Crônicas Gamísticas do Sabat: Na real, a realidade é realmente um saco!


Consumidores, uma categoria que engloba todo o ser vivo provido de poder aquisitivo, ou desprovido, desde que possa angariar em seu benefício o poder aquisitivo alheio, tipo o seu filho quando cisma que quer o relógio caríssimo do Ben10. Consumidor é aquele que compra, ou que faz alguém comprar por ele, e quase tudo em nosso mundo está a venda, quase tudo tem um preço, e nem tudo isso é ilimitado. E a máxima do consumismo é o que move o nosso mundinho azul: compramos o que é produzido para que alguém ganhe dinheiro produzindo para gastar esse dinheiro em outras coisas que foram produzidas por outras pessoas e assim a vida segue. Nos games é a mesma coisa: alguém produz o jogo, alguém compra o jogo, e o produtor ganha dinheiro para produzir mais jogos, e assim a indústria gamística segue firme e forte em busca dos números mais absurdamente altos que a história dos games eletrônicos já viu… Não, não é bem assim que eu enxergo a realidade da coisa.

Realidade, uma palavra que lembra muita coisa: nossa família, serviço, faculdade, corrupção, violência, gente chata no Facebook achando que vai mudar o Brasil fazendo imagens bestas com deputados, nosso time perdendo o clássico, contas deslizando por debaixo da porta no fim do mês… E em tempos em que a realidade me surpreende por ainda não me obrigar a pagar conta de AR, eu nunca estive tão propenso a detestar essa entidade tão absurdamente chata e sem graça.

Claro, a realidade de cada um é diferente, alguns tem a vida mais fácil, outros apenas não chegaram ainda na esquina onde ela começa a ficar difícil, outros já nascem em meio a tantos problemas que deveriam fazer com que todos que tem um prato de arroz com feijão para comer por dia se sentissem privilegiados por isso. Eu faço parte desse pessoal que se sente privilegiado por ter o básico, sou do pessoal que vive aquela vida chata de trabalho diário em prol de fazer algo no fim de semana que me faça esquecer dessa rotina cansativa, e dentre os itens que compõem este algo, obviamente que estão os videogames, aqueles pedaços de mundos mágicos que nos transportam imediatamente para longe da realidade, uma válvula de escape que eu desde pequeno, acostumei a usar para esquecer o mundo a minha volta.

Os videogames sempre se mantiveram longe da realidade, tão longe que quando algum joguete mais realístico surgia, era um alvoroço enorme ao redor da obra que trazia movimentos jamais vistos ao mundo do entretenimento eletrônico. Que o diga FlashBack, Out of this World, e os milhões de jogadores espalhados pelo mundo que olhavam para a tela da TV e diziam em seus respectivos idiomas “Nossa! Parece real!”. É até cômico pensar nisso nos dias de hoje, mas outrora foi assim, e por mais que a tecnologia evoluísse, o “Real” para nós sempre tinha um significado muito distante da verdadeira realidade. Mas hoje os tempos são outros, e infelizmente para mim, eu nunca vi a realidade tão próxima da minha válvula de escape.

Foi um crescimento gradativo que se deu geração após geração, e que decolou com a chegada da alta resolução aos games. Me lembra muito aquele boom do 3D na época do N64 e do PS1, onde qualquer coisa quadrada vendia horrores e era adorada pelo público em geral, enchendo os bolsos dos desenvolvedores para que eles pudessem investir na produção de mais quadradezas genéricas. Genéricas sim, quantos clones de Resident Evil nós vimos naquela época? E de Mario 64 então? E de Metal Gear? RPG então, bastava ter um punhado de CGs aqui e acolá, e dezenas de genéricos de Final Fantasy IIV surgiam a torto e a direito, eu mesmo comprei e joguei vários deles! Sim, as grandes fórmulas de sucesso de cada época são sempre copiadas a exaustão, pois é natural que todo o fabricante de games queira ter o seu blockbuster, o seu jogo “tão bom quanto” mas que não é o original, e isso quase sempre acabava causando ótimas vendas a quem desenvolve estes games. Assim o mercado sobrevive até hoje, ou pelo menos, tenta sobreviver, pois os tempos mudam.

A alta resolução trouxe um mundaréu de novas possibilidades poligonais, todas elas relativas a gráficos, e o resultado disso foi o aumento absurdo do teor realístico que encontramos nos games de hoje em dia, como se mais do que nunca, o objetivo principal dos desenvolvedores tivesse passado a ser nada mais que imitar a realidade, ou até mesmo, aumentá-la. Expressões faciais que cada vez mais tendem a demonstrar emoções de maneira perfeita, como alegria, dor, desespero, mundos inteiros fisicamente perfeitos, climaticamente perfeitos, tudo tão perfeito que fica até difícil interagir de maneira satisfatória com tamanha grandeza de detalhes, e a indústria quer mais, quer mais uma geração seguindo a mesma linha, mais realística ainda.

A premissa deles é a mesma de sempre: “é o que o público quer”. Eu não vejo assim… O que eu vejo é uma absurda competição interna de quem faz mais bonito, quem faz mais real, quem faz o soldado inimigo morrer virando os olhos e vomitando sangue de maneira mais convincente. Ai colocam um selo de 18+ nos jogos por que eles são violentos… não, eles não são violentos, eles são reais demais, um menor não poderia jogar assim como não poderia segurar uma metralhadora nas mãos… É a realidade, e essa realidade é perigosa. Não, isso não é o que o público quer, não pelo menos a princípio: isso é o que os desenvolvedores apresentam ao público, e é só então que este público passa a desejar aquilo. Hoje querem BLU-RAY, mas a indústria poderia ter optado pelo HD-DVD e hoje a alta resolução teria uma mídia padrão diferente… É bem por ai. Nada contra, a evolução é necessária, eu concordo com isso… bem, até o momento em que eu percebo que as coisas estão saindo de controle.

Como eu já disse antes, quase tudo em nosso mundo tem um preço, e em particular, o da tecnologia é bem alto. Pode chegar a níveis astronômicos, cinematográficos, ou até mais, e a indústria de jogos eletrônicos passou a fazer parte definitivamente deste negócio de risco. Por quê de risco? Porque as cifras envolvidas são altas o suficientes para não permitirem erros, e erros constituem algo que a indústria gamística não costuma tolerar. Causam feridas enormes, de recuperação muito lenta, e as vezes, até fatais. E novamente como eu já disse antes, todo o desenvolvedor de games quer ter o seu similar, quer ter o seu blockbuster genérico, só que o preço da tecnologia usada hoje é bem diferente do preço da utilizada em gerações passadas. Imitar antes era mais barato, era viável, o risco era menor, a engine era simples, já estava pronta, não era necessário um número exorbitante em vendas para que um jogo fosse considerado bom financeiramente para a empresa, e isso definitivamente não acontece mais. Hoje a tecnologia cinematográfica empregada na produção de um game o torna perigoso, o retorno financeiro tem que ser certo ou cabeças rolam, e ultimamente vem rolando cabeças a mil.

Se tornou rotineira a notícia de que estúdios estão fechando as portas, sendo adquiridos por outros, partindo para o mercado de jogos sociais, que milhares de profissionais da área perdem o emprego aqui e ali, executivos abandoam a empresa, presidentes pedem demissão, e assim vai. A da vez foi a que me fez acordar para essa triste realidade: a demissão voluntária do presidente da gigante dos RPGs Square Enix, Yoichi Wada, que jogou a toalha após as vendas iniciais consideradas baixas de alguns jogos da empresa, como os AAA Tomb Rider e Sleeping Dogs, mega bem falados por toda a imprensa, ovacionados por jogadores que esperavam ansiosamente desde a última E3 para tê-los em seus consoles. E quanto eles venderam mundialmente até agora? Pouco mais 3 milhões de unidades um, e 2 milhões o outro, números que em gerações passadas seriam considerados excelentes, até exorbitantes, mas que hoje, devido ao absurdo custo de produção, causaram um prejuízo de mais de 100 milhões de Obamas à produtora, e os obrigou a rever toda a estratégia de sucesso que a empresa por décadas, vinha adotando para seus jogos. Se fosse uma empresa menor, ela estaria com sérios problemas, poderia até fechar as portas, mas é a Square Enix, dona de Final Fantasy, como poderia? Bem, pode… a franquia principal da gigante nipônica vem sendo atropelada em preferência por franquias de RPGs ocidentais. Nem Dragon Quest, nome que tinha o poder de vender até ar em saquinho dizendo que era magia de vento, consegue vender o mínimo aceitável hoje, tanto é que o próximo game desta franquia será social para smartphones… Não se surpreendam se mais coisas antes impensáveis vierem a acontecer, o mercado é propício!

O mais curioso é o número de consoles vendidos de PS3 + X360, que somados, quase chegam à casa dos 150 milhões de aparelhos… Quando alguém lança um jogo considerado no mínimo bom pela crítica especializada para plataformas com uma base instalada tão grande, eles esperam vendas significativas, mas eu tenho que concordar: como podem os jogos venderem tão pouco? Se destes 150 milhões de consoles, apenas metade estiver em uso, ainda assim é muita gente pra tão pouca vendagem. A resposta para isso pode ser muito simples: mesmice se tornando óbvia. Ambos os games apesar de tudo, são genéricos, feitos para tentarem vender tanto quanto um Grand Theft Auto (o tal do gênero Sand Box), e Uncharted (que redefiniu o estilo aventura nesta geração corrente), mas que não conseguiram por motivos diversos. Talvez o público não queira mais jogar games lotados de EVENTOS EM TEMPO REAL RESUMIDOS A APERTOS DE BOTÕES… poxa, era legal pra caramba apertar botões na hora certa em Parappa the Rapper, foi fantástico fazer esses comandos em Resident Evil 4 e God of War 1 e 2, e chega né! Chegou ao ponto em que qualquer coisa é preciso apertar um botão na hora certa, e os jogos são forrados disso hoje em dia por que esta é únicas maneira que os produtores encontraram para nos fazer interagir com algo em meio ao mundaréu de animações que contam a história dos games, que geralmente não passam de 13 ou 14 horas diretas. E para piorar, os jogadores estão tão mau acostumados com os grandes e caríssimos blockbusters do patamar de Call of Duty, Gears of War, Bioshock e o já citado Uncharted, que qualquer coisa que esteja aquém destes em qualquer aspecto, é deixado de lado, e dentro destas obrigatoriedades, estão fatores como “falta de cérebro”.

