Especial Diferenças Culturais: capinhas japas e ocidentais de Nes! Parte 3 de 3


Parece que faz tanto tempo que eu postei a segunda parte deste especial, ano passado, nossa! Mas é só impressão mesmo, pois cá está para o deleite de todos vocês, caros amigos retroaventureiros que aguardavam ansiosamente a derradeira, intrépida e aterradora continuação da Saga das Capinhas de Nintendinho, a terceira e última parte do Especial Diferenças Culturais: capinhas japas e ocidentais de Nes! Apreciem com moderação.

O RETROPLAYERS ADVERTE: Este tópico pode ser prejudicial à sua saúde visual.

Vale o aviso, caros amigos, pois aquilo que deveria ser um tópico de teor sério e analítico acabou por se tornar, naturalmente com o passar das muitas comparações feitas até agora, um completo show de horrores onde só pode ser evidenciada a ruindade absurda da arte da grande maioria das capinhas. É inegável: a arte ocidental apenas faz distorcer a idéia que o jogador deveria ter de determinado jogo, e isso salvo raríssimas exceções, felizmente algumas delas contidas nesta última parte deste especial.

Conclusão? Ainda bem que elas foram feitas assim, pois do contrário, eu e vocês, caros amigos retroaventureiros, não teríamos passado por estes bons momentos de risos durante suas comparações. Então, continuemos a apreciar mais esta coletânea, e fim de papo!

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Para começar o fim (trocadilho infame), nada melhor do que um joguete do Bigode com uma dupla de encartes que incorpora uma destas raras exceções ao qual me referi acima, pois apesar da simplicidade da capinha ocidental e de ela trazer o Mario usando pijama por de baixo do macacão, ela ainda é muito simpática e possui uma arte pixelada muito convincente, enquanto a original japonesa trás a dupla de irmãos encanadores em uma arte tão estranha que, se não fossem os bigodes, eu me perguntaria quem em sã consciência soltaria dois bebês em um esgoto! Olhem a cara do Luigi… sem o bigode só falta dizer o famoso da dá gu gú!! Segue montagem tosca do Luigi sem bigode para confirmar o que escrevo!

Pensam que eu estava brincando? Então tirem suas próprias conclusões! Provavelmente esta imagem evoluiu para Babi Luigi, mas nem por isso deixou de ser o eterno coadjuvante em tudo quanto é jogo do irmão melhor afortunado. Mas aqui tu ganhas destaque Luigi, não te entristeças, pois neste jogo, você é um bebê mais bonitinho que seu irmão, que está feio ao extremo! Nota: aquela tartaruga digievoluiu para KoopaTropa, e a mosca, coitada, nunca mais foi vista.

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Eis que é chegada a Hora do Espanto, caros amigos retroaventureiros, o momento máximo deste especial que eu singelamente vos escrevo, a hora de retratar aquela que foi o estopim para que eu tivesse a idéia de realizar as comparações entre os encartes: é chegada a hora de averiguar aquela que é a maior aberração já concebida pelo pincel de alguém encarregado de retratar um jogo, algo de ruindade tamanha que transcende o tempo e ainda figura no topo do ranking das piores artes oficiais já feitas. Ele é amarelo, ele tem um revolver, ele tem a cabeça torta, ele não tem pescoço, ele é MEGAMAN!

E eu só citei algumas das peculiaridades dessa imagem terrível. É algo inconcebível, inimaginável, de ruindade incomparável, depois de ver essa capinha americana, qualquer outra neste especial é coisa linda de Deus! Todo o departamento responsável da Capcom pela aprovação desta atrocidade devia estar bêbado pós festa surpreza, alguns deviam estar totalmente inconscientes. Ouve diálogo? Ouve processo de seleção? Creio que não, pois o autor desta estampa não teria passado por um exame psicotécnico se este fosse exigido. Ainda bem que o sucesso do game não dependeu deste encarte, vide o simpático original japonês ao lado com a arte característica dos animes da época, pois caso contrário, Megaman seria personagem de um jogo só! Provavelmente o pessoal do velho continente, ao presenciar a capinha americana, decidiu dar uma jogadinha antes de se meter a fazer arte do game, e gostaram tanto que se superaram no encarte, que é um dos mais bonitos a surgirem dentre os títulos de Nes na Europa, uma aula de como se deve retratar um personagem de forma torná-lo mais atraente em seu território sem perder suas características principais. Até o Wily ao fundo é perfeito, passa um ar de serenidade, de quem sabe o que faz! Mas essa americana… amarelo… DE ONDE ESSE INFELIZ TIROU ESSE AMARELO? E por que o bakground da imagem tem PALMEIRAS MAIORES QUE FORTALEZAS? O Megaman parece que tem uns 60 anos e possui braços mais grossos que sua própria cabeça DE CAPACETE! Tudo é desproporcional, tudo é torto, absolutamente NADA SE SALVA! É a obra de um bêbado, e um bêbado que não sabia desenhar, e que havia fumado maconha antes de se embebedar, e que acordou no dia seguinte achando que havia sido abduzido por alienígenas corcundas de roupa amarela e capacete. Só no final da ressaca ele descobriu que estava sem emprego…

