RetroReview: Castlevania – Nes


Meu primeiro contato com Castlevania foi de inveja, muita inveja. Eram tempos difíceis, onde ainda não tinha uma locadora no meu bairro e eu dependia de uma mais afastada e meia boca. Em um triste final de semana, fui até essa locadora e não tinha nada para alugar que prestava, nada mesmo, tipo só aqueles games para Atari como Donkey Kong ou Popeye e eu preferia passar o fim de semana inteiro desenhando fases de Mega Man do que jogar aquilo. E para piorar, saindo da locadora eu encontro meu primo voltando do mercado, e ele todo sorridente me falando que tinha alugado o Castlevania…. A inveja tomou conta de mim.


Então ele começou a me contar como era o game, que começava dentro do castelo, onde aparecem zumbis saindo do chão, panteras correndo e que você, jogando com um caçador de vampiros, deve enfrentá-los usando um chicote que possui power-ups e também armas como facas, machados e água benta, e que o primeiro inimigo é um Morcego Gigante… Meu Deus do céu! Sério? E eu tenho que escolher entre Donkey Kong ou Popeye, duas drogas de Atari? Eu já estava piscando e contorcendo minhas mãos, mas ele continuou.

Na segunda fase vem cavaleiros com lanças, cabeças de medusa voadoras, e o inimigo é a própria Medusa! Ok, aqui eu já estava passando mal de verdade. Entendam que era bem o início da vida do Nes para nós, era o início das locadoras, a gente estava acostumado com os games mais “simpáticos” vamos dizer, e de repente ouvir sobre um game de um caçador de vampiros usando água benta e um chicote para enfrentar zumbis, morcegos gigantes e a própria Medusa! Isso era demais, uma temática incrível!

Minha sorte é que até então, meu primo anida não tinha conseguido passar da Medusa, ou eu teria chegado a ter uma convulsão de inveja ou algo assim. Mas voltei para casa, e passei a imaginar aquele game. Como era possível aquilo? Como será que se parecia a Medusa, como era usada a água benta ou o machado? Era um universo incrível de possibilidades. E olha que uma coisa ele não tinha me falado, muito menos eu poderia imaginar: as músicas… Ainda bem…

Mas felizmente a Smart Video veio me salvar duas semanas depois! Lá eu, na primeira semana, já aluguei a tão sonhada Tartarugas Ninjas como eu já contei, Double Dragon II, Contra, Ninja Gaiden 2, Mega Man 3 e muitos outros. Não dependia mais daquela locadora meia boca da System Video. Agora era só amanhecer no sábado na frente da Smart antes dela abrir e escolher o game. E um dia apareceu o Castlevania! Pior que nesse dia tinha outro moleque lá esperando a Smart abrir, mas eu vi a fita primeiro, apontei o dedo primeiro para o cartucho, passei meu código de carteirinha e assinei! Morra de inveja seu moleque babaca! Morram de Inveja mortais!

Em casa, coloquei o cartucho no meu Bit System e pela primeira vez, vi aquela tela de início com aquele nome escrito de forma tão linda em seu majestoso símbolo enquanto um morcego bate asas. E ao apertar Start, ouvi pela primeira vez a clássica música de introdução de fase (que vocês devem estar cantarolando agora) enquanto o caçador de vampiros caminha em direção a entrada do castelo com sua clássica caminhada manca, marca registrada dos Belmonts.

E o que falar de quado o jogo começa? Com aquela música, que está entre as mais clássicas músicas da história dos video games, a famosa Vampire Killer! Se eu já estava animado só com o que tinha ouvido do meu primo, imagina então descobrir que até o que ele não falou era muito bom! E como bom jogador de video game, lógico que logo percebi que dava para quebrar as fogueiras com o chicote e de lá caiam upgrades que deixavam meu chicote maior e mais forte, e também corações, que até então achei que me davam energia.

Finalmente entrei no castelo, com aquele barulhinho clássico de quando você chega na porta do castelo e o caçador de vampiros, que eu só fui conhecer pelo nome de Simon Belmont muito tempo depois, começa a andar sozinho, e então os tão imaginados zumbis saíram do chão assim como meu primo disse, vieram atrás de mim e facilmente foram destruídos pelo meu chicote, assim como as panteras, espreitando nas escadas. Ao tomar o primeiro golpe de uma delas por ainda não saber o seu padrão de ataque, percebi que a energia era bastante similar a do Ninja Gaiden 2, onde estranhamente a energia do inimigo aparece desde o começo da fase, coisa que até hoje me incomoda em ambos os jogos. Mas o que achava mais estranho era o fato de pegar coração e não me encher a energia…

Depois vi que tinha uma parte no HUD reservada para os corações e que eles não eram responsáveis por encher a energia, só faltava agora descobrir para o que servia. E foi quando achei a faquinha, e como já tinha jogado Ninja Gaiden, e apertar os dois botões juntos não soltou a faquinha, então logo o comando seria para cima e o botão de ataque… Bons tempos, dá vontade de chorar ao lembrar dessas simplicidades, desse aprendizado intuitivo que os games proporcionavam. Aí tudo ficou claro, usar os itens gasta coração, agora faltava saber o que então recuperava energia.

Pois bem, estranhamente lembro que foi logo na minha primeira jogada que achei o famoso frango de parede. Ao tentar acertar um maldito morcego (ainda não conhecia a cabeça de medusa, então o morcego eu já achava maldito, o que me faz pensar o quão inocente eu era), eu acidentalmente acertei a parede daquela parte clássica logo antes de descer a escada e ir para a parte da água. Então caiu um frango e ao pegar minha energia foi recuperada. Claro, o game quis ser realista, um frango para recuperar energia, eu nunca tinha visto isso em um game e acho que foi a primeira vez que usaram comida para dar energia. O frango é muito importante nesse game, pois é bem escaço e portanto deve-se sempre memorizar o lugar quando achar um. E é por isso que todo mundo que joga sai dando chicotada nas paredes, quem não conhece o game e ver isso, vai achar que a pessoa está com algum problema…

Se é que faz sentido coração representar energia de arma, talvez represente a estamina do Belmont para usar a arma ou talvez o amor do Belmont pela arma… vishi, que viajem, como era boa aquela época, onde a gente não questionava nada e tudo fazia sentido ou não precisava fazer, o que é melhor ainda.

E falando em escada, mais um elemento clássico Belmont é como eles sobem escadas: ao colocar para cima ele “entra” na escada e aí não é possível pular, e se a caminhada dele já é mancando, a subida e descida da escada então é pior ainda, e dependendo do inimigo que vier enquanto você sobre uma escada, é dano (ou morte) na certa, pois fica muito difícil acertar qualquer coisa com o chicote.

Depois da parte clássica da água onde vem os inimigos peixe pulando do rio e atirando fogo, parte essa replicada em vários outros games da franquia, como Symphony of The Night e Dracula XSimon sobe uma escada e aparece do outro lado do local onde o frango de parede foi encontrado, do lado da escada que o Belmont desceu, e eu sempre adorei essa parte, pois isso não se repete em mais nenhuma outro local do game, e talvez por isso tenha se tornado clássica.

Então destruindo uma lamparina, o Machado caiu no chão e eu imediatamente o troquei pela faquinha, e alguns passos mancos a frente, logo percebi o por que desta arma ter aparecido: era a hora de enfrentar o tão imaginado Morcego Gigante, com aquela música clássica e repetitiva de chefe de fase. O machado é uma arma que é arremessada para cima, e felizmente com ele (ou sem agora) foi fácil derrotá-lo, e pela primeira vez testemunhei mais um aspecto clássico de Castlevania: ao derrotar o inimigo um orbe cai dele, e ao pegá-lo começa aquela coisa clássica da era 8/16 bits, onde o tempo, energia, etc é convertido em pontos.

Um outro item que peguei foi um símbolo com o número 2 em algarismo romano, não fazia ideia do que fazia e só descobri depois de velho, na fase da emulação, e não foi porque li alguém explicando, e sim porque vi um pdf do manual, o que mostra o quanto um manual fazia a diferença naquela época. Nós não tínhamos internet, e quando alugávamos jogos, os manuais não vinham junto, e descobrir na raça o que esse simbolo fazia era muito difícil associar. Esse item permite que o Belmont lance duas armas especias por vez e não uma só como é o normal, e mais para frente existe o número 3 também, o que agora não preciso de uma manual para associar o que faz.

Antes de passar de fase, é apresentado uma cena muito clássica, onde um mapa do Castelo muito bem retratado aparece e Simon cruza a tela com sua famosa andada manca, cena tão clássica que é representada até no Castlevania Lords of Shadow!

A segunda fase começa com outra música épica, e ao invés de Zumbi, aquele cavaleiro com lança tão imaginado por mim estava lá logo de cara e pela primeira vez tive que dar mais de um golpe para matar um inimigo comum. Estava percebendo que o negócio ficava difícil rapidamente, mas eu não fazia ideia ainda, não até encontrá-las, as cabeças de medusa. Lá estava eu pela primeira vez frente a frente com um dos inimigos mais desgraçados de todos os tempos da história dos video games. Eu sinceramente não sei responder o que é pior, o diabinho safado do Ghosts ‘n Goblin, ou a maldita cabeça de medusa

Veja só, o diabinho safado é mais difícil e como eu já disse no RetroReview Gosths ‘n Goblins, ele parece que lê nossos pensamentos antes mesmo da gente apertar o botão, além de tirar um barato de nossa cara, mas é possível derrotá-lo, ou seja matar o desgraçado e pronto, tomando cuidado ele não volta mais por muito tempo. Agora as cabeças de Medusa não adianta matar pois elas continuam reaparecendo dos cantos da tela e podem vir de qualquer direção naquele maldito padrão zigue-zague, e dependendo da parte que elas vem dá o desespero de soltar o controle e desistir antes mesmo de tentar.