Sim, um dos grandes motivos das baixas vendas de alguns títulos, é o mesmo que não causava tanto estrago no passado, quando grandes pérolas como Okami, Shadow of the Colossus ou Indigo Prophecy vendiam relativamente pouco mas mesmo assim, era o suficiente: todo grande jogo que obriga o jogador a pensar, vende pouco. O novo Tomb Rider te obriga a pensar o mínimo, e eu vi na internet muita gente reclamando que o jogo possuía quebra cabeças demais e difíceis! Como pode? Os games hoje já são fáceis ao extremo, mostram mastigado na tela tudo que é necessário para que a pessoa o termine, não penaliza a menor falha, não privilegia em nada o jogador que quiser realmente jogar a fundo com nada… é jogar por algumas horas com um pouco de insistência, terminar a aventura, e nunca mais jogá-lo a não ser que ele tenha um modo on-line competitivo.

E a coisa não pára por ai: novas engines e mecânicas e técnicas e o caramba todo aparecem semana sim, semana não, sempre prometendo gráficos e física mais realistas ainda, o que vai exigir mão de obra mais cara na hora de se desenvolver um jogo, ferramentas mais caras, técnicas de captura mais precisas, e certamente no final, a mesma procura do público, o que aumentará mais ainda o risco de mercado.

A indústria gamística quer ser igual a indústria cinematográfica, mas os chefões ainda não perceberam que não existe a mínima possibilidade disso dar certo, e a tendencia é piorar. É matemático: um filme e um jogo que gastam 140 milhões de Obamas cada para ficarem prontos não podem ter seus lucros comparados, pois por pior que seja o filme, o tanto de gente que ele arrastará para os cinemas dispostas a gastar 10 Obamas para ter uma noite de entretenimento será uma quantidade centenas de vezes maior do que o tanto de gente que pagará 40 Obamas pelo jogo*. E nem estou levando em consideração o fato de que assistir a um filme ruim causa muito menos arrependimento do que comprar um jogo e não gostar!

*Cliquem nas imagens para entender

Jogos nunca serão tão lucrativos quanto filmes, possuírem orçamentos parecidos é loucura.

E uma nova geração de consoles de alta resolução está chegando, onde novamente não seguindo as tendências full power, a Nintendo chega com um aparelho de hardware possante, mas definitivamente aquém do poderio que os consoles a serem apresentados na próxima E3 certamente mostrarão. Produtores as vezes respondem com sarcasmo o fato de que o WiiU não terá suporte a essa e aquela engine, mas qual seriam as respostas deles se eu perguntasse: essa e aquela engine vão baratear a produção e aumentar as vendas de jogos para que a indústria não pereça mais ainda? Para que estúdios parem de fechar as portas? Para que milhares de profissionais possam continuar trabalhando?

O importante é ser potente, e não criativo?

O mercado de games que está em plena ascensão é o de jogos Indie, os jogos desenvolvidos por pequenos estúdios, sem custos exorbitantes e com muita inteligencia, originalidade, e carisma. Muitos jogos conseguem ser tão bons quanto praticamente tudo que existe de principal nos dois consoles HD do mercado, como os maravilhosos Journey, Limbo, Braid, Mark of the Ninja… O mesmo nível de qualidade, mas com custos irrisórios quando comparados… Não é à toa que a Valve lucra horrores com o Steam, pois este terreno é fértil, proporciona aos pequenos estúdios lucrarem mais que o suficiente para se manterem na ativa, estúdios cheios de pessoas com grandes ideias que não servem para o padrão dos caríssimos games das grandes produtoras, mas que não precisam de tanto dinheiro assim para virarem realidade e fazerem tanto sucesso quanto. Nintendo e Sony estão correndo atrás desse mercado fervorosamente em seus novos consoles, talvez já prevendo que ele possa vir a ser muito importante para as boas vendas de hardware no futuro…

Está ai para qualquer um ver, é a realidade mostrando que não, o importante não é ser potente: o importante é ser criativo o suficiente para fugir da realidade, pois quanto mais os videogames se aproximarem dela, mais chatos e enjoativos eles se tornarão, e chegará o dia em que todo o deslumbre visual não será mais suficiente, pois todo o resto será banal a ponto de não fazer diferença jogar ou não. Nós vamos preferir simplesmente viver a nossa chata realidade, duas delas serão demais. É isso que eu penso.

Enquanto isso não acontece, a indústria de games segue a passos largos no caminho do superfaturamento, e eu… eu estou pensando em comprar um portátil, ou melhor, uma válvula de escape em miniatura vitalícia. Bem, na pior das opções, vai durar pelo tempo em que a Nintendo durar.

Fim


Sobre Sabat

Editor Chefe do RetroPlayers, Redator e Editor nos Livros e Revistas WarpZone, Podcaster e editor de áudio, Saudosista, e Analista de Informática porque algo tem que dar dinheiro né!

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  • Fala Sabat. Bom texto. Concordo em partes com ele. Assim como você eu uso o videogame para me desligar do mundo real. Mas não quer dizer que jogos que retratem algo perto da realidade quebram a magia. Vamos falar de um jogo odiado por muitos mas que eu adoro e vou jogando ano a após ano: Call Of Duty. Ele pode retratar o mudo real da guerra, mas nunca vai ser uma realidade pra mim, pois eu nunca estive (e provavelmente nunca estarei) participando de qualquer conflito armado. Você é da ala que critica o realismo e conheço gente da ala oposta, que critica o fantasioso. Na Outerspace por exemplo, o número de pessoas que críticam a Nintendo e afirmam até com uma certa razão que a empresa parou no tempo é enorme. Nós como somos velhos e vivemos a fase de ouro dos games onde a criatividade estava acima da tecnologia, sentimos muito e parece que o pessoal “desaprendeu” a fazer jogos (a Sega que o diga!) Acho que tudo isso está ligado ao fato de não nos encantarmos mais ou não mais facilmente quanto antes. Eu ainda acredito nos games e ainda gosto deles e ainda não perdi minha fé nas gerações futuras e no Nintendo Wii-U (risos). E o Yocshi Wada já foi tarde. Abraços do Piga!

    • Ulisses Seventy Eight

      Fala Piga, quanto tempo.
      É bom ver um ex-colelcionador de novo.
      Agora voce somente tem o que vai jogar, tá que nem eu.
      A maioria ta tudo no PC.

      Abraço cara.

      • sapo1900

        muito interrasante seu post sabat , eu concordo que os jogos estao todos parecidos e jogos considerados dificeis te terminar ou com muitos puzzles sao automaticamente banido do mercado mais por mais que a safra de jogos novos seja fraca ainda tivemos muitos jogos da nova geracao que valem muita a pena ser jogado e o caso do lindissimo metal gear 4 , metal gear peace waker , street fighter 4 reivento a franquia e fico muito bom mesmo ,mortal kombat fico bom …
        mais ainda assim na minha opiniao o wii detem a maior parte de jogos da nova geracao que joguei e curti pracas o que me deixa loko e esse monte de jogos intitulados de fps que vende milhoes .merda deixando

        espaco para mentes brilhantes com hideokojimk

        • Opa Sapo ^^

          Sim, tem muito jogo bom, o problema são as cópias genéricas que saturam o mercado e não vendem, acabam prejudicando as fabricantes, e ninguém enxerga isso, continuando a exigirem jogos cada vez mais reais e caros!

          Espero muito que isso nãos e repita nessa nova geração que chega ^^

      • Fala Ulisses meu velho! Blz cara? Então, eu estou voltando a colecionar algumas coisas aos poucos, ehhehe. Mas nada igual ao que eu era antes. 🙂 Uma coisa que me impede é essa obra da minha casa que se tornou “de igreja” e não acaba nunca. 🙁

        Abraços!

    • Fala Piga, beleza? XD

      Rapaz, te digo, Call of Duty é muito bom, bom MESMO, não tenho nada a falar do jogo, mas o padrão de qualidade que ele impôs não é acompanhado facilmente pelas outras fabricantes, e esse é o grande problema: só uma franquia vende, as outras dão prejuízo, e o mercado sofre. E o mesmo acontece com outras, como Uncharted que é fodão, e Tomb Rider que sofreu com isso. Eu não critico o realismo nos jogos, eu critico a necessidade absurda que as pessoas tem de sempre estarem exigindo cada vez mais e mais sendo que depois os jogos nem vendem!!! Esse é o grande problema, e é isso que me preocupa. Jogos para o meu gosto sempre existirão, os indies estão ai para isso kkkkk

  • luiz felipe mitterofhe

    Concordo com vc Sabat, ta real demais, está chato e
    cansativo jogar. Parece que o pessoal não tem mais criatividade é quase tudo
    fps ou um genérico em 3º pessoa. Esse lance de copiar cada vez mais a nossa
    realidade está nos afastando ainda mais da essência dos
    video games. Não estou dizendo que não existam jogos “reais” bons.
    Existem, mais está fugindo muito daquilo que nos fazia felizes, está cada vez
    mais deixando de ser divertido, as vezes até acho que estou vendo um filme e
    não jogando.

