RetroPipoca: Resident Evil 5 Retribution (2012)

Sejam bem vindos, caros amigos retroaventureiros, a mais um RetroPipoca, a sua mais querida e esporádica resenha cinematográfica voltada 100% ao universo gamer da coisa! E o filme da vez, apesar de recheado de coisas moribundas semi apodrecidas, está fresquinho fresquinho, e assim como seus outros quatro irmãos mais velhos, foi obviamente concebido a partir de algo existente no nosso universo virtual do games, mais precisamente, da obra clássica do Horror de Sobrevivência da Capcom, Resident Evil. É óbvio que o filme não faz jus ao nome que carrega, nem precisamos fazer suspense quanto a isso e fã nenhum da franquia cinematográfica parece ligar muito para este fato…  Mas será que este quinto capítulo finalmente conseguiu pelo menos me agradar o suficiente para que eu pudesse considerá-lo aceitável dentro do terrível universo dos “filmes baseados em games”?

Neste meio de semana passado, mais precisamente na famosa Quarta Feira, dia de preços reduzidos que deixa qualquer filme em exibição nos cinemas muito mais legal e atrativo para nossos bolsos, fui boicotado por minhas cunhadas (e meu cunhado também, aquele que apagou meu save de 60 horas no Xenoblade), que nem me avisaram da caravana realizada pelos mesmos até o Knoplex Osasco, meu cinema preferido… Sala digital, som THX, coisa e tal… Mas nem tive muitos motivos para querer chicoteá-los pela traição, pois logo fiquei sabendo que eles foram até o local apenas para financiar mais um capítulo daquela que é a provável série de filmes que eu mais ignoro a existência, uma das poucas a qual eu me recuso pagar o menor centavo contido em meus bolsos para assistir, mas que eu não exito em baixar na faixa pela internet só para poder comprovar minhas crenças sobre podridão, Hollywood, e versões cinematográficas de franquias de videogames.

Pois é, caros amigos retroaventureiros, absolutamente não sou fã desta franquia de filmes, e a culpa disso passa longe de ser da atris principal, do elenco, ou da própria Capcom que fez a burrada de vender os direitos cinematográficos de sua obra digital para Hollywood e agora tem que lançar seus filmes em CG direto em mídia física… E a final de contas, por que é que se fazem tantos filmes ruins em Hollywood? Simples: por que tem público pra tudo nesse mundo, e invariavelmente, esse público é grande. Logo, por pior que seja a qualidade geral do filme, se a parte visual da coisa for boa, o lucro é quase certo, o que torna viável para os produtores e diretores criarem continuações e mais continuações até que a obra finalmente deixe de ser lucrativa, algo que provavelmente vai acontecer antes do sétimo ou oitavo episódio. Jogos Mortais? É bem por aí.

E como fazer para a parte visual ser boa? Mais simples ainda: coloque algumas atrizes boazudas fazendo movimentos impossíveis pela tela e um montão de computação gráfica ao redor delas, se o nome da película remeter a alguma franquia famosa de um segmento paralelo, melhor ainda, e não se preocupe com detalhes como trama e continuidade, isso é balela. Pronto: entra em cartaz Resident Evil 5: Retribution.

A franquia assinada pelo terrível Paul W.S. Anderson, que não tem um só filme que preste em seu currículo inteiro e é famoso por ser o melhor exemplo vivo de que é possível se ganhar muita grana fazendo merda e ainda casar com uma bela atris em meio ao processo de enriquecimento, completa nesta temporada nada mais que 10 anos assassinando nos cinemas a obra clássica do Survival Horror da Capcom nascido no Play Station. Usando e abusando de referências sem sentido e elementos esporádicos dos games, a obra cinematográfica não guarda qualquer respeito cronológico ou temático pela obra original, fator que não parece ser muito levado em conta pelas milhares de pessoas que se dirigem aos cinemas para ver Milla Jovovich (no caso, a bela esposa do diretor) encarnar a heroína fictícia Alice em sua missão de salvar a raça humana de uma infestação viral mundial que transforma as pessoas em zumbis/mutantes/monstros. Filme após filme, somos presenteados com um turbilhão de cenas de ação que cobrem uma trama tão mal feita que chega a ser infantil, em uma película tão descaracterizada do que deveria ser que espanta dos cinemas qualquer pessoa que tenha o mínimo de respeito pela obra original (tipo eu), que foi criada com o único objetivo de nos deixar completamente amedrontados, receosos de dar se quer um passo a mais dentro dos corredores escuros e apertados daquela mansão nos arredores de Raccoon City… Maldito corredor cheio de cachorros podres!