E eu ainda estava na parte em que elas vem junto com os cavaleiros mas sem muitos buracos, e já estava achando um inferno. Não, o inferno era mais pra frente, quando cheguei na parte em que é necessário dar uma volta indo por baixo andando para direita, subir uma escada e então ir para a esquerda, e o caminho de baixo feito de plataformas e grandes buracos, e a parte de cima com plataformas giratórias que, quando Simon pula em cima, rodam e o fazem cair: aqui sim era a casa do capeta, pois durante todo esse maldito caminho dos infernos a gente é perseguido pelas malditas cabeças de medusa vindo das duas direções!

Foi aí que eu senti pela primeira vez o peso, a dificuldade que o pulo Belmont nos proporciona. Um pulo sem volta. Pulou com o Belmont, se vira, pois não é mais possível controlá-lo com o direcional, se pulou reto, o personagem sobe e desce e pronto, seco, e se pulou para frente ele vai para frente até encostar no chão novamente, na mesma altura, na mesma velocidade, no mesmo ângulo, e essa regra vale para qualquer tipo de pulo: de lugar baixo, de lugar alto, de lugar em movimento, torto… o que torna essas partes dez vezes mais difíceis, ou mais. O pulo Belmont é tão ruim que se não tiver buraco e nem inimigo na tela, mesmo assim você não pula com medo de morrer…

Outro elemento Belmont é como eles (sim, eles, pois são vários os Belmonts mancos) sofrem dano: o herói dá um pulinho para trás soltando um pequeno gemido, uma coisa muito realista e legal de se ver, mas que acaba deixando qualquer parte com buracos e inimigos de deixar o coração na boca, pois se algum inimigo encostar no Belmont e ele estiver na beirada de uma plataforma ou no meio do maldito pulo Belmont, é buraco na certa. Então ficar com mãos suadas e o coração batendo forte nessas partes é a coisa mais normal em um Castlevania.

O negócio é decorar o padrão inicial e não errar, errou, o padrão acaba e você está perdido. Tem que ter paciência, habilidade e destreza, coisas que já não precisamos mais ter para jogar os games de hoje em dia, a não ser paciência para aguentar horas e horas seguidas de cada merda…

Bom, já falei demais sobre isso e eu nem tinha visto ainda a famosa fase do relógio do Castlevania III… Santa ingenuidade.

Finalmente passei a parte das Medusas, passei também os pilares que esmagam e matam só de encostar, o que a primeira vez que acontece logo após você passar com tanto sacrifício as medusas e tomar um Game Over na cara e voltar tudo não era nada fácil de superar. Mas então cheguei na tão imaginada Medusa e com a água benta! Tinha imaginado essa batalha milhares de vezes. Assim como o morcego, ela não é muito difícil se você estiver com a arma certa, como no caso dela, é a água benta, que ao cair no chão e explodir a paralisa e fica dando bastante dano enquanto o Belmont ainda fica livre para chicotear, mas sem a água benta ela não é tão fácil quanto o morcego, pois ela fica voando fora de alcance e jogando cobras no chão que as vezes ficam impossíveis de pular.

Depois de mais um orbe e bastante plipliplim clássico, mais uma fase e uma música épica. Uma fase que nem imaginava, pois meu primo não tinha chegado nela ainda quando me contou, então daqui para frente seria tudo novidade.

E logo no começo dessa fase já fui apresentado a outro inimigo desgraçado, o maldito gremillin, que fica pulando feito um fdp, muito rápido e pequeno, muito difícil de acertar, e que se não tomar cuidado pode tirar sua vida inteira sozinho. Hoje eu sei que ele é na verdade a representação de Igor, o corcunda do Frankstein, mas como eu odeio esse pequeno fdp! Mas felizmente só vem um e logo no começo e depois fui apresentado a outro inimigo clássico, as caveiras que jogam ossos, e que felizmente são suicidas. Só dão trabalho em partes com escadas, principalmente as em zigue-zague, pois o Belmont fica tão devagar e mancando nas escadas que se deixar uma caveira dessas vivas antes de subir, elas podem acabar com sua vida. O problema maior é a fase em si, cheia de buracos e o maior problema de todos, o inimigo final.

Aqui o chefe é a múmia, ou melhor, as múmias. Que ficam atirando o que parecem ser ataduras voadoras, e foi aqui que fui vencido da primeira vez que aluguei Castlevania. E eu não poderia estar mais feliz, pois imaginar o game que meu primo tinha me contado e depois ir além daquilo e ver que a qualidade e a temática ainda não mudara, vindo mais um inimigo clássico como a múmia e mais uma música épica, era de ficar muito animado, e morria de vontade de ver as outras fases e seus inimigos. Então o jeito era passar mais uma semana imaginando Castlevania e o que me aguardava mais a frente, eu sabia que tinha o Drácula e que eu jogava com um caçador de vampiros, pois eu tinha a Revista Video Game do Castlevania 3, então só imaginava como poderia ser o vampirão, quantas fases ainda faltavam. Coisas que a gente fica pensando na escola ao invés de prestar atenção nos professores.

Então é lógico que aluguei mais vezes esse incrível jogo, e dessa vez meu primo estava na minha casa junto com minha prima e pela primeira vez o fator Facebook de hoje apareceu para mim. Enquanto eu jogava e progredia no jogo, meus primos e meu irmão começaram a jogar Stop… Sim, Stop. Enquanto eu estava enfrentando a horda do inferno de Drácula e salvando o mundo, eles ficavam escolhendo temas e palavras com a letra X para aquele jogo idiota e gritando Stop…

E nesse processo eu finalmente derrotei as múmias, soquei o ar, gritei de emoção, eles pararam na hora para ver a nova fase que então apareceria pela primeira vez para todos nós. Toma essa, Stop estúpido! A fase começa de modo muito diferente, onde o Belmont cai em um abismo no que parece ser uma espécie de prisão. Logo a temática fica cada vez mais interessante, onde um esqueleto de Dragão preso a uma parede cospe fogo em direção ao Belmont, e aguenta muitas chicotas antes de morrer e deixar vários corações.

Um enorme buraco com uma plataforma flutuante que vem da esquerda para direita aparece, e apesar de não ser nada de outro mundo, com o pulo Belmont até a plataforma fica difícil de pular em cima, e adicionando morcegos desgraçados vindo para cima em um pequeno mas suficiente zigui-zague, a tarefa já fica bastante complicada. Mas a parte mais difícil foi quando ao subir uma enorme escada e chegar ao que parece ser o topo de um telhado (pois o céu é muito bem retratado), uma enorme ave aparece dos cantos da tela e joga aqueles malditos gremlins, sim aqueles mesmos que eu falei que um só já era suficiente para tirar toda sua vida. Então imagina o inferno que é essa parte quando a tela fica infestada dessa porcaria de bicho!

Depois de morrer umas 289 vezes nessa parte e já estar espumando pela boca e falando os palavrões que me eram permitido falar naquela época perto da família, meus primos e meu irmão já tinham voltado para o Stop. E agora vou explicar o fator FaceBook: isso é mais ou menos o que acontece hoje, quando você está jogando alguma coisa, e seus amigos, irmãos, etc. estão do lado com a droga do celular olhando o maldito face. E pior, já naquela época eu era o errado, pois não estava me socializando… Minha mãe vinha toda brava para eu para de jogar video game e ir brincar com eles… Meu Deus, já naquela época, tinha essa de largar videogame e ir socializar, não dá para acreditar.

E não adiantava falar para minha mãe que eu estava tentando matar o Drácula por que ela não iria dar bola, até hoje ela não liga… Quando falei que terminei o Battletoads no ano passado ela nem ligou… Nenhuma mãe liga na verdade…

Além disso, senti como se tivessem perdido a fé em mim. Mas eu ia mostrar a eles!

Peguei a manha daquela parte infernal, e passei a matar os gremlins desgraçados assim que eles tocavam o chão. Tem que ter muita paciência aqui, pois o caminho é longo e eu tinha a esperança que talvez o inimigo fosse fácil para compensar a fase extremamente cumprida. Mas não, o inimigo é o monstro de Frankestein, ou simplesmente Frankestein como eu e todos deviam e devem ainda chamar. Ele não é difícil, o problema é que ele vem com seu mascote no seu ombro, um maldito Gremmlin que logo começa a saltar igual um FDP sem padrão nenhum na tela e acaba por tirar sua vida inteira.

Foram mais 126 vidas para finalmente passar a fase toda, não perder a água benta e finalmente derrotar o Frankstein, pois morrer nele tendo três vidas era o mesmo que morrer tendo uma, pois se perder a arma, esquece, na chicotada fica difícil demais derrotar o maldito. Mais um soco no ar, mais uma grande vitória, e não foi porque eu tinha conseguido escrever mais nomes de comida com a letra D, e sim porque eu tinha derrotado caveiras de dragões, atravessado um lago envenenado desviando de morcegos vampiros, passado por um telhado infestado de malditos Gremmlins, e no final, vencido o maldito mostro de Frankestein!

E então cheguei na fase que é o meu algoz até hoje, a fase de blocos azuis, caveiras vermelhas que não morrem e se levantam depois de um tempo, com caixões espalhados, ossos e esqueletos inteiros pendurados por todos os cantos, mas ao mesmo tempo um cenário com estilo e quadros enormes e muito bem ornamentada, tudo isso para representar a entidade que representa o fim, a Morte.

