RETROspectiva – O 2017 gamístico do Sabat!


SabatEntre bombas e obras de arte, todo ano sempre termina com a gente tendo jogado um monte de games, sejam novos, antigos, ou novos que imitam os antigos. E a cada ano que chega ao seu final, é de praxe a galera que curte uma escrita sair relatando os grandes games que cada um jogou durante aqueles 365 dias, e acabamos assim, nos deparando com listas vezes enormes, onde a pessoa não se contenta só com jogos e acaba partindo para um relatório mais completo e cheio de filmes, seriados, animes e afins, vezes bem humildes, com uma merreca de conteúdo que já nos indica de antemão, que aquele indivíduo não teve lá muitos dias disponíveis daqueles 365 do ano pra jogar. É, acho que o Tio Sabat aqui se enquadra nessa segunda categoria…

E como seria bom se a gente realmente tivesse 365 dias livres para jogar, não é mesmo? Olha, nem precisava tanto, se nós tivéssemos tudo isso, a verdade é que não gastaríamos nem metade com jogos, mas seria legal pra caramba saber que o tempo sobra! No meu caso, esse tal item aí não sobra não… O Sabat Jr não deixa quase nada pra mim, quer tudo pra ele! Esse tratantezinho! E como eu não nego tempo pra ele, acabo jogando pouco, escrevendo pouco, assistindo pouco… Gente, no ano todo só fui no cinema uma vez! Pode isso? Mas o bom é que assim, a lista da RETROspectiva do Sabat fica curtinha, tanto por que EU NÃO VOU FAZER FORÇA PRA LEMBRAR O QUE JOGUEI ESSE ANO! Se o dito cujo aparecer aqui, é por que marcou a jogatina pra bem ou pra ruim a ponto de grudar na mente, e se isso não aconteceu, é por que o jogo não valeu a pena mesmo ser lembrado. E esqueçam qualquer ordem de preferência ou data: o negócio é bruto, eu vou lembrando e vou escrevendo, e tá tudo certo! Assim vai dar até pra dividir em categorias pra coisa ficar mais divertida, já que apenas escrever por escrever nunca foi meu negócio né? Pra mim, um texto tem que ter alma, tem que ter a cara de quem escreve, e a minha cara é mais ou menos assim, como vocês acompanharão agora.

CATEGORIA “MAMILOS”:

Sabat

Um dia inventaram que mamilos são polêmicos, e se isso procede, Cuphead é o jogo mais mamilos do ano. Acontece que o game é sensacional, de longe uma das melhores criações deste ano em qualquer segmento, uma verdadeira obra de arte com cara de desenho dos anos 50 que encanta e espanta jogadores com a mesma velocidade devido ao seu altíssimo nível de dificuldade. Entenda: nos jogos de hoje em dia, existem as dificuldades mamão com açúcar = 99% dos games AAA, dificuldade mamão sem açúcar = os mesmos 99% dos games AAA só que no HARD, dificuldade caldo engrossando = um ou outro jogo indie que propõe um desafio mais pauleira e old school, e dificuldade o cão chupando manga do avesso = você morreu só de ler esse nome. Bem, Cuphead é um exímio exemplar dessa última categoria, uma merreca de pessoas terminou o jogo e quase toda a imprensa mundial fez review dele sem ter passado da metade da peleja, e isso causou muita treta nos sites e blogs oficiais dessa galera que se diz jornalista mas preza por lançar um texto de qualquer jeito só pra ser o primeirinho da internet. Tadinha da moça da IGN BR e sua gamer tag secreta…

Mas EU terminei, Deus do céu, TERMINEI essa budega, e o resultado é lindo, é nostálgico, é uma sensação maravilhosa, é o soco no ar seguido do palavrão de desabafo, a última gota de suor dando lugar ao frescor do alívio, é a felicidade indescritível de saber que aquele chefe final que parecia que não ia morrer nunca finalmente sucumbiu depois de tanta insistência e perseverança com o gamepad em mãos, e eu só precisei morrer 543 vezes pra isso só… É, 543 vezes… o jogo conta =)

CATEGORIA “POR QUÊ SE FEZ ESSA MERDA AÊ? CADÊ SEU PAI?”:

Aí alguém chega dizendo que os mesmos caras que trabalharam nos games da franquia Double Dragon no NES iriam lançar de maneira fulminante uma continuação chamada simplesmente de Double Dragon 4, que teria gráficos 2D spriteados na mesma linha 8bits do console original, multiplayer e trilha sonora clássica. Aí a gente pensa QUE MERDA PODERIA DAR ERRADO?
E deu: DOUBLE DRAGON 4 É A DECEPÇÃO DO ANO, Ô JOGUINHO RUIM!! Era melhor nem ter saído, cruz credo. A primeira impressão até que foi boa, mas bastou ir um pouco além da 3ª ou 4ª fase pra perceber que a coisa era muito, mas muito mau feita. O jogo é feio que dói, com cenários simplórios e sem imaginação até se compararmos com os games do NES, com o velho “palette swap” sendo usado à exaustão nos inimigos, dificuldade burra e mau feita do tipo “vilões andando na velocidade da luz, tirando 10x mais dano e subindo”, e um bug inexplicável que faz com que ninguém te ataque se você estiver encostado em baixo do cenário… Sim, se vc desce tudo e fica parado, ninguém te bate.

Terminei na segunda tentativa, após descobrir o comando da cabeçadaryuken, e nunca mais vou encostar nessa joça. E o pior é que me custou 20 mangos… ¬¬

CATEGORIA “MAS NEM RELOU E ME MATOU”:

É, eu NÃO CANSO de jogar Dark Souls, e em 2017 a coisa continuou do mesmo jeito. Mano do céu, como Dark Souls 3 é bom! Que evolução nessa franquia! Que enormidade! Que design de fases! Que chefes fdps! Que tudo! A gente continua morrendo com todo prazer a torto e a direito, vai avançando deliciosamente aos trancos e barrancos, chega no chefe final pra ser espancado dezenas de vezes, e tudo isso é tão viciante que ver o final do jogo se torna só um detalhe. Obra de arte, masterpiece, jogo pra macho, mais um “o cão chupando manga do avesso” que ganha a nossa atenção pelo conjunto da obra!

Dark Souls 3 foi provavelmente o jogo que mais joguei esse ano, mais até que a aventura do gnomo loiro da Nintendo, e ainda falta muita coisa pra eu fazer nesse título, então ele que me aguarde em 2018: vem ni mim DLCs! Vou lhes usar!

CATEGORIA “MELHOR JOGO DO MUNDO QUE EU NEM TERMINEI”:

Já digo logo que EU POSSO EXPLICAR! CALMA!!
Primeiro que o WiiU não era meu… O dono é o Senps, o nosso gordinho aqui da equipe, que me emprestou o console por um tempão pra que eu pudesse terminar o dito cujo. Segundo que o jogo era piratex, caolho, de procedência digital duvidosa! Tava instalado no cartão de memória do aparelho, e desse jeito é muito tenso de jogar por causa dos loading times assombrosos. Terceiro que se tudo fosse meu, eu teria comprado o jogo original, pois coleciono os jogos dessa franquia de tão fã que sou, mas no caso em questão, era tudo emprestado porque eu tinha vendido meu WiiU muito antes desse jogo ser lançado no intuito de juntar grana pra um Switch que, obviamente, acabei não comprando devido a tamanha pindaíba que eu me encontrava na época (e ainda me encontro). Então teve que servir com loading monstro mesmo: bóra jogar BotW piratão no WiiU, e joguei com gosto!

Bom pessoal, todas as notas perfeitas que esse jogo recebeu ao longo de sua existência são totalmente merecidas, o título de Game of the Year é merecido, e também, é merecido o reconhecimento da capacidade que a Nintendo tem de reinventar suas franquias. The Legend of Zelda Breath of the Wild é algo fora do comum, tanto que eu não sei mais dizer qual é o melhor jogo do universo: ele ou Ocarina of Time. Só que em um momento bem avançado já no jogo, a consciência começou a pesar: eu queria jogar aquilo em sua totalidade, com o melhor gráfico e desempenho possíveis, com todas as DLCs, sem aqueles loadings enormes… Eu já havia destruído 3 Divine Beasts, e aberto mais de 100 Shrines pelo mapa, mas eu não queria mais continuar jogando daquele jeito. Foi quando decidi parar de jogar The Legend of Zelda Breath of the Wild, para começar de novo quando eu tivesse o Nintendo Switch, o jogo original, e todas as DLCs. Espero que isso possa acontecer em 2018 né, e para isso ser possível, a situação financeira aqui vai ter que melhorar bastante.