Quando o assunto é Resident Evil nos cinemas, dá pra falar da franquia como um todo, pois com exceção do primeiro filme, que ainda tenta de maneira mais ou menos convincente manter o clima sombrio e apavorante dos jogos (pelo menos os primeiros, por que os jogos mais novos estão uma porcaria também), os outros 4 capítulos repetem os mesmos erros teimosamente invisíveis aos olhos daquele público que criou a premissa de que as duas obras estão em universos diferentes, seguem linhas distintas. Bem, para mim isso é o mais óbvio, é a melhor maneira de se aceitar que os filmes não tem absolutamente nada a ver com os jogos. E foi partindo então desta premissa que eu me acomodei no sofá a noite, com as luzes todas apagadas e um belo copo de coca-cola em mãos para assistir a uma cópia obviamente não autorizada, porém, de qualidade muito boa, de Resident Evil 5: Retribution (provavelmente era uma daquelas cópias destinadas à dublagem, pois qualquer som da película possuía legenda), e posso adiantar: a sessão serviu ao menos para que eu pudesse relatar o que nos é apresentado neste novo capítulo da franquia, por que de resto… Bem, vocês lerão.

Voltando às origens, se é que podemos chamar o primeiro filme de origem, este 5º capítulo deixa de ser ao ar livre dos campos e cidades contaminadas para novamente acontecer em um ambiente fechado. Somos apresentados a uma gigantesca, impossível e improvável instalação da Umbrella Corporation submersa em algum lugar do vasto território congelado da Rússia e que só Deus explica como se mantém pressurizada para que os bilhões de litros de água do lado de fora não arrebentem com tudo, um local utilizado para a realização de testes de campo com o T-Vírus, entenda-se “simulações de contágio”, prática que nos é apresentada logo no início do filme após o resumão necessário para que todo mundo se lembre dos velhos personagens que serão reciclados aqui em Retribution.

É nesta hora que começam as inconsistências e as esquisitices do roteiro. Bem, é impressionante como Hollywood tenta incondicionalmente passar a ideia de que os heróis dos filmes devem ser super humanos dotados de agilidade e força sem igual, possuidores de uma aura à prova de balas e capazes de destroçar quaisquer leis da física conhecida, lição que Anderson aprendeu direitinho, mas que curiosamente não é o ponto mais fraco deste filme. O grande problema aqui são os motivos: o computador central da UC, a Red Queen, que também responde pelo nome de “Garotinha Vermelha Virtual sem nada melhor pra fazer“, continua realizando testes de campo para seu T-Vírus nas imensas cúpulas situadas nas instalações submersas, continua clonando mais e mais pessoas para manter-se funcionando, quer de qualquer maneira extinguir a raça humana, e quer saber de qualquer jeito para quem Alice trabalha. Motivos: nenhum!! Testes de campo pra quê? Não existem mais compradores para o vírus, e este era o motivo para a realização destes testes: a venda para diversas nações.

A ideia é absurda por si só, mas deixando-se o cérebro em casa para assistir a peleja, até da pra engolir essa parte. Só que a raça humana já foi quase toda extinta, e o computador quer acabar com o restinho que sobrou… Seria um mau funcionamento do sistema, uma vez que o objetivo do computador anteriormente era manter o vírus sob controle dentro das instalações da corporação? E pra quê a garotinha vermelha quer saber quem é o chefe da Alice? Ela está se sentindo ameaçada por alguém? Algum alienígena talvez? Não, é por que o diretor  precisava de um motivo bem idiota para que o computador não ordenasse que seus lacaios fizessem o óbvio, que seria cortar Alice em pedaços imediatamente e incinerar o picadinho… E nada melhor para uma heroína seminua presa numa cela super tecnológica à prova de fuga do que uma gaveta secreta com uma roupa de couro estilosa apertadinha dentro (por que roupa de detento é para os fracos), e uma agente secreta oriental de um metro e meio de altura capaz de feitos como “atravessar o deserto de gelo da Rússia de saia e salto alto” e “entrar nas instalações mega secretas submersas só pra abrir uma portinha lateral de escape após sozinha, matar uma central de controle inteira”. Mas roupas trocadas e trupe feita, é hora de obviamente, passar pelos locais onde os testes de campo são realizados, pois onde mais aconteceria a trocação de porradas com os mortos vivos?

