RetroReview: Zillion II – Tri Formation (Master System)
Por Cadu Em 22 nov, 2013 as 02:38 PM | Com 2 Comments

Olá caros amigos retroaventureiros, como estão? Eu nem vou fazer mais a piada de que só falo de jogos das plataformas SEGA por aqui que até ela já ficou clichê, né? Não tenho culpa, cresci jogando estes jogos, e se tem alguém que é culpado nessa história, esse alguém é o jogo do qual falarei neste post.

Até onde minha memória já desgastada pelo tempo consegue me fornecer informações, o Master System foi o terceiro console que tive o prazer de jogar nessa carreira gamística de tantos anos. Isso porque já conhecia o Atari e tinha jogado um jogo de um cara bigodudo que pegava moeda e pulava em tartarugas e bichos estranhos, num videogame que eu desconhecia que até achei legal, mas não mexeu tanto comigo. Não sei explicar bem a razão disso, eu estava diante do clássico dos clássicos, mas sabem como é cabeça de criança. Que fique claro que eu disse tudo isso sem querer fazer comparações entre os consoles rivais de 8 bits. Não me entendam errado!

No fatídico dia em que conheci o Master, um certo jogo estava plugado nele, um tal de Zillion II. Opa, peraí, Zillion II? Como assim? Seria um jogo baseado naquele desenho que eu gostava tanto? Pra minha felicidade era sim, descobri isso quando o videogame foi ligado. Quanta felicidade, daquele dia em diante eu passei a desejar muito um Master System, e felizmente mais pra frente meus pais tiveram condições de me dar um. Adivinham com qual jogo? É, meus caros, Zillion II!

Desde então vim acompanhando tudo que era da SEGA e que nos era trazido pela TecToy, pelo menos durante as eras de 8 e 16 bits. Foi aí que me apaixonei por Sonic, Alex Kidd, Shinobi, Fantasy Zone, Phantasy Star e tantos outros clássicos bacanas que joguei ao longo da vida. Mas chega de relembrar o passado e vamos ao que realmente interessa, falar sobre o jogo!

Eu não vou falar sobre o desenho (tá, eu sei que é animê, mas eu não consigo pronunciar esse termo!), já que falei dele no post sobreFantasy Zone do Game Gear, e ficaria repetitivo. Mas recomendo fortemente que, caso vocês não conheçam essa obra, deem uma olhadinha no post simplesmente porque Zillion é um desen… ANIMÊ MUITO BOM e que vale a pena conhecer, sem contar que evitará possíveis dúvidas aqui no review! Então, vamos começar por sua história.

Na última aventura dos White Knights no primeiro Zillion do Master System, J.J. se infiltrou com sua pistola alienígena no labirinto do império Noza situado no Planeta X para resgatar seus companheiros Apple e Champ (eu avisei pra vocês lerem o review do Fantasy Zone…) Quando reunidos, os três heróis foram capazes de programar a auto-destruição da base e sair de lá com vida. Entretanto, algum tempo após esta última aventura, um pedido de socorro pouco compreensível foi recebido no quartel general dos White Knights. A mensagem foi enviada de um lugar longínquo do sistema planetário informando sobre uma gigantesca fortaleza do império Noza surgindo na galáxia. Apple e Champ imediatamente partem para investigar a fortaleza, mas acabam desaparecendo. As últimas palavras que foram ouvidas de ambos foram “Salve-nos, JJ! O Barão Ricks…”.

E assim começa o jogo, com o valente herói equipando sua Zillion e partindo em mais uma aventura para, mais uma vez, salvar seus companheiros e frustrar os planos do maléfico Ricks e do império Noza.

Lançado em 1987 no Japão pela SEGA também em parceria com a Tatsunoko, Zillion II é um sidescroller de ação que possui fases que alternam entre dois tipos de jogabilidade, onde em um deles JJ percorre longos corredores com um triciclo que se transforma em robô chamado de Tri-Formation (no anime, o veículo é conhecido como Tricharger); no outro tipo, o herói encara a fase a pé. Como disse, o jogo alterna entre estes dois tipos de fases, sendo quatro para cada estilo, totalizando oito fases.