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Eu adorava o brilho metálico daquelas ilustrações que estampavam as capas dos cadernos universitários dos anos 90. Haviam umas bem legais mesmo, e a arte de algumas capas européias de jogos antigos me lembram muito disso, como já disse anteriormente. Não é diferente com essa capinha do Megaman 2 européia: iria ficar massa no meu caderno! Ninguém saberia dizer quem é o personagem que olha adiante encarando seu destino, mas que ficaria bonitona, não tenho dúvidas! Mas se ela não tem nada haver com Megaman, pelo menos ela não traz um fulano de revolver, como acontece novamente na capa americana. Evoluiu? Sim, Megaman está azul, e só isso já é uma evolução monstruosa em relação a anterior, mas nada que a salve de ser feia que dói. Bom, desta vez pelo menos, o pessoal do tio Sam parece ter jogado um pouco antes de meterem a mão na massa, e assim a cagada foi bem menor.

Nada de amarelo desta vez, nada de cenário torto ao fundo, nada palmeiras gigantes, nada de personagem sem pescoço, e principalmente, nada de cachaça e drogas no atelier. Assim, apesar do pé quebrado e do capacete de piloto de avião, o Megaman americano do 2º jogo está bem mais apresentável, mas nada que possa se comparar à arte japonesa, que mais uma vez, faz as outras comerem poeira bonito! É a única que representa o jogo com perfeição, e que apresenta uma evolução considerável em relação a sua conterrânea anterior. Traços mais firmes e nítidos, arte mais séria, Megaman mais caracterizado, e inimigos mais ameaçadores: a capa é perfeita para o título!

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E finalmente, após um telefonema muito mal educado do pessoal do Japão que prometia que cabeças iriam rolar se mais um fulano de revolver na mão aparecesse para reclamar o posto de herói na próxima capinha do Megaman, os gringos se tocaram de que o nosso Blue Bomber era um robô, e não um piloto da aeronáutica. Mas a capa ficou uma maravilha então? Não, caros amigos, ela ficou digamos, aceitável. É o Megaman, com uma cara americanizada ridícula, mas é o Megaman, e isso é inegável, apesar dos músculos e do Rush com cara de inimigo lá no fundo junto do TopMan verde. E a capinha japa segue o padrão de mostrar o Mega na frente com seus inimigos retratados ao fundo, e apesar de simpática, acho que já estava na hora dos japas fazerem algo mais original. Tá certo, adoro mangá e animê, os traços simples e que retratam tão bem o que é o personagem… Mas meu, vamos fazer uns trabalhos mais complexos, não é rapaziada? Ninguém aprendeu nada com a capinha de Guardian Legend na parte 2 do especial não?

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Ok, desisto, deixemos o Megaman na frente mesmo das capinhas japonesas e que assim seja. Só que neste quarto capítulo da série os traços estão mais modernos, mais agressivos, percebe-se uma evolução muito mais nítida do que aquela da 1ª para a 2ª capinha… Me parece que o animê entrava na sua era moderna, e a arte das capas de jogos andariam lado a lado com esta evolução… Vemos nela que Mega agora dispara seu Mega Buster Carregado pela primeira vez, Rush está doido para morder algum meliante, e o castelo do Dr Cossack ao fundo fa as vezes do que deveria ser uma Fortaleza do Wily, bem melhor que o caramujo vesgo da capinha americana: que coisa estranha, ele deveria ser algo assustador e letal, mas aparentemente ele só tem 50% de chance de acertar alguém antes que esse alvo fuja por que ele vê dobrado! E a lei da falta de proporção assola mais uma vez as capinhas americanas: você já jogou Megaman 4? Então qual o tamanho da fortaleza do Cossack? Megaman passa por umas 5 áreas bem grandes dentro dela, ou seja, ele deve ser colossal… Então me respondam, caros amigos retroaventureiros, qual é o tamanho desse Pharao Man em cima dela? Mais ou menos o do 3º Colossus? Deus do Céu!!