    Na minha humilde opinião os jogos em 2D nunca deveriam ter
    sido deixados de lado, pois estes sim são a total essência
    dos video games (independente dos tipos de jogos). Até lembro do
    total desprezo que esses jogos representavam na geração Ps1 e Ps2 rsrs e agora
    estão voltando, não só com os indie mas outras produtoras mais profissionais.
    Não estou dizendo que os jogos em 3D deveriam ser abandonados, mas sim
    coexistirem com os games em 2D ou se fundirem (sei lá). A jogabilidade em 2D é
    mais simples, mais divertida, na minha opinião. Mas independente se for em 2D
    ou 3D ou o q quer q seja, o q não pode faltar é originalidade e principalmente criatividade.
    Hoje independente do que nós compramos, dá a impressão que estamos jogando
    sempre a mesma coisa.

    A Nintendo é a única que perceba isso, ela não segue
    modismos segue o que os vídeo games realmente representam e nunca deveriam ter
    deixado de representar, DIVERSÃO. É
    uma pena que poucos dão valor a essa maravilhosa empresa. E espero que ela se
    matenha de pé, por longos anos ainda, o que não vai ser nada fácil.

    Bom, essa é a minha opinião, nunca nos distanciamos tanto
    daquela época de ouro dos games. Pelo menos ainda temos os portáteis (principalmente
    os da Nintendo, como sempre) para fazermos lembrar, do que foi aquela época
    para os amantes de vídeo game.

    Abraços Sabat.

    • É isso mesmo Luiz, existem MUITOS jogos 3D novos BONS DEMAIS, ÓTIMOS, EXCELENTES até, mas em contrapartida, um caminhão de cópias genéricas deixa tudo tão igual e saturado que parece que estamos jogando a mesma coisa com outro rótulo… quick time event pra todo lado, tiros, história, e assim a coisa segue, e esse povo que copia não tem originalidade pra fazer algo novo por conta. Sobra para os Indies ^^ Journey que o diga!!

  • Ulisses Seventy Eight

    Cara muitas das coisas que falou eu concordo.
    O videogame ou está banal, ou violento demais.
    Virou mesmice as empresas e por ambicionaram dinheiro estão mesmo errando demais.
    Os jogos indies são salvação da lavoura pois com pouquissimo Hardware constróem pérolas, como To The Moon que ja terminei e é excelente mesmo.

    Eu mesmo estou prestes a Adquirir um Game de mais de 20 anos atrás por não ter opção e não acho justo pagar mais de 1000 dilmas num console que só tem 2 ou 3 jogos que me interessaram profundamente.

    Fora que por causa da violência, muitas crianças ficam afastadas dos jogos. Infelizmente acho que vai piorar e muito a situação dessas empressas se continuar do jeito que anda as coisas.

    Abraço e excleente Texto amigo.

    • Beleza Ulisses? ^^

      Cara, To The Moon é LINDO heim!! vou jogar logo que terminar Bastion XD E se os indies fossem o futuro dos games, eu adoraria cara!! Nossa senhora ^^

      • Ulisses Seventy Eight

        Sabt a novida é que ja reservei meu PC Engine Core Graphix II, vai vir com controle e um dos raros Bonk’s o 3. Não vejo a hora de por a mão nele e jogar a noite toda (opss melhor dizendo, jogar até ficar com a patroa senão sou expulso de casa rsrsrsrsrsrsrsr). Abraço amigo. Para de jogar o Bastion e joga logo To The Moon, vale a pena de mais cara.

        • Eta cara de sorte XD eu só vou jogar isso por emulador mesmo kkk fazer o que?

        • Opá! Aí sim! Bonk 3 é o mais raro!! Eita porra!
          Tenho um também, mas o meu é o Turbografx 16. Vale a pena! hehe

  • Coelho

    Venho jogando dês do tempo do Atari e Odyssey e fui até o Ps2, então resolvi voltar as origens e me aventurar apenas nos 8 e 16 bits, apesar de de vez em quando jogar no Xbox
    360 do meu primo. Concordo com a maior parte do seu texto, os jogos
    estão deixando sua essência de lado e se tornando apenas perca de tempo.

    Lembra do Need for Speed Underground, era só entrar nas corridas e jogar, já no NFS
    Underground 2, nos tínhamos que perder tempo nos deslocando para uma
    área do mapa para ver uma historinha depois escutar uma ligação de outro
    personagem falando onde seria a corrida se deslocar para lá e só então
    jogar de verdade. Pura perca de tempo, se eu quisesse acompanhar uma
    história tão detalhada escolheria assistir um filme e não jogar
    videogame. Quando quero jogar eu quero justamente um jogo e todo jogo
    tem dificuldade e a possibilidade de perder.

    Recentemente decidi jogar games de Ps1 e N64, reparei que os primeiros games 3d (da época em que não existia o segundo analógico no controle) apesar da inovação do 3d continuavam sendo games com “G” maiúsculo, geralmente nos assistíamos a uma pequena introdução em cg e depois jogávamos de verdade e sem enrolação.

    Antigamente nos começávamos um jogo sem saber se chegaríamos ao
    final, hoje isso é apenas uma questão de tempo, não há dificuldade nem
    derrota, apenas perca de tempo.

    • POis é Coelho, hoje os games são feitos de maneira não penalizar a quem joga, pois a desculpa para a falta de perseverança ou a preguiça é a “falta de tempo”… Lembro de meu irmão jogando Resident Evil no PSx, ele teve que recomeçar o jogo duas vezes pois ele chegava completamente sem munição na caverna com aranhas após a piscina e morria lá… O jogo o obrigou a aprender a racionar munição, a não desperdiçar, a jogar direito, a jogar sério, e ele aprendeu, e terminou o jogo. Hoje, Max Payne 3 te dá balas extras se você morre muito “pra vc não ficar frustrado”… tenha dó!! Sem dificuldade, não ha conquistas, sobra apenas uma história interativa que a gente acompanha até ela terminar, o que vai acontecer depois de umas 10 ou 12 horas… e só.

  • Grande Sabat! Belo artigo cara!

    Concordo em partes contigo, é verdade que algumas produtoras estão se deixando levar pela corrida gráfica e que o mercado é denominado por genericos atualmente… Sempre há um grande produto e os que seguem sua sombra, acho que o exemplo que você usou do Uncharted é perfeito, ele redefiniu os jogos de ação e agora todo jogo de ação tenta ser um Uncharted, sem sucesso…

    Além dos genéricos, temos o problema de excesso de sequencias, tentam ordenhar a vaca até ficar seca (oi, Resident Evil??), olha os grandes jogos dessa geração, God of War 3, Halo 4, Forza 4, Gran Turismo 5 (e o 6 vem ai pelo jeito, embora nessa categoria sequencias sejam menos problematicas do que em jogos levados por uma historia) o Uncharted nasceu nela e já foi até o 3, e o tempo todo ventilam um 4º episódio

    Entretanto, diferente de você, não acho que essa faceta do nosso mundo seja prejudicial, ou não apenas prejudicial, a maior realidade visual abriu muito o mundo dos games para novos publicos, quebrou muitas barreiras de críticos (ao passo que sim, construiu novas, como a da ultra violência)

    E não acho que esses mega blockbusters não sejam o que o mercado quer, mas é o que uma parcela dele apenas não exige, embora passa participar do mesmo.. A nintendo deu um enorme tiro no pé com o Wii U, infelizmente… Daqui no máximo 2 anos ele, ou não vai receber nenhum jogo multiplataforma, ou vai receber versões depenadas deles, como acontecia por exemplo com os jogos FIFA e Need for Speed do Wii (medonhos, diga-se de passagem), fora isso o Wii U confunde o publico geral, aquele mesmo tanto de mães e pais que compraram o Wii pra jogar tenis e boliche no Wii sports.. Ninguem sabe se é o mesmo aparelho ou um novo, pra que serve aquele tablet que vem junto, o Wii U é o tablet?

    Por fim, tiro meu chapeu pra Sony, ela faz bem o meio termo entre nintendo e Micro$oft… se acabou de anunciar um proximo console ultrapoderoso, nesse mesmo anuncio, os primeiros 3 jogos a mostrarem o que esse console era capaz não foram jogos de ação ultra realistas.. sim jogos com graficos coloridos e animados e tematicas “leves”.. Além disso, nenhuma sequencia direta, no máximo criaram novas historias dentro de um universo conhecido (InFamous: The Second Son e Killzone: Shadow Fall), pode não parecer, mas isso foi assumir enormes riscos… onde estava o Kratos? o Nathan Drake? Nem o carismático e colorido Sackboy do little big planet deu as caras (um jogo totalmente fora do padrão dessa geração e de enorme sucesso, dig-se de passagem)..

    Os grandes jogos revolucionarios dos ultimos, sei lá, 10 anos sairam das mãos da Nintendo ou dos varios estudios da Sony, o unico clássico por definição da Microsoft é Halo, e ele é o grande pai de todos atiradores genericos que tão ai até hoje…

    • Opa Carlos, beleza? XD Obrigado pelo elogio cara ^^

      Bom é quando temos mais de uma opinião para conversar XD Eu concordo com vc no ponto que muita coisa foi conquistada por esta geração realistica, onde a maior delas, considero ser a quebra do estigma “videogames é para crianças”! Cara, GRAÇAS A DEUS não escuto mais isso, virou passado!! Mas a minha preocupação mesmo é só em relação ao custo de produção, que continua só crescendo e encurralando as pequenas e médias produtoras. O mercado deveria estacionar um pouco nesse quesito, e procurar outras saídas que não fossem a repetição do que já existe, mas não me parece ser o que vai acontecer. Ainda assim, espero que tudo corra bem, não gostaria de ver o mercado ir pelo ralo devido a falta de variedade e de gente produzindo jogos TOPS!

