RetroPipoca: Video Games the Movie

O Kick Starter dispensa comentários, mas é bem verdade, já faz tempo que, fora o aguardadíssimo MightyNo9, nada muito interessante aparece dentre os projetos da página. Dá até aquela impressão de que aquilo que começou como uma ideia fantástica de financiamento para quem não tem grana para a realização de seu projeto, cada vez mais vai se tornando uma ferramenta que enche de grana os bolsos de quem já tem grana. Por isso não participo mais, não ajudo mais projeto algum, mas ainda fico na expectativa para quando aparece alguma coisa lá que possa ser realmente produtiva. Assisti a uma dessas coisas ontem. Sim, “assisti” e não “joguei” como acontece de costume.

Pôster de Video Games o Filme

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Video Games The Movie é um documentário sobre a história antiga e atual dos videogames que precisava de 60 mil Obamas para sair do papel, e conseguiu surpreendentes 107. O filme, como não poderia deixar de ser, foi distribuído de forma digital e em mídia física. O pessoal que depositou suas verdinhas americanas no projeto podia ganhar desde um agradecimento à um kit completo com DVDs e Blu-Rays da película, claro, tudo dependendo de quanto a pessoa gastou (ou desperdiçou) com o projeto, que depois de pronto, passou a ser vendido também no site oficial do filme (em breve, edição especial). Sim, tenho convicção de que existirão pessoas que pagaram e vão sentir que desperdiçaram dinheiro, mas creio que esta parcela será bem pequena, ninguém de fato sairá de uma sessão de Video Games The Movie sem ter “algum novo conhecimento” ou pelo menos “alguma nova teoria mirabolante para discutir com os amigos”.

Pois é, eu sou um velho rabugento amante de jogos antigos, isso todo mundo sabe. Mas é verdade também que acima de tudo, eu gosto de videogames, não importa a idade, e a minha longa estrada nesse mundo me faz ter algumas convicções que fatalmente divergem das de muita gente que está por trás do mercado de games atual, e isso me ficou bem evidente ao assistir o documentário. Achei muita coisa dita ali “mirabolante demais pra ser verdade”, mas é, e eu poderia discutir estes pontos por dias com aquele pessoal entrevistado, mas é melhor começar dizendo que, pelo menos na parte visual e sonora, o documentário é muito competente.

A grana a mais que o filme arrecadou garantiu a compra dos direitos autorais de um monte de trilhas sonoras originais de games, e permitiu que fosse feita aquela perfumaria visual que transformou um trailer bem amador em uma produção tipo Discovery. Ficou tudo muito agradável de se ver e ouvir (o filme possui uma dublagem em PT BR muito boa), e é admirável também o esforço que foi feito para que o documentário não se tornasse maçante: tudo foi muito bem encaixado, os assuntos vão se revezando e às vezes se sobrepondo, mas tudo de modo coerente e bem inteligível. Em suma, estamos falando de mais um filme que retrata a história dos videogames em seu passado, presente, e previsões para o futuro, nada que já não tenhamos visto por ai até com mais eficiência, mas seria errado dizer que Video Games The Movie não tem seus méritos.

Sabemos que é absurdamente enorme o tanto de gente espalhada nesse mundão que não sabe bulufas sobre a história dos games, que não conhecem os consoles do passado, ou que nem imaginam de onde veio seu gênero de jogos predileto, e para este pessoal desafortunado, o documentário é a fonte de conhecimento perfeita, pois mescla muito bem este passado ao presente no qual estas pessoas estão familiarizadas. Eu diria até que é obrigatório, uma vez que elas ficarão à vontade com o baita resumão que fizeram. Capturas de tela muito bem realizadas e a amostra da tecnologia de hoje e da que pode estar por vir farão a alegria do pessoal mais novo que, obviamente, não é tão saudosista assim. Até as principais ideias apontadas no documentário certamente baterão! Mas, ai começam as inconsistências.

Veja bem, pra quem não sabe nada tá ótimo, mas e para quem sabe?

