Retro Review Especial – The Dark Side of the SNES #07: Seiken Densetsu 3


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Das diversas aventuras que já presenciei e desbravei em minha vida de jogador, talvez seja esta a mais polêmica e controversa de todas perante a sociedade ocidental. E não digo isso somente pela ocasião ou fatos ocorridos, pois eu jamais imaginei que vivenciaria uma incrível jornada resultando neste review que lhes apresento agora, caros amigos retroaventurianos. Embarquem comigo para desvendar os segredos do terceiro capítulo da Lenda de Mana!

O ano era 1996, eu tinha comprado uma Chrono Trigger com o Toninho lá na Look Game, de tanto que havia alugado e viciado nesse jogo. Em pouco tempo o game chegou, e como eu tinha apenas de 12 para 13 anos de idade, o meu único compromisso era ir para a escola, e devido a isso, em mais ou menos 2 semanas, todos os personagens do jogo já estavam no level máximo (“estrelinha”), assim como praticamente os status de quase todos eles.

Eu já tinha iniciado o game dezenas de vezes com a opção “New Game +”, e queria fazer o máximo de coisas no jogo. Tentei até pegar “99” de todos os equipamentos, armamentos e itens, uma árdua tarefa. Podemos dizer que nessa minha infância, eu tive uma “mini overdose” dos queridos e favoritos viajantes do tempo na categoria RPG de Super Nintendo. É exatamente agora em que chegamos ao momento controverso, que para mim foi uma aventura genialmente mágica! Sabe o meu amigo Eduardo? Sim! Aquele mesmo! Primo do Fabinho (Haido), o responsável por nossa amizade ter iniciado graças ao jogo Super Metroid (quer saber que história é essa? Confira aqui no Review de Super Metroid no RetroPlayers!).

Ele me apresentou a um camarada dele japonês que tinha interesse na minha Chrono Trigger. E o interesse era tanto que ele queria trocar por vários jogos de uma vez. Então eu fui até a casa dele e, após apresentações e algum papo, me foram mostradas 4 fitas de Super Famicom “loose” (apenas o cartucho, sem caixa ou manual). Eram elas: Puzzle Bobble, Parodius Da!, Romancing Saga 3 e finalmente, um tal de Seiken Densetsu 3. Para trocar a Chrono, eu tinha que pegar a Puzzle Bobble, a Parodius, e escolher um dos dois jogos de RPG. Testei os dois com afinco e me lembro que não tinha gostado nem um pouco do Romancing Saga 3 na época (o que não ocorre nos dias de hoje). Mas com Seiken Densetsu 3 foi amor à primeira vista! Eu queria muito mesmo jogar aquilo! Um RPG lindo! Fiquei simplesmente maravilhado em todos os quesitos! Agradeci o japonês, agradeci meu amigo Eduardo, e fomos embora da casa dele com os 3 joguinhos. O Eduardo, por ter feito o “intercâmbio” entre o nosso rolo, acabou ganhando uma fita do Gundam completa de brinde do japonês, muito legal!

   

   

Puxa vida! Eu não queria desgrudar os olhos desse jogo até chegar no final dele! Após uma linda tela de abertura com um som calmo que se desenvolve a uma melodia que fica empolgante e esperançosa, somos levados à tela de seleção: onde podemos iniciar o jogo, carregar o save, ou selecionar o som entre Stereo ou Mono. Ao selecionar um novo jogo, pode-se escolher 3 entre 6 personagens para iniciar sua jornada: um Ladrão, um Guerreiro, um Lobo, uma Maga, uma Amazona, e uma Clériga. Lembro que fiz alguns testes e jogava com o time Ladrão, Lobo e Clériga. Acho que esse é o time mais fácil para terminar a aventura, pois o Ladrão e o Lobo possuem ataques duplos que podem ser mais fortes que os ataques do próprio Guerreiro, e a Clériga com sua magia de cura pode sempre curar todo o grupo em seu turno. Nossa que maneiro! Lá estava eu em casa, jogando esse jogo grandioso, totalmente fascinado, sem saber patavinas do que estava acontecendo. Sim! Um jogo totalmente em japonês! Sem ajuda alguma de internet, “GameFAQs” ou qualquer revista especializada, pois NADA EXISTIA naquela época para poder me ajudar! NADA! Eu não tinha nem sequer um amigo que soubesse um pouquinho de japonês ao meu lado.