CATEGORIA “SE CHOREI, É PORQUE É CHORANTE”:

Ah cara, é isso aí, chorei mesmo! É SONIC P%$#@!! DO JEITO QUE EU QUERIA, do jeito que A EQUIPE RETROPLAYERS TODA queria, do jeito que O MUNDO queria!! Baixinho, gordinho, 2D, só com spin dash, só com Tails e Knuckles, e em um jogo de design soberbo, enorme, lindo demais, lotado de áreas distintas e caminhos alternativos, e uma jogabilidade de fazer inveja a qualquer jogo do ouriço que não tenha sido criado nos anos 90. Não, nenhum fã poderia querer mais que aquilo: Sonic Mania é um jogo simplesmente mágico, que eu joguei muito, que terminei com gosto e com todas as esmeraldas pegas DURANTE a jogatina. Pois é, tive que jogar três vezes pra pegar as 7 pedrinhas, e ainda achei que não conseguiria na última jogada.

Ainda falta jogar com o Tails e com o Knuckles, mas tenho grandes expectativas é para a jogatina com o echidna mesmo, que é um personagem que certamente vai abrir um leque enorme de novas opções e caminhos nas fases uma vez que o bicho plana e escala paredes. E isso tudo vai ficar para 2018, um ano que vai ser repleto de jogatina aqui em casa e que logo logo vocês, meia dúzia de gato pingado que estão lendo esse texto, saberão o motivo.

MENÇÕES HONROSAS:

Wonder Boy the Dragon’s Trap: Ô joguinho legal esse viu! Mas joguei pouco, comprei junto de Sonic Mania e aí já viu né! Mas pelo pouco que vi dele, posso dizer que vale muito a pena viu, recomendo muito! É um jogo que mostra como uma mecânica de gameplay de mais de 20 anos  pode parecer tão atual. =)

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Street Fighter 5: Tá ai um jogo onde sou um noob total, tanto que parei de jogar no modo ranked quando milagrosamente cheguei em Silver só pra não cair de liga! Ganhei o jogo de presente do TH, e como em 2018 vai ter BLANKA na parada, acho que ainda vou jogar bastante heim!

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PES 2018: O jogo do ano que vem que a Konami sempre lança no ano passado é tradicional por aqui. Eu, meu irmão, o cunhado e mais alguns amigos mantemos viva a tradição de jogar um campeonatinho de seleções toda sexta-feira, e haja briga, haja palavrão, haja zoeira e haja pizza de mussarela!

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Super Hydorah: Mais um jogo que comprei no Steam, e não consegui terminar… Na verdade não consegui chegar nem na metade! Culpa do sádico do Locomalito, o desenvolvedor indie/homebrew que cria essas maravilhas de jogos com estilão anos 80/90 pra fazer a gente sofrer igualzinho como era naquela época.  Jogaço!

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E foi isso pessoal. Claro que eu joguei mais coisas né, mas válido para essa postagem, são esses aí mesmo. Não disse que eram poucos?

Mas espero que em 2018 a coisa toda mude de figura, pois não me basta ter tempo apenas para jogar alguma coisa ou outra: eu preciso de tempo também para poder atualizar o RetroPlayers com essas jogatinas, pois este, que já foi o site de velharias gamers mais querido do Brasil, hoje sofre, e muito, do mal da falta de tempo, um item que está muito escasso hoje em dia.

Vem ni mim tempo! Preciso lhe usar!! A jogatina pede!

E esse textinho foi parte integrante do meme O QUÊ VOCÊ JOGOU EM 2017, iniciado pelo nosso amigo blogueiro das antigas MARVOX! O link para a participação dele e dos demais sites e blogs que estão participando ou que prometeram participar estão logo abaixo. =)  Os nomes sem link são os que ainda não lançaram seus trabalhos, e quando lançarem, a gente atualiza o link ^^

Abraço!!


Sobre Sabat

Dono, Chefe, Gerente, Cara da Xérox e Tia do Café do RetroPlayers! Meu negócio? Falar sobre games. Como? Escrevendo meus trabalhos, gravando minha voz horrível, ou filmando minhas humildes proezas! Onde? Aqui, ali, ou onde quer que me chamem!
Adicionar a favoritos link permanente.
  • Fala Sabat, eu quase não joguei nada esse ano também. Resolvi voltar a estudar depois de velho e agora todo meu tempo se resume à fazer trabalhos de faculdade. Ainda sobrou um tempinho aqui e ali pra jogar, mas a lista foi curtinha, e todos no PS3:

    -The Sabouteur: “GTA” que se passa na segunda guerra mundial, joguinho até divertido, mas com mecânica bem ultrapassada.
    -Dragon’s Dogma Dark Arisen: RPG de ação com boas ideias, tem uns monstros mitológicos cabulosos, mas a história lá pelas tantas você nem lembra do que se trata e vai jogando só pra chegar no fim.
    -Metal Gear Solid 4: Resolvi rejogar com a intenção de pegar a platina, mas acabei desistindo no meio do caminho, não é dos meus Metal Gear favoritos…
    -Transformers Devastation: Button masher da Platinum, divertido mas fica só nisso mesmo.
    -Strider 2014: Strider transformado em um Metroidvania! Tem alguns probleminhas, tipo uma legenda escrota que aparece quando algum Boss está falando algo no meio da luta, e atrapalha pra krlho, e um chefe final extremamente decepcionante. Mas um jogo divertidão!
    -Batman: Arkham Origins Blackgate: Meu Deus, que jogo chato do caralho! Tentaram trazer o combate da série Arkham pra um jogo 2.5D, e é óbvio que não funciona! Chefes extremamente ridículos e o jogo totalmente entediante.

    • Grande João!!
      Cara, não jogou pra poder estudar? Então foi por uma boa causa mano kkkk XD agora velho, desses jogos ai que vc detonou, posso falar do Dragons Dogma D A… joguei um pouquinho, umas 10 horas talvez, e achei uma bosta viu… não quis nem continuar. Já MGS4 é um dos meus grandes pecados viu. To na expectativa de a Konami liberar essa porra pra PS4 (to pra comprar um) ou pra PC logo, mas tá difícil XD Esse transformers tava em promoção outro dia, echei MUITO nostálgico por trazer os robôs em suas formas originais, mas acabei não comprando. Ainda pegarei em alguma promoção daquelas bem amigonas, pq hack n’ slash da Platinum é sempre bem vindo =)
      Strider eu TENHO!! O que eu não tenho é vergonha na cara! Mas esse ano eu JOGO!! PROMETO!!
      E batman….. cara……. se eu te falar que nunca curti a série Arkhan se vai me xingar muito? kkkk Pois é mano, não gosto, mas nem um pouquinho, nenhum deles!
      Valeu João, e continue aí acompanhando a gente e comentando, pq 2018 vai ter novidades =)

  • Ivo

    Pow Sabat! Você jogou mais coisas que eu esse ano cara! Eu nem consegui jogar direito o CupHead ainda =( Eu joguei o Double Dragon 4, mas nego a dizer que joguei de tão ruim que eu achei esse jogo! E joga Wonder Boy cara! Você vai adorar! Cada fase que você vai jogando é uma deleite aos olhos.
    Shows de bola Sabat! Feliz 2018 para vocês e para todos! Espero que seja um ano MUITO MELHOR que esse de 2017. Grande Abraço. Ivo.

    • Ivoooooooo!! XD rapaz, o DD4 é terrível ou não é? Que desgraça de jogo! O WonderBoy eu VOU JOGAR mano, pode deixar XD E pode ter certeza que 2018 vai ser muito melhor MESMO que 2017, pelo menos em questão de jogos XD

  • Leo “Millendium” Gomes

    Já joguei um pouco do DD4… Minha nossa, como esse jogo é ruim!!! Conseguiu superar até o 3 de tão ruim que era. Wonderboy é show de bola, vai por mim. E Cuphead… esse jogo é uma delícia, tanto na jogabilidade quanto nos gráficos e trilha sonora. Coisa linda demais!

    • Opa Leo!!! Se vc só jogou um pouco de DD4, então fez bem kkk não tinha por quê gastar muito tempo com aquele jogo, Deus do céu! Pior ainda nos tempos atuais, onde a gente vê cada maravilha 2D até mesmo pixelado, os caras me lançam aquela tralha. Wonderboy vamo detonar heim, esse ano ele não me escapa XD

      • Leo “Millendium” Gomes

        Pois eh… aquilo lá era de chorar lágrimas de sangue de tão pavoroso que era.

        • hahahahaha kkkk Bem por aí XD Fora que o bug de não apanhar quando estamos lá pra baixo da tela deixa o jogo fácil pra cacete!

  • Pingback: Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2017 | Gamerniaco()

  • Cara, sensacional sua lista com jogos bem diversos até no sistema, para todos os gostos. O melhor é o nome das categorias. Valeu mesmo por ter participado junto com a gente Sabat!

    Cuphead – Esse aqui pode colocar na minha ficha transtorno mental mesmo, já que agora quem gosta de videogames tem probleminha.