E realmente representou o fim para mim.

Tudo no cenário é para nos lembrar que estamos em seu domínio, não só o cenário, mas como os inimigos são meticulosamente colocados de forma a até um simples caveira dar uma enorme dor de cabeça. As caveiras vermelhas que não morrem junto com as caveiras que atiram ossos dão um trabalho incrível, mas que não se compara ao trabalho que o novo inimigo que começa a aparecer na metade da fase dá: os malditos cavaleiros com escudo e machado.

Lembro como fiquei feliz quando os vi, afinal ver inimigos muito bem desenhados e com essa temática era muito bom, era esse tipo de coisa que fazia a gente continuar jogando os games de Nes. Mas logo a felicidade virou pesadelo.

Eles não são apenas fortes, onde são necessárias várias chicotadas para derrotá-los, mas são uns grandes fdps! Eles mantêm uma distancia segura do Simon enquanto atiram seus machados que podem vir por cima ou por baixo. Quando você começa a persegui-los, o nervoso é tanto que só de lembrar eu mordo os dentes.

Mas nada é tão ruim que não possa piorar, depois de muito sacrifício, você alcança a parte onde junto deles começam a vir as filha de uma puta das cabeças de Medusa!!!! Aqui você perde as esperanças em Cristo.

Se você não chegar aqui com uma arma como a água benta ou pelo menos a Cruz, esquece, solta o controle e entrega ao Drácula. Com o chicote é impossível, pelo menos não naquela época, pois ao morrer era começo de fase, era enfrentar todos os Cavaleiros novamente, os perseguindo, enquanto ele recua e Gremilins pulam em todo o cenário, subir aquele zigue e zague de escadas malditos tudo de novo, e com certeza isso era motivo de chorar. Eu chorei muito de raiva nessa parte, gritei, torci o controle na esperança dele quebrar, sim, o Castelo de Drácula tinha quebrado minha alma.

Mas ainda faltava me matar. E quem melhor para a tarefa que a própria Morte!?! Sim, em uma das milhares de tentativas, cheguei no inimigo da fase. E a minha alegria em ver mais um inimigo dessa temática maravilhosa, e com certeza a mais legal de todas já representada foi incrível. Todos pararam de jogar aquele jogo idiota – se bem que nem lembrava mais que eles estavam ali na sala – para ver a Morte.

Mas não foi por muito tempo, e a morte veio rápido para mim. Simplesmente não tive a menor chance contra ela. Pois a Morte fica voando fora de alcance e invocando foices de onde a maldita e filha de uma puta quiser e que vem atrás de mim não importa onde o desgraçado do Belmont esteja. Muitas vezes são quatro foices na tela e você ainda precisa desviar das investidas da Morte e tentar golpeá-la. Chega a ser ridículo.

E o pior é que, esse tipo de coisa, como ver que o inimigo é a Morte, acabam recuperando nossa vontade de continuar tentando!

Talvez os planos do Drácula tenham saído pela culatra! Então voltei a tentar, e comecei a chegar com mais frequência na Morte, até descobrir que a arma perfeita para ela é água benta pois a paralisa, o que me faz pensar que é a melhor arma do jogo disparado, mas infelizmente, eu sempre chegava com pouca vida nela, pois o maldito cavaleiro do Machado e as cabeças de Medusa que vinham antes da Morte acabavam me tirando quase a vida toda. Firmeza é o Dr. Wily, que nos respeita e coloca uma portinha antes do inimigo…

Ou seja, Drácula estava só brincando um pouco mais comigo, ele sabia que eu não era o bastante para vencer a Morte, e até hoje é assim, nunca a venci. A minha última tentativa foi em Jundiaí no Encontro Mega Drive, jogando em um Nes, e foi lá que mais uma vez fui derrotado por ela.

Não cheguei na famosa fase do relógio, onde está enfestado daqueles malditos pássaros que jogam os fdps dos Gremmilins. Mas não antes de ter de passar por cinco primeiros inimigos em sequência, sim o Morcego Gigante. Com certeza tem que passar correndo nessa parte, pois tentar matar todos eles é insano.

E o mais triste, não cheguei na famosa escada para a sala do Dracula, escada essa que está presente em quase todos os Castlevanias, como em Symphony of the Night e até mesmo em Lords of Shadow, é uma paisagem linda. E por último não cheguei na sala do Drácula, onde reside o seu caixão aberto com grandes janelas. E não enfrentei o Drácula e seu famoso  padrão de teleporte e ataque com três bolas de fogo que dizem ser mais difícil que a Morte e que sinceramente eu não consigo imaginar, mesmo ele tendo a sua famosa transformação em monstro.

Mas fico muito feliz por ter chegado tão longe, pois o game é realmente muito difícil, seja pelo level designer, seja pelos atributos Belmonts. Não é um game para qualquer um, mas sua temática é muito chamativa, e comparado com o Ghosts’n Goblins do Nes e até mesmo do Arcade, ganha de lavada em todos os aspectos, menos na dificuldade onde por incrível que pareça, o game da Capcom consegue ser mais difícil ainda. Suas músicas são lindas, todas são clássicas e ganham remixes até hoje em jogos da franquia Castlevania e por fãs. Os gráficos não são tão bons, mas passam a atmosfera que o jogo quer e como foi um dos primeiros games do console e o primeiro game da franquia, acabou sofrendo nesse aspecto, o que foi perfeitamente melhorado no excelente Castlevania III: Dracula’s Curse!

E marquem minhas palavras, um dia eu vencerei a Morte!

Fim


Sobre TH

Contador de histórias apaixonado por games antigos, o cara não poupa palavras para descrever as suas aventuras gamísticas e os grandes jogos que fizeram parte da sua infância e adolescência. Não fale mau da CAPCOM perto dele!
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  • Tiago Steel

    Nem ia comentar mas essa frase “tipo só aqueles games para Atari como Donkey Kong ou Popeye” me fez rir hahaha. Eu também não tenho nostalgia nenhuma pelo atari e seus clones, por mais que tenha jogado muito games como centipede e aquele outro que você supostamente seria um cavaleiro mas nem dava pra saber o que realmente seu personagem era. Eu sempre disse que se dependesse só do Atari eu nunca teria o interesse que tenho pelos consoles hoje pois ele era um video game tremendamente enjoativo e sem graça ATÉ PARA A ÉPOCA.
    Porém o NES ( e seus clones ) realmente…é um dos consoles mais íncriveis e eu tenho uma nostalgia sem fim por seus games assim como pelo SNES. Castlevania então dispensa comentários…me lembro até hoje de passar horas que se transformavam em dias junto de meu velho amigo jogando ele e Ninja Gaiden. Me lembro até hoje quando ele me disse que tinha visto o Dracula mas eu não estava na casa dele dai ficamos jogando no outro dia e conseguimos chegar no Dracula novamente só para enjoarmos de apanhar hahaha. Até hoje Castlevania é uma de minhas séries preferidas e por mais que pareça sacrilégio para alguns, gosto muito mais dela do que de Mega Man, que chovam as pedras hahahaha.

    • Fernando Tadeu Fabri

      O.O T_T

    • TH

      Pois é Tiago, eu tb não tenho nostalgia ou qualquer tipo de carinho pelo Atari, apesar de tê-lo ganhando antes do Bit System, mas sempre achei horrível aqueles gráficos e eu na inocência achava que era falta de capricho, rs. Já até falei sobre isso no meu post sobre meu primeiro video game.

      O Nes para mim é “o video game”, o que me traz mais nostalgia e com certeza o que me trouxe mais alegrias. Os games deles em sua maioria são clássicos e proporciona nostalgia sem tamanho.

      O Sn es fica em segundo lugar, mas ainda anos luz de chegar perto do Nes.

      Para mim deveriam voltar a lançar games para essas plataformas, mas é tão difícil programar para o Nes que não tem jeito, rs.

      Eu tb parei por enjoar de apanhar para os cavaleiros com Medusa e finalmente a Morte, rs.

      Mas ainda vou vencê-la e terminar finalmente esse jogo!

      Valeu Tiago

      • Seus sem-infãncia kkkk Atari Rules pô XD
        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
        Claro que qualquer um que veio depois ruleia mais que ele, mas ainda assim, Atari rules pra caramba XD

        • TH

          Eu tive infância com Atari, kkkkkkk. Mas aquilo era terrível….

          Vou escrever um RetroNeurose dele e ser apedrejado! ahuahuahuahuahuahauhauhaua

  • Ulisses Seventy Eight

    É amigo, a vida não é fácil não.

    Castlevania a série é fantástica, mas para mim morreu, no Sega Saturn, depois da Symphony of the Night, não tem mais nenhum que preste, fora o Koji Igarashi mudando tudo na série, esses últimos que saíram achei uma bela merda (estou pronto para as pedras e outros objetos que venham ao meu rosto hahahahahahaha.) Esse ai na época, quando eu era criança, eu tinha o jogo mas, era daqueles cartuchos clones da cce e quando eu dei a ultima chicotada no feioso, o cart simplesmente congelou ali e não saiu mais da fase, não sei se era defeito de cartucho ou algo parecido, mas depois fiquei um bom tempo sem rever esse jogo e ai na época quando começou a emulação (NEster) eu consegui a rom do jogo e terminei, vale pelo jogo e final que é muito bonito, lembro até hoje com saudade desse jogo e é uma das séries mais bacanas de todos os tempos.