      Rapaz, já o WiiU, não considero que este ja pode ser considerado um tiro no pé não… Lembra o 3DS? Não vendia nada, imprensa criticando, gamers zuando que o Vita isso e Vita aquilo, e bastaram sair os games BONS que o console deslanchou e fez o poderoso Vita comer poeira DA poeira! O WiiU está no mesmo barco: não tem jogos ainda. Não vale a pena comprar ainda este aparelho pelos jogos que ele tem, e não vale a pena ainda comprar jogos multiplataformas para ele se você já for dono de outro console que tenha recebido o mesmo jogo, isso e fato… Mas o WiiU só vai mostrar a que veio quando seus EXCLUSIVOS começarem a aparecer para justificarem a compra, e se isso acontecer, só então saberemos se ele será um tiro no pé ou não, pois se vender igual o 3DS, ele passará a ser uma plataforma muito propícia a receber jogos de terceiros.

      temos que esperar ^^

      • Pois é Sabat. Só não concordo com uma coisa que você disse…
        Hoje em dia não se fala mais que jogo é pra criança… Mas falam isso de alguns jogos… Nenhum do meu gosto, todos do gosto de crianças…
        Quando outras pessoas me veem jogando Super Mario 3D Land, Donkey Kong Country Returns, ou Skyward Sword, sempre dizem: “Você gosta de jogo de criança né?”

        Carai!!
        Eu sempre responde: “traz uma criança aqui e ve se ela gosta desse jogo…”

        • Melhor: diga SENTA AQUI E TERMINA PRA EU VER!!!

          Nego peida assim que morrer e voltar do início da fase!

          • Pera ai Sabat, os Zeldas do Wii são os jgos mais ridiculamente fáceis que já vi, o twilight princess então…rs

            Mas é, você e Diogo tem razão, pararam de tratar o meio como “diversão de criança”..mas dentro do meio ainda tratam alguns jogos, especialmente os com a pegada mais retro, gráficos coloridos e de plataforma, como “jogo de criança”, o que é um conceito por vezes bem errado…

            Nesse ponto um dos jogos mais subestimados e que é destratado por ser colorido demais, mas é um puta mascote com ótimos jogos, é o Kirby

  • Sabat, para de ser chato! Apenas isso.

    • E vc, para de pedir remake e vá aprender a jogar Flashback original!!

      • William

        É isso mesmo Sabat! Fodam-se os remakers, videogame bom é retrogame!

        • VIVA LA REVOLUCION!! o/

  • Eu tenho um Xbox 360 e posso confirmar. São poucos os jogos que me fazem jogar de novo. Poucos mesmo. Tomb Raider como você citou, aperte LB em um quebra-cabeça e voilà: seu quebra-cabeça está resolvido! Fora as sequencias, Gears of War por exemplo, joguei todos, e NENHUM teve um mudança significativa. E tem tutorial pra tudo quando é lado! Claro que tem um ou outro jogo que eu me divirto bastante jogando.

    A coisa tá cinematografica demais, eu não me sinto jogando um jogo.

    Mas como eu já citei em outro comentário, eu adquiri um GameCube, e faz quase uma semana que não ligo o Xbox.

    E afirmo, estou me divertindo bem mais que jogando meu video game e última geração. Zerar aquela beleza de Wind Waker não teve nem comparação com os jogos atuais.

    E estou pensando em adquirir um Wii. E posteriormente um WiiU que provavelmente será meu video game da próxima geração!

    Enquanto houver a Nintendo, eu terei esperanças.

    • Beleza Richard? ^^ E quando você jogar então Viewtiful Joe e RE Remake nesse Cube ai, você vai ver como esse console foi injustiçado. Mas isso que vc disse eu aplico também ao PS2 cara, teve jogos maravilhosos ali, muta coisa que eu fiz questão de jogar, muito ao contrário desta geração nova, onde eu me sinto atraido por alguns jogos, mas não sinto aquela vontade doida, nem fazem falta.

      Eu confio na Nintendo cara, ela é A REPRESENTANTE do retrojogador no atual momento da indústria, isso eu acho que até o mais completo seguista deve concordar! ^^

  • Kanonclint

    Não é o realismo dos games que deixaram os mesmos menos encantadores, e sim a realidade da nossa vida isso sim.
    Sabat eu respeito muito seu ponto de vista, mas não acho que o problema esteja na industria ou nos jogos em si, e sim em nos mesmos.

    Voce disse que hoje todo mundo quer ter seu ” Blockbuster Generico”, mas na nossa época rolava a mesma coisa cara. Quem não se lembra dos infindáveis clones de Street Fighter nos 16bits, e a exurrada de side-scroling mequetrefes na geração 8bits.Obviamente que não estou criticando os grandes games daquela época, estou só traçando um paralelo com o cenário de hoje, que a meu ver mudou muito pouco.

    Agora se você tivesse a mesma idade, e o mesmo tempo livre daquela época , mas nos dias de hoje, duvido que sua opinião seria essa.

    O que quero dizer, é que a realidade da nossa vida, os compromissos, as responsabilidades, as contas, a casa, a esposa, os filhos, o condominio, a conta de luz, o IPVA, IPTU, cartão de crédito, supermercado , etc, etc, etc. Todas essas responsabilidades fazem com que enxerguemos tudo de forma “menos colorida” e os games estão entre estas coisas.

    Na minha opinião

    • Opa Kanon, beleza? ^^

      Rapaz, claro, na nossa época rolava a mesma coisa, sempre rolou, deixei isso muito bem frizado no texto, o que pega é que hoje custa caro demais faze esse genérico, e se ele não vende, complica, o que não acontecia antes ^^

      Mas talvez a gente esteja mais azedo pelo tempo também né XD faz parte kkk

    • pior que o KanonClint tá certo, várias empresas tentava se igualar ou superar Street Fighter e alguns ao menos se igualar a Mortal Kombat. mas pelo menos tinha alguns que prestavam como Fatal Fury,Samurai Shodown,Fighter History(esse é passavel) até mesmo Power Rangers e Gundam tentaram entrar nessa onda. mas eram legai de jogar.

      já hoje, tentam se igualar ao tal do COD e BF e fracassam miseravelmente, justamente porque querem se igualar a eles no multiplayer….

      saudade quando precisava de apenas 2,3 ou 4 controles para fazer multiplayer…

      como um amigo falou uma vez:… antigamente a gente falava assim: bora lá em casa para jogar junto. mas hoje em dia: ah, vai ligar o seu console, que eu ligo o meu, que a gente faz um multiplayer….

      acabou a camaradagem…é triste

      • Com certeza!

        Este negócio de empresas se igualarem vem desde a época do Pong. De lá pra cá, continuaram copiando uns aos outros durante a época dos jogos de luta, beat ‘em ups, simuladores de corrida, RPGs, jogos de gráficos quadradões, FPS e RTS…

        Tendências também eram copiadas à exaustão: quem não se
        lembra dos Bonus Stages?

        Enfim, no meu caso acho que eu estou ficando velho e ranzinza mesmo!

        Sobre multiplayer, por mais “divertido” que seja, não consigo ficar mais de 10 minutos em qualquer jogo online.

        Por outro lado, eu também sinto saudades dos multiplayers de antigamente –
        principalmente dos arcades – onde parte da disputa era na base do
        “ombro” naquelas máquinas de 4 controles (Capitain Commando, Cadillacs and Dinossaurs, D.D Crew…) 😛

        • E eu que jogava assiduamente TMNT nos arcades? quanta falta isso faz, deus do céu!! O Multiplayer ta muito em desuso, se não fosse o wii, eu diria que que estaria quase morto!
          Em fim, isso tudo foi exatamente o que eu disse no texto, o Kanon só repetiu: genéricos existem desde sempre, a tendencia de copiar as formulas de sucesso sempre existiu e eu memso comprei muito jogo genérico em minha vida gamer!! O problema é que hoje isso é perigoso, pois se o genérico der errado, causará um prejuízo monstro o suficiente para até mesmo falir a empresa!, e isso não acontecia antes ^^

          • Ivo

            Jogos Multiplayer Offline estão realmente acabando. #Fato

  • Ivo

    Sabatona, adorei seu texto. Literalmente ele “rodou” minha cabeça umas 3 vezes. Vou ter que parar e analisar ele direitinho para responder ao nível dessa crônica. Estou no trabalho, mas tarde eu volto e falo sobre ele. Mas já adiantando… ótimo texto e crônica para abrir segunda-feira com chave de ouro. Você deveria começar a fazer uma coluna: “Segunda-feira é crônica Retrogamer do Sabat”, estilo colunistas de jornal. Abraço e até mais tarde.