Zumbis? Bem… Nem tanto. O termo está em alta, mas não se aplica muito bem aqui. Como se não bastasse o roteiro previsível ao extremo e abarrotado de clichês que ficaram velhos na década passada ou até mesmo retrasada (exemplos? O herói que está na porta de saída mas volta atrás para buscar o personagem bonzinho que só existe pra essa finalidade, o sacrifício do nosso colega personagem secundário para que os outros se salvem, a equipe de salvamento cheia de gente inútil que todo mundo sabe que vai morrer em questão de minutos, os inimigos que nunca morrem por que senão os próximos 40 minutos de filme perdem a razão de existir…), o que vemos correndo pra lá e pra cá mordendo o povo a princípio lembra muito o bom “Madrugada dos Mortos” (posso até dizer que o início de RE5:R é uma cópia descarada deste e seus zumbis velocistas), mas com o decorrer da película, os heróis se deparam com clones do mau de um monte de gente do primeiro filme, monstros gigantescos, uma leva de zumbis nazistas descaradamente copiados do filme Dead Snow, treinados para atirarem com bazucas e metralhadoras pesadas enquanto dirigem jipes militares fora os que já chegam empinando motos velhas como se fossem entregadores de pizza se exibindo… Péra lá, que houve com o bom e velho zumbi lerdão em decomposição comedor de carne humana? Aquele sem expressão facial de ódio ou dor, só fome? The Walking Dead já usou todos?

E precisamos lembrar que Alice teve seus poderes especiais mutantes teoricamente bloqueados pelo pseudo vilão Albert Wesker em capítulos anteriores, mas para enfrentar as aberrações mutantes do filme,  a heroína continua realizando proezas físicas e acrobáticas que fazem o outro Albert, o Einstein, se revirar no túmulo. Não sabe de quem estou falando? Então RE5:R é o seu filme! A mínima lei da física plausível pelo menos para os cinemas mais uma vez não existe aqui, e o grande problema disso é que não estamos falando de gente dentro da Matrix ou de algum alienígena que usa cueca vermelha por cima da calça e voa por que o Sol amarelo lhe permite isso… estamos falando de gente que simplesmente está contaminada com um vírus que quando não mata o infectado, o transforma ou em uma aberração mutante disforme, ou em um cara com força muscular e reflexos sobre humanos, e demais fatores plausíveis. Então que diabo foi aquele movimento do Wesker praticamente se teletransportando para aplicar uma seringada na Alice? A cena é digna de filme de sessão da tarde dos anos 90, um efeito especial mau feito pra dar aquela impressão feia de que o cara se moveu a 200 milhas por hora em um espaço de 10 metros fazendo curva, e quem assiste tem que aceitar que a gravidade colabora… Haja aderência! E temos Alice macetando zumbis com uma corrente, como se esse utensílio tivesse massa suficiente para fazer os corpos apodrecidos voarem como se estivessem batendo de frente com um carro… E temos ainda o submarino hyper veloz capaz de alcançar um veículo terrestre e ainda calcular a subida pra barrar o caminho do mesmo… E temos zumbis nadadores… Sim, o filme é burro, burro pra caramba, é de dar dó. Pra finalizar as esquisitices, temos um Berry Burton e um Leon S Kennedy atemporais comandando a tal equipe de salvamento que obviamente, vai ser é salva por Alice no final das contas… Ué, você esperava o quê?

