Cá estamos nós para que meu dever seja cumprido. O prometido era que eu lhes deixassem a par do meu avanço no jogo Advance Wars para GBA (e que meus próximos textos seriam menores), e que assim seja!

Como eu havia vos dito, após terminar o treinamento de campo, o modo CAMPANHA foi liberado no menu do jogo e é aí que nossa história começa de verdade.

Nosso trabalho agora é avançar no campo de batalha. Ainda em terreno do país Orange Star (o país que nós defendemos) encontramos Olaf (do país Blue Moon) novamente. Este salafrário ainda não desistiu de dominar nossos territórios e ainda por cima ta achando que sem a Nell (a CO loiraça que nos treinou) ao nosso lado nós não seremos páreo para ele.

E então nossa primeira batalha em nossa campanha se dá contra Olaf. Nesta luta nos é apresentado novas caracteríscas da batalha.  Aprendemos a usar o CO Power de Andy (o CO que nos acompanha de agora em diante) e que só podemos usá-lo quando o medidor de poder está completo. Isso só ocorre após alguns turnos de batalha sanguinolenta(mas sem nenhuma gota de sangue viu, mamães e papais podem liberar o jogo pras crianças).  O CO Power de Andy recupera 2 pontos de HP de todas as nossas unidades e na rodada em que o usamos nossas unidades também ficam mais fortes. Isso tudo é possível porque Andy é um jovem mecânico reparador de danos. É preciso usar essa habilidade com um pouco de esperteza pra não jogar fora seus benefícios.

O mapa a partir de agora passa a ser um pouco maior do que nos treinamentos e, ao que me parece, um pouco mais traiçoeiro também.  Mas isso não impede que nós arrebentemos nossos adversários, e foi o que eu fiz com Olaf  e ele engoliu cada palavra que disse sobre nós não sermos páreos para ele hehehehe. Eu poderia ter feito isso de duas maneiras: 1. Dominando o Quartel General (HQ) dele; ou 2. Destruindo todas as unidades inimigas. Eu optei pela 2ª pois foi o que pareceu mais fácil no momento.

Meu rank nessa missão foi B, e o que conta para o ranking é: Tempo gasto para concluir a missão, Quantidade de Unidades inimigas destruídas e Quantidade de Unidades restantes no seu Batalhão.  Meu rank B deveu-se principalmente porque eu demorei um pouco para destruir tudo e perdi algumas unidades em batalha. Nada muito preocupante, o importante é REBENTARRRR!

Com Olaf enxotado partímos com meu exército país a dentro. Olaf está preparando outro ataque só que desta vez manda um de seus subordinados como comandante de missão: Grit, the gunfighter. Esse maluco é um adversário interessante, suas unidades de ataque à distância têm um alcance maior do que o normal e seu CO Power aumenta ainda mais esse alcance. Agora imagine isso num campo de batalha onde o acesso ao QG (ou HQ) inimigo é separado de onde você está por apenas uma ponte. E entre você e esta ponte tem duas unidades de ataque a distância separadas de tal forma a cobrir (quase) todo os espaço pelo qual você pode passar! Mais ainda, do outro lado da ponte tem mais duas unidades de ataque pesado à distância.

Precisei de um pouco de tempo pra preparar minha estratégia, mas isso não me entristeceu, muito pelo contrário. Eu tive uma vantagem nessa luta embora eu tenha começado ela com apenas 5 unidades e só duas de ataque pesado (um tanque médio e um tanque de artilharia). Nell me concedeu duas bases de comando. Nessas bases você pode comprar novas unidades de ataque conforme suas finanças lhe permitirem, e foi aí que eu ganhei o jogo. Montei vários tanques médios que eram mais resistentes e sacrifiquei alguns em detrimento do meu objetivo de destruir as unidades de ataque a distância de Grit.

Agora não ache que você tem dinheiro infinito não, para conseguir grana é preciso conquistar as cidades que estão espalhadas pelo mapa e manter uma unidade nela para que a cada rodada você ganhe uns trocados.

Com o alerta de Nell sobre os poderes de ataque a distância de Grit, que ela conhecia pois Grit foi “amigo” dela enquanto ele ainda fazia parte do exército de Orange Star (bem como Olaf), pudemos ganhar essa batalha. Desta vez dominando o QG adversário pois um tanquezinho adversário maldito estava muito longe do meu batalhão de ataque, aí ficou mais fácil dominar o QG. Novamente ganhei Rank B.

No fim das batalhar ganhamos umas moedas para comprar alguns mapas no menu principal do jogo, ainda não sei se esses mapas farão diferença nas campanhas, tentarei descobrir.

Agora que detonamos o pobre do Grit, fomos mandados a uma ilha de Orange Star que supostamente estaria vazia. E aí somos pegos de surpresa por……Aguardem a Parte 3 desse RetroAventurando-se!

Até mais galera!

P.S.: Não consegui fazer um texto muito menor =(

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Fim