Os Personagens do jogo

Agora pense que o garotinho aqui, sedento por uma jogatina e feliz com um jogo totalmente lindo, colorido, musicalmente estupendo, graficamente perfeito, com cenários muito bem desenhados nos mais variados ambientes, e com a jogabilidade livremente leve… iria desistir? JAMAIS! Segui em frente com esse trio forte pra danar! E sempre que saía da escola, o tempo reservado era para Seiken Densetsu 3! Nessas horas eu nem me lembrava mais onde estava o Puzzle Bobble e a Parodius. E muito menos que já não tinha mais a Chrono Trigger… Bem, pecados à parte, iniciando o jogo com o Ladrão pela primeira vez, segui o rumo na forma tradicional de um RPG, conversando com todos os personagens até que a história continuasse… E não é que eu estava me dando bem com isso? Consegui ir até o climax desse começo, lutei algumas batalhas e finalizei a introdução do jogo, onde fui presenteado com a maravilhosa música Meridian Child”que toca enquanto os créditos dos criadores do jogo vão sendo apresentados. É uma introdução tão linda que faz acreditar que o jogo acabou, mas a aventura está apenas começando, a jornada segue em busca dos outros personagens, e a história ainda está para ser desenvolvida.

Meu Deus! Meus olhinhos de criança brilhavam cada vez mais! Fui um dos poucos brasileiros que puderam jogar esse jogo maravilhoso quase simultaneamente com o Japão na época! Hoje posso dizer que fui um felizardo. É como assistir ao anime Street Fighter II Victory no SBT, poucos meses após ser exibido no Japão, só que no meu caso com o Seiken Densetsu 3 foi em escala bem menor, já que o Street passou em TV aberta e o Seiken 3 é um caso para um público bem mais reservado e específico, ainda mais na época. Praticamente uma honra, uma situação rara! Quando aquela música acabou e o letreiro também, o navio parou em uma cidade, e então outra música começou. Agora uma um pouquinho mais agitada, e desta vez eu tinha novamente (pra variar) que descobrir o que fazer. Conversei com todo mundo e dormi. Algo super interessante nesse jogo é que você pode escolher se vai acordar de manhã ou à noite. A maioria dos eventos importantes ocorre no período noturno, como já é o caso dessa primeira cidade, onde aproveitei para fugir e rumar para o local seguinte. Finalmente um campo de batalha na história comum do game, onde eu poderia lutar. Até que possivelmente… ISSO! Level UP! Er… Mas o quê? Em um primeiro momento fiquei espantado sem saber o que eram aquelas opções, mas depois com a ajuda do Eduardo soube que eram “Status de Evolução”, e achei o máximo aquilo!

Caixa OficialVocê pode escolher entre pontos de Força (STR),  Destreza (DEX), Vitalidade (CON), Inteligência (INT), Espírito (PIE) e Sorte (LUC). Esses pontos são escolhas de livre e espontânea vontade do jogador, porém é recomendado utilizá-los com sabedoria. Como por exemplo: colocar sempre que possível Força, Agilidade e Vitalidade para o Guerreiro; ou outro exemplo seria colocar Inteligência, Espírito e Vitalidade para a Maga. A jornada estava divertidíssima! Passear pela floresta enfrentando lobos e coelhos já estavam me deixando craque na arte de massacrar inimigos, tanto com golpes comuns, quanto com golpes especiais, executados ao encher a barrinha azul que cheia ficava verde.

Passando pela floresta, estava indo sem delongas ao próximo destino, quando logo dormi nessa outra vila e já fui à busca da fadinha que aparece na abertura do jogo. Atravessando o campo ao lado dessa cidade logo a encontrei, e após um breve papo, voltei para uma cachoeira do outro lado da cidade que estava totalmente destruída, sem eu saber o motivo. Desta vez eu poderia atravessar a cachoeira, pois a fadinha poderia quebrar o encanto e o segundo personagem da aventura (neste caso o Lobo) estava à minha espera. A história do lobo foi brevemente contada e adentramos na caverna por trás da cachoeira. Oba!

