Fala galera, eu sei que faz um bom tempo que eu não apareço por essas bandas mas é que eu estou de férias e aí sabe como é né? Preguiça toma conta geral, mas eu NÃO abandonei o Advance Wars e aqui está mais uma parte da minha, da sua, da NOSSA empreitada.
Com certeza essa foi a mais difícil das quatro partes até agora e ainda sim foi a mais interessante de todas. Então bora para o q eu interessa!
Começa então nossa invasão de território inimigo, estamos prestes a atacar Olaf e suas tropas no país Blue Moon. Olaf antecipa nossa chegada e envia novamente Grit para se redimir de sua primeira derrota para mim e Andy. Nesta batalha é dada a mim opção de jogar com Andy ou Max, e como eu sei que Grit tem vantagens em ataque a distância e Max é terrivel nisso eu escolhi Andy pois pelo menos ele pode recuperar minhas unidades e ter alguma vantagem contra Grit.
E como eu disse, coisas interessantes acontecem nessa parte do jogo. Logo que aparecce o mapa da batalha Max avisa que o mapa é do tipo FOG OF WAR, isso quer dizer que vc só pode ver as unidades inimigas se elas estiverem ao alcance da visão das suas unidades e o resto do mapa fica sombreado. Agora alie isso à uma capacidade ridícula de alcance das unidades do maldito do Grit e você entenderá o quão complicado é essa missão.
A princípio Max nos dá a dica de ir cautelosamente explorando principalmente as áreas com floresta, porque alí vc só enxerga o ínimigo se você posicionar suas unidades exatamente ao lado delas (o que é bastante razoável pois é muito mais díficil encontrar inimigos escondidos em florestas). Existe uma unidade específica, RECON, que tem um alcance de visão maior do que todas as outras unidades e portanto usaremos ela para fazer o RECONhecimento do terreno. Temos 2 helicópteros de ataque e um de transporte além de nossas unidades terrestres que são bem escassas diga-se de passagem. E minha primeira tentativa foi frustrada por unidades que eu não esperava que estivessem no lugar onde eu as encontrei. Minha primeira derrota nesse jogo deveu-se justamente por eu ter sido precipitado em um mapa onde a cautela é essencial, eu enviei o helicóptero de transporte com uma unidade de soldados para o QG ínimigo achando que todas as outras unidades estavam longe dalí e fui surpreendido por um tanque que me detonou, e aliado a isso tinha um lança mísseis que eu não conseguia encontrar e que estava me arrebentando. Foi aí que eu desisti da batalha e resolvi começar outra.
Nessa nova tentativa eu fui mais calmo, encontrei a maior parte das unidades ínimigas e esperei até chegar com dois tanques(um médio e um normal) perto do QG deles para chamar a atenção para os mesmos e liberar o caminho pro meu helicóptero “despejar” em segurança meus soldados em cima do prédio a ser conquistado, daí então foram só duas rodadas para garantir a conquista do QG e aliviar a tensão. Tendo derrotado Grit começa aquele famoso papo entre os CO´s. Max se surpreende por ver Grit no comando das tropas de Blue Moon pois não sabia que seu antigo parceiro de Orange Star tinha virado a casaca. Grit disse que tinha suas razões para ter feito o que fez mas antes que levasse um sermão de Max ele se mandou sem dizer mais nada.
Missão terminada e então recebi Rank B por ter terminado em tempo razoável e ter destruído muitos ínimigos. Daí então partimos para outra missão.
Nos é ordenado a invasão de um território ao norte de Blue Moon, e não é que topamos com o safado do OLAF denovo? Grit, como um cara bem preguiçoso que é, diz a Olaf que perder aquele território nem é lá grande coisa já que inicialmente aquela área nem pertencia a eles mesmo(interessante, não? de quem era então?) e é óbvio que Olaf fica uma fera e vem ao meu encontro.
Posso escolher novamente quem será meu CO, e escolho Max pois o Blizzard do Olaf pode ser anulado se minhas unidades atacarem mais forte, já que Max tem a habilidade de fazer dos tanques máquinas completamente mortíferas. Logo que o mapa aparece Nell, nossa comandante séquissi, nos avisa que conquistar aquela região é essencial para encurralar as tropas de Blue Moon. E é aí que vem a novidade, agora nossa missão não é mais detonar tudo ou conquistar o QG ínimigo. A missão é conquistar 12 prédios/cidades antes que Olaf o faça, e o problema começa quando fazemos as contas de quantos prédios tem e quantos já estão sobre posse de cada exército. Nós temos apenas 3 prédios, nosso QG e dois prédios daqueles de “construir” novas unidades, enquanto que Olaf tem o mesmo que nós e mais 3 cidades. Você acha q é só isso que dá vantagem pra ele? não é não, as tropas dele estão muito melhor posicionadas para conquistar todos os 5 prédios livres que estão do lado do mapa em que ele está, enquanto que eu estou longe de todos eles e com menos unidades. Até eu conseguir achar a estratégia certa eu perdi 4 batalhas, 3 com Max e uma com Andy.
Eu falhei tantas vezes porque era preciso proteger todos os prédios do meu lado do mapa, que era dividido apenas por duas pontes e havia 1 cidade de cada lado das pontes. Como têm 11 prédios/cidades de cada lado do mapa bastava conquistar os prédios do seu lado e mais um do outro lado pra ganhar e isso foi muito díficil de fazer pois até eu entender que eu primeiro deveria defender os prédios na beira das pontes pra depois ir conquistando os que estavam espalhados pelo meu terreno eu apanhei o tanto que eu falei. Mas na tentativa que deu certo eu fiz tudo perfeitinho, botei uns Mechs na ponte mais próxima do meu QG e mandei os tanques para a outra ponte, alí eu aguentei até eu poder “construir” meus primeiros tanques médios e aí a destruição foi grande, segurei a ponte de baixo até eu arrebentar com a ponte de cima e entrar pelos flancos do exército dele. Nisso eu já ia conquistando os prédios do meu terreno, e quando eu consegui acesso a uma das cidades de Blue Moon eu a conquistei e liquidei a fatura.
