Tempo atrás eu finalizei um especial com minhas 16 maiores heroínas do mundo dos games. Foi uma grande matéria, muito recompensadora e que tive muito prazer em escrever. E mais recompensador ainda foi poder presenciar a  aceitação que ela teve em suas 4 partes! Mas em meio aos comentários do povo, uma coisa que eu li muito foi “Sabat, faz uma com os Heróis meu fi!!” e “Sabat, aguardo a continuação com os heróis agora!!”

Então toma!! Começa agora no Retroplayers, o Top 16 HEROES of Sabat!!

Tá, eu coloco sim o TOP no nome do tréco, mas a verdade é que fora o meu Herói Nº 1 dos games, nem de longe eu consigo definir uma ordem de afinidade entre todos os outros que eu vou citar aqui neste especial, que novamente, terá 4 partes. Também né, durante minha vida de jogador, me deparei com dezenas de personagens de características, tamanhos, cores e raças diferentes mas porém, muito iguais no que diz respeito ao quesito carisma!

Mas assim como a Blaze, que é minha heroína e paixão virtual número 1 dos Games, meu herói predileto também ficará para a última parte da matéria, apesar de que todo mundo já deve saber quem é, ou senão sabe, vai ficar na cara em pouco tempo!

Então… READY?

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Herói:

Sir Arthur, o Cavaleiro

Atuação:

Mundos medievais cheios de zumbis, fantasmas, demônios e a corja toda de entidades mal intencionadas do além!

Especialidade:

A especialidade de Arthur é sem dúvida FICAR DE CUECA SAMBA CANÇÃO, mas isso enquanto ele arrebenta a fuça de todo indivíduo andante ou flutuante que queira impedi-lo de resgatar sua amada princesa Prin Prin (que diabo de nome é esse??).

The Hero

Ghosts’n Goblins. Se você conhece esse nome, é por que provavelmente seu bolso já foi vítima de um game para arcade com esse nome, que era viciantemente maligno e te prendia na frente da telinha enquanto comia suas preciosas fichinhas. E quem controlou Sir Arthur, o destemido protagonista do game que tem logo no início do jogo a sua namorada raptada por uma besta alada enquanto faziam piquenique no cemitério, e que depois parte sozinho com a cara e a coragem para resgatá-la arrebentando a fuça de tudo quanto é criatura maligna que aparecesse, acabou se apaixonando pelo fantástico mundo criado pela Capcom onde o corajoso personagem se aventurava.

Arthur é daqueles cavaleiros que não temem o coisa-ruim não!  Pode aparecer o que for no seu caminho que ele, mesmo que seja de cueca, encara de frente, bate a mão no peito e vai pra cima com sua lança. A Capcom teve até que fazer mais jogos, um mais cabeludo do que o outro e para vários consoles diferentes pra ver se Arthur arregava, mas quem acabava arregando éramos nós jogadores frente à dificuldade insana proposta pela franquia. Eu jogo dês de o fliperama, e só consegui terminar 1 game da franquia toda: Ghouls’n Ghosts para MegaDrive. Mas eu ainda termino o original do fliperama algum dia, pois Arthur merece pela perseverança! Afinal, cavaleiro que é cavaleiro, NUNCA DESISTE!

Por onde anda:

Uma hora ele cansou de bater em demônios e foi amassar o nariz do pessoal da Capcom, da SNK e da Namco nos 2 jogos crossowers: Namco X Capcom (um RPG meio estratégico meio pancadaria ) e Marvel Vs Capcom: Clash of  Super Heroes (o jogo de luta). Depois, continuou incessantemente salvando sua amada Prin Prin da corja de demônios do hell, pois a Capcom adora dar sumiço nela para que o cavaleiro tenha trabalho a fazer. Coisas contratuais né…  O último game estrelado pelo herói de armadura/cueca foi o game Ultimate Ghost’n Goblins, de 2006, para PSP. Aguardo novas aventuras, e em breve, pintará um especialzão com todos os games da série. Só não sei quando será esse breve, mas vai pintar!

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Herói:

Joe Musashi, o Shinobi

Atuação:

Onde  quer que existam organizações terroristas ou clãs de ninjas sedentos por vingança, principalmente se eles estiverem no Japão ou nos Estados Unidos!

Especialidade:

Técnicas ninjas variadas como jutsus milenares de destruição, arremesso de shurikens, arremesso de shurikens com pulo duplo, arremesso de shurikens com pulo duplo e alvos múltiplos, arremesso de shurikens com pulo duplo e alvos múltiplos e salvamento de donzelas prestes a serem esmagadas, e  adestramento de cães assassinos que pegam quem sobreviver a todas as técnicas anteriores!!