    Não posso esquecer que joguei as dos portáteis e gostei muito das de Game boy, Game Boy Advance (tirando a Aria of Sorrow que para mim invocar demonios chutou o balde e detesto o Soma Cruz que não tem nada a ver no jogo). São muito boas.

    As do ps2 a Lamment não terminei pq não curti muito o jogo e a Curse of DArkness é horrível.

    Se você achou difícil a do NES procure o emulador do Sharp x68000 e ai voce vai ver a mais difícil Castlevania de todas, superando a maravilhosa versão do PC Engine em dificuldade. Essa sim da vontade de quebrar tudo de raiva de tão pedreira que é mas vale cada momento para terminar essa obra prima que é o meu jogo favorito, seguido do 3 japones de famicom e do Super Castlevania 4 de Super Nintendo que é o mais fácil de todos.

    Procure o remake Castlevania Cronicles do playstation e jogue, verá um excelente trabalho da época.

    Excelente texto amigo e abraço a equipe Retroplayers.

    Não posso

    • Fernando Tadeu Fabri

      Pedras jamais, gosto é pra ser respeitado, porém… Na minha humilde opinião, o Curse of Darkness é um dos melhores, se não o melhor Castlevania em 3d, sem contar que a trilha sonora é maravilhosa…

      Abração ^^

      • Darkbbbbbbbx

        Concordo Curse of Darkness é o melhor 3d
        o sistema de evolução dos “pet” ficou mto bem feito.E montar armas diferentes para ver os tipos de combos também é bem divertido.E como de costume a trilha sonora é mto boa.Acho que o Ulisses está sendo um tanto quanto recalcado a dizer que é horrível.

        • Ulisses Seventy Eight

          Gosto é gosto, cada um tem o seu e respeito. Não diria que sou recalcado, alias nunca fui, eu prefiro a série em 2D, os jogos em 3D mataram a série totalmente. ainda mais que são bem mais fáceis de zerar ainda mais com a opção de continues, save game, essas babas ai.

          Comentar sobre as trilhas, de todos são excelentes, acho que a maior aberração, na verdade muito cômica foi Castlevania Judgement para Wii, esse aí foi tosco mesmo.

          Ainda bem que posso rejogar os antigos sempre que dá vontade.

          Novamente, repito, gosto cada um tem o seu, eu mesmo vivi a melhor fase e acompanhei cada console e tive mais de 20 em casa. Agora, só não entendi poruqe me chama de recalcado amigo, sendo que só dei minha opinião e não precise ofender ninguém.

          Eu não sou fã gamer pois não ganho nada com isso mas vejo que alguns games poderiam ser melhores, ou se manter nas suas plataformas com nvidade sem prejudicar o série em si. Opinião deve ser respeitada, um

          exemplo, eu falo que meu jogo preferido é Shaodw of The Colossus, pois para mim ele é perfeito. Tudo nele é fantástico, mas ja ouvi falara que é uma merda e etc. Eu não gostei mesmo do Curse of Darkness, porque achei sombrio, não curto games que tem invocações de demônios por questões pessoais, para mim o herói tem que ir na raça e não depender de criaturas para vencer ou de invocações para se dar bem. Fica ilógico na minha opinião.
          O herói é um herói, faz por deseja o bem é o que penso.

          Todos os que sairam eu joguei, a maioria eu terminei nos seus consoles, o pessoal acha péssimo o de 64, mas mesmo ele tendo seus defeitos ele tem uma boa dificuldade e eu gostei do desafio de terminar ele. Mas não é para mim um Castlevania da gema entende.

          É isso.

          • Darkbbbbbbbx

            Sabe o que significa ser recalcado?
            Sinceramente.Você escreveu todo esse texto sem um porquê.Em que momento do texto que redigi eu disse que você não pode achar o jogo ruim?
            Não entendi toda essa sua revolta.Se acalma cara.E olha bem o motivo que você apresentou para não gostar do jogo.”Eu não gostei mesmo do Curse of Darkness, porque achei sombrio, não curto games que tem invocações de demônios por questões pessoais, para mim o herói tem que ir na raça e não depender de criaturas para vencer ou de invocações para se dar bem”
            Em outros palavras.Jogabilidade.História.Dificuldade.Ou qualquer outra elemento que proporciona a diversão você nem considerou.E no primeiro texto que você escreveu nenhum argumento você apresentou.O que significa que você criticou sem fundamento.Ou seja,vc foi recalcado.Se te ofendi eu sinto muito.Só escrevi o que eu achei.Caso você ainda não tenha entendido.Você pode achar o jogo ruim.Mas da mesma forma que você várias vezes mencionou ser gosto.Você não respeitou o de quem gosta.Ou você acha que simplesmente dizer “Esse jogo é uma merda ou esse jogo é horrível” é respeitar gosto de allguém?

          • Calma ae rapaziada, olha os ânimos XD Não vamos perder a calma!! Façam igual eu ó, e deem uma opinião calminha: achei os 2 (Lamment e Curse) duas bombas kkk gráficos tenebrosos, tudo altamente repetitivo (principalmente o Lamment), histórias viajadas… não vejo motivo pra nenhum desses dois jogos existirem, poderiam fazer uma Formação Mandala da ruindade junto do Castlevania 64 e evocar o hell pra queimar os 3!

            OLHA OS ÂNIMOS SABAT, CALMA PO!!!

          • Darkbbbbbbbx

            kkkkkkk eu to muito calmo.Mas poxa olha a diferença do seu comentário.Você disse o porquê de não gostar.Aí ta valendo.(mesmo eu não concordando,não achei repetitivo.algum “pet” novo sempre aparecia e mudava um pouco o jeito de jogar.E eu até que gostei dos gráficos,Já a história realmente não é lá essas coisas.Mas ao menos pra mim castlevania nunca foi história.E sim gameplay)E nossa comparar com o de 64 é apelação.Aquele jogo….Pelor amor!eu achei o pior castlevania de todos.O seu maior inimigo é a CAMERA!.E a movimentação é totalmente desajeitada.Eu tive que jogar com a menina.Pq acertar algum bixo com o chicote era terrível.E a música então?NEM TEM hauahauahuahauah

          • NEM TEM foi foda ahUHAUaHAhaHUAhuaHUA rapaz, o jogo do N64 é ruim viu, mas olha, cada um em sua época, eu acho ele mais jogável que Lament viu! Quando eu joguei o Castlevania 64, eu achei ele duro, feio, embaçado demais até para os padrões N64, mas curti a aventura do jogo! Ele é difícil, bem variado em seus ambientes, nos inimigos, chefes… Ao terminá-lo, com muito custo pois vencer “os Dráculas” era bem difícil (hoje teria um checkpoint a cada mudança de ataque de cada um… naquele tempo morria, tinha que matar todos de novo do início!) percebi que o que eu realmente não tinha gostado no jogo havia sido a câmera sofrível e a falta de puzzles, eu considerei ele um game nota 7… Claro que a mecânica dele ficou terrivelmente ultrapassada poucos meses depois, mas eu de início, não tinha achado ele tão ruim não!! E o jogo tem música sim, a criança tocando violino na abertura =P
            kkkkkkkkkkkkk

          • Ulisses Seventy Eight

            Ae Sabat eu sei que sou enjoado mas voce prefere o Curse ou o Round of Blood (PC Engine)?
            Eu sou retro e vou morrer retro pois ainda não me rendi aos novos consoles, e acho que nunca vou me render. Abraço!

          • Rondo of Blood pra mim é o melhor castlevania já feito, melhor que Symphony, que Chronicles, que todos!!

          • Herege!!! seras queimado pela inquisiçao retro jogamistica.

          • huahuahauh Nada XD kkk

            O SotN seria o melhor de todos para mim se não tivesse aquele esquema tosco de experiência, que deixa o jogo ultra fácil. Quase estragou o negócio todo!!!

          • kkkkkk, gosto é gosto. pra mim os antigos ainda sao melhores apersar de nunca ter tido saco pra virar os recentes, normalmente jogo um pouco e logo perco o interesse. e qnto ao sotn com certeza o jogo é bom, mas a konami perdeu a chance de fazer o melhor jogo nao so da serie como tmb do genero.

          • Juste Belmont

            O pior pra mim no SotN é que o consumo de Mp da nevoa era muito baixo,dava pra ficar imune por um bom tempo.

          • Juste Belmont

            Com certeza

          • TH

            E eu que não tinha memory card? kkkkkkkkk

            Pelo menos era tenso jogar ele, rs.

          • TH

            Poxa Sabat, o Curde é legal mano, tem a melhor trilha sonora do play 2, e é um jogo bem divertido, e é muito legal ver o trevor em 3D, muito bem retratado.

            Tudo bem que ele tomar uma facada daquele bosta, quase mata o game. Mas o jogo é bem divertido.

            Agora o Lament, digamos que se não fosse tão recente eu faria um RetroNeurose dele com muito gosto, kkkkkkkk

          • Ulisses Seventy Eight

            Ai Sabat Voce falou tudo. Infelizmente tem gente que defende a série como se fosse a coisa mais maravilhosa do planeta. Já penso que vídeogame foi feito para diversão, e não perder tempo e nem opinar ofendendo as pessoas, chamando de recalcado ou algo pior. Isso só deve ser um fan boy que não admite que falem mal de seus jogos.