Rank C pra mim por ter demorado um pouco mais do que deveria, mas valeu pela estratégia traçada, que foi bem legal! Ganhar após uma sequência de derrotas é mais gostoso também, sangue nos zói total.
As tropas de Blue Moon agora estão enfraquecidas, por isso avançamos mais em seu território e então MAX…é, agora só na próxima parte, a coisa vai começar a pegar fogo.
Até mais galera, espero não demorar mais esse tanto pra aparecer por aqui, as férias estão acabando também, então esperem que aí vem mais!
Cosmão
março 9th, 2010 at 23:26
Bacana esse Fog of War, se acontece algo assim no Shining Force eu to fodido, só duas unidades minhas tem capacidade pra andar bastante hehehe!
Parabéns pelo RetroAventurando-se, tá ficando jóia acompanhar!
Fara
março 9th, 2010 at 23:32
Valeu pelo apoio, ta difícil achar imagens pra ilustrar o que eu digo já que o emulador de GBA do dingoo (sistema nativo) não tira screen shoot. Tô tentando ser o mais claro possível pra suprir esse probleminhas.
Mas vamos em frente, o que tá começado precisa ser terminado! logo tem mais!
Nesbitt
março 10th, 2010 at 8:42
Ae Fara!!! Finalmente botou a mão no Dingoo de novo!! Tá complicado o negócio pra cima de ti, mas não desiste não, isso aí não deve ser pior que a fase tubular do Battletoads!!! rsrsrs
Abs!!
Zolini
março 10th, 2010 at 11:01
Apesar de eu não gostar de games táticos, tá legal de acompanhar esse seu (nosso) retroaventurando…
Cara, quanto a dificuldade das screenshots, você já experimentou o gpsp, para Dingux? Aí lá você vai poder tirar as fotinhas
adneybr
março 10th, 2010 at 11:12
Aêêê, Fara. Tava esperando pela sequência do Retronado. o/
Cara, seguir com cautela em Advance Wars é uma coisa fundamental. Em nenhum momento você pode ir desembestado atacando tudo que vê pela frente, é até melhor perder alguns rounds a mais para analisar a estratégia do inimigo. É quase como um jogo de xadrez.
Eu me empolguei tanto com esse Retronado que estou jogando o jogo desde a primeira parte dele (e já estou na batalha final). Se servir de consolo, você ainda vai sofrer MUUUUUUUIIIITO Fara, heheheheh….
Fara
março 10th, 2010 at 11:42
Pô, vc ta muito mais empolgado q eu, ja ta no fim! hahahahahah valeu pelo incentivo. Eu vou terminar esse jogo sim, é muito bom, mas com a velô que vc terminou é complicado hahahahhaha
As batalhas q eu perdi eu errei feio na estrategia, mas como isso num custa uma gota de sangue de verdade então num tem problema hahahahha
adneybr
março 10th, 2010 at 12:08
É que eu já tinha chegado ao final do jogo antes. Aliás, não só desse, mas do Days of Ruin e do Black Hole Rising, ambos do DS. Digamos que sou um militar de altíssima patente nesse jogo, heheheh…
Mas fica como conselho: cautela e estudo do adversário aqui é fundamental, não dá sair sempre pra cima. Muitas vezes é melhor recuar para formar uma nova estratégia…
sabat
março 10th, 2010 at 12:20
Bate continência pro Adney ô Fara, seu soldadinho mequetrefe!! kkk
André Breder
março 10th, 2010 at 21:48
E o jogo vai ficando cada vez mais difícil… força ae Fara!
adneybr
março 11th, 2010 at 10:53
hahahahahahahaha…
30 polichinelos e 20 flexões soldado!!!! AGORA!!!!!!!!!
kkkkkk
Carlos
março 12th, 2010 at 15:58
Cara, não consigo ver as imagens. Tanto no Blog quanto no Google Reader. Aparece sempre uma imagem mostrando: “Foi mal mas fazer Hotlink é feio!”
sabat
março 12th, 2010 at 16:19
Fala véio, pode tentar denovo?
O blog estava usando um bloqueador de hotlinks mas infelizmente eu vi que ta dando muito problema para os usuários, e resolvi desabilitar.
Vej se normalizou!
Fara
março 12th, 2010 at 18:03
será q o save state do emulador do gba nativo serve no do gpsp? e outra, o gpsp já ta rodando bem?
Nigazallucard
março 13th, 2010 at 2:44
Cara q jog treta!!!! hehehe muito daora acompanhar.
Nao sei se tenho peito pra encarar, mas q da vontade da!!
Como eu ja disse antes.. vo tentar começar pelo 2 do DS.
Excelente Aventura meu amigo!
Keepngoing!!!
Orakio
março 19th, 2010 at 7:01
Rapaz, que bacana esse post… pela descrição que você deu da estratégia de cada parte, a gente nota que o jogo é bem legal mesmo. Já estou me roendo de vontade de jogar.
Orakio
março 19th, 2010 at 10:01
Rapaz, que bacana esse post… pela descrição que você deu da estratégia de cada parte, a gente nota que o jogo é bem legal mesmo. Já estou me roendo de vontade de jogar.