Indie Review: Street Fighter X Mega Man


E o aniversário de 25 anos do nosso querido robô azul ladrão de poderes alheios chegou, passou, e o que parece é que os executivos da Capcom realmente acreditavam que o fim do mundo iria acontecer, pois nunca vi na história dos jogos eletrônicos tamanho descaso para com um personagem de importância histórica tão colossal como este ao qual me refiro. Mega Man é simplesmente sinônimo de videogame, nasceu nos primórdios, definiu o padrão de dificuldade e conquista do Nes, cresceu geração após geração, e quando sua mãe nipônica resolveu que o interessante era o lucrativo e o lucrativo era o 3D, começaram os dias de decadência da franquia, dias que deixam todo retroaventureiro com saudades dos velhos tempos em que uma Buster fazia o serviço, e muito bem feito.

E essa época saudosa até ameaçou voltar quando a empresa surpreendeu o mundo inteiro ao lançar 2 games que continuavam a franquia clássica diretamente de onde ela havia parado: Mega Man 9 e 10, ambos naquele jeitão 8bits que eu não preciso ficar repetindo por que todo mundo presenciou o bafafá que aquilo causou né! Mas se toda aquela nação de velhos barbados fãs do Blue Bomber acharam aquilo tudo maravilhoso, parece que não foi bem isso que a Capcom enxergou, pois além de não termos visto mais nada da franquia após estes, a não ser um game simplesmente horrendo para I-Phone que nem merece ser citado, ainda presenciamos o cancelamento de alguns jogos e a saída de Keiji Inafune da companhia, que era só um dos CRIADORES do Mega Man e principal responsável por estes 2 últimos games lançados.

Futuro negro… Estava mais fácil achar uma garrafa de coca-cola em noite de blackout do que acreditar que nosso Blue Bomber poderia sobreviver aos duros golpes que a franquia recebia. Era um sentimento mútuo que se dependesse da Capcom, a obra só iria mesmo degringolar cada vez mais até se tornar algum joguinho social besta de tablet ou facebook. E isso, acreditem, ainda pode acontecer sem a menor sombra de dúvida, é só a Capcom julgar que esse terreno é lucrativo, pois ela segue agora à risca as tendências do mercado, coisa visível em seus últimos games que se tornam cada vez mais americanizados e sem a essência de antigamente. Então, e agora, quem poderá nos defender?

“Ninguém… Deixa que a gente mesmo se vira!” foi o brado retumbante que ecoou pela internet em prol da continuidade das aventuras de Mega Man.

Foi assim que timidamente surgiu Street Fighter X Mega Man, um fã game em fase inicial de produção, mas que acabou caindo rapidamente no esquecimento pelo simples fato de que se tratava de um game desenvolvido por fãs e que certamente, teria o mesmo fim de todos os outros games desenvolvidos por fãs que não possuem os direitos autorais sobre a obra explorada: o limbo eterno do cancelamento. Tamanha foi a surpresa que todos tiveram quando a Capcom anunciou que o game havia sido de certa forma “apadrinhado” pela empresa, e agora seria lançado como peça gratuita para as comemorações do aniversário da franquia mais antiga da mesma.

O game foi lançado, baixado aos montes, jogado à exaustão por milhões de pessoas ao redor do globo, e agora começam a parecer os veredictos: foi bom? Manteve a escrita? Faz jus ao nome? E principalmente: foi suficiente?

E como não poderia deixar de ser, muita gente aqui no Retroplayers queria responder a essa pergunta, mas obviamente eu não iria abrir mão do negócio né! Chefe é chefe, horas bolas!!

RetroReview Street Fighter X Mega Man

Foi algo absurdo de grande o que a Capcom fez no aniversário de sua franquia mais grandiosa, Street Fighter, e isso é fato. Inúmeras atrações e até um campeonato mundial fizeram parte das comemorações, e isso me deixou com água na boca aguardando o que a empresa poderia realizar para festejar o aniversário de uma certa franquia que não é uma de suas mais grandiosas, mas que sem dúvida, foi absolutamente importante para que ela se tornasse o que é hoje: Mega Man.

O que parecia mesmo era o que todo mundo sabia e previa: nada estava acontecendo, nada estava sendo preparado, nada iria ser lançado… Então você, caro amigo retroaventureiro, deve imaginar o tamanho do pulo de alegria que eu dei ao ver pela primeira vez o anúncio de Street Fighter X Mega Man, o novo game do Blue Bomber que seria exclusivo para PCs, e teria sua distribuição realizada por meio de download GRATUITO no site da própria empresa. O restante todo mundo viu: notícias pipocavam pela NET em tudo que era site de videogame; nos fóruns e afins, muitos soltavam fogos enquanto outros tantos amaldiçoavam a Capcom por não ter se dado o trabalho de criar um verdadeiro jogo novo do herói, e o mundo girou mais algumas vezes até que o fatídico dia 17 de Dezembro chegou, e o game finalmente foi disponibilizado para o público angustiado que já não aguentava mais a espera. Eu era uma dessas pessoas angustiadas, e prontamente baixei o jogo assim que percebi que era possível (a uma velocidade pífia por sinal, tamanho congestionamento nos servidores do site), comecei a jogar e… calma, vamos por partes.

