehhe=P

    • TH

      Nossa Hely, muito obrigado mesmo! Fiquei muito feliz! Eu estou sem tempo para escrever por inúmeros motivos, mas felizmente sem querer esse texto fluiu muito bem XD.

      Eu tb só passei o último inimigo do Dracula Kid devido a esse item,rs. Ele é muito casca grossa.

      O PSX poderia ter produzidos ótimos games 2d com Sprites maravilhosas como esse e o Valkarie Profile.

      Sim, 16 bits amaciaram bastante a dificuldade em relação aos 8 bits, mas na medida certa, agora a partir do 32 bits, eles chutaram o balde “Vc morreu, mas tudo bem, não tem problema começa daqui mesmo”, rs

      Outra coisa que esqueci, os comandos tipo Street que faziam magia e até mesmo golpe de armas, muitio bem lembrado Hely.

      Quando falei um dos 5 melhores, tb pensei nesses + o Final Fantasy Tactics e Resident Evil.

      Eu não lembro de ter achado o Order of Ecclesia difícil… Mas minhas lembraças são começam depois de 10 anos, rs.

      Valeu mesmo Hely pelo comentário e elogios!

  • Jeff

    Falar de Castlevania é de certa forma, muita responsabilidade. Parabéns pelo post TH. Falar de bons games e ainda à sua maneira nostálgica de se expressar, só engrandece o conteúdo.
    Eu já estava quase sendo “enganado” pelos gráficos 3D do PSX, quando me dei de cara com SotN. Infelizmente não tenho muitas lembranças da jogatina. O curioso é que eu cheguei a terminar o game. Mas mal sabia que havia ficado muita coisa pra trás. Existem relatos de ser possível alcançar mais de 200% de jogo completo. Isso é verdade?
    Bem, acho que a idade e as responsabilidades acabaram tirando um pouco do impacto que este game poderia ter me causado. Isso atrapalhou e muito a minha vida gamer exatamente quando esta maravilha de jogo foi lançado. Mas que bom que ainda podemos rejogá-lo novamente.

    • Hely

      Jeff:

      Jogando sem usar bugs o máximo é 200.6%. Agora usando bugs e truques como aquele pra sair do castelo e acessar a parte subterrânea do alçapão no começo do jogo vi relatos de conseguirem mais de 400%…

      E vale a muito a pena o esforço de conseguir os 200.6 % XD

      • Com certeza vale! É um dos motivos pelo qual vale o replay do jogo, caso vc não tenha feito isso na primeira vez que terminou.
        Agora, não sabia dessa de 400%, Hely. Talvez eu tenha um novo objetivo pra quando for jogar esse jogo em 2012! =D

        • Hely

          Pois é, só que você vai ter de baixar todos os tutoriais de glitches que achar na net pra isso…rs

          • Putz, tô ferrado! hahahaha!Mas vou procurar!

    • TH

      Muito obrigado Jeff, as vezes fico sem jeito pelo meu jeito de escrever que acabo mais relatando mesmo a minha experiência. Mas fica nostálgico e os comentários dos leitores tb. Fico muito feliz com o seu elogio.

  • Esse foi um dos jogos que comprei com meu PSX, outro foi Wild Arms. Sempre gostei de Castlevania, e no começo meio que torci o nariz por causa desse jogo, mas daí você começa a jogar e começa a perder horas explorando as salas do castelo do Drácula palmitão! A trilha sonora vish, é um caso a parte! Curti o review, pena que estava curto, uahuhauhauhuahuahuhauh abraço!

    • TH

      kkkkkkkkk, ficou curto né, rs.

      Obrigado Richard e realmente é impossível não gastar horas e mais horas nesse game.