Exemplo de jogatina no modo Tri Formation

Nas fases ímpares, onde controlamos o Tri-Formation, a jogabilidade é bastante similar à de um shmup horizontal, ou seja, a tela se movimenta sozinha e o jogador poderá atirar, saltar com a moto, se abaixar para atirar rente ao chão e movimentar o Tri-Formation pela tela.

O objetivo das fases é basicamente atirar em tudo que aparece e chegar vivo no final. Nelas surgem diversos inimigos, como guerreiros da tropa Noza que aparecem a pé ou com Jetpacks, canhões e outras máquinas e dispositivos de segurança das bases inimigas.

Nestas fases é possível aumentar o poder da arma coletando os itens “Z” que aparecem na tela. O máximo que o jogador pode acumular são três e nada acontece se o jogador pegar mais desse item. Ao atingir o nível máximo, os tiros ficam um pouco maiores e mais poderosos, podendo atravessar os inimigos e, consequentemente, derrotando vários de uma vez. Com nenhum, um ou dois “Z” acumulados, o tiro permanece com o mesmo poder. Ao perder uma vida, o contador volta para zero, ou seja, só vai fazer diferença o “Z”se o jogador coletar 3 deles e permanecer vivo para poder usar!

Dentro destas fases existem outros itens que podem ser obtidos. O item “L” serve para recuperar o Life do personagem completamente. Já o item “A” serve para transformar o Triformation no Armorater, um mecha que serve de armadura para o personagem e que é capaz de voar. Aí sim é que o jogo acaba se tornando um shmup. Nas fases cinco e sete do jogo, aliás, o jogador já começa com o “A”, e ele é obrigado a se transformar logo de cara, pois o chão possui uma armadilha de alta voltagem contínua que vai tirando aos poucos o life do personagem se ele teimar em não voar.

Mesmo que estas fases sejam parecidas com jogos de navinha, a dificuldade é muito menos acentuada que outros games deste gênero, mas as últimas duas dão algum certo trabalho ao jogador, especialmente a última fase, onde em alguns momentos a tela fica bem carregada de tiros. Bullet Hell? Não, não vamos exagerar também. Se fosse assim, dificilmente eu estaria falando do jogo aqui, ainda mais ruim do jeito que sou nesse gênero. Provavelmente o texto seria do Sabat ou do Jeff, que são feras no assunto e estão debulhando os jogos do sucessor do Master.

Nestas fases, é possível também selecionar os outros heróis do anime (Consegui falar anime!), que são resgatados nas fases dois e quatro do jogo (falarei disso mais pra frente). O engraçado é que conheci algumas pessoas que não sabiam disto, já que para fazer, era necessário apertar qualquer botão no segundo controle ligado no Master System. E quem nunca tinha visto a cor do manual ia adivinhar isso como? Fazer isso ajudava a “recuperar” todo o life do personagem. O problema é que cada um dos outros heróis podem ser utilizados apenas uma vez, mesmo que terminem a fase intactos. Por esta razão é bom que o jogador utilize este recurso com sabedoria.

Salvar os companheiros é algo que pouca gente sabe para quê serve no jogo!

Já nas fases pares, como foi dito, JJ terá de encarar seu trajeto a pé, enfrentando soldados Noza que podem vir também a pé ou com jetpack. Eles podem surgir andando, de plataformas altas ou mesmo pular de um buraco para surpreender o herói. O jogo se transforma num shooter sidescroller onde o personagem pode pular, atirar e se abaixar. A dificuldade dessas fases não é tão alta também, talvez traga alguma dificuldade na primeira vez que for jogada cada uma delas, mas depois de decorado fica relativamente fácil.