Antes de mais nada, sempre vale a pena gastar mais umas 3 linhas para ressaltar que Street Fighter X Mega Man é um Fan Game, ou seja, um jogo totalmente desenvolvido por um grupo de fãs de determinada franquia ou personagem. Originalmente, havia aparecido em meados da metade da década passada, sumiu, e agora nesta data querida, reapareceu como um game providencialmente apadrinhado pela detentora dos direitos autorais de tudo que foi abordado na obra, ou seja, o antigo fã game agora era uma aventura oficial do Blue Bomber. Isso nos faz chegar a algumas conclusões prévias, como primeiramente: se a Capcom apadrinhou o jogo, é por que o negócio ou estava muito bom, ou tinha na pior das hipóteses, qualidade suficiente para que alguém lá dentro da empresa pudesse cruzar as pernas em cima da mesa do escritório soltando um sonoro “Ufa, tô salvo!!”. Depois, a conclusão mais óbvia e que dá méritos totais à softhouse nipônica, é que a Capcom quebrou a velha regra do “todo Fan Game deverá ser cancelado sem choro nem vela“, e isso por si só, é algo que tem que ser comemorado com música, streepers e muita cerveja. E por final, distribuição gratuita e com downloads organizados por região, o que nos leva a crer que a Capcom estava muito interessada em saber quantas pessoas baixariam o game e de onde elas eram. O próximo passo era então jogar e terminar o game, coisa que fiz mais de uma vez, e que me permite agora, destrinchar na medida do possível estes aspectos.

Tenho que dar o braço a torcer, o anúncio do game em versão gratuita combinado ao trailer muito bem executado que foi utilizado como propaganda viral me deixou extremamente curioso pelo que poderia estar por vir. A empolgação me corroía até os ossos, não via a hora de por as mãos em Street Fighter X Mega Man, e tenho que reconhecer que a simples divulgação do título para uma data tão próxima ou foi uma jogada de marketing exemplar, ou foi um baita de um tiro no escuro que milagrosamente acertou o alvo em cheio. Independente disso, Street Fighter X Mega Man provavelmente é hoje o indie game mais baixado do ano, fato que poderá se confirmar quando a Capcom divulgar os números referentes à procura do game pelo globo. Dois itens ajudam muito para isso: o nome Mega Man, e o fato de ser FREE, mas podemos dizer que a interface amigável do jogo também contribui para a grande aceitação do mesmo a começar pela facilidade da instalação, que nada mais é que a descompactação do executável do game: basta extraí-lo para uma pasta, clicar no ícone e começar a jogar! O jogo aceita gamepads, e a configuração também é bem fácil (um arquivo TXT que vem junto do game ensina direitinho, mas mesmo assim, vi muita gente reclamando que não conseguia configurar). Pode ser jogado em modo janela ou tela cheia à gosto do cliente, e quando resolvemos apertar o START, somos diretamente apresentados à tela de seleção de adversário: começa o game, e começam a aparecer as respostas para todas as nossas dúvidas.

O estilão 8 bits está fielmente representado nesta aventura. A caracterização dos personagens inimigos está perfeita, seus movimentos, ataques, especiais, falas emitidas por eles, é tudo impecável da programação à execução, ainda que alguns deles, como Rolento e Rose, não convençam. O que acontece é que a gente bate o olho e pensa automaticamente “mas por quê Rolento, Rose e esse cara de cueca ao invés do Guilão, Fei Long e Zangief??” e esse questionamento é justo, pois mesmo além destes 3 que eu citei como exemplo, existem muitos outros personagens mais clássicos e queridos que alguns ali representados, o que nos deixa sem entender quais foram os critérios que o programador utilizou para escolher os 8 representantes iniciais do universo Street Fighter. Mas passado este questionamento, escolhemos então um dos estágios iniciais, e quando começamos a correr por suas telas a gente realmente sente que estamos adentrando aos domínios do “lutador de rua” em questão.  Os cenários ficaram curtos e rápidos em comparação a qualquer jogo oficial da franquia, mas a caracterização deles foi bem produzida, alguns deles ficaram com “a cara” de seus street fighters. Muitos elementos originais à franquia foram criados, principalmente inimigos, como no cenário da Chun Li por exemplo, onde existem uns carinhas que vem de bicicleta como uns loucos na direção do Mega Man, samurais bem chatos que desaparecem e caem em cima da gente ou se transformam em navalhas, e por aí vai, tudo acontecendo em meio a ambientes convincentes e bem trabalhados, que retratam bem as ruas e construções chinesas onde a lutadora das coxas grossas se apresenta para a pancadaria.