The Hero:

Vocês já jogaram tanto um jogo na vida que ficaram viciados a ponto de terminar sem morrer a hora que queriam? Que ficaram viciados a ponto de conhecerem todos os mínimos segredos do game e vidas escondidas, itens e afins? Que ficaram viciados a pondo de brincar com os chefes finais do game e de ficar fazendo time trial imaginário? Esse era eu em 2 jogos para Megadrive protagonizados por Joe Musashi, nosso saudoso Shinobi, e os jogos eram The Revenge of Shinobi, e Shadow Dancer: the secret of Shinobi. Já conhecia o herói pelos arcades comedores de fichas, e quando tive a oportunidade de jogar as aventuras do ninja no meu Megadrive, não deixei por menos e viciei tanto nestes jogos que até comprei os cartuchos!

O Megadrive foi um console que eu comprei cedo. As revistas de videogames já o noticiavam assim que fora lançado e seus jogos apareciam aos montes lotando as páginas delas, então quando tive a chance de comprar o bicho, em meados de 1990, Shinobi foi um dos primeiros títulos que aluguei para jogar. Pensando bem, acho que foi por isso que Ninja Gaiden passou lotado por mim sem causar maiores perdas, pois Joe Musashi era um ninja multiuso que botava o Jiraya no chinelo, protagonista de uma cacetada de jogos originais e ports para diversos consoles, responsável pela época de ouro de uma franquia que hoje em dia, poderia estar no topo das listas de compras dos consoles atuais se não fosse pela falta de competência da Sega.

Por onde anda:

De férias, ou melhor, curtindo sua merecida aposentadoria conquistada a muito custo e corpos perfurados e mutilados de inimigos em uma carreira que perdurou por muitos anos.

Mas mesmo após sua parada, a franquia continuou a receber novos títulos. A katana lendária Akujiki foi passada a ninjas novos que seguiram em frente com 2 jogos para PS2 que teriam sido excelentes se não fosse pelo fator câmera. E Joe Musashi, só pra manter a forma, ainda aparece no primeiro jogo deste console como personagem secreto para mostrar aos mais novos como é que se mutila um ninja safado rival à moda antiga.

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Herói:

Donatello, a tartaruga ninja

Atuação:

Esgotos, bueiros, becos escuros, vielas sombrias e pizzarias de Nova York!

Especialidade:

Descer a paulada nos capangas do Shredder, o que inclui rinocerontes e porcos do mato mutantes, um robô humanóide com um chiclete vivo na barriga e um leva de andróides coloridos brigões descerebrados. E depois ainda sobra tempo para arrebentar o próprio Shredder, salvar a retardada April e ainda comer uma pizza com a família!

The Hero:

Olha, eu não estaria brincando se dissesse que Teenage Mutant Ninja Turtles: The Arcade Game foi 50% do fator que me fez repetir de ano no 2º grau uma vez. Eu simplesmente não ia pra escola, eu ia para o shopping  jogar TMNT e Rad Mobille (os outros 50%)!! Era uma festa, sempre jogáva-mos de 4 amigos juntos, salvava-mos o game sempre e todo mundo já sabia que o Donatello aqui já era direito de posse, pois eu não abria mão do alcance que o bastão proporcionava.  Agente usava no máximo 2 fixas cada para terminar, pois de galera o jogo tende a ficar mais fácil né. Então a jogatina era barata e proveitosa, o que a tornava super atraente e me fazia ir praticamente todos os dias ao shopping em vês de ir pra escola.

Só não entendo é o por que de só eu ter repetido de ano e o resto da turma não… mistérios de um viciado!! O mais legal é que a turma toda repetiu no ano seguinte e eu passei, ai juntou tudo de novo e foi a mesma zona no shopping. Só que eu já era mais responsável né, já sabia me controlar… Tá bom, eu confesso, eu ja tinha Megadrive e jogava TMNT The Hyperstone Heist e isso supria a minha necessidade de jogar no shopping todo dia!

Donatello era a minha tartaruga preferida mesmo! Todos os jogos da série que eu joguei, e foram muitos, eu só jogava com ele e meu desempenho era realmente maior controlando o cabeça pensante da família de ninjas mutantes comedores de pizza. Principalmente no 1º game para arcade, que eu considero o melhor e mais técnico disparado de todos os jogos da franquia.

Por onde anda:

Donatello e seus irmãos ninjas verdes foram ressuscitados recentemente em dois jogos: um terrível para XBla, que pretendia ser um remake do segundo jogo para arcades, o TMNT: Turtles in Time, mas que acabou por ser um dos maiores fiascos do ano passado, e um para Nintendo DS com gráficos horríveis e jogabilidade escrota que foi outra bomba. Assim o herói voltou a encher a pança de pizza de mussarela enquanto treina os ensinamentos de Mestre Splinter em sua toca nos esgotos de Nova York com seus irmãos.

Eu fico então aguardando ansiosamente por uma verdadeira volta desse quarteto de lutadores mutantes, algo que faça jus a esse pessoal que tanto cativou nossa infancia nos fliperamas, nos videogames e nas manhãs do show da Xuxa.