Primeiramente a história dos games retratada no especial é a americana e pronto, tanto por que o Japão não existe… Para eles é “alguém no passado” iniciou tudo criando um jogo num computador pré histórico, depois a Atari criou Pong, depois a Nintendo surgiu do mar com o Nes debaixo do braço. O Mega Drive nunca existiu, a geração de 16 bits começou com o SNES, portáteis começaram e acabaram no Game Boy, e o jogo que revolucionou o 3D é um tal de Tomb RiderMario 64?? Nunca ouvi falar… E acredite, isso resume bem a parte histórica do documentário. Posso até dizer que fizeram força pra não falar da SEGA: teve um momento em que um dos entrevistados falava muito bem do NES e tal, dizendo que o console era o resumo da infância dele, e de repente ele diz algo do tipo “mas ai na minha adolescência o Genesis foi marcante” e simplesmente cortaram o assunto com uma guilhotina pra falar de PlayStation! Ficou aquela impressão nítida de que o cara faria todo um discurso sobre o que o primeiro 16 bits da SEGA representou para os adolescentes americanos dos anos 90, talvez citando a rixa entre as fabricantes e a rivalidade dos gamers da época… Não dá pra entender o motivo do corte. Pareceu birra.

A galera entrevistada vai de veterano importante à ator quase sem expressão, mas acima de tudo, gente que definitivamente ama videogames

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Tirando a parte histórica de lado, os produtores partiram da premissa de que os estudiosos de plantão consideram como gamer qualquer um que jogue qualquer coisa em qualquer plataforma por mais casual ou hardcore que seja. Eu não concordo, mas tudo bem desde que tratem todos os segmentos com igualdade. Não é o que acontece: a inconsistência aparece quando eles utilizam números expressivos para dizer que o mercado de games é gigantesco, que a média de idade de um gamer é de 35 anos, e outras informações que se apoiam no público de plataformas Mobile, e depois excluem totalmente este segmento do documentário. Eu chamo isso de manipular da informação, fazer algo parecer maior do que é, tipo o que falam do mercado de games brasileiro: 4º maior do mundo, mas se tirar o jogadores de plataformas mobile, deve cair pra fora dos 50 primeiros. Até entendo que para se fazer um documentário completo, muitas e muitas horas de filme seriam necessárias, pois vários pontos de vista teriam que ser discutidos, muitas ideias teriam que ser mostradas e principalmente, muita história seria contada, e fica muito difícil colocar tantas década de informação de forma precisa em um documentário de pouco mais de 1:40hs, e é aí que deveria entrar o bom senso na hora de produzir o filme mas não entrou. Ao invés de balancear a coisa, os produtores se agarraram em um único ponto de vista que ao meu modo de ver, é absurdo: todos os americanos envolvidos com a indústria de games que aparecem no filme acreditam que cada vez mais, os videogames devem se aproximar da realidade.

Soa como se eles estivessem querendo estampar em nosso cérebro uma grande desculpa pela falta de inovação e criatividade que assola a indústria gamística atual, algo do tipo “hey, vamos melhorar os gráficos e se contentem com isso ok?”. Algumas falas são absurdas, como um mané que diz que o Face Book é um videogame pelo fato dele ser uma forma de entretenimento… Eu ri nessa hora… Mas de desgosto por um cara desse ganhar dinheiro pra falar uma groselha dessa! Tá loco! O mercado de games Indies também foi citado com certo desprezo, como se fosse um segmento sem lei e de pouca importância, tanto por que o legal são os bilionários jogos com gráficos de última geração, nenhum gameplay e pura narrativa. Nada contra, reconheço que vendem e que o público para tal existe em grande quantidade, mas achar que o futuro dos games está nisso, achar que os jogos devem ser filmes interativos e mais nada, me soa como um grande tiro de bazuca no pé, algo plenamente enjoável e que pode ter efeitos catastróficos. Mas isso é só a minha opinião de velho rabugento que viu um monte de consoles morrerem por este mesmo motivo, tipo o 3Do.