Resident Evil 5 Retribution é isso: um roteiro tão ruim que quem assiste prefere ignorar para poder continuar assistindo, algo mais esburacado e remendado que rodovia no interior do país, sem nexo, sem leis, sem justificativas, perdido no tempo, e mascarado em sua totalidade pela excelente computação gráfica que dá vida aos monstros e cenários mais complexos. Não é assustador, nem tenso, também não é engraçado. Não nos faz prender a respiração em momento algum, não causa euforia, não é inteligente, não causa dúvida, não surpreende, nem convence… Onde diabos eu enquadro esse filme? Uma coisa é certa: ele mantém viva com honrarias a máxima de que filme baseado em jogos de videogame não prestam, e mesmo que seja possível afirmar que Resident Evil no cinema não deve ser relacionado de forma alguma à série de jogos da Capcom, ainda assim o filme é um completo desperdício de tempo (e dinheiro, se é que ele foi assistido nos cinemas). Ficou nítido, detestei. Talvez se eu não fosse tão fã da obra original, quem sabe eu  poderia ser um pouco mais tolerante com o besteirol… quem sabe eu teria um pouco mais de paciência para achar alguma coisa que valesse a pena na película, mas infelizmente não é o caso. Pior, caros amigos retroaventureiros, é que como não poderia deixar de ser, o negócio acaba já dando margem para a óbvia continuação, coisa que vai acontecer seguidamente enquanto perdurar o casamento do diretor com a atris principal, afinal de contas, embolsar o cachê da estrela do filme deixa tudo bem mais barato né!

Fim

Sobre Sabat

Editor Chefe do RetroPlayers, Redator e Editor nos Livros e Revistas WarpZone, Podcaster e editor de áudio, Saudosista, e Analista de Informática porque algo tem que dar dinheiro né!
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  • Resident Evil podia ter ido tão bem, do jeito certo.

    • Pois é mano… poderia ter sido uma baita série de filmes de terror, virou essa tralha.

  • Véi! Eu assisti esse filme ontem e soltei vários tweets sobre a experiência.
    Foi Terrivel e medonho, em breve estarei postando minha opinião também e que GOD tenha piedade da franquia por que o Paul não tem! hahahaha

    • O pior é que a própria capcom ta avacalhando com a franquia né kkkk RE6 of War!! Virou jogo de ação, cabou o survival.

  • JamesR

    Pô Sabat, você DETONOU o filme e o diretor em uma tacada só kkkkk! Vingou os gamers xD

    • Minha vingança foi maligrina!

  • bubuzuke

    Definitivamente uma bosta. E eu mó gosto dos filmes… quer dizer, da Mila.

    • E ae bubuuuuuuu meu amigo XD
      Eu tb gosto mó da Mila… kkkkk

  • e pelo que ouvi falar, ainda vai ter uma continuidade para essa série….

    o sangue de Cristo tem poder

    • Sangue de cristo tem poder… pra matar logo essa guria!!!

  • Kanon Clint

    Só tenho uma coisa a dizer: Meus parabens cara , você é foda, ser exposto a essa bomba radiotiva, e ainda por cima sobreviver, e AINDA por cima nos contar como foi………………isso que é um cara duro de matar kkkkk.

    • Aprendi com John McCLane maninho, O CARA!!
      kkk

  • Você ja disse tudo que esperava…Nem perco mais meu tempo assistindo esses RE da Alice, cada um pior que o outro…aliáis a Capcom só tem errado nos cinemas live action com RE e Street Fighter: o da Chunli

    RE6 decepcionante, só ação e ainda como camera que trapalha e jogabilidade deficiente, sem contar os bugs…mas pelo menos acertou no Filme Animação: Resident Evil:Damnation, pra mim foi oque salvou esse ano da Capcom

    Agora é esperar: o novo Silent Hill esse mês, esse tem tudo pra repetir o sucesso do Primeiro

    Falow!!!

    • Eu assisti o do aeroporto mano, muito bom, apesar de manter umas forçações de barra que ela está teimando em por na série de jogos… O Damnation não vi ainda, mas já baixei e em breve, assisto e avalio!