Em contrapartida, após jogarmos algumas vezes os mesmos cenários, começamos a ter a nítida impressão de que o design deles deixou muito a desejar: sempre nos deparamos com salas inexplicavelmente vazias, caminhos que não levam a lugar algum ou levam a itens sem importância (ou que pelo menos aqui, não tem a mesma importância que nos jogos oficiais da franquia clássica), percebemos a total ausência de sub chefes, de detalhes animados nos ambientes, e que em algumas fases os inimigos chegam até mesmo a serem escassos, e este conjunto de fatores negativos nos deixa com a impressão de que o game não está completo, que havia mais ainda a se fazer para que este se tornasse um grande título. Se algo está realmente perfeito em Street Fighter X Mega Man, posso lhe assegurar que é a trilha sonora da peleja, que provavelmente é o ponto mais forte do jogo: as músicas são remixes em 8 bits das músicas dos cenários dos lutadores em seus respectivos jogos, e a execução destas é simplesmente magnífica! Podemos ficar escutando por horas seguidas sem enjoar, e se os cenários conseguem causar alguma imersão no jogador, essas composições são as grandes responsáveis.

Quando joguei Mega Man 9 e 10, me deparei com 2 fatores que eu respectivamente elogiei e reclamei nestes fantásticos games: a dificuldade e a jogabilidade. Ao mesmo tempo em que a trabalheira insana que era necessária para se avançar por aquelas fases cabeludas me deixavam totalmente hipnotizado pelos games, a falta do escorregão e da Buster carregada em ambos me deixava frustrado pois eu sempre considerei que estes 2 elementos deveriam fazer parte de qualquer continuação, já que são usados desde Mega Man 3 e 4. Em Street Fighter X Mega Man o negócio se inverteu: a jogabilidade conta com o saudoso escorregão e com a buster carregada, dois movimentos que eu adoro, mas em compensação, os estágios fáceis, curtos demais e de design fraco acabam fazendo com que o uso deles seja o mínimo, isso pelo menos até o momento de enfrentar algum dos Street Fighters: é quando o tempo fecha, e o jogo mostra o quão difícil pode ser a tarefa de terminá-lo. Os Street Fighters são bem difíceis de serem detonados, alguns deles estão bem acima da média de dificuldade normalmente encontrada nos games da franquia clássica, e é nessa hora que as fases curtas começam a se mostrarem propícias a batalhas contra chefes acontecendo mais rápido que o normal. Será algo extremamente raro o jogador conseguir destruir o chefe sem levar dano, pois seus ataques são bem variados, quase randômicos (como em qualquer jogo da franquia Street Fighter), e eles ainda se utilizam de um golpe especial que geralmente dá um trabalhão para evitar. Os E-Tanks existem mas são poucos, não se acumulam, e nem reaparecem após pegos: usou, já era. Então caro amigo retroaventureiro, prepare-se para uma das telas de revanche mais chatas e difíceis que já se viu em um game da franquia Mega Man, algo que compensa toda a falta de dificuldade das fases do jogo todo até então. Vai ser uma verdadeira dor de cabeça vencer todo mundo em sequência antes do embate final, que por sinal, nem é tão difícil…

Não há dúvida que o jogo diverte. A dificuldade dos chefes com seus ataques quase aleatórios e sem padrão ou ordem definida combinada à facilidade das etapas deixa a coisa meio que equilibrada, e mesmo que isso vá desagradar alguns puristas, não tem como não se divertir jogando Street Fighter X Mega Man. Claro que aqueles caras que adoram pegar as manhas de matar os líderes sem tomar dano ou só com a Buster vão ter chiliques de ódio ao perceberem que neste game não tem esquema: aqui o negócio funciona mais ou menos como em Street Fighter 2 mesmo, onde uma luta nunca é igual a outra, e eu particularmente gostei muito disso! Qual foi o tamanho da minha alegria quando finalmente peguei o esquema de vencer a C-Viper com aquela arma escrota mas que é a certa para ela? Perfect nem pensar, mas só de passar a entrar nas lutas contra ela agora confiante da vitória já proporcionava uma ótima sensação de dever cumprido.