  • Caraca, TH. Apesar de tudo, não sabia que vc tinha conhecido o SOTN dessa forma.
    “não tava fácil para ninguém” foi foda, nessas condições o diálogo com a dona Morte poderia ser algo tipo “Ah, Alucard. Eu poderia estar matando por aí, mas só estou pegando seus itens”. huahuahuahuahua
    A desculpa da dor de cabeça foi ótima! kkk
    Outra observação do que vc escreveu: a música de batalhas com chefes! Vc descreveu muito bem isso, é de fato “eletrizante” e “perfeita para uma grande batalha”. Aliás, que trilha sonora a do jogo.
    E as cabeças de medusa com certeza tiram qualquer um do sério!!!!
    Sei que vc é um cara nostálgico e que vai discordar de mim, tudo o que vc falou no post comprova isso ainda mais. Mas este é o MELHOR Castlevania de todos os tempos na minha humilde opinião (talvez vc já soubesse dela, inclusive). O que vc de cara detestou foi uma das coisas que me fizeram gostar mais ainda do game: personagem com level. Além dos itens, golpes especiais com comandos (tipo jogo de luta) e do esquema de exploração e não fases. Além de usar espadas, eu não sou muito fã de chicotes e da vampire killer… é, eu sei, pode me chamar de herege! uahhua. E eu concordo muito com vc sobre o que disse a respeito da remodelação, acho que a Konami acertou em cheio. Acho não, tenho certeza! O tanto de fãs que esse jogo tem é impressionante.
    Mas cá entre nós, como fazem faltas esses jogos que exploram a capacidade dos consoles/pcs para mostrar sprites caprichados, ao invés de 3D cada vez mais realista. Nada contra a atual geração, mas jogos 2D assim fazem muita falta, ainda mais agora os jogos assim são feitos em 2.5D (talvez até por causa das plataformas de desenvolvimento). São outros tempos, uma pena. 
    Pior que eu fico escrevendo comentários conforme vou lendo os textos (por isso eles ficam “pequenos” como este de agora). Mas a maior calúnia desse post é que sou exagerado! ahuuahhauhuaa… pô, qual o problema terminar ele no PSOne, no PS2, no PSP, no Castlevania: Dracula X Chronicles, fazer a maior porcentagem, pegar itens diferentes, evoluir os familiars, etc? ahuahuauhahuahuahua
    Cara, ótimo post. Te xinguei por fazer tempo que vc não escrevia, esse post compensou o tempo de “sumiço”. 
    SOTN não é só top 5 dos jogos de PSX, é top 3.
    Abraços

    • Hely

      Concordo com você Cadu: esse é o melhor Castlevania de todos os tempos, é muito mais legal usar a espada do que o chicote e acho da hora o personagem evoluir( pena que os inimigos não evoluem também)…..

      Acho os jogos 2.5D meio artificiais, não consigo gostar deles igual eu gosto de um jogo 3D…

      E também fácil igual a você…conforme vou lendo o texto vou comentando…hahhahahah…depois o Sabat morre do coração….UHAUHAHUAUHAUHHUAUHA…..e pra melhorar não sei o que aconteceu com a formatação do meu comentário acima….ficou parecendo bem maior do que já é….XD

      • Hely

        Correção: igual eu gosto de um jogo 2D…

        • Esse negócio da formatação já aconteceu comigo. Quase sempre que eu escrevo em algum editor de texto depois copio e colo no campo de comentário isso acontece. Nada contra 2.5D, mas sem dúvidas os sprites em 2D são bem melhores. Tem muito jogo em 2.5D que fica esquisitão mesmo, mas tem outros que ficam legais. Por exemplo, Sonic 4 ep 1 é esquisito, mas Sonic Generations (fases do Sonic Classic) não ficou ruim. MegaMan Powered Up do PSP também não. Mas sem dúvidas tanto o Sonic quanto o Mega Man em 2D são melhores.E não adianta, galera do Retroplayers vai sempre nos xingar por causa de comentários gigantes. Só não podem nos culpar se atrasar algum post… ahuahuahu

    • TH

      kkkkkkkk, ou a Morte poderia estar vendendo na promoção de um chocolate por 50 centavos ou 2 por R$1, kkkkkkk

      Mas é normal mesmo. Vc não teve muito contato com a série clássica, por isso não sentiu tanta a diferença e abraçou o game. Mas vc tem que concordar que pelo menos os bosses poderiam nivelar o nível com o Alucard né. Aquela música eletrizante e o inimigo morrer com dois golpes não é legal, rs.

      Eu sinceramente acho que não fazem muito mais games com Sprites pois dá mais trabalho, sinceramente. Olha esses games com Sprite HD tipo o novo King of Fighters, meu Deus do céu, o que é aquilo, é uma obra de arte em cada puixel de cada frame. Na minha opin~ião, muito mais bonito do que o 3d do Street Fighter 4.

      kkkkk, só um pouco exagerado vai… E acho que até sei o seu top 3: FF Tacticsm, FF VII e SOTN, acertei?