          • Ulisses Seventy Eight

            Não queria mesmo criar polêmica, mas eu dei um fundamento, a série para mim sempre foi Simom, Trevor e Richter. Até o Alucard eu torci um pouco o nariz mas tive que me render pois o jogo é muito bom. Mas não me desceu o Hector do Curse, e não gostei do esquema de invocar demônios, penso que foge da regra, não tendo a ver com a série tanto que não somente eu mas muitas revistas e publicações deram notas baixas a esse game e mesmo assim voce não foi lá xingar quem deu as notas ou chamar eles de recalcados enfim.
            Se eu te ofendi chamando o jogo de horrivel eu lamento.
            A série Castlevania para mim foi a antiga e vi recente o de 3DS e gostei pois retornou o Simom e o Trevor, ficou bonito mesmo o jogo e fiquei com vontade de jogar mas sempre tive critérios para avaliar o jogo, se tiver algo que me desagrada pessoalmente eu o abandono totalmente, e foi o que fiz no Curse.
            Que eu mesmo tenho amigos que detestam Skyrim, GTA, Devil May Cry, mas não deixam de ser meus amigos, e acho muito bom todos terem opiniões diferentes.

            Xinga o Sabat de recalcado e todos os retrogamers de recalcados tambem que não importa que isso não mudara minha opinião e o certo é que o mundo é cheio de escolhas e nos games não é diferente.

            Para mim Castlevania morreria 2D pois a série é em 2D para mim só isso.

          • Darkbbbbbbbx

            ok.por partes.

            “Infelizmente tem gente que defende a série como se fosse a coisa mais maravilhosa do planeta”

            Gostaria de entender como que você chegou nessa conclusão.Por acaso, em algum texto que escrevi eu disse que Castlevania é a melhor franquia de todas?Ou então você ignorou a parte que eu falo mal de Castlevania para n64?

            “Já penso que vídeogame foi feito para diversão, e não perder tempo e nem opinar ofendendo as pessoas”

            ” Isso só deve ser um fan boy que não admite que falem mal de seus jogos.”

            Será que você pensa isso mesmo?Porque acabou de me ofender né?
            Agora se eu disser que você é contraditório.Eu me tornaria o que?
            Porque até fanboy agora eu sou?
            Pra mim.Jogo bom é para ser jogado Independentemente da plataforma ou franquia.Da mesma forma que eu gosto de super mario world e mario the lost lvl.Mas não gosto do mario bros II(versão americana)Pela mecânica do jogo que ficou com algumas partes desnecessárias,por exemplo:Se não me engano é no mundo 6 que você tem que procurar uma chave.E pra fazer isso você tem que ficar procurando nos vasos.que são muitos.(acredito que mais de 15)E que não tem nada.
            A única coisa que eu fiz foi nomear a sua atitude.E não,você NÂO deu um fundamento.Leia de novo seu comentário anterior.

            “não somente eu mas muitas revistas e publicações deram notas baixas a esse game e mesmo assim voce não foi lá xingar quem deu as notas ou chamar eles de recalcados enfim.”

            PORRA!Sinceramente,não sei como que eu posso comentar isso sem ser grosseiro.

            Sabe o que é uma review?Sabe que para fazer alguma review você tem que primeiro analisar o jogo?jogando-o?Sabe também que para se dar um nota para qualquer coisa você tem de apresentar os motivos para tais?

            Como…como alguém que faz isso tudo que eu escrevi,seria recalcado?.Lógico que não diria que eles foram recalcados…sabe por que?
            porque eles não foram.

            “Se eu te ofendi chamando o jogo de horrivel eu lamento.”

            Isso nunca me ofenderia.você ou qualquer outra pessoa dizer/escrever que algum jogo que eu goste seja ruim,para minha pessoa tanto faz.Mas isso não me impede de comentar o que eu acho também oras.

            “Xinga o Sabat de recalcado e todos os retrogamers de recalcados tambem que não importa que isso não mudara minha opinião e o certo é que o mundo é cheio de escolhas e nos games não é diferente.”

            Essa parte eu não entendi nada.Acho que você queria fazer com as pessoas me odiassem?sei lá.E se você achar alguma passagem dos meus comentários chamando o sabat e os(a) outros leitores(as) de recalcados(tirando você).Eu uso calcinha por um dia.Ainda posto uma foto no meu fb hueheuehuehueheuheuheueheuh.

            Por fim

            “Para mim Castlevania morreria 2D pois a série é em 2D para mim só isso.”

            Tudo bem cara.Eu não concordo mas é a sua opinião.Seja feliz com ela.Acredito que essa discussão só chegou tão longe porque vc não sabe o que significa ser recalcado.Ou em qual sentido eu usei.

            Recalcado:
            Aquele(a) que é:

            Insatisfeito;

            Reprimido;

            Desejoso não satisfeito

            Crítico sem motivo aparente.

            Usei esta palavra no ultimo significado.Crítico sem motivo aparente.Pra falar a verdade.Nem acho isso um xingamento.

        • TH

          Concordo que ele era o melhor, até lançarem o Lords of Shadow. Esse é incrível demais.

          Vc chegou a jogar? Vale muito a pena, um dos melhores games dessa geração, para quem jogou o Castlevania e conhece sua história clássica, pira demais com o final do jogo.

          • Darkbbbbbbbx

            Infelizmente não.Mas tenho vontade.é só eu conseguir um pouquinho mais de tempo heheehe.

      • TH

        Ser o melhor Castlevania 3D não é grande coisa tb, kkkkkkk. Os outros são terríveis.

        Só não é o melhor pq tem o Lords of Shadow. Esse sim é o melhor Castlevania 3D, e um dos melhores games dessa geração.

        Se não jogou ainda por favor pare de jogar tanto RPG e jogue poxa, rs.

        • Juste Belmont

          Tambe acho o Lords o mais foda,claro. Mas o que me fez odiá-lo foi o que fez eu odiar qualquer outro jogo que fizesse a mesma coisa,a quebra da linha do tempo,é foda os caras começarem uma historia totalmente diferente,quebra o clima do jogo. O meu preferido é o SotN,que foi a base de todas as funçoes dos castlevanias futuros. Dos 3d,o melhor é o Curse Of Darkness,que eu só não gostei das trilhas sonoras,salvo algumas exceções.

    • TH

      Pois é Elisses, muita coisa horrível foi feita com Castlevania, o do N64 por exemplo. Não sei para que lançar aquilo.

      O Lamment para mim é o pior, com certeza pior até que o N64, e o pior é contar aquela história michuruca como o início de Castlevania, que coisa ridícula. Tudo naquele jogo é terrível.

      Agora o Curse of Darkness é um puta jogão. É o que mais se aproxima do SoTN em 3D. As músicas são fantásticas, faz jus ao nome Castlevania. E lutar contra o Trevor e a Morte tão bem retratados eu achei fantástico. esse eu gostei.

      Os do gba e DS eu terminei todos, e eu gosto do Aria, conta a história no futuro, e o Soma é a encarnação do Dracula, e tb tem o Alucard. O Dawn of Sorrow tb é legal, e o fato de ter vários finais inclusive o que o Soma cai em tentação e se transforma no Drcacula é bem legal. E o jogo é muito bom tb.

      Os do GB eu não joguei na época, não tive Game Boy nem conhecia ninguém q tinha… Joguei apenas um pouco, mas não para terminar, apenas para ver mesmo. Um dia eu jogo a sério, afinal achei bem legal.

      O Chronicles eu joguei assim que saiu para o psx, um puta jogo. Um dos meus preferidos. Mas tb é bem difícil, não consegui terminá-lo não. E as músicas são fantásticas.

      Para mim os melhores são o 3 o 1 e o Dracula X.

      Mas o Lords of Shadow é muito bom amigo. Vc não faz ideia o que é terminar esse jogo. Dá até frio na barriga! É incrível!!!! Pegaram todos elementos da história de Castlevania e tranformaram em algo épico. eu conto nos dedos os dias que faltam para sair o 2!

      Muito Obrigado Ulisses, fico contente que tenha gostado do texto! Um forte abraço!

      • tem até review do Chronicles aqui pô, confira ali na lista lateral ^^

      • Ulisses Seventy Eight

        Ei Th ta perdendo a mão hein, pô voce não terminou o Chronicles, que puxa cara.
        O Lords of Shadow é um God Of War pra mim, esse ai espinafrou a série.
        Desculpa mas é minha opinião.
        Abraço.

    • Juste Belmont

      Cara,eu tambem nao gostava dos Sorrow por causa do emo do Soma Cruz,mas depois que eu joguei,percebi que há poucas diferenças na jogabilidade desse para o outros CV,menos o Dawn,porque aquele traço anime do jogo cagou tudo.Ainda em que no Order Of Ecclesia eles adotaram um estilo mais gótico no design dos personagens

  • William

    Este com certeza está no TOP 3 do NES! Muito bom!

    • TH

      É um clássico mesmo! Impossível falar no Nintendinho sem falar nele!

  • Coelho

    Uma
    das coisas que mais me agrada na internet é ler textos sobre os games da
    fase de ouro dos video games, é como voltar no tempo e ler todas aquelas
    revistas que nos faziam sonhar acordado.

    Seus textos são os melhores que eu já vi na internet. Prometa, para alegria dos saudosos, que não vai parar de escrever.

    • TH

      Caramba Coelho! Muito obrigado mesmo.

      Até me emocionei!

      Sabe, são os comentários que fazem a gente continuar a escrever, é como achar um frango de parede, enche nossa energia para poder continuar.

      E é muito bom, pois escrever nos fazem lembrar dessa época de ouro, de cada detalhe, e como vc muito bem disse, nos fazem voltar a época onde as revistas nos faziam sonhar!

      Muito Obrigado mesmo Coelho! Apesar de estar meio afastado depois de 2012 ser tão duro comigo, eu prometo a vc que não vou parar de escrever, e exatamente por comentários assim como o seu.