Street Fighter X Mega Man é um bom game. Todo fã da franquia deve jogá-lo pois mesmo sendo verdade que faltou muito ainda para que ele ficasse à altura dos grandes clássicos da franquia, ainda assim trata-se de um exímio Mega Man 8Bits licenciado pela própria Capcom, e que conta com alguns fatores originais e muito bem bolados. O game possui alguns bugs, como o tempo na hora de recolher itens que parece continuar contando mesmo após eles serem pegos (se uma capsula de energia grande estiver pra sumir e você pegar, ela não vai encher o seu HP o tanto que deveria), mas bugs existem até nos jogos milionários lançados para os consoles mais caros do mercado e isso não seria o grande problema deste título: o problema é o que foi feito de proposito mesmo! A fases são muito curtas, inexplicavelmente essa primeira versão do game não tem passwords (já foi anunciada uma atualização que promete resolver esse e outros problemas), Rush não é um item a ser usado e só aparece em uma fase única de vôo, quando Mega Man morre todas as armas voltam com a energia cheia, o que diminui drasticamente a importância dos itens de recuperação, e inexplicavelmente² faltou um dos chefes mais legais e importantes do arcade nas fases pós-oito inimigos iniciais… Em fim, isso só reforça a ideia de que o jogo não estava pronto ainda, mas mesmo assim, foi lançado como peça comemorativa para o aniversário de 25 anos do herói. Sim, indiscutivelmente vale a pena jogar, e vale a pena jogar novamente depois e vencer 4 street fighters de PERFECT para ter uma bela surpresa no final do game (Street Fighter Alpha que o diga), mas não valeria a pena pagar por este título, pois ele não é um game completo. Pelo menos, não o suficiente para fazer parte da franquia clássica, e menos ainda, para sozinho ser o jogo do aniversário do Blue Bomber. Ele merecia bem mais, sem sombra de dúvida, MUITO MAIS! Alguém cruzou os pés aliviados sim em cima de alguma mesa lá nos escritórios da Capcom, e esse alguém merecia uma bela de uma demissão pelo descaso.

Fim


Sobre Sabat

Editor Chefe do RetroPlayers, Redator e Editor nos Livros e Revistas WarpZone, Podcaster e editor de áudio, Saudosista, e Analista de Informática porque algo tem que dar dinheiro né!
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  • Só em ter sido de grátis já valeu. Mas acho que a Capcom até quer usar a franquia, mas não sabe como.

    Pode continuar no 2D, mas não atrairia os novos jogadores mais CoDeiros, além de manter a repetição da série.

    Pode tentar um 3D de novo, e fazer algo horrendo.

    Megaman é dificil de jogar e de inovar.
    Talvez uma Assassin´s Creedizada no megaman funcionasse, em 2D ou 2.5D e com uma maior interação com o cenário.

    PS: não sei o que diabos eu falei nesse comentário xD

    • TH

      Não sabe mesmo Des_Angelo…..

      • Pára de ser chato seu véio ranzinza heuhuehuehu

    • Eu acho que é simples DesAngelo: quando um cara vai jogar MegaMan, ele quer 1-exploração e 2-desafio. Eu não vejo como a franquia poderia virar algo 3D pra ser vendido em BluRay, eu vejo a franquia na forma de download nas redes onlines mesmo, pior ainda se forem fazer algo na linha de MMX 7 e 8, aquelas dragas. Qual a solução então? Graficos 2D HD horas bolas, como é usado em tudo hoje, Braid, Limbo, Shank, Mark of the Ninja, etc. Esse é o caminho, não precisa mexer na essência da franquia, é só manter ela DIFÍCIL e com level design FODA como sempre foi, atualizar ela graficamente e deixar o negócio LINDO COMO OS ARTISTAS QUE TRABALHAM COM 2D ATUALMENTE SABEM FAZER.

      se a Capcom fará isso? Sei lá…..

  • danielgfm

    Um ótimo jogo e feito com esmero por um só carinha e isso conta muito entre os prós e contras do jogo. Apesar de não dar o gosto total de um jogo da série clássica, como foi a retomada no MM9 e MM10, ele compensa muito no quesito que o aniversário do Mega man não passou despercebido.

    Apesar de tudo, o que a Capcom fez com as suas franquias, com exceção de SF, só estão deixando-as cada vez mais derrubadas… Resident Evil que se diga.

    • Pois é Daniel… ta vergonhoso… Se continuar assim, a Capcom muda para os States e vai passar a desenvolver FPS, por que é isso que dá dinheiro, os fãs antigos que se fodam.

      De certa forma, o aniversário passou despercebido sim… SFxMM foi apenas uma oportunidade de mascarar esse fato.

      • danielgfm

        E nisso eu concordo contigo Sabat, Megaman, assim como Mario, Sonic, Lara Croft e, vá lá, Crash, é um ícone e não merecia tal destrato da Capcom, mas, bom, já aconteceu, agora é bola para frente.

        Eu espero que a Capcom dê todos os seus títulos para outras empresas trabalharem e dê liberdade de criação, quem sabe assim algo novo possa sair na nova geração?

  • Eu não gosto dos Megaman 8-bits e eu só joguei esse jogo para ver como ficaria os World Warriors no estilo Megaman. Não gostei do jogo, achei uns error de level design na fase do Dhalsim que me incomodaram bastante e em outras fases. Abraços

    • Opa Maxwel ^^ Rapaz, eu não concordo quando o pessoal diz que “achou erro no design”… erro no design é vc cair em um lugar e não conseguir mais sair de lá, entrar num lugar que deveria ser impossível, etc. O que acontece ali é que algumas fases, como essa do Dhalsin, foram mal desenhadas e ficaram simples demais, como um jogo em fase Beta. Mas se vc não gosta dos games da franquia 8 bits, então não tinha como gostar desse também, tanto por que ele não é melhor que nenhum deles kkkk

      Abraço!! ^^

  • TH

    Bom, eu queria ter contribuído com um texto para esse game, mas quer saber, eu não consegui pelo simples fato de não ter sentido aquela vontade de jogar que o Mega Man 8 bits desperta em qualquer game retro, ainda mais em um grande fã.

