The Count Lucanor, Game de Terror Minimalista em 8 bits para PC


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Alguém se lembra do projeto Catequesis, game indie minimalista de survival horror que estava sendo desenvolvido por um grupo de desenvolvedores chamado Baroque Decay? Não? Ninguém? Tudo bem, este não vai mais sair mesmo… A equipe está criando agora um novo game chamado The Count Lucanor, igualmente um terror minimalista em 8 bits para PC.

Assim como em Catequesis, ficamos impressionados com a beleza dos cenários de The Count Lucanor, a caracterização dos personagens nas pequenas animações e a linda trilha sonora baseada nas composições de Sebastian Bach que nos remete a grandes clássicos da geração NES.

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Aproveitando o estilo RPG para criar cenas inquietantes, já no vídeo de apresentação a Baroque demonstra que este não terá uma abordagem infantil, criando uma imersão bem interessante com doses de terror psicológico e puzzles.

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Inspirado em Zelda, fica agora a expectativa para conclusão do projeto que não tem previsão de lançamento, mas que tem um grande potencial para nós, amantes de jogos retrôs. Maiores informações na página do game. E esperamos que dessa vez, a coisa saia do papel…

Fique agora com o trailer do game:


Sobre Rodrigo - Ex Membro

Retrogamer, porque jogos antigos são fantásticos e criativos, aspirante a desenhista e crítico de qualquer assunto que mereça atenção.

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  • A única crítica que faço ao jogo é que ele possui um estilo moderno de pixel que não possui relação nenhuma com os clássicos 8 e 16Bit.Os jogos antigos não são apenas pixels, mas possuem um estilo e uma arte que não é fácil reproduzir hoje em dia.Nem todo jogo com pixel “estourado” pode ser considerado retrô.E este é um exemplo típico.Quem não viveu a época 8 bits pode até se enganar, mas um jogador de MSX ou Master System nunca irá associar este jogo com os games do passado.
    O jogo parece ser muito bom, mas ao mesmo tempo deve assumir seu estilo de pixel moderno.

    • Eu considero que possui relação sim, é uma forma de evolução do 2D kkk São sprites, é um jogo construído à base de tiles, e que além dos gráficos, possui toda uma mecânica retrô por trás, parecida demais com muitos dos inúmeros RPGs da época dos 16 bits. ^^

      • Eu falo mais da estética mesmo.Em relação a mecânica e gameplay, eu concordo plenamente.É bem provável que este game nos remeta aos RPG´s dos 16bit neste quesito, sem dúvidas.
        A falha na relação que eu considero é a respeito da estética.Quando eu vejo essa evolução do 2D, eu vejo algo novo, diferente, mas de maneira alguma reconheço ali os jogos do passado.Mas isso depende do olhar de cada um, já que estamos falando de arte, então longe de mim estabelecer o certo e o errado.Mas na minha visão, esse tipo de técnica, é para consumidores de Big Mac, que desconhecem o sabor de uma alcatra ou contrafilé.E todos eles são feitos de carne, assim como todos os jogos de tiles e sprites.

        • Rodrigo Urashima

          Pensando apenas no game design, tornaram o jogo mais comercial, já que possui pequenas animações e um gráfico melhorado se considerarmos a época dos 8 bits. Mesmo assim é louvável em uma época onde a maioria se preocupa com gráficos de alta resolução lançar um título que remete diretamente a mecânica e arte retrô. Eu pessoalmente, darei uma chance ao jogo caso seja finalizado.

        • Adriel Muniz

          Concordo com boa parte do seu comentário, Ulisses.

          É normal hoje em dia algumas produtoras almejarem pegar carona no coração (e no bolso, principalmente) dos retrogamers, fazer um 2D pixelado e dizer que é retrô. Porém, retrô não é só isso! Não são apenas pixels estourados que fazem desde ou daquele jogo, retrô, mas sim todo um feeling que os games antigos tinham. Street Fighter 4 por exemplo é bastante retrô, que apesar de ser em 3D (ou 2,5D como muitos dizem) é a melhor homenagem ao SF2 que eu já vi na vida.

          Ah, a analogia do “Big Mac” foi perfeita!

          Anyway, isso tudo o que eu disse não se refere exatamente ao
          “The Count Lucanor”, que aliás, gostei do trailer e pretendo comprar o game quando lançar!

          • Eu tb curti demais , vamo ver se pinta por aqui né!

  • Ace Of Spades

    Já que vocês estão divulgando games indie, tá faltando aí uma matéria sobre grandes games da geração indie, como Axiom Verge (metroidvania que poderia ser uma sequencia espiritual de Metroid) e Shovel Knight (Quando Megaman encontra Legend Of Zelda), tudo com aqueles bélíssimos gráficos pixelados e empoeirados que amamos!

    • Rodrigo Urashima

      Fala Ace, tudo bem? Anotado as sugestões, inclusive o Axiom Verge ainda não tive oportunidade de jogar, apesar de considerar o Metroid uma das melhores franquias dos games e será uma ótima oportunidade para corrigir isso rs.

    • Bem lembrado.Axiom Verge possui uma pixel art bem sofisticada e que lembra bastante os jogos 8 e 16bit.Como eu disse antes, fazer jogos em pixel não é para qualquer um.

    • Adriel Muniz

      Axion Verge é perfeito! Jogabilidade e trilha sonora animais!