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Herói:

Megaman, o robô  Nº 01

Atuação:

O mundo, em um futuro próximo, distante, muito distante, distante pra cacete, alternativo, distante e alternativo, e por ai vai!

Especialidade:

Explodir criaturas robóticas criadas com o intúito de detonar com a humanidade, clonar suas armas, e continuar destruindo elas. Mega também é especialista em azedar os planos de um clã de carecas malvados que tem como principais integrantes, um cientistas maluco chamado Wily, e um robô revoltado chamado Sigma.

The Hero:

Quem nunca jogou Megaman? Quem ousaria deixar o Blue Bomber de fora de alguma lista de grandes heróis dos vídeo games de todos os tempos? Bem, talvez um ou outro cara que devida à pouca idade, nunca tenha jogado os games de PSX pra trás do robozinho azul milenar da Capcom. E põe jogo nisso aí viu! Só a série clássica ja conta com 10 jogos, mais 8 da série X, e um monte de spin of’s espalhados pelos arcades e consoles mais populares do planeta. De acordo com a Capcom, existem mais de 50 jogos com o nome Megaman no título, o que culmina em uma das maiores e mais rentáveis franquias de jogos de todos os tempos. Eu conheci o robozinho em seu terceiro game, e de início tomei um verdadeiro côro do jogo. O jogo tinha uma dificuldade que eu ainda não havia enfrentado em um jogo de videogame, era um bem vindo ao inferno no estilo Megaman de ser, que marcaria minha vida de jogador fã nato para sempre. Logo comprei Megaman 2 e viciei demais, pra mim o melhor game da franquia clássica.

Depois foi um avanço natural jogar tudo que aparecia do Blue Bomber, como o primeiro game (o mais difícil de todos) e novamente o 3º game, que agora mais experiente, consegui terminar sem tanta dificuldade. E continuei jogando até surgir a série X no SNES, que revolucionou o jeito de se jogar Megaman, inovando a franquia da Capcom em vários aspectos, coisa que acontece até hoje com séries paralelas, continuações e afins. A franquia Megaman é tão forte que até seus personagens coadjuvantes recebem séries próprias, como é o caso de Zero, personagem que ninguém sabe se é o Protoman evoluído (assim como a Capcom nunca disse se X é o Megaman original evoluído também) mas que ficou tão famoso que passou a ser personagem controlável do Megaman X3 pra frente, e que recebeu uma série de jogos próprios no GBA.

Megaman provavelmente tem um lugarzinho guardado no coração de todo retroaventureiro, se bem que no meu, ele tem uns quatro!! É sem duvida um dos personagens mais marcantes da indústria do entretenimento eletrônico, e um dos personagens mais queridos e conhecidos de todos os tempos.

Por onde anda:

Ele não pára! O robô azul já possui dezenas de jogos espalhados pelo mundo, já foi personagem de 2 desenhos animados, protagoniza mangás e animês especiais pelo Japão, já virou até marca de energético, e Recentemente recebeu 2 títulos novos da franquia clássica: Megaman 9 e 10, ambos para as redes On-line das plataformas domésticas atuais da Sony, Nintendo e Microsoft. É mole? Não, eu quero é mais! Não vejo a hora de poder comprar um console desses da nova geração para que eu possa jogar Megaman 9 e 10, e espero que aproveitando essa onda de jogos retrô que assola as grandes fabricantes, a Capcom lance uma continuação decente para a série X, por que depois do 5º jogo essa franquia perdeu muito em qualidade principalmente pelo fato de inventarem em fazer jogos em 3D. Que tal alguns jogos em 2D de alta resolução Capcom? Nada mau né?

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Bom rapaziada, com isso eu termino a primeira parte do especial HEROES of Sabat! Como sempre, foi muito trabalhoso escrever e editar uma matéria deste tamanho, mas no final das contas, a sensação de satisfação é grande!

Não percam as próximas 3 partes galera, garanto que vai ser bem legal, e espero que tenham gostado!

Fim

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Herói:

Alisia, a domadora de Dragões

Atuação:

Mundos medievais povoados por criaturas mágicas, feiticeiros cheios de más intenções e guerreiros bárbaros que queiram perturbar a paz em Alisia Dragoon.

Especialidade:

Mandar seus dragões de estimação comerem vivos todos os cabras da peste citados no parágrafo acima. Caso isso não se concretize, ela ainda tem um poderzinho mequetrefe: controlar raios mortais assassinos que pulverizarão os sobreviventes.

The Hero:

Foi o primeiro jogo da GAME ARTS que eu joguei na vida, e foi inesquecível não por ter uma protagonista mulher, e sim por que o jogo era

Por onde anda:

De férias, e sem prazo definido para voltar. A heroína foi uma das primeiras da história dos games a protagonizar um game para os consoles caseiros,

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