      Valeu Cadu, muito obrigado pelo comentário e elogio. XD

      • Sem dúvidas! Tipo, sei que não tem nada a ver um jogo com o outro, mas últimos meses experimentei o Oblivion e achei muito boa a idéia dos inimigos nivelarem junto com o seu personagem. E os chefes do SOTN poderiam seguir sim o mesmo padrão e nivelar junto, nem que fosse “[nível personagem] – 2” ou algo assim. O jogo peca por ser fácil depois que vc fica overpower.Não vou falar do KOF, vc sabe q eu tenho problemas pra gostar desse jogo (HERESIA)… kkkkkE vc errou meu top 3 por causa do segundo: Xenogears. Meu texto sobre PSOne não me deixa mentir! =)

      • Eu achei que tinha respondido aqui, mas enfim… acho que escrevi em algum canto e perdi depois.

        Realmente faltou esse lance dos chefes nivelarem junto com o Alucard. Daria mais dinâmica ao jogo, sem dúvidas. Esse tipo de coisa mudou muito um jogo que joguei recentemente que foi o The Elder Scrolls IV: Oblivion, com os inimigos nivelando junto. Vc overpower tem que tomar cuidado pra não se lascar com inimigos overpower também. Mas é superável com estratégias.

        E vc errou o segundo do top 3, que é Xenogears!

        Valeu, TH!

  • JC

    Minha justificativa por não ir muito com a cara desse game:

    Acho que p/ todos os que eram fãs dos Castlevania antigos tiveram que passar por um momento de adaptação p/ jogar o SOTN, e confesso que não consegui…

    Bom, lembro desse dia, o TH chega em casa anunciando um novo e desconheciado Castlevania! (devia ser a era da desinformação, quando as revistas de games já não eram as mesmas e a internet ainda engatinhava…).
    Vi um grande jogo alí mas não era Castlevania, cadê o Simon manquitolando, aquele pulo ridículo, aquelas clássicas escadas horríveis de se subir?
    E o chicote, cadê? Tanta gente usa espada, o Ninja Gaiden, Strider, Golden Axe… Poxa o chicote era tão legal, marca registrada do Castlevania…

    Concordo que a Konami fez uma obra de arte, mas jogabilidade e estilo de jogo form 100% modificados… Mesmo a história, apenas corre em paralelo com a do original…

    Até me arrependo de não ter jogado tanto esse jogo, joguei tanta porcaria no PS1, o jogo é grandioso, músicas e gráficos de primeira, um dos melhores jogos dessa geração, nota 97% merecida, mas não me conquistou na época por a Konami estar “matando” um estilo de jogo que eu gostava tanto que era o do Castlevania 8 e 16 bits.

    • Jeff

       Assino em baixo JC. Apesar de ser um excelente game, não precisavam ter mexido tanto no game!

    • TH

      Tem razão JC, nessa época, já não comprávamos mais revistas e internet esquece… Então saber dos lançamentos só indo no centro mesmo ou indo na casa de uma migo ou algumas das já definhando locadoras.

      Devo confessar que fiquei impressionado com seu comentário. Pois naquela época vc apenas não gostava e pronto. Hj ficou muito bem explicado e até me impressionou muito mesmo vc dizer se arrepender não ter jogado.

      O ideal seria ter mantido os dois estilo não é mesmo, mas já naquela época vc sabia que um estava matando o outro.

      Valeu JC!

    • Realmente aconteceu um investimento nessa direção por ser um personagem diferente, um que não usava o chicote Vampire Killer, foi um risco de perder antigos fãs como aconteceu.
      Não posso medir as consequências disso tudo, apenas torço para que na época, a motivação deles tenha sido tanto criar uma jogabilidade “nova”, quanto explorar a história do Alucard, já que antes não tinha muita história nos jogos.

  • aki é rock

    Está ai um jogão hein joguei pra caramba quando tinha o jogo viciei muito nele quando saiu .

    • TH

      Uma definição bem simples para esse game mesmo: Viciante.