    Double Dragon IV – Ainda bem que vi a sua lista porque quase, mas quaaase que acabei pegando ele na última promo do Steam. Salvou meu bolso, vale uma cerveja! XD

    Sonic Mania – Deixei o Sonic passar voando por conta do Cuphead, mas esse ano esse jogo não escapa.

    Wonder Boy the Dragon’s Trap – Só faltava aparecer Sega igual quando ligava o Master System. Sério, muito bom esse jogo!

    Locomalito – Cara, tem que tomar cuidado com o site dele, vicia muito mesmo! kkk

    • Faaaaala mano! Valeu pelas considerações heim XD

      Me manda aí a lista com os links da galera véi, pra eu atualizar e já começar a dar aquela averiguada!!!

  • Matheus Henrique Soares Lima

    O ano passado foi um ano de transformação para o meu gosto em relação a
    games. Comecei jogando a saga Sonic e a Resident Evil, provavelmente
    jogaria a maioria dos lançamentos de PS4, mas eu comprei um Nintendo
    Wii, resultado: terminei apenas RE7 no PS4.
    Jogar Mario Galaxy foi
    incrível. Tal jogo me fez perceber que eu estava dando muita importância
    a história dos jogos, não na jogabilidade. Segui para Donkey Kong
    Country Returns, Mario Galaxy 2, Mario Kart Wii, Resident Evil
    Darksiders Chronicles, etc. No final, acabei virando um grande fã da Big
    N.
    Se não bastasse todas as joias que joguei no Wii, adquiri um
    Nintendo Switch em Novembro e mergulhei no mundo de Zelda. Eu já estava
    cansado de jogos de mundo aberto padrão Ubisoft, aqueles que todos os
    objetivos são marcados no mapa; já em Zelda, explorei cada cada rio,
    bosque, caverna, montanha; senti solidão, a conquista, a melancolia,
    dentre outros sentimentos. No final, depois de passar todos os 30 dias
    das minhas férias, além de mais 2 semanas, finalizei esta obra prima.
    Splatoon 2 foi o primeiro jogo em linha que fiquei viciado.
    Mario Oyssey me fez sorrir como um débil mental em mais de uma ocasião.
    Fire Emblem Warriors foi divertido, mas nada de muito especial.
    Terminei o ano jogando Metroid Prime no meu Wii.
    Qual
    a grande consequência de todo o ano de 2017? Virei um jogador muito
    chato e exigente; não fiquei animado com quase nenhum anúncio para 2018;
    passei a pensar que a Naughty Dog deveria estar mais focada em mudar
    radicalmente a jogabilidade dos seus jogos, em vez de investir em novas
    formas de contar histórias; passei a dar 270 reais em um jogo (malditos
    impostos); além de ter uma paciência gigantesca para jogar jogos,o que
    resultou em esquecer que um jogo tem final, algo que ajuda quando o jogo
    tem mais de 150 horas de duração.
    Em conclusão, jogabilidade é o fator mais importante em um jogo. Se o jogador esqueceu disso, basta jogar os jogos da Nintendo.
    E por hoje terminei, tenho Xenoblade Chronicles esperando-me em casa.

    • Beleza Matheus? ^^
      Caqra, seu 2017 foi top demais então kk Vc desfrutou dos melhores jogos do Wii, esses games são verdadeiras obras primas mesmo, e se vc puder jogar mais desse console, recomendo fortemente que vc jogue Metroid Prime Trilogy (contém os 3 Metroid Primes, 2 de Cube e 1 de Wii, não sei qual deles é o que vc jogou mas são todos fantásticos), Xenoblade Chronicles, Muramasa: the Demon Blade, e Sin and Punishment: Star Sucessor. Aí vc terá jogado tudo que realmente importa no Wii (não citei Skyward Sword pq esse jogo é irrelevante depois que se joga BotW…).
      E é assim mesmo maninho, muito jogo por aí são tão bons que deixam a gente mais exigente XD Os últimos que fizeram isso comigo foram Dark Souls 3, e o próprio Xenoblade Chronicles que te espera e casa XD Então, boa jogatina!!

  • Pingback: Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2017? [7ª Edição] | Blog MarvoxBrasil()

  • aki é rock

    Lista bem interessante essa Sabat gostei dos seus jogos de 2017 kra depois vou postar a minha lista por aqui.

    • Faaala Rock! ,,/
      Posta sim cara, manda pau!!!