Eu não me decepcionei inteiramente com o filme, só achei fraca a parte histórica, e não concordo com o ponto de vista que os profissionais apresentaram nele. Como disse antes, o filme é sim agradável, assisti inteiro sem nem ver o tempo passar, é como aquele filme mediano que a gente nunca assistiu e quando assiste, fala OK e nunca mais vê de novo. Sem dúvida é uma película bem informativa para os mais jovens, mas não acrescenta nada para aqueles que conhecem a história e entendem a indústria dos videogames.

Vale as horinhas de entretenimento, principalmente pelo acabamento visual, mas ver aquela linha temporal sempre passar batida de vários de nossos consoles favoritos é dose… E inclua nessa lista o Master System, o Dreamcast, o Saturn, o Game Cube, o N64… Nossa, melhor eu parar senão vou abaixar a nota do filme!

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Sobre Sabat

Editor Chefe do RetroPlayers, Redator e Editor nos Livros e Revistas WarpZone, Podcaster e editor de áudio, Saudosista, e Analista de Informática porque algo tem que dar dinheiro né!
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  • Visionnaire

    Cara, eu queria ver o filme, estava nos meus planos, mas fiquei com uma pulga atras da orelha.
    Parece que ficou claro o objetivo deles ao evitar a SEGA e focar em games com gráficos fuderosos. Querem atingir não só os jogadores, mas a indústria que movimenta com força total o mundo atual dos games, as produtoras que estão focadas em produzir games hollywoodianos. Até fico me perguntando se parte desse financiamento do Kick Startes veio dessas empresas e por isso se tornou algo tão tendencioso.
    Infelizmente isso existe e apesar de ser hipotético pode muito bem ser fato.
    Prefiro minhas leituras gamísticas, prefiro continuar filtrando, mas mesmo assim assistirei para ter uma opinião formada sobre o filme.

    • Eu não acredito que houve financiamento extra KickStarter viu mano… sabe por quê? Por que cabeça de americano funciona assim mesmo, eles são patriotas demais, tudo eles são melhores, são os mocinhos… então pra mim era óbvio que eles iriam puxar o tapete da indústria japa. Foi um documentário amador com produção de TV fechada ^^ .

  • Ivo

    Não falar da história da Sega, Snes e cia já me faz não querer assistir esse documentário. O Visio levantou uma ótima questão, será que esse filme não foi patrocinado pela empresas atuais?

    Eu gostei muito daquele documentário da Discovery a muitos e muitos anos atrás sobre videogames “Era do Videogame” se não me engano, só não achei legal eles falando dos consoles atuais (daquela época).

    Ótima crítica Sabat, eu como eu apaixonado por documentários gostaria de ver realmente um documentário de verdade sobre games. Alias, aquela canal PLAY estava fazendo uma serie sobre a HISTÓRIA DOS GAMES NO BRASIL, mas foi bem longe do que imaginava. Eles pegam e falam “tecnicamente” dos videogames e suas influências no mundo. Bem longe do tema escrito.

    Está ae algo que seria interessante. Um ótimo documentário sobre a história dos videogames no Brasil.

    • KickStarter… agora se teve alguma maracutaia, não sei, mas não acredito. Acho que o povo pensa isso mesmo, é gente da indústria ocidental mano, eles querem mesmo é puxar o tapete das empresas japas.

      E é o que eu disse mano kkk tem muitos documentários melhores, e este da Discovery (eu tenho) é bem melhor e mais informativo.

  • O Sabat falou exatamente a verdade. Seria um excelente documentário, não fosse os fatos expostos no texto. Esqueceram tantos detalhes importantíssimos…

    • muitos, muitíssimos Jeff. Praticamente disseram assim: jogo japonês não presta mais tá? Comprem nossos filmes interativos ocidentais que é melhor!!

  • Concordo Sabat. Muito mal feitinho o “filme”. Essa de “graficos” serem o destaque nos jogos atuais me deixa mt decepcionado. Já vi jogos com graficos mt bons e que não valem nada em jogabilidade e diversão. Sinto falta da época dos arcades onde não precisavamos destas desculpas para que nossos fins de semanas fossem perfeitos. Abs!