      Muito Obrigado mesmo amigo!

      • Não adianta, não vou aumentar seu salário!!!

  • JC

    Castlevaaaaaania!!!!!
    Essa eu lembro (não de estar voltando do mercado) mas de te contar como era o jogo, castelo mal assombrado, zumbis, e aumentando tudo, falando da medusa, chefe da segunda fase, que foi onde cheguei da primeira vez que aluguei na System (poxa, não fala mal da System não, é sacanagem…System forever!). Era mto bom pegar um jogo desconhecido e de nome esquisito e passar o fim de semana com um dos jogos mais desafiadores e empolgantes de todos os tempos… por essas e outras C1 terá para sempre minha admiração e respeito apesar dos problemas.

    Essa do stop eu não lembrava, mas deve ser verdade porque a gente jogava bastante essa merda… E se a sensação que te dava era essa de quando alguém fica vendo o celular toda hora então devia ser bem trash mesmo… Desafio extra pra Castlevania, como se precisasse…

    Coincidentemente eu estava jogando Castlevania ontem, depois de algumas partidas de Lord of Shadows. Que jogo difícil! O que o LoS tem de bonito esse tem de difícil! Sempre paro na fase da morte, mas ainda termino esse jogo algum dia…

    Mesmo com tantos poréns achei pouco os 86%…

    Ótimo Review mais uma vez TH, não preciso nem falar, né…

    ps1: o gremlin eu chamava de cachorrinho e odeio até hoje, mais do que as cabeças de medusa.

    Ps2: os zumbis eu chamava de mortos, e aqueles bichos vermelhos que saem da agua eu chamava de zumbi… vai entender…

    • TH

      Putz, verdade JC, eu esqueci de comentar sobre o nome, kkkkkk. Hj comum para gente mas naquela época era um nome bem estranho e que a gente falava bem errado, rs. Nostalgia pura.

      Os 86% é por culpa da própria Konami que depois lançou o Castlevania III, kkkkkkk. Se a gente desse uma nota 95% para o Castlevania, o III teria que ter 150%, rs. Mas em fator nostalgia, o primeiro com toda certeza ganha de qualquer outro, e sim teria uma nota que passaria dos 100%.

      Verdade, cachorrinho, kkkkkkkkkk. Vc falando isso me lembrou na hora da sua TV e vc jogando, e xingando, kkkkkkk

      E eu lembro dessa troca de nomes aí tb, e tb não entendo, kkkkkkk

      Valeu JC. Obrigado mano!!!!1

      • Juste Belmont

        Sempre chamei os cachorrinhos de João pula-pula,os fantasmas de alma penada e a medusa eu chamava de bruxa,mas chamava as cabeças de medusa kkkkkkkkkk

  • Cadu

    Olha, por consideração eu vou ignorar sua retroneurose contra o Atari… e pelo fato de que lançar esse tipo de jogo pra NES eu mesmo considero uma ofensa! Mas enfim…
    Castlevania, ah Castlevania… respeito demais a série, embora só tenha jogado dois jogos dela pra valer e, como vc bem sabe, ambos foram em gerações mais recentes. Ainda vou tentar encarar estes clássicos com a movimentação lenta e o maldito pulo Belmont! Sempre achei ele interessante, ele só seria melhor se tivesse sido lançado pra Master System e não pra NES… kkkkk… calma, respira, eu tô zuando!
    Games “simpáticos”… huahuahuauhahua
    Putz, que bom saber que eu não sou o único que acha muito estranho aparecer a energia do chefe desde o começo da fase. Inclusive é bom saber que isso ocorre com um fã da(s) série(s) (Ninja Gaiden incluso) e do console em si. Sinto-me menos “SEGO”, se é que me entende.
    Que estranho, vc descobriu sozinho como soltava a faquinha? Não apareceu nenhum tutorial congelando a tela e escrito bem grande APERTE PRA CIMA E ATAQUE PARA ATAQUE ESPECIAL, só descongelando quando vc executasse o comando? Caramba, vc é o gênio dos videogames! OK, eu sinto ódio dos tutoriais babacas dos jogos de hj, foi mal pela revolta! kkkkkk
    Fiquei com vontade de comer um frango de parede… será que é fácil de fazer em casa?
    Tá, palhaçadas a parte, eu concordo plenamente com o que vc disse: “como era boa aquela época, onde a gente não questionava nada e tudo fazia sentido ou não precisava fazer”. E hj a gente tem que aguentar nego xarope reclamando que o corpo não cai exatamente como na vida real após levar um tiro no FPS favorito dele. É de cair o ** da bunda!
    Mano, a subida de escada é um porre nesse jogo… bem lembrado!
    Caraca, eu nem sabia desse negócio de “II” e “III” no Castlevania. Bom saber, quando for jogar o jogo pra valer (provavelmente nunca, sempre fico no “um dia eu jogo”… kkk), eu sei pra que aquilo serve. Como manual faz diferença, né? Pena que hj não tem manual mais, tem aquelas porras de tutoriais in game… afe…
    Ahhh, vc mencionou o pulo Belmont, sabia que faria isso… escrevi lá em cima antes de ler! hahaha… e ainda junto com cabeças de medusa em senóide, vai se lascar, dá vontade de arrebentar a televisão com um Soul Steal! Como se a TV tivesse alma, mas blz… a TV tem propaganda, propaganda é a alma do negócio, então acho que daria certo. Fui longe… melhor ignorar.
    Esse pulinho pra trás do dano tem no Ninja Gaiden também, não? Lembro de ter perdido muitas vidas nesse jogo do ninja acelerado pq pulei na hora errada, levei dano e caí direto no buraco. Os level designers da época não tinham mãe, na boa!
    Esse gremillin que vc falou é aquele bichinho rápido de verde que tem no SotN, bem pequeno e que se movimenta rápido e pula igual à uma perereca lokona? Se for, fico imaginando o trabalho que dá matar ele com um Belmont. Com o Alucard que é ágil já enche o saco, com o Simon deve ser tenso! Sim, eu nunca passei da Medusa, antes que pergunte pq eu nunca vi o gremillin! Acho que passei no Dracula X Chronicles, mas tenho pouca memória do jogo, só joguei ele pra desbloquear o SotN, vc sabe! hauhuahuahuahuahuahua
    TH, seu hater nato, não fale mal de Stop… é um jogo divertido! kkkkkkkk… seria melhor se as pessoas se esforçassem a não lembrar somente de palavras básicas, mas enfim, deixa eu fugir do off topic. Antes, deixo um exercício: imagine Stop com jogos de videogame, onde cada coluna representa um gênero? Consoles também, evidentemente. Acessórios, jogos específicos de consoles, personagens, inimigos, etc. Vai dizer que não seria divertido? Não seria mais um “Estopi stúpdo”! Exercitaria a memória com um tema muito melhor! o/
    Ah, agora entendi a bronca com o Stop… o fator socializar… OK, pode odiar Stop… mas ainda acho minha idéia boa! kkkkkk
    415 vidas na fase da Morte? Que versão pirata era essa que vc tava jogando? Parece o meu Sonic pirata de 40 vidas iniciais, pô! huahuahua
    Enfim, já estou desistindo de jogar esse jogo neste trecho do seu texto… muito difícil pra um jogador mediano que nem eu! kkkk
    “Firmeza é o Dr. Wily, que nos respeita e coloca uma portinha antes do inimigo”… poético!
    O que? Peraí… vc nunca terminou Castlevania???????? E eu tô querendo jogar o jogo????? HAHAHAHAHAHA! OK, oficialmente desisti de tentar jogar este jogo pra valer! huahuahuahuahuahuahu
    Teleporte com três bolas de fogo me lembram SotN, a risada do Drácula e tal… HO-HO-HO!
    “Não é um game para qualquer um”… isso encerra de vez a minha vontade de encarar o jogo! huahuahua
    Que vc vença a Morte algum dia e tenha a experiência que tanto quer contra o vampiro supremo!
    Parabéns, TH, o texto ficou tão foda que me fez fazer um comentário gigantesco! Há tempos não fazia um desses. E o mais incrível é que foi um texto sobre um jogo que vc não finalizou, o que vai contra a minha lógica de ter que terminar um jogo pra escrever sobre ele. Isso vai mudar minha forma de pensar, abriu um leque de outros games que posso falar sobre. Muito bom, então agradeço por ter feito isso! haha!
    Abs

    • Fernando Tadeu Fabri

      Garanto que li o comentário inteirinho, Cadu ^^

      Jogue pra valer, pra terminar… VALE A PENA…

      Mas eu fiquei mesmo é com vontade de RIR… NYAHUAHUAHUAHUHAUUHAUAHHUAUHAHUAHU eu também quero comer um frango de parede, se descobrir a receita, POR FAVOR, ME PASSE! NYUHAHUAHUAHUAHUAHUHUA

      ABRAÇO!

      • Cadu

        Vou pesquisar sobre, Senpai!
        Se eu encontrar a receita, te passo com certeza! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
        Valeu!!!!
        Abraço

      • TH

        Tá aí Senpai e Cadu, o Frango de Parede e como apreciá-lo.

        XD

        • heuHEUheuHEUheuHEUhuehUHEUheuhEUHuehuEHUehu
          heUHEUHEUHuehUHEUhueHUEHuheuE
          HeuhUEHUheuHUEhuehuHEUheuhEUHE

          TEM FAROFA AE?

          • TH

            Não tem farofa, vem acompanhado de cimento, uma delícia, rs.

          • Cadu

            HUAHUAHUAHUAUHA!