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Essa é pra ninguém vir falar que o Sabat é um canalha que só sabe detonar com as capinhas norte americanas… Bem, não que eu não seja um canalha que adore detonar com as capinhas norte americanas, mas nesse caso esse meu costume vai ficar de lado pelo simples motivo de que a arte do encarte americano de Ninja Gaiden é simplesmente espetacular, e dá de lavada no europeu e no original oriental. Não é preciso falar absolutamente nada, é só olhar! É digna de filme, de Graphic Novel, de um quadro pra se colocar em cima da sua cama! O Ryu Hayabusa estampado na capa foi o ninja mais fodônico que muita gente havia presenciado na época, e qualquer um que visse essa capinha na locadora pegava o jogo sem nem olhar para o resto da prateleira, e o melhor era que no jogo, o ninja era tão fodônico quanto na capinha. Não se pode dizer o mesmo da capa européia… Sinceramente, não consigo entender algumas localizações de jogos para o velho continente. Essas amebas européias trocam nomes, sprites e cenários a torto e a direito, muitas vezes sem a menor necessidade, e Ninja Gaiden foi mais um caso fatídico: Shadow Warriors?? Pra quê, meu Deus!? O que havia de errado com o nome NINJA GAIDEN?? E por que tiraram a máscara do Ryu? Vai entender… De repente eles estavam antecipando a moda terrorista islâmica que assolaria o mundo em… uma década ou mais… Mas deixando essas mudanças escrotas de lado, chegamos à capa oficial do joguete… Ta, um ninja, algo que parece um totem atrás, um fundo sem definição, e a moldura de uma caixinha de baralho ou coisa parecida. Sim, a capinha oriental de Ninja Gaiden parece mais com um envelope de figurinhas do que com uma caixinha de jogo. Pelo menos o conteúdo era bem mais legal que umas figurinhas bestas!

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Acabamos de falar de Ninja Gaiden, então por que não falar também de Ninja Gaiden 2? falamos de 4 jogos do Megaman, não custa falar de dois do Hayabusa, e além do mais, tem coisa pra ser dita! A começar pela capinha japonesa ali em baixo: A arte é bela, bem feita, o pessoal da Tecmo caprichou na escolha do artista, e o artista caprichou ainda mais na ilustração, resultando em algo com forma e alma de Ninja Gaiden, apesar da insistência na moldura de envelope de figurinha. Agora então vamos falar de como elevar essa arte a máxima potência e depois como torná-la extremamente ridícula: Primeiro pegue a arte original e entregue na mão do mesmo cara que criou a capinha gringa do primeiro jogo, e ele vai realçar de forma soberba a imagem, as cores, os detalhes, o background, e o resultado será uma segunda obra de arte para um segundo pôster para a colocar sobre a cama do irmão ou onde achar melhor. Agora pegue a capa original japa e mande para os caras da Tecmo Européia… Eles vão transformar logo de cara o nome do jogo para Shadow Warriors, vão arrancar sumariamente o Dragão ameaçador ao fundo por que dragões são ameaçadores demais para crianças verem, vão tirar a máscara do ninja por que eles tiraram do primeiro e terão que manter o padrão, e terão que obviamente dar um rosto à Ryu Hayabusa… Essa é a hora do temor: olha só a cara de cafajeste safado que colocaram no ninja!! Não tinha como fazer MAIS GIGOLÔ que isso não? O cara faz beicinho enquanto puxa a espada, sorrisinho maroto com esse lenço no pescoço… Os idiotas nem se propuseram a imaginar que a sobra de tecido azul na roupa de Ryu é proveniente da MÁSCARA NINJA, que a propósito, todo ninja que se presa usa. Então se o cara ta sem máscara, de onde vem esse lenço? Acessório fashion pra combinar com a polaina vermelha no braço? Ninja mais esquisito e ridículo ever!

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Façamos uma comparação rápida entre as capinhas de Rad Racer européia e americana: toda a moldura é idêntica, e o conteúdo da imagem é o mesmo com a diferença de que em uma, os 3 carros e o cenário foram pintados de modo a retratar uma imagem mais real, e na outra, o que se vê é uma representação pixelada ao extremo do game, com o painel do carro e tudo mais.