    O jogo é interessante e para por aí, tem seus altos mais tem seus muitos e muitos baixos.

    Para começar que o cara não é fã do Mega Man nem aqui nem na china de onde ele veio, ele mesmo disse que começou esse projeto como um um projeto de faculdade e escolheu o azulzinho pela facilidade de encontrar suas sprites pela internet.

    Fica óbvio saber quais as primeiras fases que ele construiu só para seu projeto, o da Chun-li e o do Dhalsim. A tela da Chun-li não tem absolutamente nada a ver com Mega Man, a tela parece ser de atari, quase sem Scroll, cheio de partes que não dá em nada, quase não dá para saber o que é background e o que é bloco de colisão, inimigos passando a esmo, chega a ser chocante o descaso. O único inimigo legal é um Samurai que ironicamente tem mais a ver com Mortal Kombat do que com Street Fighter…..

    A tela do Dhalsim, mostra também o quanto o cara não sabia do que se tratava um game do Mega Man, pois se trata de uma tela labirinto!!!! Putz…. A única coisa que presta é a música que misturara a intro da música do Snake Man com a do Dhalsim, e ficou bem legal. Mas tirando isso e juntando o fato que é um labirinto com inimigos a esmo sem nenhum design inteligente, é uma porcaria.

    Coisas que eu gostei foram as músicas, as vozes dos golpes em 8 bits, isso me fez rir pra caramba.

    Nas outras telas fica claro como ele melhorou, ou melhor, algum amigo deve ter achado que alí tinha potencial e o convenceu a jogar Mega Man pela primeira vez na vida e aí sim ele começou a incorporar elementos da série nas fases, e melhorou os Designs das fases, especialmente a fases do inimigo do 3 que nem lembro o nome e a da C. Viper com direito a referência do Quick Man.

    Mas o pior ficou as lutas contra os inimigos que ficaram sem padrão, ou com um padrão bem besta, diferente do resto da série onde é uma delícia enfrentar os inimigos apenas com a buster e descobrir o padrão de cada um e perceber que o possível derrotá-los se tomar um tiro. Mas claro que isso exige muito Design.

    O que mais que dói é o seguinte, o cara ganhou uma puta oportunidade, a oportunidade de uma vida, a oportunidade que é o meu sonho e o cara não teve a coragem de pegar e melhorar ou no caso da tela da Chun-li fazer de novo. Poxa, tudo bem, tudo tem um começo, mas ganhar uma oportunidade dessas tem que aproveitar, mostrar o melhor de si, é impossível que alguém estivesse satisfeito com aquela tela da Chun-li com cara de de jogo que você aluga de final de semana e fala “Me ferrei”.

    O cara não teve nem a moral de colocar um esquema de password, pelo amor de Deus eu programo isso em 1 hora, acho que quem programa sabe do que eu estou falando, melhor ainda colocar um esquema de save como em Mega Man 9 e 10, onde pode salvar a cada inimigo derrotado antes do castelo, simulando assim o password, tirando a chatice de ter que entrar com o password, é até mais fácil hoje em dia em PC do que criar um esquema de Password, pelo amor de Deus.

    Agora vai vir um update com password, que DLC hein…..

    Quanto aos personagens escolhidos Sabat, escolheram do zero, do 3 e do 4 para representar toda a franquia SF já que é para comemorar o aniversário de 25 anos e não só do Street Fighter 2.

    • Darkbbbbbbbx

      Concordo com o que você escreveu.O jogo deixou muito a desejar,esses duas fases realmente ficaram ruins.Na verdade,só teve uma fase que eu achei interessante e mesmo assim não ficou aquela maravilha.Foi a do Balrog.Me surpreendeu pq eu não espera mais ver algum chefe nesse ponto do jogo.E pelo fato dele te matar com 1 só hit.Agora quanto as lutas dos chefes eu discordo de você.É interessante decorar os padrões dos chefes e conseguir derrotar-los sem tomar um hit.Mas aí é quando começa a perder o desafio do jogo.Uma vez que você já sabe como é e que não vai mudar.Em contrapartida,com ataques executados aleatoriamente o nível de dificuldade sobe um pouco mais e deixa as coisas mais divertidas.Afinal,você precisa não só saber como são os ataques como ter o raciocínio de mudar a forma como vc desvia dependendo da situação(E eu usei o buster nos chefes a maior parte do jogo).Então em meu ponto de vista desse jeito ficou melhor do que é o normal do Megaman.E quanto ao password.Não achei ter sido um grande problema,pra ser sincero não entendi o por quê de tanta gente reclamar.O jogo é CURTO da pra terminar de uma só vez na boa.Eu demorei cerca de 2 horas e meia pra terminar e olha que eu morri MUITAS vezes para o Vega(único chefe que realmente me deu uma coça).Será que o password é mesmo necessário?
      Se fosse um RPG por exemplo, um Final fantasy da vida.Eu entenderia.Poxa não tem como você terminar esse jogo sem salvar né?Mas na boa um joguinho curto desse,que você pode facilmente passar das fases morrendo 1 ou 2 vidas no máximo(não contando com o Vega).não acho um grande problema.Nem me fez falta e pra falar a verdade nem percebi que não tinha.Só fui notar isso depois quando li alguma coisa sobre o jogo.Mas dito isso tudo, minha nota para o jogo seria 7.
      Prós:trilha sonora,chefes com ataques que representam bem os personagens e com padrões aleatórios,chefe secreto,
      Con:Fases não muito bem elaboradas.NADA ,ou quase nada,de novo na franquia( e é aqui que ele mais peca),Rush?,poderia ter um “shop” igual ao Megaman 8 pra ps1.Ou qualquer outra coisa adicional.