    • Pois é Ernesto… o que mais tem hoje em dia é jogo bosta de gráfico bonito, e o povinho da indústria de games acredita que esse é o futuro…

  • Erico Francisco Rocha da Silva

    Não gostei nada do filme: tipicamente americano e puxando descaradamente o tapete para a Nintendo e Sony – o que é ruim para um documentário – a dublagem PT BR é horrível e o filme se torna maçante no final e a trilha sonora que começa boa, fica insuportável. Nem sou chato pra filmes e muito menos para jogos, só imagino para o Sabat como foi a experiência…

    • Em comparação ao que vc achou Erico, só não achei a dublagem ruim, pra mim tava boa, sem erros… quer dublagem ruim dá uma chegadinha na Discovery kkk Mas o resto é isso mesmo, puxando o saco descaradamente das empresas ocidentais.

  • Diogo Macedo

    Confesso, que senti um pouco de sono nesse filme. Achei a linha do tempo dele meio maluca, onde ia pra nossa geração atual naquele túnel do tempo, aí do nada ele voltava pra falar do crash de 83, ou falar de alguma coisa do passado, eu realmente fico perdido com linhas temporais malucas assim ahahahahah, o conteúdo realmente foi bem raso, e não contava detalhes sobre algumas coisas, e senti um blablabla sentimentalista para “encher linguiça” durante o tempo do documentário, mas tirando isso, o filme cumpre seu papel, e recomendo para assistir em qualquer domingo boring com cheetos e coca hahaha

    • Se o cara estiver com a tarde livre, não custa assistir… isso é, se ele pegar o filme no Navio Caolho né kkkk senão custa! E pra mim não vale este custo não.
      Diogo, aquela linha do tempo passou pelo Mega, Cube e N64 tantas vezes sem parar neles que me irritou! Tá loco!!!

  • JamesR

    (aeeee, recuperei meu cadastro *-*)

    Tava pensando em assistir esse doc, mas pelo jeito é só mais um “A Vingança Do Capitão Óbvio”. Pena, tinha bastante potencial…

    • Opa JamesR, tudo beleza?? XD
      É o óbvio mesmo chapa, sem nada pra por nem tirar. Assista só se vc estiver com a tarde livre XD

  • ElfoGamer

    Ainda não vi o filme e, depois de ler sua matéria a vontade de vê-lo diminuiu um pouco.
    Pelo jeito, parece que esse filme não é muito útil para ninguém, pois para nós, que somos gamers antigos, ficou faltando muita coisa que conhecemos e gostamos e para os mais novos, que começaram do PS2 pra frente e não conhecem nada anterior, vão continuar sem conhecer se não forem buscar outras fontes.

    • Exatamente Elfo. Tanto para um quanto para outro, o documentário é pobre, mas é o tipo de coisa que agrada a jogadores que gostam de narrativa e gráficos. Não é o nosso caso!

  • Cadu

    Eu acabei de assistir o documentário aqui e vim correndo pro Retroplayers ler seu texto pra ter certeza se sou rabugento. Ainda bem que foi vc quem escreveu este texto, viu? Aí eu sempre lembro que sempre tem quem seja mais rabugento que eu, né Sabat? kkkkk

    Como sempre estou comentando conforme leio o texto, então vai ficar grande.

    Pra começar, eu tava lá feliz e contente vendo a linha do tempo progredir e já fiquei animado ao ver o nome Master System. Legal, mesmo um documentário americano citando o console de 8 bits da SEGA, meu xodó, que legal e… cacete, passou batido… bom, tudo bem, não é importante para os americanos e… ué… pq está pulando o Mega? Maaaaaaaaano que raiva, a menção a ele foi o Will Wheaton mandando algo tipo “ah, o Genesis era algo totalmente diferente” e adeus Mega Drive. PQP! Ali o Centurião adormecido dentro de mim acabava de obter a terceira bolinha e se transformado em uma besta mitológica pra dizimar zumbis e… tá, vc conhece Altered Beast. O ponto é que… mano… pqp… que diabos? Foram pro SNES direto! Que sacanagem! Eu assisti o resto do documentário meio como se estivesse jogando um jogo que não gostei tanto só pq tinha começado em algum momento, sabe? Desmotivou. OK, pode parecer meu lado fã revoltado, mas não, se tivesse acontecido com NES ou SNES eu teria ficado revoltado da mesma forma.