Já chegou o segundo personagem e o jogo está demais! Vamos que vamos! Agora os inimigos eram morcegos, zumbis e até uns carinhas invocados com suas machadinhas do mal! O que ajuda bastante nas dungeons são os “Saves Dourados”, que recuperam totalmente o HP e MP de todos os personagens; e o bom é que eles podem ser utilizados infinitamente, ou seja, você pode lutar e voltar para recarregar as energias sempre que quiser. Tem também o “Save Prata” (ou branco) que somente salva o progresso. Enquanto continuava lutando e ganhando mais alguns níveis, eis que a Clériga (minha terceira personagem) finalmente entra para o grupo. Aí lutamos mais um pouquinho e saímos da dungeon para mais uma cidade, onde fomos conhecer um castelo e saber um pouco mais da história do jogo. Logo retornamos para o início da dungeon, desta vez por um caminho onde só seria possível passar com a ajuda da fadinha, que nos fez dar uma pequena flutuada pelo chão. Lá após algumas telas encontramos um caranguejo gigante, que é o primeiro chefe do jogo! Ao som da música “Nuclear Fusion”, emocionantemente derrotei a criatura e segui jornada adiante! Agora com o grupo devidamente formado, nada nesse universo poderia me deter! Correto, amigos retroaventurianos?

ERRADO! Totalmente errado! O jogo estava realmente muito bom! Mas por estar em japonês e eu não ter nenhum tipo de ajuda, os problemas não tinham nem começado, e dos grandões foram pelo menos 4 deles que serão agora relatados! Acreditem se quiserem, mas eu com meus 13 aninhos era um garoto persistente, continuo sendo com 31, mas nem tanto quanto antigamente em relação a jogos de RPG, justamente pelo tempo que perdemos com outras ocupações em nossas vidas. Toda essa energia hoje eu continuo mantendo para jogos de plataforma e derivados, onde o desafio está na habilidade e até um pouco na sorte do jogador. Essa persistência eu nunca perdi e na verdade só tem aumentado, principalmente para jogos clássicos. No caso dos RPGs hoje em dia, eu já prefiro ser acompanhado de um guia para não perder tempo mesmo e fazer 100% dos itens logo de uma vez. Não que eu não goste de explorar, muito pelo contrário, mas o especialista nesse quesito é o SABAT, e a minha paciência já não é mais a mesma para ficar tentando descobrir o que fazer quando ficar travado num jogo, principalmente quando ele está TODO EM JAPONÊS.

Dito tudo isso, o primeiro problema que eu enfrentei foi sem nem sequer imaginar que seria possível trocar o equipamento dos personagens… É SÉRIO! E sei que vocês devem estar se matando de rir e querendo me zoar, mas não tem problema. Com 13 anos e sem noção de japa, quem foi me dar uma mão novamente? Claro que foi o camarada Eduardo. Como tinha lutado bastante, os personagens estavam bem fortes e eu já tinha avançado bastante no jogo, mas mesmo assim os golpes arrancavam pouco de dano dos inimigos… muito estranho. Eis que apertamos SELECT e fuçamos um pouco os menus disponíveis até finalmente encontrar a parte de armamento e poder trocar a arma. Foi algo assim tão estupendo que praticamente o jogo recomeçou. Aí eu ficava curioso para revisitar novamente as cidades anteriores, comprar equipamentos e equipar, já que estava milionário com as mais de oito mil batalhas realizadas. O jogo seguia novamente o fluxo, pelos mais maravilhosos campos, cavernas e ambientes tropicais. Então pego a galera e decido continuar para o próximo possível local por navio e… o navio não chega até a cidade! A próxima cena mostra o grupo dormindo dentro do navio e uns sons estranhos e monstruosos os assustam. Explorei todo o local e logo inimigos apareceram. Quando terminei de verificar todas as salas e não imaginava o que fazer, logo me deparei que estava apontando para o segundo e pior problema do jogo: que era ficar travado nesse Navio Fantasma.