      • TH

        Opa Darkbbbbbbbx, quando eu falo sobre o padrão dos inimigos, não estou falando de deixar fácil.

        Hj eu termino Battletoads de boa, mas isso não que dizer que é fácil, Eu decorei os padrões, mas dentro desses padrões muito inteligentes eles exigem muita destreza e habilidade, é a mesma coisa com os inimigos clássicos no Mega Man e o que não acontece aqui, entendeu meu ponto de vista?, rs.

        Quanto ao password, são dois problemas.

        Primeiro, é que quando eu jogo Mega Man eu não jogo sozinho, gosto de jogar com meus amigos, meu primo e principalmente com meu irmão, as mesmas pessoas que eu jogo desde aquela época as mesmas pessoas que jogaram comigo o 3, 4, 2, etc. Principalmente o meu irmão que não lembro de ter terminado um Mega Man na vida sem tê-lo ao meu lado assistindo e vice-versa.

        Só que estamos mais velhos, o tempo ficou curto, E conseguir ficarmos todo esse tempo juntos sem correria é difícil, por isso a necessidade de um simples password. Nós poderíamos facilmente depois do trampo derrotar um inimigo por noite e deixar o castelo para o fds que tb ficou bem difícil consegui sincronizar o tempo. E aí por exemplo meu texto estaria aí junto com o do Sabat. Viu a diferença que um simples password um save entre boss antes do castelo faz?

        O segundo motivo é o que eu já disse, eu sou um programador e sei o quanto isso é fácil de implementar e por isso eu fico tão puto! Uma oportunidade dessas e o cara não me gasta 10 minutos para colocar uma funcionalidade dessas que te garanto, que por mais que vc não sentiu falta te garanto que não te faria mal certo? Então pq??? Meu Deus pq??? rs

        A minha nota seria abaixo de 7, para mim 7 é nota para o 5, ou 8, esse merece um 5, a não ser que a gente tenha que relevar que é um fã game, aí é outra história. Mas sinceramente, não quero relevar não, pois não considero fã game, pois como eu disse, eu não considero o desenvolvedor um fã de Mega Man.

        Valeu mano.

        • Darkbbbbbbbx

          acho que entendi seu ponto de vista sim.Apesar deu ainda não ver problema em ter mudado os padrões do ataques huaahua

          E é…mal não faria mesmo.botar um password não custaria tanto assim.Até pq se não me engano,o jogo foi feito usando o GameMaker.

          Tudo de bom aew o/

          • Caramba Darkb, se terminou em 2h e meia? eu levei 2 dias jogando umas 4 horas cada meu kkk se ferrar XD

            O password acabou fazendo falta mesmo as fases sendo curtas, pois a esmagadora maioria não joga MM tão bem assim. Eu mesmo senti falta demais, teria jogado mais “na boa” se tivesse password! Mas ao contrário do TH, eu gostei dessa parada de os chefes não terem padrão definido de ataque XD ficou mais Street Fighter o negócio! Isso e a trilha sonora foram de longe o que eu mais gostei no jogo!

          • Darkbbbbbbbx

            hahahaha..foi +/- umas 2 horas e meia mesmo sei lah.Vai ver eu tive sorte?
            Acho que por eu ter terminado todos os Megaman’s 8bits eu fiquei melhor
            e eita personagem secreto?
            Acho que vou ter que jogar de novo hauahuahauhau

        • Kajisan1 .

          É complicado essa coisa de achar que um jogo é retro só pq o cara faz um pixel art simulando sprites.
          Um jogo que parece retro na superfície, não quer dizer q ele seja retro.