    • Respondido mano ^^

  • e concordo com a realidade pode matar alguns tipos de jogos:

    Futebol e Fps….quando botaram a realidade neles, ferrou tudo. o infame Wing Eleven e o BF me veem a mente agora..;.argh!

    mas sobre os jogos serem criativos e potentes, concordo que os Indies são a novidade e que talvez futuramente pode ser o grande nicho para os jogos atuais. principalmente a Nintendo que vai chupar muito disso, tenho certeza, pela situação que ela se encontra….espero que ela se recupere, mas convenhamos, as crianças já não acham o Mario tão legal como antes. elas querem o Kratos e Master Chief, pois elas são influenciadas pelos que os mais velhos curtem e eles são os mascotes do momento. e com a noticia que a Nintendo sequer estará na E3…

    só tempo dirá

    • A Nintendo estará na E3, é que o povo aumenta as coisas kkk a Nintendo abdicou de fazer uma COLETIVA por que ela não tem console ou acessório novo para apresentar, só games. Então de acordo com o presidente, ela optou por “outros meios de interação com o publico…” vamos aguardar pra ver qualé né XD

      Mas quanto a Mario eu nem me preocupo mano…. o Bigode é imortal, pra vc ter uma idéia, só a franquia NEW já vendeu 65 milhões de jogos… quem quer encarar? kkk
      Tudo bem que no WiiU o negócio ainda não emplacou, mas eu considero que o sistema precisa de mais lançamentos para fazer aquele BOOM em vendas, falta um Mario principal como por exemplo, um Mario Galaxy 3 da vida, um Zelda, um Metroid Prime… acho que é questão de tempo para vermos isso.

  • elcioch

    a geração de hoje reclamar por achar puzzles impossiveis é foda em! hoje em dia ta super façil achar dicas paar o seu game favorito e conseguir continuar sua aventura!
    mas é chato e massante ficar 13 horas ou mais jogando o mesmo game! nem dá vontade de re-jogar! talvez daqui alguns bilhoes de anos! se vier lembrar dele!
    é fodão ver games realistas, sim é!
    mas simplisidade e originalidade como você mesmo mecionou marca pontos!
    deixa o game mais barato e mais rapido de se terminar!
    que coisa acho um chute ler que tem gente que reclama quando o jogo só leva 8-6 horas para conseguir fechar!
    ta bom, agora pegue uns 10 games que leva 1 ou 2 horas pra terminar e some!

    • Ou pegue um game que leva 2 horas pra terminar mas que você vai ter que treinar por 20 pra se dar bem!! kkkkk Assim era no nosso tempo, e é assim que a gente não se esquece nunca mais de um game: quando é SUADO pra se terminar.

      Nos indies tem muita coisa assim cara, difícil, recompensador, suado!! Por isosq ue eu ando adorando tanto esse mercado de jogos baratos kk

      • elcioch

        outra coisa que ta faltando nesta nova geração é a oportunidade de poder jogar com um amigo! o modo 2 player! os games de hoje é fodastico para sacanear o irma(o) e o amigo dissendo! “calma ja deixo você jogar este game, mas só depois que terminar!” ok, o pobre coitado fica ali hora e horas só vendo o fulano jogando e só no fim do dia ja anoitecendo ele diz “pronto” ou “deixa eu salvar” amanha você joga!

        • O que eles querem é que cada cópia do jogo seja jogada por uma única pessoa maninho… por isso estão abolindo essas coisas XD

  • Ivo

    Super interessante seu post Sabat. Parabéns primeiramente.

    A verdade é que tudo mudou em relação aos games ou pelos menos estão tomando rumos que não estamos gostando. O que você comentou sobre “quanto mais real e mais realístico melhor” é verdade. Essa é a premissa da nova geração e você pode ver em qualquer site de games. Xbox 360 e Ps3 estão disputando justamente que tem os melhores gráficos e maior realidade. Infelizmente nesse roteiro a parte “fantasia” se perder completamente e vemos isso aos “Kilos” hoje. Jogos com gráficos absurdos e totalmente apáticos e que resultam no fracasso. Ou no pior dos casos, bons jogos com bons gráficos que gastaram milhões para serem desenvolvido, mas que no final só deram prejuízo a empresa (como você mesmo citou: TombRider e Sleeping Dogs).

    Square é uma caso a parte. Eu tenho a opinião que Square comenteu 2 erros. Apostou no mesmo “modo” quando na verdade as coisas mudaram muito nos mundos dos games. É difícil você ter o sucesso na décima edição do mesmo jogo e seguindo o mesmo padrão ou fazendo poucas mudanças significativas. Uma hora a coisa fica saturada. No japão pode funcionar, mas o mercado hoje de games não só vive no Japão como era antigamente, onde tudo acontecia. Hoje se você quer lucrar e crescer, vai ter que convencer todos e não só o Japão.

    E a segunda parte é justamente essa. A Square se fecha

    muito ao Japão. Eu não tenho conhecimento profundo de RPGS (os informados podem me falar melhor) mas existem grandes jogos dela que demoraram para sair no resto do mundo e alguns nem saem. Isso é uma política totalmente sem fundamento. E ainda mais em uma empresa que pretende lucrar globalmente.

    Com isso a Square foi perdendo aquela grande resposta. Que era só falar Final Fantasy e Dragon Quest que vendiam até “saquinho de ar”.

    Desse 150 milhões Sabat, mas da metade é jogador casual. Que comprou Ps3 ou Xbox para jogar FIFA, GTA ou CALL OF DUTY. Esse são os blockbuster como você disse.
    Eu jogo online direto e sem bem disso. Tem gente que só joga esses games. Dúvida que eles esperam lançamento de uma obra-prima como de LAST GUARDIAN e cia.

    Acho que a verdade o que gostamos e queremos está no STEAM. Jogo para pensar, jogos com ideias novas, jogos simples mais com uma criatividade infinita, que não gastam bilhões em produção e que tem tido retorno ótimos as mesmas. E sem contar a galera “indie” que traz o saudismo dos velhos tempos de gamers, mas com ideias novas.

    O único problema é fazer por exemplo… Um jogador como eu,sentar em frente o pc e jogar. Eu não gosto. É um costume de vida sentar em frente à TV e jogar. Talvez a solução fosse lançar um console da STEAM e isso provavelmente vai acontecer. E pode ter certeza, quando isso acontecer o pilares vão balançar.

    Conversei contigo sobre a Nintendo. Ela tem a política dela diferente das outras e até concordo em alguns aspectos, mas falta ela mexer o pauzinhos dela seguir um rumo certo. Que me atrairia com certeza.

    Torço para Nintendo e Sony correrem atrás dos “indies” e na sinceridade eu não eu não me importo se elas regredissem em lançar MegaManX estilo Super Nintendo ou um RIGDE RACER em estilo PS1, mas tudo reformuladinho. Não seria algo que custaria muito e pode ter certeza que iria ter um retorno melhor se lançasse um MEGAMAN X ULTRA POWER ao estilo CALL OF DUTY ou um RIDGE RACER ULTRA POWER ao estilo Gran Turismo. Ou mesmo começam a criar coisas novas ao moldes antigos com apenas um polimento para os dias hoje.

    Bom Sabatona, é isso ae. Abração e Parabéns de novo.

    • Fala Ivão XD

      Square se perdeu, essa é a verdade, e quando ela tentou fazer algo diferente do tradicional dela, foi bem feito mas acabou na mesma de outros games por ai. Final Fantasy está saturado, era uma franquia que em qualquer parte do mundo fazia sucesso demais, mas após o 9º episódio cara, a qualidade do negócio só caiu, e hoje, não é que ela demora pra lançar as coisas fora do japão, isso é coisa antiga que não acontece mais… O negócio é que ela lança, e ninguém quer jogar mesmo! Os RPGs ocidentais estão melhores, é inegável!!! A Square estacionou na sua fórmula de personagens transgênicos de roupas esquisitas enquanto Mass Effect, Fallout, Fable, Dark Souls, Demons Souls e outros nomes cresciam em qualidade e variedade (considero este o lado bom da realidade nos games)! Eu mesmo prefiro jogar qualquer um destes do que jogar Final Fantasy, e isso não tem nem a ver com o jogo ser mais realístico ou não: é que Final Fantasy ta CHATO PRA CARALHO mesmo, e o mesmo se aplica a Dragon Quest, ninguém aguenta mais!

      Só que tanto Tomb Rider quanto Sleeping Dogs se mostraram bons jogos, nada que nunca tenhamos visto, mas são bons jogos, e mesmo nenhum deles tendo sido desenvolvido pela Square, ainda assim ela perdeu dinheiro pacas bancando esse desenvolvimento… Ai eu penso: se ela não tivesse parado no tempo quanto a mecânica de sua principal franquia, estes 2 jogos que ela publicou não teriam causado o menor rebuliço, mas hoje ela se encontra na mesma situação de uma softhouse qualquer que lança um jogo genérico e fica na torcida para que ele venda bem.

      E o Steam cara, o que dizer dele? Mina de ouro, mas te digo: jogo tudo do Steam na TV com gamepad, de boas ^^ é como jogar num emulador!

      E QUE emulador XD

  • ótima crônica, Sabat. Na minha opinião, o maior problema que me afasta dessas gerações atuais não é o realismo exagerado, e sim a falta de desafio em alguns jogos.

    A gente sabe que jogos dos anos 90 eram mais curtos e bem difíceis, e os jogos de hj são longos e mais fáceis, ou seja: mudou TODA UMA ESTRUTURA. Não é como filmes dos anos 90 comparando com filmes de hj, em que a estrutura manteve a mesma, mudando apenas a tecnologia. Nos videogames, mudou tudo, quem nasceu em 2000 e joga Tomb Raider do PS3 JAMAIS vai conseguir passar da fase 3 do Tomb Raider de 1996, ou o caso do Resident Evil 1 comparando com o RE 6.

    Eu to jogando God of War Ghost of Sparta do PSP, tenho umas 6 horas de jogo e, apesar de gostar da franquia, to enjoado. O jogo é longo e chato, sem desafios, só morri umas 3 vezes e sempre um rios de lava… aí, comecei a jogar Truxton, e senti uma adrenalina que não senti com GoW, justamente por causa do DESAFIO que eu exijo que tenha num JOGO! hehehehe

    Enfim, concordo com tudo o que dito na crônica, só queria evidenciar o que mais me afasta dos jogos atuais, que vc também citou, que são jogos sem desafios e que parecem mais filmes interativos do que jogo mesmo. Abraço!