Então por que diabos eu as coloquei aí se elas não têm nada de especial e nem são ruins? Simples: olhem lá o logotipo de jogos 3D , no alto à esquerda de cada imagem! Coisa raríssima de se ver, mas existia JÁ NAQUELA ÉPOCA, em TVs de tubo, com óculos feitos de papel, e o negócio funcionava de verdade! Eu joguei na época, e com um óculos 3D feito na escola com papel celofane. Só esse detalhe já é suficiente para que a capinha convença o consumidor, pois imaginem UM JOGO DE CORRIDA 3D em plena década de 80! Naquela época o cinema 3D já existia, e apesar de arcaico, era bem popular e diferente da modinha atual de “tudo 3D” que nos rodeia (adoro cinema 3D, o resto é balela), imaginem então um jogo utilizando aquela tecnologia supimpa dos filmes! Melhor ainda seria se o carro estampado na capa do jogo fosse uma Ferrari vermelha, o objeto de desejo de todo aficionado por corridas de ontem e de hoje… Assim era a capinha oriental, que trazia uma bela máquina italiana brilhante em sua fronte, e repararam que o nome oficial é HighWay Star? Me pergunto até hoje o motivo desta mudança… Medo do Deep Purple?

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E chegamos à cover que faz as vezes de banner para este tópico, o clássico máximo da pancadaria Beat’n Up no Nes, e rei das imitações baratas e Hacks com nomes escrotos, River City Ransom. Sim, o jogo é divertidíssimo, mescla beat’n up com aventura, e tinha absolutamente todos os ingredientes para se dar bem também tanto dentro quanto fora das fronteiras nipônicas, só faltava mesmo uma capa para fazer a propaganda do jogo…

E a oriental era simpática, trazendo aqueles personagem caricatos e com cara de bad boy comuns a todos os jovens jogadores de olhos puxados, trajando uniformes escolares também comuns a todos os jovens jogadores de olhos puxados, e tendo ao fundo um monte de gente mau encarada para apanhar e garotas para serem salvas, o que mais faltava? Nada, o game virou febre, todo mundo no Japão jogou e a Technos só não se tornou uma Capcom da vida por que gastou toda a sua cota de criatividade com esse jogo e só fez cagada depois. Mas e no ocidente?

Nos States o game foi lançado com o mesmo nome, muita adaptação para se “localizar” o título devido aos costumes estranhos à população gringa que o jogo apresentava aos montes, e uma capinha que lembra o que o jogo propõe: briga de rua. Eu tenho certeza que já vi esses 2 fulanos dessa capinha americana em algum lugar, algum filme, talvez uma cena de onde esta imagem foi copiada… Lembrem-se que essa prática é comum até hoje! Mas e a capa européia? Novamente PRA QUÊ, MEU DEUS, MUDAR O NOME DO TÍTULO!! E o pior que é que colocaram o nome mais genérico que alguém poderia pensar: GANGUES DE RUA… A imagem contida nela é tão bonita quanto o rascunho da capa do Ninja Gaiden 2 europeu, e eu só consigo achar uma explicação para a ruindade dessa capa: o cara que desenhou a cover gringa de Megaman 1, deve ter se refugiado na Europa, colocou no currículo “desenvolvi arte da capa de jogo de primeira linha para a Capcom”, e conseguiu abocanhar esse trabalhinho… Hoje ele deve estar morando na Zâmbia.

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Um dia eu conheci o jogo Super Irmãos, cartuchão Gradiente do meu Phantom System, e como o game não apresentava o logo inicial quando se ligava o aparelho, joguei aquilo à exaustão sem nem mesmo saber que estava jogando o grande Super Mario Bros. E um dia fui apresentado a um cartucho destes que vinham dentro desta capinha japonesa que vos apresento, cartucho este que possuía essa mesma imagem estampada em sua fronte, e quando o pluguei no adaptador e o encaixei no Phantom, eis que minha vida mudou. Desde então, esta imagem vem sendo uma de minhas preferidas de todos os tempos em se tratando de videogames, e nunca nenhuma outra me foi tão marcante quanto ela. Eu simplesmente adoro olhar para esta imagem, ela me transporta imediatamente para momentos tão bons de minha vida que é inevitável a abertura de um largo sorriso ao apreciá-la! E como essa não é a única, acabei de ter uma idéia para uma nova matéria… Bem, continuemos, onde estávamos mesmo? Sim, sim, a capinha é linda, bem feita, e o jogo é exatamente aquilo que ela demonstra! Então não entendo o por quê de a Nintendo não a ter lançada com esta estampa maravilhosa nos States. Foi uma perda artística tremenda, pois ao invés dela, o game saiu com a capinha padrão Pixelada, aplicada a outras tantas. Ô falta de bom senso!