          Não adianta, quem viveu essa época saca na hora que alguma coisa tá fora do lugar. Acho que é isso que vc deve ter sentido quando viu esse jogo, TH.
          Os envolvidos deveriam ter visto Rokko-chan, aquilo sim é um jogo 95% retro(só não leva 100%, pois excedeu as capacidades de um NES)

    • Fala mano kkkkk

      Véi, quanta indignação pô, relaxa mano, vai ter um enfarto!!! kkkkkkkkk

      Mano, eu entendo que a fase da ChunLi tava meia boca, mas não taaaanto assim né po, calma!! Os inimigos não passam a esmo: nos games da franquia SF, os cenários da lutadora são cheios de pessoas andando de bicicletas, e foi isso que o cara quis retratar… agora se fez bem feito ou não, ai é outra história. Achei sem sal a fase, pra mim é a mais fuleira do game quase pau a pau com a do Dhalsin, mas não vi essa ruindade toda que me faria confundir o background com a tela onde se joga kkk CALMA MANO!!!! huehuuhe Foi um fã que fez, não foi a Capcom mano… e sim, ele é fã da franquia sim, mas não é por isso que ele tinha que obedecer todas as regras da franquia MM: o game é STREET FIGHTER X MEGA MAN, os inimigos seguem o padrão SF por que eles são os STREET FIGHTERS. A alegação dele para não ter posto Password foi a mesma: as fazes já são curtas o suficiente para não haver essa necessidade, mas ele estava errado e foi cobrado por isso.

      Velho, não adianta meter o pau no cara. Ele teve sim a oportunidade da vida, e ele aproveitou, tanto por que a partir do momento em que o game foi apadrinhado, provavelmente passou a haver um cronograma a ser obedecido e não havia tempo para melhorar mais o game… Mas ele lançou e é um BOM GAME mano, e que está recebendo atualização provavelmente das coisas que ele não teve tempo OU que a Capcom não permitiu que ele fizesse por pressa devido ao aniversário do Blue Bomber. Pelo que eu conheço de vc mano, tu faria um jogo 800 vezes melhor, o maior dos clássico dos Fan Games de Megaman, mas só entregaria lá pra 2026 né? heuheuheuhueheheuehehehueuheuhe

      Abraço mano XD

      • TH

        Mano, a tela na Chun-li é ridícula véio, ridícula, não é possível que vc não vê isso. Quase sem Scroll e sim, os inimigos são a esmo sim senhor, ou vc vai me falar que eles estão espalhados meticulosamente pelo cenário?

        Parece fase de jogo de Nes daqueles que a gente prefere esquecer, e sim tem tiles alí que confundi com o cenário sim senhor, todo mundo que jogou aqui acabou se chocando com aqueles blocos marrons mal colocados. A fase é um cocô.

        E não, ele não é um fã, lei a aentrevista com ele Sabat, ele diz o pq começou esse projeto e diz o pq escolheu o Mega Man quando em 2009 começou esse projeto, pelo simples fato de ser fácil achar as sprites na net. Um fã não faz uma tela chun-li ou Dhalsin meu amigo, não faz.

        Um fã faz Rokko Chan meu amigo, isso sim é um fã, que sabe como a mecânica básica, eu digo básica, e mais uma vez, básica de Mega Man funciona. Não me venha com saber tudo de MM não, eu estou falando do básico.

        E quanto a entrega em 2026, eu acredito que não, mas gostaria de lembrá-lo que ele começou esse projeto em 2009 e entregou agora em 2013, então eu ainda estou no lucro, mas muito obrigado pelo 800 vezes melhor mesmo depois da alfinetada, ahuahuahauhauahuahauhauhahu

        Mas eu não odeio o jogo não mano, nem acho que não deveria ter sido lançado, gostei e ainda vou terminar, ainda mais agora que tem passsword e vou poder jogar com meu irmão aos poucos, eu só disse as coisas que me indginou profundamente, só isso. E a tela da chun-li, meu Deus do céu, isso sim eu preferia que fosse uma telinha de seleção vazia.

        Abraço mano

        • huahauha mas não foi alfinetada pô kkk é que vc iria achar milhares de coisas pra adicionar uma atrás da outra XD foi pensando nisso que eu disse kkkkkk

          Eu sei que ele escolheu pela facilidade, mas isso não quer dizer que ele não seja fã mano ^^ tem uma diferença enorme entre ser fã e saber fazer igual com perfeição! Não foi o caso do carinha, tanto por que ele estava aprendendo! Pra um trampo de principiante, pqp, ótimo!!!! Continuo achando que nenhuma dessas duas telas são o fim do mundo, são apenas ruins ^^ Concordo que o cara poderia redesenhar as duas, até outras, mas não estragou o jogo não!