Clima TropicalTudo o que tinha era a sala para dormir, um corredor com inimigos e uma sala com três estantes de livros. E eu dormia, enfrentava várias batalhas, mexia nas estantes, ia pra lá e pra cá… E NADA! Mais uma vez travado no jogo por não saber japonês, e creio que esse é o único problema geral. Estava para desistir do jogo, não sabia mesmo o que fazer. Mas quando levei o cartucho na casa de um outro amigo meu (Grande Vassoura, gente fina), ele simplesmente me disse:  “Dá aqui que eu passo essa parte pra você”. O pior de tudo é que ele não falou em tom de humilhação, muito menos foi metido e nada demais. Ele foi guerreiro, aventureiro, mesmo porque não conhecia o jogo e só tinha 10 ou 11 anos na época. Ligamos o jogo e eu estava conversando com o Fabinho, quando de repente… “Booom!”. Eu olhei para a tela e perguntei: “Meu Deus, o quê você fez?”, e ele me disse: “Simplesmente mexi nas estantes de livros e… aconteceu!” ele também disse que a sequência para isso é “Direita, Esquerda, Meio e Esquerda”. Nunca, JAMAIS em minha vida esqueci esta sequência das estantes, está fincada e cravada na memória, assim como o código do Super Sonic em Sonic The Hedgehog 2 e a password para a última fase de Rockman X com todos os itens. Certamente esse segundo problema foi o pior de todos eles e o Vassoura não tem noção do quanto sou grato a ele até hoje pela descoberta, mesmo que na sorte. Fui feliz seguindo o restante do local e enfrentei o chefão para finalmente seguir viagem. Daqui pra frente é interessante dizer que um ponto crucial do jogo estava para chegar.

Após mais algumas dungeons, mais um pouco de história geral, agora muito mais desenvolvida e eu não entendendo nada (normal!!), seguia caminho para algo incrível. Ao derrotar certo chefe do game, fucei o grande pedaço de cristal que estava no local e o personagem MUDOU! Fiquei abismado com tamanha mudança, logo descobri que era possível fazer com os outros dois personagens também. Essa mudança na cor seria uma evolução! Agora meus personagens tinham uma barra maior para dar ataques, sendo que tinham novos ataques especiais, e além disso, após mais alguns levels eles ganharam MAGIAS! Simplesmente PIREI com tudo isso. A emoção de seguir em frente não parava e tinha forças para terminar o jogo o mais breve possível! Não queria parar de jogar, agradeço à minha família por não se importar de eu ficar boa parte da infância na frente do videogame. Alguns anos depois, descobri que os personagens só podem evoluir a partir do “Level 18” (encarei isso pensando como se fosse uma maioridade XD).

A terceira dificuldade foi depois de ter passado por todos os pontos indicados no mapa e aparentemente não ter mais o que fazer no jogo. Digo aparentemente, pois eu tive que ativar novamente o “Rokuman Senpai’s Exploration Mode” (versão piorada do Sabat’s Exploration Mode) para sair dessa sozinho e então finalmente encontrar o meio de transporte que me levaria à próxima etapa desse lindo game. Um simpático dragãozinho que estava escondido em um lugar inimaginável, que só conversando com todo mundo em todos os lugares me fariam chegar a esse local, ou seja, mais algumas boas horas de exploração. Desta vez nada que me deixou tão aflito quanto o navio fantasma, mas deu um trabalho grande até. Só que tanto as trilhas sonoras que compartilhei até aqui quanto os cenários maravilhosos já mais do que compensaram todos esses esforços. Reforço isso para aqueles que tiverem a oportunidade de jogar o game e chegar na batalha contra um chefe voador, da qual que se enfrenta com o grupo em cima da cabeça do nosso amiguinho dragão. A cena é muito linda! Aliás, aproveito para dizer que quanto mais se avança no game, melhor ele se torna! Cada batalha contra um chefe novo, por acontecer em um estilo action” de contato direto com o inimigo e não em modos mais clássicos como em Chrono Trigger ou Final Fantasy, deixava a coisa cada vez mais empolgante. A pancadaria é mais estilo série Tales, só que mais simples, com comandos de ataques normais, ataques especiais e magias. E não passa nisso. Posso dizer que a quarta dificuldade foi tão marcante e gratificante quanto a terceira, pois também foi um mar de descobertas. Eu descobri como conseguir as melhores armas, as melhores armaduras e os melhores acessórios dos personagens, e também como evoluí-los pela segunda vez. Foi muito empolgante descobrir o esquema das sementes.