      • Nem fala o 1° Degenerations foi muito bom, apesar das adições…

        esse segundo, o Damnation ta muito bom, Lickers (queria ver Hunters, mas…) e Mr X’s como você nunca viu, ou esperasse naturalmente que evoluissem no decorrer da série na maneira que foi mostrado na animação…e ele tá numa pegada tão Survivor que cê pensa que ninguém vai sobreviver no final….quando ce termina de assisti pensa que nem foi a Crapcom que fez ele…pelo menos nas animações não tem DLC’s ^^…a Capcom realmente ta de parabéns com o Damnation…e olha que faz tempo que não curto nada dela desde RE3, RE1ReMaK, RECV e Street Fighter 4

  • eu pergunto como esse filme teve tantas continuações, se o enredo por si só não vale nem ingresso em promoção? acho que sei. garotos zoando em Shopping, tem um filme baseado em games no cinema…porque não? simples assim. tanto que nas semanas que fui no cinema ver coisa melhor, só tinha adolescentes descerebrados na fila para ver o filme. e reforça o que os diretores acham dos gamers: bota um filme sobre algum game, eles assistiram de qualquer maneira….que triste.

    • É como eu disse maninho, tem público pra tudo!! kkkk E eu fico imaginando o que é que tinha na fila junto das minhas cunhadas no dia que elas foram assistir…

  • Sirlon Hayate

    Eu sempre achei a maioria dos filmes de games um fiasco (e de hérois de gibis tbm u.u), gosto muito de The Wizard, que aqui no Brasil é chamado de O Gênio do Vídeo-Game. Ele foi o filme pioneiro sobre games, e eu gosto daquela aventura até hoje, sim, eu adoro esse filme!
    Quanto ao Resident Evil o filme, deu pra engolir o primeiro e o segundo, convincente até, mas daí a partir do terceiro, socorro..
    lamentável na boa.. eu já sabia que isso ai seria um desastre

  • Bom, vi esse filme no cinema com meu pai em um dia de “meia entrada para o pessoal”. Não gostei do filme, apenas das cenas de ação, que são muito boas, mas, entre Paul W. S. Anderson e outros diretores que fazem cenas de ação tão boas ou melhores do que ele, como J. J. Abrahams, Edgar Wright, Brad Bird (as cenas de ação do M.I: Protocolo Fantasmas são muito fodas), Luc Besson (que já foi casado com a Milla) e outros, eu prefiro qualquer um citado aí do que o P.W.S.A, pois os filmes deles tem uma coisa muito boa q que falta nos filmes do esposo da Milla: história e roteiro. Dos filmes dirigidos pelo aprendiz de Michael Bay aí, eu só gosto do Mortal Kombat e um pouco do Death Race. Assim como Tim Burton, o P.W.S.A está na posição errada nos filmes, pois ele serve muito mais como o cara dos efeitos visuais e especiais e somente diretor das cenas de ação (seria melhor se ele fizesse dupla com algum diretor bom). A trilha sonora desse filme está no mesmo nível da trilha sonora do Recomeço: fantástica, principalmente no remix do tema do Executioner. A maior surpresa do filme foram as cenas de ação, e esse lado videogame do filme (fases, chefes, inimigos, isso não lembra nada ???) e a maior decepção são os clones, principalmente a vilã Jill, o One (o negão do 1º filme) e o Carlos, que se fossem substituídos por soldados genéricos, não faria a menor diferença. Abraços galera e até a próxima.

    Ps: Que ridículo o Luther West (de personagem surpresa no Recomeço para decepção nesse filme), o Leon (que barba é essa meu filho ???), e a Jill totalmente robótica do filme ???? Seria massa um Noobzcast sobre a franquia RE nos cinemas.

    Ps²: Aquela luta final foi historicamente broxante (só prestou o 3D e o X-Ray), e a frase do Leon quando a Bad Rain injeta o vírus é historicamente tosca: “Esse é o vírus Las Plagas”.

    • Rapaz, um noobzcast ou um Retrocast sobre este assunto só teria ÓDIO a ser mostrado!! kkkkkkkkk mas vou sugerir o tema ao Liba, é mais a cara do Noobz XD

      E você ainda conseguiu achar alguma coisa que te agradou neste filme maninho, eu já não achei nada, nem as cenas de ação me convenceram. E a frase poderia virar MEME : “Esse é o vírus Las Plagas” kkkkkkkk

  • Filmes baseados em games são ruins,assim como games baseados em filmes tbm são ruins. É um ciclo vicioso,nunca acaba.

    • Ainda tenho esperanças… Quem sabe Wreck-it Ralph não ajude a mudar esse panorama né!!