    Ah, olha aí vc mencionando o que falaram do Genesis, não havia lido, sorry! kkkk

    Sobre os dados que parecem manipulação, curioso como essa parte eu estava cortando a unha e nem me importando com o que tava aparecendo na tela… posso afirmar que uma boa porcentagem foi aparada dos meus pés e dane-se os dados estatísticos estranhos que mostraram…. haauhhauhuahuahuahuahu

    Eu também senti essa desculpa esfarrapada de melhoria gráfica, em vários momentos eles forçavam algo… tipo contaram umas 3x a história de que o primeiro computador com coisas na tela, e aí a tela evoluiu, e agora podem colocar expressões faciais, emoções, sorrisos irônicos, cáries nos dentes de um sapo (?), etc.

    Então, agora que sabemos que o Facebook é um jogo, acho que o Retroplayers também é. Vamos colocar Score aqui? Número de vidas? Continues? Fala sério, né? Essa vontade aí foi uma das inúmeras que eu mexi o mouse pra ver quanto ainda faltava do filme… pqp viu mano… eu fiquei absurdamente decepcionado com o documentário, deveria ter visto seu retropipoca antes.

    Apesar que tiveram bons pontos, né? Gostei do maluco falando de como ele se sente quando está jogando, que ele se lembra da época em que se enrolava em um cobertor e ficava lá jogando até horas da madrugada, que quer proporcionar esta experiência a outras crianças e adultos e tal, achei isso legal pra caramba, começou com uma carga nostálgica a lá Retroplayers. Entre outras coisas que foram apagadas pelo cara chamando Facebook de jogo… Fazendinha Feliz então é um GAMECEPTION?

    Mano, vou dormir… chega de ficar resmungando aqui… ô porcaria de documentário…

    Ah não, peraí… mais uma coisa… e os videogames tratados “juntos”? Tipo… GameCube e Xbox (separados do PS2)… PS3 e Wii (separados do X360)… não entendo… chega… fui…

    • Caramba, mas por que diabos vc ficou em chamando de rabugento la na BGS se vc mesmo é outro véio rabugento??? ahuhauhua Cara foi demais, acho que vou modificar o score e arrancar uma pipoca XD

      • Cadu

        Um rabugento reconhece o outro fácil…. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
        Se precisa tirar a pipoca ou não eu não sei, mas pelo menos já dá pra arrancar a manteiga… pqp que documentário maldito!

  • CODY

    Para mim tudo que fale a respeito de games é valido, ja tinha assistido a um documentario sobre games na tv a cabo, tenho ele gravado, com uma dublagem mto ruim, esse segue a mesma linha, mas percebi que abordaram temas diferentes falando sobre a cultura gamer e informações tecnicas, claro que foi puxada a sardinha para o publico americano e acho que deviam ter seguido a uma cronologia mais organizada, nao ficar avançando e voltando no tempo; Discussao sobre games sempre vai existir, e como diz o ditado, gosto não se discute, se lamenta;

    • POisé Cody, é virtualmente impossível fazer um documentário que agrade a todo mundo. Mas olha só, na Play TV está passando um documentário nacional, na verdade é uma série, e eu estou achando muito legal pois foca na história dos games no Brasil ^^ Vou procurar se tem em algum lugar pra baixar!

  • elcioch

    bem! o poster é super atrativo, mas após ler esse review optei em deixar de lado em ver esse documentário.
    encontrei mais um documentário sobre games sei lá se é bom.
    como os video games mudaram o mundo:
    upado no mega e precisa de cadastro para entrar neste forum
    http://ripando.com.br/viewtopic.php?p=143001#p143001

    upado no uploaded , não precisa de cadastro par entrar neste blog
    http://hannabarberashowparte2.blogspot.com.br/2014/09/como-os-video-games-mudaram-o-mundo-how.html

    • Me interessou esse segundo…. Vou assistir maninho!!! XD