    • Beleza Elielson? ^^

      Haaaaa mano, jogador de Re6 não aguenta meia hora vivo em RE1, assim como jogador de Call of Duty não faz 1 missão em 007GE do N64, DOOM então, vishhhh!!

      Dificuldade inexistente nesses jogos de hoje, é só repetir e repetir e repetir sem penalidade alguma até passar por insistência ou desistir por enjôo, chegar ao fim e dizer um sem graça OK, TERMINEI ao invés de gritar com energia aquele CHUPA JOGO FILHO DA PUTA igual a gente fazia antigamente ao vencer as pedreiras.

      Eu fiz isso quando terminei o Truxton pra escrever o review cara, não tem nada igual!! Essa é a verdadeira recompensa por se terminar um game, infinitamente mais significativa que um trofeusinho virtual de pré-requisito idiota.

  • Adoro Call of Duty, e tbm adoro Gears of War.
    Mas é evidente que esses jogos com o passar do tempo acabaram ficando muito mais do mesmo, e muitas empresas acabam no prejuízo porque tentam fazer uma cópia genérica daquilo já está muito repetitivo.

    Essas franquias tbm acabam ofuscando o reconhecimento daqueles jogos que tentam fugir desse padrão o qual todos nós estamos acostumados a ver.
    Vivemos numa triste “realidade gamistica” em que o jogo do ano é apenas um jogo parecido com o seu antecessor, mas mesmo assim faz um imenso sucesso e ofusca aqueles jogos diferentes que tentam fugir desse mais do mesmo.

    Fiquei surpreso quando soube que a gigante Square Enix tbm está sendo prejudicada por causa desse mercado de jogos saturado. Afinal foi a Square que fez as duas obras-primas que por muito tempo disputaram o título pelo melhor RPG do SNES (FF6 e Chrono Trigger)
    É triste, mas talvez a Square esteja destinada a tomar o mesmo rumo que a Atari tomou.

    E Parabéns pelo excelente texto Sabat !!!

    • Pois é Vinicicius, a Square anda bem meu das pernas… cabeças estão rolando ali!!

      Rapaz, e olha só… Lançam um Call of Duty novo que apesar de ser um baita jogo, se parece demais com seu antecessor: isso é problema? Pra mim não, acontece com qualquer franquia de qualquer estilo, o que eu considero problema é mesmo o outros 500 FPSs que tentam ser um Call of Duty. E como se não bastasse, ai vem uma expansão de ZUMBIS e Call of Duty entra no mercado de Left 4 dead, e ai todos os outros também querem ter sua expansão zumbi, e assim vai….

      Fazer o quê né amigo XD

  • cara, falou praticamente tudo q eu penso, acho q nós q começamos com o atari,eu ainda passei pro msx, nintendinho, snes, sega satruno, muito arcade e parei no PS1. nós não nos empolgamos com grafico, e era pra ser o contrário, mas parece q o estranhamento é deles q começaram com graficos modernos e pegam um jogo antigo pra jogar, agente ja sabe se divertir com qualquer tipo de grafico e gostamos de desafio coisa q tem ficado de lado

    pra mim nao da pra se empolgar com esses jogos novos, ja joguei na casa de amigos, e me da mais vontade ainda de terminar jogos q nao terminei dos videogames como satruno, play 1, snes, nintendinho, dia desses peguei pra terminar todos os Megamans em sequencia do 1 ao x6(ainda estou jogando o x6 e o 1 eu nao consegui zerar ate hoje kkkkkkkk) é isso q falta na geraçao atual, tem jogo q jogo há anos e ainda nao terminei, pra mim é mais um desafio, isso pelo visto nao existe mais, só jogo velharia e nao sinto menor vontade de jogar os novos

    ao q parece a nintendo poderá ser a salvaçao nesse caso mas se prende muito a remakes e franquias de sucesso garantido, nao gostei do controle do Wii, ate o momento nao me interessei em comprar um, a melhor era dos games ja vivemos, e o bom q ainda tem muito jogo da antiga pra terminar abraço!

    • Amauri, eu me sinto assim também cara!!! Fora os games daquelas minhas franquias que não sairão nunca do meu coração e eu sempre as jogarei “haja o que hajar”, como The Legend of Zelda, Super Mario, Metal Gear, Star Fox, Donkey Kong, e outras, eu não me sinto na vontade de jogar NADA de novo, me sinto muito mais inclinado a detonar jogos que eu não detonei no passado, e é o que eu mais faço ^^

      E tem jogo sim viu, só de master que eu não joguei tem … quase todos XD ahuhauahuha E depois tem Saturn, PC Engine… affe, pra que geração nova???? GO JOGAR VELHARIA!!

  • William

    Concordo Sabat! O legal dos videogames era nos distanciar da realidade, com mundo “fantásticos”. Perdem a graça, e o sentido, quando assumem a função contrária, nos remetendo à realidade, que já vivenciamos, e amplificando a violência e a realidade da qual queriamos nos distanciar. É, parei… boa noite! Vou jogar um Shmup no meguinha…

    • ahUHAUhauH Shmup no meguinha é o que ha XD E ainda bem que existe essa galera Indie lançando jogos 2D como se estivessem nos anos 90 cara ^^ é cada jogão que nossa!!

  • Triste realidade. Que desabafo hein ? Tomara que suas profecias não se concretizem. Tomara que eles abram a porra dos olhos e percebam a merda que estão fazendo.

    • Não quero ser profeta não maninho, blogueiro tá bão de mais kkkk ou seja, tomara que a industria de games se mantenha firme e forte, e que os Indies continuem me encantando ^^

  • Guest

    BINGO! É bem por aí mesmo meu caro Sabat. Você resumiu muito bem o que penso sobre jogos com gráficos ultramegafodásticos.

    Lembro do meu irmão que SEMPRE que estamos conversando sobre games dá uma importância exagerada para os gráficos. Jogo bom pra ele tem que ter bons gráficos. Nem olha direito pro jogo e já fala “mas que gráficos palha”. Mas porra, eu não quero jogo que me aproxime da realidade, quero jogo que me DIVIRTA e que faça esquecer dos problemas da rotina diária!

    Enfim, basicamente to repetindo alguma coisa que você escreveu no texto hehe, mas é que essa sua crônica me trouxe bem o sentimento do que é conversar com essa galerinha que só pensa em gráficos e dane-se o resto. 🙂

  • Guest

    BINGO! É bem por aí mesmo meu caro Sabat. Você resumiu muito bem o que penso sobre jogos com gráficos ultramegafodásticos.

    Lembro do meu irmão que SEMPRE que estamos conversando sobre games dá
    uma importância exagerada para os gráficos. Jogo bom pra ele tem que
    ter bons gráficos. Nem olha direito pro jogo e já fala “mas que gráficos
    palha”. Mas porra, eu não quero jogo que me aproxime da realidade,
    quero jogo que me DIVIRTA e que faça esquecer dos problemas da rotina
    diária!

    Enfim, basicamente to repetindo alguma coisa que você escreveu no
    texto hehe, mas é que essa sua crônica me trouxe bem o sentimento do que
    é conversar com essa galerinha que só pensa em gráficos e dane-se o
    resto. 🙂

  • Colonel

    Esse Guest que comentou acima fui eu. Saiu dublicado e sem meu login, foi mal! 🙁

  • CODY

    Beleza Sabat?
    Esse texto é mesmo para se refletir sobre o mercado de games. Acompanho e jogo games desde a metade dos anos 80, fui assistindo tudo que acontecia e tbm a mudança na produção de games. No começo era tudo novidade, as ideias floravam da cabeça dos produtores, novas tecnologias eram lançadas, como diversos acessorios que foram lançados e não deram certo ou até mesmo aparelhos, muita coisa era feita de forma amadora, como um programador que ficava fuçando determinado programa e conseguia fazer um jogo até mesmo em casa, apresentava a ídeia a alguma empresa que comprava os direitos, como foi no caso do tetris. Como exemplo temos os primeiros jogos que foram lançados pelo hideo kojima e myamoto, todos feitos com uma equipe pequena e com o trabalho quase total desses dois gênios. Hoje vemos grandes produtoras com equipes gigantescas ( é só ver os creditos no final de um game) com prazo para entrega do produto e pressão de varias empresas e midia. Hoje colocam o nome do kojima em um metal gear novo, mas ele quase não tem participação nos jogos, não sei se com o myamoto é assim tbm.
    Cade vez mais a industria de games se aproxima do cinema, e quase não controlamos mais os personagens apenas assistimos como se fosse uma novela, por isso acho no momento que a nintendo apesar de mta gente torcer o nariz, tem jogos mais criativos e divertidos do que a sony e microsoft, agora vamos aguardar a proxima geração e ver o que acontece; Tem mta coisa para se falar sobre esse assunto, mas seria mto prolongado. Prefiro a fantasia do que a realidade;

  • Darkbbbbbbbx

    Eu realmente não gosto de corrigir texto de ninguém mas…

    Acho que esse é só um daqueles errinhos que passam sem querer.

    É Final Fantasy VII e não IIV.Mas enfim, continuando…

    “Realidade, uma palavra que lembra muita coisa: nossa família, serviço, faculdade, corrupção, violência, gente chata no Facebook achando que vai mudar o Brasil fazendo imagens bestas com deputados”

    Sério Sabat adorei esse parte.huahsuhushuahsu principalmente quanto ao fb.Eu penso de forma parecida kkkkkkk.

    ” como se mais do que nunca, o objetivo principal dos desenvolvedores tivesse passado a ser nada mais que imitar a realidade, ou até mesmo, aumentá-la.”