  • Piga

    Pelo relato do TH, deu pra sacar que ele nunca havia jogado Castlevania II de NES, que foi o primeiro game da franquia a tentar traçar este perfil não linear, porém sem a complexidade de SOTN. O próprio Vampire Killer de MSX tentou um “mundo mais aberto”, mas chamá-lo de não linear é meio que forçar a barra.

    Meu primeiro contato com o SOTN foi com a versão de Saturn (que só tem em japonês) e só depois de muito tempo fui descobrir a de PSX, que eu tenho original até hoje!

    Falow! 

    • TH

      Realmente não tinha jogado o 2 Piga. Depois de muito tempo que vi pelo emulador. Mas acho que SOTN se espelhou muito mais em Metroid do que em Castlevania 2.

      Sempre quis ter esse game original.

  • Pqp, quando o TH for responder esses comentérios e ver o TAMANHO DE ALGUMS DELES, o cara vai ter um tréco com certeza!

    Eu joguei, terminei com Alucard e com Richter, e em nenhuma das duas vezes consegui completar totalmente os mapas dos castelos… sempre sobrava uma pontinha aqui ou ali que eu não conseguia abrir, e isso me causou ódio na época!! Mas adorei o jogo, reconheci a fórmula Metroid na hora e aprovei imediatamente a inclusão dela no game, maaaassssss esse negócio de NIVEL de personagem quase levou tudo por água a baixo… ficou EXTREMAMENTE FÁCIL, é o Castlevania mais moleza que eu já vi. Empacou no líder? nada de descobrir o esquema dele não: vá matar meia dúzia de bixos menores, ganhe uns níveis a mais, volte e vença o safado.

    Ponto positivo para o fator exploração, isso sim ficou FODA, e é o que dá longevidade à aventura.

    Deu vontade de jogar novamente, mas acho que optarei pela versão de Saturn pra ver como é controlar a Maria kk

    • Ce tem razão Sabat, culpa dele, foi escolher um dos jogos mais famosos da história kkk

      Eu no lugar do TH responderia ao primeiro comentário com “é isso ai, mandou bem cara !!” e nos restante da-lhe CTRL C + CTRL V  : P

      • Hely

        Ou algo tipo Mercado Livre:

        “Adoramos o seu comentário, o Retroplayers agradece” XD

        • TH

          Jamais faria isso, rs. Para mim os comentários fazem parte do texto! Sempre disse isso. E são seus comentários que nos fazem continuar. Leio cada um com muito carinho. E quando vem com elogios que eu me identifiquem, aí fico muito feliz mesmo XD

      • TH

        Jamais faria isso, rs. Para mim os comentários fazem parte do texto! Sempre disse isso. E são seus comentários que nos fazem continuar. Leio cada um com muito carinho. XD

  • Olha que legal! O TH escreveu uma revista só sobre Castlevania – Symphony of the Night!

    Senta que lá vem a leitura!
    PS: Só vou ler pq gosto dos seus textos!
    RSSSSSSSSSSSSS!!!!

  • Bom, eu não sou uma boa referência pra Castlevania, já que esse foi o segundo que joguei bastante (o 1º foi o Dracula X do Snes) e o primeiro que terminei. Mas, sem dúvida é meu favorito. Nunca fui muito fã dos 8 bits (Don’t shoot me!), só das músicas! Odiava o gráfico! (Again, please, don’t shoot me!!!)

    Mas realmente, o game é muito bom. É triste que não fazem mais games assim, a não ser pra consoles portáteis!

    • TH

      Eu sei que vc não gosta dos primeiros. Mas a temática do game sempre foi muito cativante por isso sempre gostei. E a dificuldade era bem legal para manter a gente sempre tentando. Maldita Morte!

      O ruim do SOTN é isso, m uita gente que começou nesse, não sabe o quanto era difícil derrotar a morte, e acaba espancando ele no SOTN e fala “putz que morte idiota”, rs.

      Por isso eu digo, deveriam ter feito os inimigos acompanhar o nível do Alucard.

  • Kuan_lok

    boa tarde
    estou á prucura de um jogo que tinha no me pc 486 de um dracula que sugava as pessoas e as transformava em esqueletos. tb transformava-se em lobizomem e em morcego.
    não consigo encontrar na net. alguma ajuda sff.