          E a versão nova já saiu XD tem mais um personagem secreto OO

    • ganon,o destruidor

      bom cara de tudo que vc falou eu concordei com alguns aspectos e outros nao ,mais uma coisa eu concordei e pra min foi a pior coisa do jogo .meu personagem favorito apareceu o dhalsim (acho que escrevi errado)e a fase dele ta uma mnerda uma droga uma total perda tempo !!!!!!t dei uma exagerada mais po se fosse pra fazer isso fizesse com alguem que eu nao acho legal e alguem sem tanta importancia tipo o ryu kkkkkkk

  • ganon,o destruidor

    nao esperava um jogo perfeito e totalmente bem feito ,pois eu realmente acho que a capcom lancou esse game so pra nao deixar o blue bomber de lado no seu aniversario .entao tomara que esse jogo seja muito baixado pra capcom aprender a nao deixar o blue bomber´pra quase no final do ano parecendo qte que ela tinha esquecido e lembrou depois.
    pelo menos o negocio de ser de graca foi uma boa cartada.

    • Ainda bem que foi de graça, aliás, acredito que nem tinha como cobrar pelo jogo… estava com muitos bugs ainda e com cara de versão beta… Mas eu espero isso tb Ganon: que a Capcom se surpreenda com o numero de downloads do jogo e se encoraje a criar mais games do Blue Bomber, mas jogos DE VERDADE mesmo!

  • GustavoPeterneli

    Saiu uma correção para o jogo que adiciona passwords e conserta bugs, just sayin’. É grátis também

    • Só saiu a versão nova HOJE cara, muito atrasada ^^ O negócio agora é jogar e testar!

  • Darkbbbbbbbx

    Aproveitando que eu já estou por aqui.
    Sabat adorei a parte das streepers
    Eu ri nessa parte hein
    uhauaHUAHuhuahUaHu

    • Darkbbbbbbbx

      Ah sim,esse “perfect” de 4 chefes é roubado…
      Se vc usar um tank de energia antes de dar o ultimo golpe no chefe tbm conta =

      • É rapaz, da pra usar tanks… mas pense assim: os tanks são em numero contado, e é difícil não precisar deles…
        Mesmo assim, streepers e cerveja tem que ter XD

  • diogo.j15

    axo q a nota esta de bom tamanho

    • eu tb considero isso kkkkkkkkkkkkk valeu véio XD

  • lucas cantino

    sabat mandando bem como sempre,mas acho que a capcom precisa se inspirar com urgencia na nintendo que ainda continua vendendo muito bem os marios da vida seduzindo velhos e novos fãs ,coisa que ultimamente tem sido o contrario a capcom consegue deixar novos e antigos gamers bocejando ,vem ai o nono DMC e ja to ate esperando a porcaria que vai ser,a capcom sempre foi uma empresa pioneira e unica,ouvi um album oficial dela com arranjos de megaman x 1 ,achando que fossem uns “rocknhos” e fiquei bobo ,versoes maravilhosas meio jazz

  • Jhonata Silva

    Cara, gostei muito desse blog!
    Sou novato por aqui mas to lendo várias matérias e gostando pra caramba.Parabéns mesmo!

    • Opa Jhonata, obrigado cara ^^ Boa leitura para você, e comente sempre que possível XD

  • JC

    É verdade mesmo, é um jogo que só pelo título merecia MUITO MAIS…
    E o problema não é nem se é bom ou ruim, mas é ter tantos elementos que fogem ao estilo de jogo da série… O maluquinho que fez, seja por falta de tempo ou de conhecimento, decepcionou.

    A fase do Dhalsim é totalmente dispensável e a da Chun Li é uma agressão a quem conhece e gosta de Megaman.
    AS outras achei divertidas, jogáveis…

    Poxa, poderia ser um empurrão pra Capcom pensar cada vez mas em megamans e games retrôs em geral… Mas infelizmente ficou abaixo da expectativa..

    • Opa JC ^^ Eu vou jogar hoje ainda o game versão 2 pra ver o que foi melhorado,mas já sei que essas fazes não tiveram alteração…. Pelo menos inimigos a mais deviam ser acrescentados para deixar o negócio com mais cara de “perigo” né!

      E ficou mesmo abaixo das expectativas, não nego… Era esperado um jogo maravilhoso, e não foi o que vimos: SFxMM foi apenas um jogo bom.

  • JeanRS

    Fala Sabat, blz? É o mundo não acabou e depois de dois meses agora posso sair do meu bunker de proteção e de volta à civilização (entendam, voltei de férias e a acessar a internet…) e a primeira coisa que fiz foi baixar o megaman x street fighter, porém ainda não joguei, mas ja li sua matéria. Bom vou jogar primeiro para tirar uma conclusão, mas fico decepcionado pelo fato das fases serem curtas. Agora uma pergunta: São só esses 4 fighters mesmo? Pô, C.Viper? Cade o Sagat, Bison, Ken, até mesmo o Dan? Se as fases são inspiradas nos personagens a do Guile seria perfeita então (obs: além de ser a música mais legal de toda a série street fighter), com aquele avião no fundo. No mais excelente matéria Sabat e confesso que ri muito com a parte do “Ufa, to salvo!”, foi bem por ai mesmo. Bom é isso, depois de jogar deixo aqui as minhas impressões, vou nessa pq tenho algumas coisas importantes para ler agora……………….hum, melhor vilão de todos os tempos, deixar eu pensar……………..