    Ah.Aí já é complicado.Penso eu que o objetivo principal dos desenvolvedores seja simplesmente ganhar dinheiro.Como você mesmo disse no seu texto.Se gráficos assim é o que mais vende.Então que seja feito dessa forma.Mas dizer que o objetivo principal seja isso?Acho que é uma interpretação um pouquinho forçada.Se o jogo for só bonito.Não vai fazer sucesso.Pode até ser que venda bem.Mas depois de pouquíssimo tempo será esquecido.

    Acho que entra no mesmo exemplo das outras mídias.Por exemplo:Noticias sobre estupros,mortes,desastres naturais sempre são as mais vistas.(ao menos aqui no brasil) e depois futebol.Não acho que se pode culpar os jornalistas por isso.Afinal eles mostram esse tipo de matéria(que eu acho particulamente descnecessária)Porque o público gosta de ver.Dá audiencia,porque eles mudariam?Quem tem que mudar,quem é o verdadeiro culpado,é o público.Vamos supor por exemplo que ninguém mais no brasil goste de futebol.Você acha que eles ainda passariam tantos jogos assim?E ter nóticia sobre qual time está em qual posição blah blah

    Enfim.Acho culpar os desenvolvedores não é certo.Até pq tem aqueles que fazem os jogos por paixão tbm.Os Indies né.

    Quanto ao resto do texto eu não tenho nem o que comentar.Concordo com quase tudo(tirando o que já mencionei)Achei muito interessante essa sua visão de que o custo que eles estão empregando nos jogos hoje.Está sendo um absurdo e está fazendo muitas desenvolvedores fecharem.O que é realmente triste.Imagina como seria sem a nintendo?Ou a Squarenix?Que isso!

    • Darkbbbbbbbx

      Ah sim esqueci de comentar.Eu tbm,assim como o Piga, não acho que essa busca da realidade faça com a interação com o mundo seja dificultada.Tem jogos fantasiosos mesmos com graficos muitos reais.Que são muito bons.Mas que nunca serão(ao menos para mim) vistos como pura realidade.Posso citar assasin’s creed
      ” Expressões faciais que cada vez mais tendem a demonstrar emoções de maneira perfeita, como alegria, dor, desespero, mundos inteiros fisicamente perfeitos, climaticamente perfeitos, tudo tão perfeito que fica até difícil interagir de maneira satisfatória com tamanha grandeza de detalhes”

    • Fala Dark, beleza?

      Foi erro sim, passou despercebido, tanto que IIV nem existe o céLEbro leu 7 todas as vezes que eu li… Depois eu arrumo kkk

      Rapaz, a realidade é uma evolução natural, não tem como não querer isso, mas eu acho que estamos exagerando um pouco nisso. Tanto que o ponto principal em que eu me foquei não foi exatamente se ela em si é boa ou não para o bem andar de uma aventura, e sim nos custos elevados que essa perfeição cada vez mais exige para nos proporcionar algo que de certa forma, não muda muito da geração passada pra essa. Exigimos mais por que é mais bonito, isso custa mais caro, poucos conseguem fazer, quem não consegue quebra, assim temos poucos jogos e consoles com poucos jogos não sobrevivem! Pode parecer um pouco forçado, mas é plausível, é só tomarem as direções erradas e o povo enjoar de “assistir” um jogo que isso acontece. ^^

      • Darkbbbbbbbx

        Nessa direção eu concordo com você.Esses custos altíssimos nem sempre trazem alguma coisa inovadora.Vai ver eu interpretei o seu texto pra outro lado hehe

        • Esse foi justamente o ponto em que eu me centrei no texto ^^

  • Chapolin Colorado

    É o que eu sempre digo pros meus amigos: eu jogo games BONS, não games com GRÁFICOS REALISTAS.

    É
    simples: até a época dos 16 bits, era preciso fazer um game realmente
    bom pra vender, pois não tinha gráficos cinematográficos ou super
    histórias ao nivel de um filme. Ou era BOM ou não vendia. Agora, põe
    supermegafullhdextremepowerhyperdeluxeservicepack3 gráficos e já era!

    E
    esses amigos insistem: você tem que evoluir, vai ficar parado no tempo?
    E eu digo que a evolução, a não ser que seja coisa da natureza, nem
    sempre é boa. Veja o Windows, o 95 era ruim, o 98 melhorou, o XP ficou
    muito bom, aí veio o Vista. É uma evolução né? E foi melhor? De jeito
    nenhum.
    Mas não tem jeito. O cérebro desse pessoal já foi transformado em gelatina pela TV Globo, Facebook, e todas essas tranqueiras que usam pra deixar a população na ignorância enquanto os ricos fazem o que bem entedem do mundo. Acho que tive sorte de nascer sendo do contra, assim consigo ver o que realmente é bom.

    • Esqueceu de incluir “funk carioca” nos itens destroçadores de cérebro meu amigo!! É bem isso ai mesmo, o que tem de gente desmiolada por opção nesse meu Brasil é um absurdo cara, e isso no geral!

      O desmiolado que só ve gráficos acaba proliferando e isso é culpa da indústria que segue o script e enche o mercado de jogos para esse pessoal. O resultado é que o jogo bom, com desafio, que necessita cérebro, acaba não vendendo e da prejuízo à quem o fez. Foda isso!

      • Chapolin Colorado

        Pois é, se as coisas boas começarem a se tornar populares, acabou a grana fácil do pessoal que ganha em cima dos zumbis. E tem gente que critica aquele filme “They Live”.. desde os anos 80 já mostraram como funcionam as coisas no mundo e a turma da risada, achando que é ficção.

        • Nossa, They Live ahuauauhahuha desenterrou os defunt.. quer dizer, os ETs agora kkkkkkkkkkkkk

  • Cadu

    Sabat, gostei bastante do texto, entendo sua revolta e ao mesmo tempo que concordo, discordo! hehehe

    De fato a realidade é um barato muito chato, mas não acho que movimentos e expressões realistas sejam o problema da indústria dos games. O grande problema está no ponto que vc mesmo mencionou, a falta de criatividade. Antes existiam muitos jogos que eram cópias de jogos de sucesso, os plataformas na geração 8 bits, luta na 16, rpg na 32 (esse vc mencionou), entre outros. Hj em dia tão aí os Uncharteds, GTAs e os Battlefields sendo copiados à exaustão. Acho que a única diferença é que hj em dia isso é exorbitantemente mais comum do que antes, que alguns estúdios tentavam inovar. Como vc mesmo disse, o risco de quebrar a empresa por uma tentativa falha era bem menor. E eu não sei se é impressão minha, mas parece que a quantidade de jogos existentes para as plataformas atuais é bem maior que as clássicas, até pq a geração está durando mais tempo também. E o medo das empresas de tentar algo novo e ele nem ser notado pela mídia e pelos consumidores? Apesar que sei lá, ultimamente parece que qualquer coisa mais diferente do padrão acaba chamando a atenção, já vi jogos sendo exaltados só pelo fato de serem diferentes e nem eram grandes coisas. Mas enfim…

    Muita coisa que foi copiada no passado acabou dando certo. Quer um exemplo bem besta? Sonic foi criado a partir do Mario, todos nós sabemos disso. O próprio Yuji Naka admitiu que jogava Mario e tentava passar as fases o mais depressa possível e isso influenciou na idéia da criação do jogo do ouriço. Claro que, nesse caso, os dois jogos são bem diferentes. Então talvez a cópia não seja algo ruim, desde que seja mixada com um pouco de criatividade. Com certeza sei que não é desse tipo de jogo “mixado” que vc está reclamando no seu texto, mas sim dos que são clones absolutos. Eu tô mais é dizendo de uma forma indignada mesmo.

    Alta definição, gráficos realistas, etc e tal… não sei se são o problema. Eu prefiro fugir disso também nos jogos, sempre curti jogos coloridos, tudo que é feito com cel shading então me faz pirar. Mas não acredito que sejam os gráficos que estejam estragando a indústria, muito embora tenha quem só se impressione por eles… esses sim me irritam. “Nossa, vc viu? Quando o cara morre na escada, ele vai caindo como se fosse um corpo de verdade”. Eu já ouvi isso, tá? Da mesma pessoa que me perguntou pq eu jogo jogos antigos se o gráfico deles é um lixo. Sério, se eu tivesse armado eu estaria preso hj! huauhahuahuahua

    Ainda sobre a realidade, se vc parar pra pensar em Journey, vai ver que de certa forma ele quer te fazer pensar em coisas da realidade. Tudo isso com gráficos sensacionais em alta definição, uma puta experiência visual e sonora, coisas da geração HD. Mas a criatividade fez com que fosse um jogo diferente. Então, mais uma vez, concordo com a parte da criatividade e discordo da realidade e de gráficos, eles são apenas fatores.

    Cara, mais três coisas que quero falar, não se irrite, o comentário vai ficar longo como sempre… kkk

    QTE: nada contra os QTE, um dos jogos mais divertidos que joguei nos últimos tempos é feito em cima disso e vc o viu junto comigo: Asura’s Wrath! Vc se sente dentro de um anime, é uma experiência muito bacana.