  • Ivo

    Sério! Nem quero perder meu tempo assistindo esse filme… O último que assisti a heróina principal soltava fogo com a mãos ou algo assim. Sem contar com as idéias idiotas do diretor. Teve uma cena que ele colocou um container no meio do deserto e os idiotas-hérois do filme foram ver o que tinha nele. Em um mundo apocaliptico com milhões de zumbis… você vai olhar um container no deserto? Isso foi o suficiente para não assistir mais nada desse diretor e franquia. Aconselho assistir Silent Hill que é justamente uma boa franquia p/ os cinemas. E você disse tudo Sabat, hoje é possível ganhar milhões criando lixos como esse filme.

    • É bem por ai mesmo Ivo… são filmes sem noção alguma, as idéias do diretor são absurdas, o sensacionalismo é absurdo… Cara, imagine só… “Bem, o que é que eu vou fazer nesse capítulo pra fazer a platéia vibrar?? Já sei!! Vou fazer a Alice soltar fogo pela mãos usando o poder do T Virus o/” Tem cabimento isso?

      Silent Hill é sim o melhor filme baseado em games que eu já vi cara, e ainda assim eu acho ele um filme mediano: achei forçado demais a liderzinha religiosa tosca, e não vi motivo para a tal “entidade” aparecer, ajudar a menina, e ainda por cima contar a história toda para a heroína do filme… essas fatos poderiam ser contados com o decorrer do filme, assim como no jogo: achando-se folhas de caderno escritas pela menina a muito tempo atrás, pistas, livros de magia negra, etc. Espero mais do segundo!

  • Paulo

    Não vi o filme, mas adorei o texto!
    Só que… será que o motivo pro comportamento do computador Red Queen não é que ela é um computador, que só faz o que é mandado. E provavelmente foi programada pra realizar esses testes mas como não tem ninguém pra mandar ela parar ela continua realizando indefinidamente?
    Quanto ao Paul Anderson, você disse que ele não fez nenhum filme bom, mas eu acho o Mortal Kombat decente.

    • Valeu paulo ^^
      Rapaz, aí você precisaria assistir o filme para comprovar que ela realmente está agindo por conta própria e da maneira mais tosca possível kkkkkk mas eu não recomendo não, é ruim demais!

      O Mortal Kombat eu acho terrível também, mas não tanto quanto esses da linha RE.

  • Nunca gostei da franquia de filmes do Resident Evil, essa Alice aí não me desse nem com Coca-Cola gelada. Gastei meu rico dinheirinho pra ver essa bomba :/

    Teria sido melhor ir ver o filme do Pelé! uahuahuhauhuauhuah

    Gostei muito do texto man!

    • Valeu Richard ^^ Mas esse filme eu ja sabia que seria uma bomba, por isso optei pela cópia de distribuição virtual sem consentimento legal kkkkkkk

  • roberto

    Sabat quando voçê vai falar dos filmes do grande UWE BOLL esse tem um deserviço enome pelos gamers

    • Farei força para NÃO FALAR dos filmes desse maluco maninho… Tá loco!!!! kkkkkkkkk

  • Renan

    Sempre gostei desta série de filmes RE, pois não conheço a estória do jogo, e aceito que desde o primeiro filme tem algumas coisas bem sem noção. Neste caso a ignorância é uma benção!
    Agora estão refilmando Robocop, a trilogia que marcou minha adolescência. Sem Paul Verhoeven na direção, sem Frank Miller. Desconfio seriamente que será minha vez de levar bomba.
    E o TH que se segure, estão querendo refilmar tartarugas ninja, mudando a estória original. Cowabunga !!!
    Quem produz, dirige ou atua em um filme que tem significado especial para os fãs hardcore desta ou aquela franquia geralmente não é fã. Então é só mais um filme, mais um trabalho qualquer.

    • Exatamente Renam, raramente o cara que dirige o filme é fã, como foi San Raimi no 1º e 2º Spider Man, e mesmo assim, o cara se empolgou e cagou geral no 3º filme, imagina então quando o diretor não sabe bulufas sobre a obra…

      Robocop e Caça Fantasmas velho, já estão falando destes 2 títulos a muito tempo, mas até agora não vi nada… Turtles estão fazendo uma animação muito boa na Nickelodeon, o TH ta pirando nela kkkkkk

  • danielgfm

    É por isso que nem me atrevi de ir atrás de assistir tal horrorozidade! Vou até baixar e compartilhar o anseio de muitos de não comprarem ingressos desta bomba!