    •  O único game antigo de PC que tem o Drácula que eu me lembro se chama Dracula Ressurrection. Se não for este, não conheço ^^

  • kaco

    cara alguns cenarios deste jogo estão em castelvania boodlines do Mega drive? ,  a sala de maquina, aquela foto do começo e muito daquelas criaturas do jogo ddo 16 bits da sega.

    •  O castelo é sempre o mesmo mano XD então em todos os jogos, existem cenários que se repetem, como as catacumbas e a torre do relógio. Mas se são os MESMOS assim sem por nem tirar, ae não sei não XD

  • Kaco

    tem algum emulador para jogar este Castlevania? se tiver me da uma força!! 

    • Jeff

      Oi Kako, como vai?
      O emulador de Playstation que eu uso é o PSX. Não precisa de plugins. Basta configurar os controles e o modo de vídeo que melhor te agrada e correr pro desafio. Segue link:
      http://psxemulator.gazaxian.com/ 

  • Kaco

    ae jeff td bem, o computador ta pedindo para intalar o 
    d3dx9_26.dll como faço sera para baixar?

  • Não vou nem gastar tempo comparando esse jogo com os mais atuais da franquia, porque diferente deles, este jogo é um pouco mais do que um jogo, é um marco e um tipo de obra de arte.
    Olha o nível de qualidade que os caras atingiram, tanto na arte com os sprites, animações, jogabilidade, quantidade e qualidade dos itens e inimigos, efeitos sonoros, a TRILHA cara, daquelas que são imortais, entre outras coisas. Pelo simples fato de o jogo estar inacabado e ainda assim ter tipo 5 modos de jogos para o fator replay, poxa.Não vou enumerar mais para não cair em spoiler, considerando os pelo menos 3 finais possíveis. Até ouvi pela net um áudio não usado que poderia levar a um quarto final, onde a Maria teria sido corrompida após o Richter ser libertado/eliminado. Pois é, olha isso cara.

    Enfim, entra aí ainda o fator pessoal. Eu não tinha apego aos jogos antigos, mas quando conheci esse jogo e NÃO tinha um playstation, cara, fiquei maluco, mas esperei. Quando surgiu a oportunidade, anos depois, me deliciei com esse jogo, catando cada item, explorando cada canto daquele(s) castelo(s), para depois voltar atrás e estudar cada mistério, cada segredo e cada boato que encontrei, como a área secreta que tem sua entrada sob aquela pedra bem no começo do jogo, você anda por cima da pedra e nem imagina…

    Pois é, o fato de a série ter migrado para os portáteis, mostra como os caras não conseguiram superar esse trabalho nos grandes consoles. As versões em 3D não vingaram no começo, mas parece que estão chegando em um alto nível de qualidade agora.

    Pra finalizar, vou dizer que da minha parte, apenas os jogos com o Soma Cruz (um “Alucard 2”, até com cabelo branco, e por sinal aparece um tal de “Arikado” nos jogos dele) é que passaram perto da sensação de exploração e quantidade de conteúdo. O segundo jogo para o DS não joguei direito, mas o primeiro já vale. Se esse jogo leva entre 95-100%, esses do Soma ficam ali por 80-85% quanto à satisfação, até porque no portátil a arte é muito aquém.

    É isso, esse é um dos meus jogos favoritos de todos os tempos, e certamente faz parte de minha motivação para trabalhar fazendo jogos também. Quem sabe algum dia, ao invés de um remake, não sai uma continuação à altura do personagem interessante que é o Alucard, que se vê lutando contra o próprio pai?

    Abraços

    • TH

      Pois é Rodrigo, esse foi o primeiro Castlevania de muita gente.

      Para mim esse é uma das maiores artes no mundo dos games. As sprites no nível de detalhamento desde um tile até a disposição da tela inteira, é simplesmente incrível de fodástico.

      Quanto aos jogos portáteis, nenhum chegou aos pés desse, em nenhum dos aspectos. Nem em tamanho, nem em gráficos e muito menos em capricho.

      O Aria e Dawn of Sorow sãio muito bons mesmo. Agora o Soma não é como se fosse o Alucard, na verdade é a reencarnação do Drácula. Dá para fazer vários finais e um deles vc acaba sucumbindo e virando o Drácula. E aí sobre para vc jogar com o Belmont que derrotou de uma vez por todas o Drácula e dar fim ao Soma.

      E o Alucard está vivo e é o Arikado, rs. Dá até pata jogar com ele em forma de Alucard de SOTN.