            Agora precisamos achar a receita.

            Deve ser algo tipo

            – 1 frango

            – massa corrida

            – cimento

            – reboquit

            – quartzolit

            – sal

    • TH

      O pior que apesar da brincadeira, teve um comentário falando isso sério do lance do Master, kkkkkkkk. Eu acho que seria melhor se tivesse lançado para os dois, não pq um ia ficar melhor que outro e sim pq todos poderiam ter jogado.

      Hj em dia, esses tutoriais no meio do jogo que acha que a gente é burro é foda mesmo. Tem uns que chamam a gente de anta na cara dura, dá vontade de colocar cara do Nicholas Cage.

      Sim, esse Gremmiling é o mesmo bichinho verde do SoTN, imagina esse bicho em um Castlevania clássico, com o pulo Belmont e a jogadinha para trás quando elva dano. É um inferno, E fora que eles são mais rápidos no primeiro Castlevania.

      Sim, dá até para deixar o Stop mais divertido com a temática de games, mas mano, vc acha que mesmo assim eu vou preferir isso a jogar Castlevania, ou mesmo assistir alguém jogando? rs

      O lance das 415 vidas é que eu esqueci de comentar mas, o continue é infinito, rs. Só a paciência e o intervalo até começar a novela que não era.

      Muito Obrigado mesmo Cadu!!!! E que bom que isso aumentou o leque de possibilidades de seus textos!!!!

      Valeu!

      • Cadu

        Esqueci de responder isso, vamos lá.
        Eu também gostaria que tivesse sido lançado para ambos, mas… sabe que eu sinto falta da época em que existiam mais exclusivos? Esse negócio de sair tudo pra x360 e ps3 as vezes é triste.
        Que blz, os Gremilins são mais rápidos no primeiro Castlevania, que vc controla um personagem que anda com duas bolas de ferro em cada perna. Com o Alucard que é rápido é difícil de encará-los, com o Belmont ultra-pesado deve ser mil vezes pior.
        E é justo ter continues infinitos, é igual Mega Man. Não vale limitar os continues, ou ninguém termina! ahuhuahuaahua
        E ja aumentou o leque, comecei a “rabiscar” um texto sobre um jogo que nunca terminei, mas que tenho história pra contar e vou tentar terminar em breve! hehe!
        Valeu!

    • Ulisses Seventy Eight

      Pro master tem o Master of Darkness que é um jogo que a Sega fez pro master e é a lata do Castlevania, deve quebrar um galho alem de ser um excelente jogo

      • Cadu

        Já li reviews sobre o jogo que falam muito bem dele, provavelmente é uma baita alternativa mesmo. Pretendo jogá-lo algum dia, mas antes preciso encarar os Castlevania. 😀
        Mas eu falei aquilo mais pra pentelhar o TH mesmo… hehehe!

  • Ricardo Cérbero

    Clássico supremo. Sem muito o que comentar.

    Este é o tipo de jogo que comentários a seu respeito podem cair no ridículo, porque quase tudo de positivo – e negativo também – já foi dito a seu respeito, mas são resenhas bacanas como a sua que só reforçam a sua reputação.

    Este é o tipo de jogo que qualquer pessoa que se interessa por games tem que jogar um dia (assim como Mario, Contra, Metroid, Megaman, SF, MK, Final Fantasy, entre outros), mesmo que depois de jogar, ache uma porcaria. E, talvez, se não fosse por Castlevania (e seus outros “colegas” que exemplifiquei anteriormente), o videogame seria como o “Stop” hoje em dia: uma coisa que era muito legal, mas totalmente sem sentido hoje em dia.

    Abraço.

    • TH

      Sim mano, clássico dos clássicos. E todos que vc citou são clássicos tb, todos com muita nostalgia!

      Obrigado Ricardo!

  • Aki é rock meu irmão

    O jogo difícil hein eu sofri para zerar ele viu mas vale muito a pena as suas trilhas são demais curto pra caramba a série alguns meses atrás eu zerei o de ps2 o Lamente of Innocence.

    • TH

      Pois é, e logo, logo vou estar eu tentando zerar esse game pela primeira vez. estou esperando chegar meu Castlevania para o Nes, quero jogar no Console!

      O Lamente para mim é só lamento mesmo. Eu acho esse jogo um dos piores jogos já lançados, detestei em tudo, nada a ver com Castlevania…. O Curse of Darkness sim é muito bom. Terminei ambos, mas gostaria de apagar da mente o Lamente.

  • Fernando Tadeu Fabri

    Despertei a criança dentro de mim nos anos 90 ao ler esse fantástico Review, parabéns TH!

    Mas caí do cavalo, quando estava quase me emocionando total e brochei ao ler que tu ainda não passou da morte o.o

    Mas relaxa maninho, todo mundo tem um carma, até em jogos, e pode ser superado com MUITA, MAS MUUUITA persistência…

    Foi assim comigo em muitos jogos (inclusive esse, parceiro)

    De resto, um jogaço! Tudo de bom, principalmente a trilha sonora…

    Terminei esse jogo no dia 6 de agosto de 2011, onde finalmente passei a Dona Morte e após mais alguns sacrifícios derrotei o Dracula… Em meu famicom AV, jogando com meu cartucho, feliz da vida ^^

    Grande abraço e valeu ^^

    • TH

      Opa Senpai! Obrigado mano! Fico muito feliz, essa é a ideia dos nossos textos né? Levar a gente quele tempo maravilhoso!

      Pois é Senpai, eu só joguei Castlevania a sério naquela época, e apesar dos continues ser ifninitos, logo começava a novela e eu tinha que parar de jogar para meus pais assistirem TV. Então eu ficava preso na Morte até chegar esse horário.

      Mas vou fazer igual Battletoads, vou voltar a jogar a sério esse game agora e finalmente derrotar a Morte. O Dracula para mim é Bônus, o negócio com a Morte é pessoal, kkkkkkkk

      Valeu mesmo Senpai! Abração!

  • CODY

    TH, com seu texto me fez lembrar da época que aluguei esse cartucho, nem era uma locadora, era uma loja de revelação de fotos que tinha alguns jogos para alugar e numas dessas idas de final de semana aluguei o castlevania, sem mesmo saber do que se tratava o jogo. Nesse ano tbm não existia revista de games. Tbm achava que o coração era para encher a energia e o nº 2 romano só fiquei sabendo depois de velho tbm, quando foi mencionado em uma revista. Boa a época que pegamos o ínicio de grandes franquias, principalmente nos anos 80 e 90, que começavam de forma inocente e depois de fazer sucesso, vinha as sequências e a elaboração de uma história para explicar tudo, como foi tbm com o street fighter. A Séria castlevania eu tive a oportunidade de jogar todos os jogos para todos os consoles, tem uns mto bons, mas tem tbm uns tão ruim que dá vontade de chorar, como o do n64 e o original do arcade. Esse castlevania do nes teve um remake para ps1 que acabei jogando mais do que o do nes, só não me lembro se terminei ambos, depois vou abrir o emulador e tentar terminar;

    • TH

      Perfeitamente colocado Cody, primeiro era apresentado o jogo, depois vinha a história para explicar tudo, e vou além, a gente nem ligava muito para a história tb depois, só queria jogar mesmo, rs.

      Sim, o do fliperama, que eu tenho… É ridículo de ruim, Jesus…. O 64 eu não entendi até hoje o que eles estavam pensando. E pior, eu não tinha memory card, então, pelo menos era bem tenso…. Mas nunca fui muito longe…

      Sim, o Chronicles, jogão. Esse jogo é incrível. Só achei que deixaram o Simon meio afeminado demais, rs. Mas o jogo é muito foda. Mas tb não terminei… Ele era até mais difícil que o do Nes.

      E fico feliz pelo meu texto fazer vc lembrar das locadoras e desse game fantástico. Eu tb alugava em uma locadora, mas assim como quase todas as locadoras da época, era uma video locadora até aparecerem os jogos.

      Valeu Cody!

  • Darkbbbbbbbx

    Legal a review TH.Dei umas boas risadas.única falha que eu achei foi quanto a dificuldade que ficou exagerada.
    Castlevania I não é fácil.mas também não um dos mais dificies.(a exceção do III)Por exemplo o Frankestein.Matei ele só com o chicote e acho que foi no máximo 3 tentativas,depois de chegar nele.E as múmias são relativamente facies.Também só matei com o chicote.Os únicos chefes que me forçaram a usar alguma arma foram a Morte e o Drácula.E discordo de você quanto as gráficos.Sempre achei eles muito coloridos e bonitos.Mas tirando esses elementos a review ficou bacana sim.Deu vontade de terminar de novo o/.

    • TH

      Opa Darkbbbbbbbx, acertei a quantidade de b? rs

      Então, eu não exagerei não, rs. Eu contei o que eu achei e passei na época. Quando joguei agora em Jundiaí, passei de boa tb do Frank e das Múmias, mas naquela época eu lembro que sofri muito, fora que escrevendo o texto eu lembrei de outro problema que tinha, as novelas. Só tinha uma TV em casa e alguns jogos mesmo com continue infinito ficavam difíceis por causa disso, para mim não era infinito não, rs.