  • Rafa Malaman

    A convite de um amigo meu, resolvi assistir Resident Evil 5 no cinema. Foi o primeiro filme da série que eu vi e eu fui sem muitas expectativas. Afinal, não dá para esperar um “Cidadão Kane” de um blockbuster de ação, né?

    No entanto, o problema é que Resident Evil 5 falha como filme de ação. Em nenhum momento, o filme te passa um clima de surpresa, de empolgação, de raiva, nada! As cenas, uma a uma, passavam na tela e eu ficava sem esboçar reação alguma.

    A trama é absurda e não te deixa criar nenhuma relação de sentido com ela. Desafios vem e vão, sem um vilão definido, sem a expectativa de um grande confronto, sem nenhuma das coisas que fazem esses filmes-pipoca valerem a pena.

    No fim, é um filme chatinho, sem lógica e que não acrescenta muita coisa.

    • Opa Rafa, beleza ^^?

      Resumiu o que eu disse: RE5 falha em qualquer categoria de filme que a gente possa enquadrá-lo, e se não existisse, não faria a menor falta.
      Só serviu mesmo para que o diretor pudesse faturar alguns milhões de dólares com a exibição para os “fãs” que teimam em dizer que essa série de filmes presta né…

  • Falnes

    Filme meio sem sentido cara…..primeiro o Leon nunca se aliaria ao Wesker….segundo, Las plagas não fazem tudo aquilo que mostro no filme (Era pra Jill morrer)

    • Não estranhe amigo, nada naquele filme faz sentido, nada ^^

  • Desculpa aí por estar comentando atrasado, só vim ver agora.

    Eu não joguei muito RE, não por falta de interesse, é mais por não ter os jogos mesmo. Até agora, só joguei o 4 até a metade. Mas pretendo em jogar a maioria, e verificar quão distorcida foi mesmo a história. Falando em filmes que distorcem tudo, já viu o filme de Tekken? Muuuito odioso aquele filme.

    • Opa Caio ^^ beleza?

      Não tem problema não cara, pode desenterrar o tópico que você quiser!!

      E a resposta é SIM mano, eu vi aquela coisa…. Deus… é pior que Resident Evil Mano!

  • Em primeiro lugar peço desculpas por cavar um tópico que já esta até podre (trocadilho muito ruim com tempo de tópico /enredo do filme, mas e pra quebrar o gelo), bem indo direto ao ponto agora o que eu gostaria de saber e sua opinião sobre o mais “novo” jogo da franquia o RE6.
    Pergunto pois muito embora eu tenha detestado os jogos 4 e 5 (nem cheguei a zerar o 4 de tanto ódio daquilo, o 5 zerei porque joguei com um amigo ai ficava divertido) eu simplesmente achei brilhante o 6° game, e claro que eu preferiria muito mais se o estilo de jogo clássico voltasse, mas achei o modo como a historia foi conduzida bastante agradável e surpreendente (apesar de eu achar o personagem Jake uma especie de tapa buraco para a ausência de Albert Wesker), ah, esse jogo também adicionou o meu segundo personagem favorito da franquia Piers Nivans, esse cara foi um personagem com a verdadeira alma da franquia RE, e que merecia uma chance de ter se mantido em um jogo futuro (ficando atras apenas de Chris para mim). Peço novamente desculpas por cavar o tópico e também por ter me empolgado e “falado” tanto assim, agradeço também a futura atenção.

    • Fala Lucas, beleza? ^^

      Rapaz, o 4 eu adorei, era novidade na época e eu curti demais, o 5 eu detestei, o 6 nem cheguei perto, fiquei com a opinião da imprensa, que no geral, malhou o game.

      O TH gostou, disse que jogando de 2 pessoas o game fica muito bom “em algumas campanhas”, então só ele pra poder te dizer mais XD Vou avisar ele e quem sabe ele não te responde aqui ^^

      E não tem problema desenterrar não, pode mandar bala com a pá nas covas ^^