      Mas nenhum desses MetroVanias chegaram aos pés de SOTN, e isso é um fato.

      Valeu mano.

  • Eu conheci o Castlevania por esse jogo, na verdade até joguei o Castlevania Dracula X, mas esse não me pegou tanto quanto o SOTN, realmente acho que tive a mesma impressão que você ao pegá-lo na primeira vez(já perdi a conta de quantas vezes terminei), como esses videogames da nova geração tinham uma capacidade de fazer jogos lindos 2D, por que raio decidiram enveredar por aqueles jogos horrorosos 3D, ainda mais nessa época que eram muito feios mesmo. 
    Essa foi realmente uma pérola perdida no meio de muito lixo e feliz mesmo é aquele que ainda não jogou esse jogo maravilhoso para poder pegá-lo agora e apreciar tudo desde o início. Ótimo texto como sempre TH, abração.

    • TH

      Sim, foi uma época muito mal explorada, pq todo mundo só queria saber de 3D, por mais feio que fosse e por mais raros que os jogos fossem bons… Era só comprar com a qualidade absurda que tínhamos na maioria dos games 8/16 que dava para perceber que essa geração 32 estava devendo e muito.

      E para mim foi a época que eu comecei a me afastar dos games. Mas felizmente acho que a nossa geração chegou na fase adulta e começou a tomar medidas para conseguir trazer de volta nossos games nas plataformas seguintes.

      Tb tenho vontade de fazer isso Thiago, usar aquele aparelho do MIB para poder esquecer de uma game e poder jogá-lo como se fosse a primeira vez, mas logo desisto, primeiro pq esse aparelho do MIB ainda é muito caro, rs e depois pq junto seria apagado muitas lembranças nostálgias com os games, então prefiro assim, jogar e relembrar dos momentos, rs.

      Muito obrigado Thiago! É sempre bom ler e responder um comentário seu.

      Um grande abraço!

  • Diogo J15

    eu tiraria uns pontos por conta da baixa dificuldade, oq me decepcionol muito, pois esperava quebrar pelo menos um controle, como fiz com o akumajou densetsu, e 
    akumajou drakula do famicom, kkkkkkk

    • TH

      A sim, com certeza não tem nada a ver com os primeiros, principalmente na questão desafio/dificuldade.

      Para mim tb esse é o maior problema desse game, eles deveriam ter aumentado o nível dos inimigos baseados no nível do Alucard, principalmente dos bosses.

  • Wanderson Tranquilino

    Mano,falou “tuto!”Castlevania é um dos melhores games de PS1 disparado!Eu jogo ele até hoje no meu Xperia Play.
    Ah,para aqueles que não conseguiram completar todo o mapa do castelo por sobrarem “pontinhas”,o jeito de acabar com elas é usando o cachorro(não kara,aquilo não parece um lobo,parece mais um vira-latas de beira de rodoviária).Na parte da caverna de cristal invertida,por ex.que é a mais chata de se completar por causa da água,use o vira-latas para completar o mapa,é só usar o super pulo ou “pulo maravilha” e logo que o Alucard bater com tudo na parede,vire logo o cachorro.Ele vai flutuar um pouco para cima e vai completar as partes que faltam facin,facin:)

    • TH

      kkkkk, eu nunca cheguei ao ponto de me preocupar com essas bordinhas ou em pegar todos os itens do jogo, mas conheço muita gente que fez isso e mais de uma vez, e com certeza vc é um deles né Wanderson? rs

      Valeu mano!

  • diogo.j15

    joguei essse jogo a pouco tempo e axo q apesar de tudo de incrivel q esse jogo mostra, fiquei decepcionado demais com ele. meu sonho de muleke era jogar esse jogo, pois nunca tive nenhum console cmo mais de 16 bits, rs. tlz seja por isso q seja retrogamer, e nao me arrependo enm um poco. mas esse jogo me decepcionou pela facilidade absurda, eu tava esperando todas essas qualidades juntamente com a dificuldade tradicional das versoes do nes, uma mistura de akumajou drakula e densetsu com dracula 2. pra mim a nota nao passa de 90 pr conta disso e obviamente o coloca abaixo de outros jogos da franquia, é muito dificil escolher o melhor mas pela nostalgia pra mim o melhor é akumajo dracula(nes).