      Outra coisa, para mim Battletoads é muito fácil, 50 mil vezes mais fácil que Castlevania, mas isso é pq eu terminei o Battletoads e joguei muito, e para alguém que não terminou Battletoads ouvir isso é uma ofensa, rs. Ninja Gaiden é outro, só terminei o III. Os outros fui só a té o último inimigo…

      Os gráficos, eu acho que ele tem um charme todo especial na primeira fase, mas depois ele fica bem genérico, os inimigos não dá para entender muito o que são. Por exemplo as múmias o próprio Sabat chamada de mostro de lama, rs. E prova disso é o III, esse sim mostra capricho em todas as fases e inimigos. Não estou falando que é feio, e si que foi o primeiro, assim como comparar o gráfico do Super Mario 1 com o 3 não dá. Mas é que o jogo quis mostrar muita coisa complicada em gráficos e ainda não conseguia, só isso. Mas eu adoro. Se vc ler o comentário na última imagem se é que o Sabat não tirou, eu digo que gostaria de emoldurar e colocar na minha casa!

      Valeu mesmo Dark! Fico feliz que tenha gostado!

      • Darkbbbbbbbx

        Ahhh sim.Aí tudo bem.Sendo criança era super complicado mesmo.Agora entendi heheehe.E você é doido TH battletoads mais fácil que castlevania?hahahaha que isso cara!
        E aquela parte da corrida contra o rato então?Que tem uma música psicodélica pra te deixar desesperado e maluco kkkkkkk.

      • Darkbbbbbbbx

        E hauhauaa acertou a quantidade dos “b”s sim.A idéia é justamente ser diferente(assim eu não tenho problema pra colocar meu nick em jogo online)kkkk

  • Sirlon Hayate

    Esse game da Konami é maravilhoso!
    Castlevania, joguei muito isso na época, e em uma televisão preto e branco. Esse game mesmo em apenas 8 bits, vai um trabalho saudoso, passa um universo bem sombrio mesmo.. saudades de tardes e tardes jogando games dessa classe..
    A Morte me foi problema por pouco tempo.. com mais pratica e habilidades amigo TH, você irá vencer sim, tenho certeza!
    Namoradas me perdoem u.u
    Castlevania pra hoje a Noite o/ !!!

  • Cara, parabéns pelo belo post, me fez lembrar q minha mãe era mais viciada nesse jogo do que eu, ela sempre chegava na morte mas nunca passava, e eu cheguei no Drácula e nunca consegui derrotá-lo ¬¬

  • Castlevania 1 foi penoso de zerar para mim. é muito legal joga-lo…a versão japonesa do game que é menos apelona. gostei de ver essa matéria do game por aqui.

  • Este jogo é para zerar apenas uma vez. Depois que você consegue, nunca mais se habilita novamente. Osso ruinzão de roer. Abraços do Piga!

  • André Adriano

    Castelvania ficou da hora de jogar a partir do Dracula X na versão do Snes e também PC Engine. Ai quando veio o Symphony The Night foi o disparate da série. As versões de NES são muito ruim. Se lançasse para Master System acredito que faria mais sucesso. Ótimo review.

  • Nunca gostei da trilogia de Castlevania do NES
    Não gosto pelo fato da jogabilidade ser muito travada, e acaba sendo muito difícil pular de uma plataforma para outra, e ainda conseguir sair vivo dos inimigos.
    Castlevania é uma série que eu apenas gosto nos 16 bits, tanto que os que eu zerei foi o Super Castlevania IV e Castlevania Drácula X do SNES e o Castlevania Bloodlines do Megadrive.

    Mas parabéns pelo seu review TH, ficou excelente
    E tbm acredito que algum dia vc irá conseguir vencer a morte hahaha

  • elcioch

    poxa tem games do atari que é muito legal, caramba!
    do jeito que contou sobre como foi que disputar esse game com outro cara foi foda! só faltou um duelo epico ali na loca!
    mas vai que o infeliz dava afim de outro game?
    pois é tambem achava estranho a energia do maligno aparecer ja no inicio do game. me confundia sempre achando que era uma barra extra do heroi! e os coraçãoes então. (raiva)
    a primeira vez de muitas achava que era impossivel recuper a energia! o que me desanimava pois morria muitas vezes por falta de energia!
    bem lembrado! e agora finalmente estou sabendo pra infernos serve o dois em romano! valeu!
    sempre achei as medusas tambem um tormento para conseguir matar o @#$!
    os pulos de belmont sempre achei ruim, mas um dos piores era de uma versão de castlevania para game boy! o cara parecia que tinha jumbo nas pernas!
    os famosos gemidos de belmont em que ele sai voando pra tras assim como em ninja gaiden sempre foram motivos pra deixar qualquer um com @#$$ na mão! hehe!
    não! as mumias jogavam rolo de papel higienico egipicio na gente aquelea porcas com mil anos de bosta!
    este game como outros e um tipico game que te transforma em uma besta horrenda de pura raiva!
    te deixa com uma baita vontade de entrar no game e arrepiar o castelo de draculo de tal jeito que ele ficaria arrasado pra sempre! mas você sentiria um orgulho demoniaco por ter acabado o game de maneira tão fodastica!

    so assim para afogar a frustração, medo e raiva que o game nos deu! hehe

  • Felipe

    brother sei como eh travar na morte, jogava o game com uns oito anos de idade e n conseguia passar dela.

  • fsb1556 .

    Castlevanias antigos (até o PS1) são excelentes e, o ,mais importante, passam no teste do tempo.

    Sempre que volto a jogá-los após muito tempo, tenho a mesma diversão, além de reparar em algum detalhe que não havia visto anteriormente.
    E a trilha deles, coisa linda!

  • Olha, não tem muito a dizer do castlevania. Até porque se ousar comentar tudo que tenho dizer, o comentário seria maior do que o próprio post.

    Este jogo, na primeira vez que joguei, no velho TopGame há muitos anos a traz…. castlevania 1, foi o que me fez na época, fazer jogar apenas até as 6horas da tarde, pois não ousava jogar a noite. Mesmo assim, me atormentava as memórias das fases que não conseguia passar e como fazer para ultrapassar certos trechos.
    E quando finalmente cheguei na temível morte… até descobrir a seguencia correta de lançamentos de “cruzes” com o III e cheio de corações… era só abraços na morte. Se não chegasse nesta fase com o III nem tentava mais.
    Mas então, ultrapassando ela, veio o temível Drácula!!!
    A escada, o ambiente… acho q o único castlevania que fez ter esta mesma atmosfera ao chegar no último inimigo foi o Simphony… e o último do PS3… digo ambiente.
    Bem, mas este Drácula é fácil, depois que pega o jeito. Acho que até hoje, o drácula mais chato é do N64… que horrível aquilo.
    Bem, queria fazer um breve comentário só… ahh, outra coisa… nunca tive video games portáteis… mas a partir do GBA, qndo já tinha condições para comprar um, só comprava quando lançavam o Castlevania.. assim q lançaram todos, aí vendia. O mesmo ocorreu com DS.
    Agora, só falta comprar o 3DS para jogar ele.
    Abraços !

  • ganon,o destruidor

    muito bom joguei muito castlevania no snes (alias qualquer coisa eu joguei mais no snes, ate sonic eu joguei mais no snes),e fica tranquilo cara e normal parar na morte eu mesmo parei la ,e sem duvidas um dos jogos mais difíceis do nes o terceiro na minha opinião ,pena que hoje em dia a serie não seja mais tao boa……..

  • diogo

    Repudio eterno akeles que dao menos q 10 pra esse jogo, como nota. kkkkkkkk. descordo da nota mas curti demais a materia chefe. so nao axo o jogo tao dificil qnto o pessoal fala, o mesmo ocorre com o contra por exemplo, tem alguns jogos do proprio nes q sao muito, mas muito mais dificeis q akumajou dracula. eu fico dividido entre esse e o densetsu que melhorou varias coisas, mas axo q ele perde nas musicas e na dinamica das fases, q apesar de ser mais elaborada, nao me deram tanta diversao qnto no primeiro, alem da dificuldade ser ligeiramente inferior, sei la é dificil escolher entre os 2.

  • Rummenigge

    Às vezes paro e me pergunto o que determinadas séries têm que nos fazem nutrir um encanto eterno por elas, encanto este que consegue romper a barreira do tempo e mesmo após quase 30 anos de lançadas conseguir cativar fãs, mesmo com os títulos mais antigos! Sou jogador desde a época do Nes, mas passei por essa geração sem jogar 1 game sequer (sempre joguei em locadoras), mas, mesmo assim, sempre ouvia falar na fama da série. Na era do santo emulador, decidi me lançar nessa aventura e conhecer que série era aquele que tantos falavam! Paixão instantânea! É fascinante ver o esmero com o qual uma obra tão antiga foi feita. Cada detalhe visual, cada canção que me faz transferir o mp3 pra minha pasta de “Canções de Games”, enfim, cada detalhe que me fez e faz revisitar a série a cada ano! Simplesmente único! São fatores como esse que me orgulha de jogar video-game! É único, assim como a série Castlevania!

  • Daylan Steffen

    acabei de descobrir para o que serve os quadrados com números em romano XD

  • Juste Belmont

    Só passei da morte porque eu paralisei ela na parede com a agua benta(ou acho que ela tinha bugado,mas,bem,um golpe de sorte) e desci o chicote nela. Pena que o Dracula me matou

  • Louriberg França Costa

    Ah, Castlevania 3…Um dos primeiros jogos no qual eu verdadeiramente “me borrava” jogando. Me recordo que pelas últimas fases, a tensão era tão grande que eu precisava pausar o jogo, e dar um tempo pra poder me “recuperar”, tamanha era a imersão que o jogo me proporcionava, no sentido de ficar apreensivo na expectativa das próximas fases ou do próximo chefe. Tá na minha lista de games preferidos de todos os tempos…Ótimo post, um abraço…

    • Obrigado pela presença Costa. Valeu!

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