    Indie não é sinônimo de qualidade. Eu acho que tem muito jogo aí sendo “glorificado” só pelo fato de ser indie e nem é tão bom assim. Não é o caso de nenhum que vc tenha citado, todos esses são geniais. Mas o que tá surgindo de Indie Whore por aí…

    E, pra fechar, os jogos de hj tão fáceis demais, tanto que eu voltei a jogar os clássicos no busão em emulador e comecei a sentir o drama dos Game Over e fiquei indignado, quase desistindo por estar mal acostumado! huahuahuahua

    Só mais uma: vai se lascar com RE6 ser jogo mais ou menos, vc tinha que provocar… kkkkkkkkkk

    Belo ponto discutido e ótimo texto. 😀

  • Ótimo texto, cara. Concordo plenamente com a parte do realismo. O certo é haver um equilibrio entre preocupação com gráficos e preocupação com enredo-história-jogabilidade.
    NINGUÉM quer mais saber de ficar 10 minutos apenas apertando botõezinhos (tirando um diálogo importante de um RPG xP).

    • Opa Guilherme, beleza cara? ^^

      Sim, o certo é o equilíbrio cara, preocupação só gráfica não é benéfico de jeito nenhum. E na minha humilde opinião, Quick Time Events tem que ser abolido!!! kkk

  • JC

    Caramba, Sabat, adorei o texto, p/ mim a realidade era outra, totalmente ao contrário. Agora que estão conseguindo combater a pirataria achei que as empresas estivessem c/ a faca e o queijo na mão, nadando no dinheiro. Mas parece que a coisa é bem mais complexa.

    Eu não ligo pra super produções, gráficos realistas, prefiro até games mais simples, com boas sacadas, que dê até p/ jogar com o cérebro desligado mas que priorizem o fator diversão, como os jogos de uma outra época aí… Mas infelizemnte que não é o que o mercado pede hoje em dia…

  • Fara

    Os jogos INDIES felizmente estão dominando o mercado atualmente. Já comprei vários na Steam e tenho vários outros em vista. O Walking Dead The Game, que foi considerado JOGO DO ANO em 2012, é um jogo que foge da mesmice, apesar de ser um jogo relativamente fácil, a imersão na história(que é seu ponto forte) é sensacional!!! E num tem nada de absurdo nos gráficos, não é indie, mas certamente não foi oneroso quanto os jogos AAA do momento. Eu to investindo em jogos indie sem medo atualmente, só tem coisa boa. Só um ou outro jogo AAA que vale a pena hoje em dia, realmente a mesmice é um pé no saco.

    Se essas empresas estão falindo por más escolhas é até bom, isso se chama SELEÇÃO NATURAL das empresas gamisticas. Só vão ficar as que realmente sabem entregar o que a gente quer.

    Viva os INDIES e AAA, viva tudo que tem qualidade e que o que não tem que vá pro limbo mesmo (não o jogo).

    • haUHAUhauHU deixa o limbo queto (o jogo) que ele é bom demais!!!

      Isso é vero maninho, seleção natural haje nas coisas, mas não sei até que ponto um genocídio natural é bom por que ta uma matança só XD várias cabeças rolando a torto e a direito kkkkkkkkk Nem os AAA estão livres das baixas vendas!

  • ganon o destruidor

    muito bom post sabat!!!!!!!!

    bom em primeiro lugar concordo com vc jogos realisticos demais nao me divertem tb ,como por exemplo the sims nada contra o jogo e bem feito e tal(grande parte pelo menos pq tem uns muito toscos),mais eu acho muito realistico nao me diverte muito.

    e tb concordo com vc quando vc diz que criatividade e fundamental ,por exemplo ,pege o jogo sim city um jogo divertido com uma ideia simples ,mais agora comparemos ele com outro jogo muito parecido com ele o roller coster tycon ele e um jogo bem pareicido com sim city mais com uma ideia bem mais criativa ,afinal o que e mais criativo contruir uma cidade ou um parque de diversoes(apesar de eu achar que sao da mesma produtora entao nao conta muito ).

    quanto a cutcenes eu sou um grande defensor delas ,quando eu vou na casa do meu primo e nos jogamos alguma coisa sempre havia um discussao pra ver se pulavamos a cutcene (isso em jogos mais ou menos pq em jogos muito bons ele acabava querendo ver tb kkkkkkkkkkk),mais eu explico pq sou defensor das cutcenes ,eu acho que elas completam o jogo e fazem a experiencia se tornar mais completa ,o grande problema que ocorre hj em dia e elas nao fazerem jus ao jogo ,como em final fantasy 13 (na minha opiniao)cutcenes incriveis, o jogo bem……………. ,mais agora pegemos shandow of the colossus o jogo tem cutcenes longas(ta bom que nem tao grandes quanto as de final fantasy 13),mais que em nenhum momento sao chatas alem do jogo ser tao bom quanto elas.

    quanto a final fantasy concordo plenamente com vc o jogo ta chato, enjoativo, e nem de longe pode ser comparado com a qualidade da serie antigamente ,o que eu acho que aconteceu e que a empresa se sente obrigada a fazer a serie e acaba nao prestando atencao na qualidade e isso resulta no que vemos hj em dia ,na minha opiniao seria vantajoso terminar com a serie(obviamente com um jogo final pra terminar e serie e tal ),obviamente e um pensamento muito radical mais fazer o que …….. quem sabe eles dao atencao a chrono trigger assim e lancam mais uma continuacao ao inves de lancar ele pra tudo que e plataforma kkkkkkkkkk.

    quanto a dragon quest cara discorodo de vc ,acho que o que ele ta passando e so uma adptacao ,nao acho que a serie esteja perdendo importancia.

    eu sou muito pessimista cara entao vejo um futuro bem mais “negro´´ nos games (nao que eu queira mais),eu vejo um futuro em games sociais de facebook (nao angry birds que era de celular e foi pro facebook mais sim aqueles tipo cityville e tal),e se hj eu nao gosto muito dos games mais acompanho eu afirmo se jogos de facebook forem o futuro eu nem acompanho …….. bom de qualquer jeito e esperar pra ver.vlw falou

    • É ganon, teremos que esperar pra ver mesmo XD Os games sociais vieram pra ficar, mas eles são inofensivos para o mercado de games de verdade por abrangerem outro público: o pessoal que jogava Paciência e Copas no Windows, a criancinha muito novinha que não sabe segurar um controle, e a massa que teoricamente “não gosta de videogames” mas joga no celular, no facebook, no orkut, no tablet… ou seja, o público GAMER DE VERDADE continua firme e forte XD CityVille e derivados que se danem kkkkkk

  • imarcelo

    Belo texto sabat, eu tambem concordo com vc que a magia dos os jogos antigos era muito maior que hoje em dia , não sei se é porque eu estou ficando velho , mas eu lembro que era fascinado no nintendinho , o prazer que tinha em jogar hoje não tenho nos consoles atuais , tudo começou a mudar depois do N64 e ps1 que os jogos ficaram na maioria 3d , no começo foi novidade mas os caras estão nesta até hoje, como era legal saber que para passar de fase tinhamos que penar , tinhamos que estudar os movimentos dos chefes no final da fase,e muitos jogos não consegui zerar, hoje é só dar continue até finalizar os jogos tenho saudades dos jogos plataforma, tanto é que vendi meu ps3 e não estou sentindo a menor falta, estou jogando só no pc , nele posso matar a saudade com os emuladores e jogar jogos atuais ,vc poderia me passar alguns nomes de jogos novos mas estilo plataforma 2d , Obrigado um Abraço

    • Você simplesmente resumiu tudo aquilo que o jogador old school sente em relação ao mercado atual de jogos, caro amigo retroaventureiro!! É incomparável, a maneira como se joga hoje não tem nada da emoção de antigamente, da conquista suada, da sensação de dever cumprido. É uma pena, a indústria deixou o jogador de hoje mau acostumado, ele não aceita mais essa dificuldade em prol da recompensa, e isso é irreversível.

      Mas você pode recorrer aos jogos Indies, tem muita coisa boa nesse mercado ^^ Procure jogos como Limbo, Maldita Castilla, Triny, Mark of the Ninja, Braid, Oniken, Sinemora…

  • Bruno SS

    Melhor texto que ja li sobre esse assunto.

    Hoje se foca muito na questao cinematografica e isso me encomoda bastante,nao me sinto jogando e sim interagindo em um filme.

    Dia desses fui jogar chip and dale(tico e teco) do NES e me diverti de uma forma que nem eu me imaginava quando comecei,me senti jogando um game de fato!!

    • E a tendencia é continuar assim, vide a apresentação dos 2 consoles novos do mercado… até agora, mais do mesmo mais bonito.

  • rodrigohc13

    Bom texto, boas reflexões!

    Mas quando você fala da chegada na nova geração de alta resolução e compara ao WiiU, penso o seguinte: você mesmo citou as vendas somadas de PS3 e Xbox360, elas são enormes e esses videogames, além de terem desempenho fantástico, também permitem que games criativos sejam rodados (não só com Kinect ou outros acessórios, mas através dos jogos indie mesmo). E, infelizmente, o que me levou a não optar pelo Wii foi que os jogos de corrida dele são bem piores. Gosto de jogos criativos, que fazem pensar, mas também gosto de jogos “reais”. Então, na minha opinião, os videogames da próxima geração precisam, sim, permitir que jogos de alta resolução rodem; mas isso não impede que as produtoras de jogos se reinventem.

    Aliás, tem muita gente que imagina um cenário em que a Nintendo faça tipo a Sega e deixe de fabricar consoles (talvez fabricando jogos E acessórios multiplataforma, um cenário possível – ah, e acho que continuariam fabricando os portáteis, claro!).

    • Fala Rodrigo, beleza? XD

      Cara, o Wii é fraquíssimo em jogos de corrida, nesse ponto nem ha o que dizer, e espero que o WiiU mude esse cenario tão desfavorável.Agora, jogos em alta resolução? TEM QUE TER SIM, MUITO, o que não podemos é achar que só isso é o que importa. ^^

      Agora a Nintendo deixar de fazer consoles de mesa… isso pra mim não é cenário possível, é devaneio kkkk