    • TH

      Pois é Diogo, o que acontece é que é um outro tipo de jogo completamente diferente do que estávamos acostumado. Foi uma maneira que a Konami encontrou de manter a série viva e deu muito certo.

      Claro que não dá para comparar com os clássicos, nem em nostalgia e muito menos em dificuldade, rs.

      Qualquer game que tenha nível perde dificuldade, é mais de exploração, mas comparando com a época 32 bits que era raro ver algo em 2D e plataforma, merce uma nota muito alta mesma.

      O que poderia ter sido feito era os inimigos nivelarem seus níveis junto com o personagem, pelo menos os inimigos principais.

      Valeu Diogo!

      • diogo.j15

        eu entendo e concordo com sua colocaçao, mas axo q nao custava nada colocar no jogo, ja que é de plataforma, uma dificuldade maior com os inimigos, axo q nao alteraria em nada a essencia da reformulaçao, pelo contrario so traria beneficios pro jogo. o caso é q me parece q o mercantilismo nao gosta de jogos dificultosos, arrojados ou complexos de se terminar. axo q foi ai q começou a decadencia da franquia. apesar do jogo em questao ser excelente. eu joguei um poco do devil may cry 4 e do GOW 2 e axei bem mais interessante qnto a diversao pela dificuldade. ambos possuem ate niveis, tipo o incrivel mega drive, rs.

        • TH

          Ah sim Diego, mas é que são jogos completamente diferentes. Castlevania SOTN não é um jogo de ação e aventura igual ao DMC ou GoW, é um game de exploração em “mundo aberto” no estilo Metroid e esse tipo de jogo não pode ter nível de dificuldade. No próprio DMC quando vc volta em partes do início vc acaba matando os inimigos que davam trabalho com um só golpe tb, mas como não tem o lance de experiênci não é tão gritante como em SOTN.

          Mas o que deveria ter é um nivelamento dos inimigos com o nível do personagem. Mas concordo com você sobre a dificuldade.

  • Felipe

    galera , ja terminei o jogo varias vezes nas antigas , acabei de comprar ele pela psn pra jogar no play 3 , ja estou ni final novamente , peguei tudo que dava , so que na livraria não abriu o item de 500000 , aquele que faz com que vc não gaste os itens , queira saber si tem qeu fazer algu para o vendedor abrir ele na lista de compra , si alguem souber por favor manda um email pra mim lipebc11@hotmail.com

    • TH

      Opa Felipe, é sempre bom voltar a jogar esse game mesmo, ele não cansa.

      Quanto ao item, eu não sei não, rs. Nunca fiquei tentando pegar todos os itens do jogo, ela muito tempo e naquela época eu já não tinha paciência, e hoje para piorar ainda não tenho tempo tb, rs.

      Porém tenho vários amigos que fizeram tudo e mais de uma vez então vou ver com eles.

  • Muito bom!
    Melhor descrição que do game que eu já vi afinal vc coloca sua emoção o que vc viveu. Gostei muito. Merece ser capa de revista daquela época essa sua resenha rsrs.
    Quanto a parte dos seios de fora se dá para confrontar os sentimentos humanos do vampiro: Seios ao mesmo tempo tão sensuais é dele que vem ao alimento seguro do bb. Serviu bem ao propósito eu acho.

  • um dos poucos jogos que me surpreendi vendo o dia amanhecer , não me sentia jogando me sentia dentro do castelo ^^

  • rodrigoo/

    o melhor da franquia

  • Juste Belmont

    cara,sinto informar,mas tem uma pá de erros ao que se refere os bosses.No coliseu,o Richter na verdade invoca o Minotauro e o Lobisomem,enquanto o trevor e cia. estão no castelo invertido.O Granfaloon,a bola de mortos,na verdade está no castelo normal,onde fica o boss do Kid Dracula no invertido e aonde você diz que está a Medusa,está o Hyppogriph,pois a Medusa fica no castelo invertido.Abraços!

  • Robson

    Terminei ele de uma forma diferente do que eu jogava no PSX, pelo Android. E vou te falar,ficou muito bom também. Usei um emulador de PsX e a rom do Castlevania

    • Os emuladores para android estão muito bons!!! Tudo bem que os melhores são pagos, mas ainda assim, as opções são ótimas ^^