Não há o que questionar sobre a jogabilidade. Desde que você escolha os atributos corretos de acordo com seu personagem ao evoluir e que seu trio seja estrategicamente escolhido, não haverá problemas para terminar o jogo. Sim, a dificuldade varia conforme a estratégia de batalha e escolha de personagens. Lógico que é importante batalhar um pouco antes de cada chefe a ser enfrentado, quesito normal em todos os RPGs. Se você for um iniciante como eu fui em 1996, recomendo utilizar a Clériga no grupo como terceiro personagem enquanto os outros dois devem ser personagens fisicamente fortes. Até a Amazona serve, ela é bem forte! Somente a Maga que eu recomendo para jogadores mais experientes. Esse jogo você ganha mesmo é na PORRADA. Depois de algum tempo que se pega o jeito, você já estará montando boas estratégias, fazendo com que seus personagens ataquem todos juntos de uma vez, e assim os chefes contra-atacarão pouquíssimas vezes. O segredo está na rapidez em fazer um golpe atrás do outro com cada personagem, fazendo meio que uma sincronia de ataques. Terminou o especial de um, o outro ativa a magia, daí o terceiro ataca com ataques normais até encher o especial, solta o especial e começa tudo de novo.

O Mapa do Mundo de Seiken Densetsu 3

Outro fator que está Acima da média é o gráfico. Com um poderosíssimo cartucho de “32 Megabits” (o mesmo que Chrono Trigger), Seiken Densetsu 3 não deixa nada a desejar a outros grandiosos títulos de RPG da Square ou de qualquer outra desenvolvedora. Tudo o que você imaginar de ambientes em que nossos personagens se aventurarão, teremos no jogo: florestas, cavernas de gelo, cavernas de fogo, montanhas, vilarejos dos mais variados, cachoeiras, navios fantasmas (dãã), aldeias, santuários, castelos, etc. O que usa e abusa de efeitos gráficos são mais os campos abertos e tropicais, que vão fazendo a mudança do dia para a noite ou vice-versa; e também as variadas magias dos inimigos: algumas magias no final do jogo fazem uns efeitos lindos de se apreciar, e se você treinar bem a Maguinha, quem sabe ela possa aprender uma dessas magias poderosas. Sem contar que os jogadores encontrarão fadas e gnomos dos mais variados elementos, todos com seu carisma único. E é justamente esse carisma que pode atraí-lo a jogar, caro retroaventuriano, já que cada personagem é muito bem desenhado e desenvolvido mesmo no formado “SD” (Super Deformado), onde podemos ver a expressão de todos quando estão felizes ou tristes.

Vamos conhecer um breve descritivo de cada protagonista  e um pouco de suas histórias:

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KevinKevin, o Lobo, tem 15 Anos e é o príncipe de Ferolia, reino dos demi-humanos bestas. Ele é o filho de Gauser, o rei dos homens-fera, porém, nasceu de uma mãe humana. Incapaz de se encaixar tanto no mundo dos humanos quanto no das bestas, Kevin passa a maior parte do tempo vagando pela floresta com Karl, um filhote de lobo com o qual ele possui fortes laços de amizade. Seus golpes duplos somados com a força dobrada quando se transforma à noite, fazem dele o personagem mais ágil e forte de todo o jogo. Possui algumas magias, mas não é de seu feitio ficar conjurando. O negócio dele é porrada!

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Sobre Rokuman Senpai

Fã assíduo de Rockman / Megaman e também confiante do sucesso futuro de Mighty9. Defensor do Famicom / Nes com todas as armas inimagináveis. Mendorato + Skoll + Jogos Clássicos + Rokuman Senpai = Diversão Garantida! ^^
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