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The Legend of Zelda foi lançado no Japão com a promessa de ser um game capaz de levar o jogador a um mundo passível de ser explorado de uma maneira que ninguém havia experimentado até então, e bastava olhar para a capinha para se ter uma idéia do que estes dizeres propunham. O consumidor estava acostumado a olhar uma capinha e já saber que seu conteúdo raramente estaria sendo representado no jogo, mas isso não aconteceu com essa primeira aventura do herói hyruliano: nós olhamos a capinha, depois o manual, e era exatamente aquilo que nós presenciávamos durante a jogatina, não com toda essa cor e definição visual, mas era aquilo. E é isso que uma capinha de videogame deve fazer pelo jogo em questão: levar o jogador para dentro do universo do game antes mesmo de este ser colocado à prova. E a capinha ocidental de The Legend of Zelda, apesar de ser douradinha e possuir um escudeto que lembra tempos medievais e coisa e tal. Talvez ela serviria plenamente para uma edição de colecionador, mas não foi o caso! Ela poderia muito bem ter mais elementos que remetessem ao jogo, como a TriForce, ou outra coisa, mas não tem nada, só o emblema com símbolos genéricos escolhidos por fazerem menção a algo que remeta a tempos remotos, enquanto a japa trás o próprio Link com a Master Sword em punho, frente ao reino a ser explorado. A única coisa que eu não entendo nesta capinha oriental é de onde veio essa espada de mosqueteiro do logo do game…

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Mais um especial chega ao fim aqui no Retroplayers, caros amigos, e espero que vocês tenham gostado. Eu sinceramente pensei que o show de horrores fosse continuar a toda assim como foi na segunda edição, mas não foi o caso, pois muitas boas lembranças desses jogos me vieram à cabeça enquanto eu escrevia, e acho que o mesmo deve ter acontecido com vocês, ou pelo menos assim eu espero!

Até a próxima!

Fim

Tópicos relacionados:

>>> Diferenças Culturais: capinhas japas e ocidentais de Nes! Parte 1 de 3
>>> Diferenças Culturais: capinhas japas e ocidentais de Nes! Parte 2 de 3
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Sobre Sabat

Editor Chefe do RetroPlayers, Redator e Editor nos Livros e Revistas WarpZone, Podcaster e editor de áudio, Saudosista, e Analista de Informática porque algo tem que dar dinheiro né!

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  • Jo

    Essa capa do Megaman 1

  • Sandro, Tandrilion

    Realmente a capa do super Mario japon

  • Poxa, zuaram legal ae com o River City!
    Impressionante como esse cara fez uma atrocidade dessas e n

  • Pingback: Tweets that mention Especial Diferen()

  • TH

    Na capinha do MegaMan 2 do states, parece que o Dr Light

  • Adinan

    Eu tamb

  • Hely

    Caramba, sempre pensei que essa arte dos Ninjas Gaidens eram japonesas: m

    • Eu ia por a do Ninja Gaiden 3 mas a capa japa estava em uma qualidade de imagem t

  • O mais impressionante era a certeza que os produtores americanos tinham de que os ocidentais rejeitariam a cultura e os tra

  • Olha a cara de tristeza do Willy no MEgaman 1 europeu

    • ahuahuahahu Tron kkk s

  • Jeff

    O mais interessante

    • Fala Jeff!! Eu fiquei sabendo essa dos ninjas europeus a

  • Jeff

    Quando eu disse “desordeirso”, eu queria dizer desordeiro.

  • Jeff

    Quando eu disse rizadas, eu queria dizer

    • Viu como passa batido ?? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Jeff

        Feiti

  • Solo Player

    N

  • Solo Player

    Achei que as imagens apareceriam automaticamente… Abaixo segue o link com an

    • Mas que diabo de jogo feio da preula

      • Solo Player

        Voc

    • TH

      Caramba Solo Player, nunca tinha visto isso n

  • Unsponsored

    O engraçado sobre a cara do Mega man é que quando eu era muleque olhei para ela e disse: Acho que é um contra da vida.. vou levar! hauhauhua.. Me dei de bem.. pena ter vendido a fita 2 anos depois por 30 conto.. na época(leia-se: 1996) era uma fortuna(ao menos para mim)!

    • hahahhha também, o cara com uma arma na mão XD Complicado, da pra achar qualquer coisa XD

      E esse cartucho (o original) em 96 era caro por que ja era raridade! Aliás, tudo que era jogo original era caro pra caramba, pelo menos 3x mais que os “paralelos” da Gradiente ou outros!!

      Obrigado pela visita ^^