Nas duas primeiras fases deste tipo de jogabilidade, ou seja, na segunda e na quarta do jogo, JJ poderá resgatar seus companheiros Apple e Champ (nesta ordem), e ao contrário do que acontece nas fases ímpares, eles não podem ser utilizados nas fases a pé. Outra coisa ausente nestas fases é o aumento de poder da Zillion: JJ terá disponível apenas o poder mais fraco da arma.

No final de cada uma das fases há uma porta que leva direto ao chefão… ou líder, como queiram. Ao todo são quatro (não diga!): o capitão do pelotão Oblivion, o líder de defesa Radajian, o comandante supremo Alleevian e, por último, Barão Ricks, o Noza mais poderoso do exército invasor e arqui-inimigo de JJ.

Zillion II não é um jogo de dificuldade moderada pra uma primeira jogada, mas tranquilo de se vencer depois que você pega o jeito. Além disso, ele é bastante curto. Já consegui terminar ele em menos de meia hora. E se eu consigo, qualquer um consegue tranquilamente.

Apesar de ser totalmente linear (diferentemente do primeiro jogo da série que possui mais exploração), é um jogo divertido e que vale a pena ser conhecido. Pra mim está entre os jogos mais divertidos do console não só pela nostalgia ou pelo anime em si, mas por sua jogabilidade mais descompromissada e sem grandes fatores complicantes.

Graficamente ele é bem bacana para um console de 8 bits, sendo muito mais bonito que seu antecessor. Já a parte sonora agrada bastante, apesar da repetição de músicas. Elas são baseadas nas do próprio anime, brilhantemente reconstruídas no console 8 bits da SEGA.

A emoção de derrotar pela primeira vez o Barão Ricks está viva até hoje na minha memória. Inclusive relembrei isso nos comentários de um RetroFast que rolou por aqui antes que eu fizesse parte da equipe. A pergunta era “qual o primeiro jogo terminado por cada um dos membros da equipe do blog e pelos leitores”. Quando respondi aquilo, parece que acabei vivendo mais uma vez aquela emoção de derrotar o ser mais poderoso do desenho, que ninguém conseguia atingir com as Zillion, mesmo ela tendo um tiro extremamente veloz.

Para finalizar o post, uma curiosidade que gostaria de contar é que na parte de trás da caixa tinha uma imagem que mostrava uma das fases a pé, só que na parte de cima da tela mostrava a potência da Zillion além do life do JJ, como se as mesmas características existentes nas fases com o triciclo existissem no outro tipo de fase. Já a foto da fase de tricilo possui um indicador de combustível, que não aparece em momento algum do jogo. Eu fiquei maluco com essas coisas quando criança, procurei em revistas, tentava sequências malucas de botões em diversas telas do jogo, achava que era algo escondido nele. Sério, eu tentei de tudo! Até mesmo (muitos) anos mais tarde com o recurso de Internet mais presente em nossas vidas, tentei pesquisar a respeito, mas nada encontrei. Provavelmente tiraram alguma foto da versão beta do jogo que talvez tivesse esta informação, mas que na versão final removeram. Alguém sabe algo sobre isso?

O que faz o poder da arma lá em cima na fase a pé? E esse “FUEL” na fase de triciclo?

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Nota final: este texto todo é uma adaptação do primeiro review que fiz na vida no meu blog pessoal, tentei adicionar uma “dose de Retroplayers” pra ficar mais a cara do site e, claro, agradar o líder Sabat que eu sei que também é grande fã não só do anime como de sua produtora, a Tatsunoko. Não, eu não sou puxa-saco, só estou tentando recuperar o vale coxinha que ele cortou do meu humilde salário. Eu acho que assim eu recupero, hein?

Espero que tenham gostado.

Obrigado a todos pela leitura e até o próximo post!

FIM

- Velho caduco, fã de Sonic (sim, dos jogos ruins também), viúvo da SEGA assumido e mestre absoluto das piadas ruins. Tem esperança de que algum dia surgirá um Final Fantasy Tactics novo tão bom quanto o primeiro.

  • Thiago Mascherpe Spinetti

    ótimo review!!! eu não conhecia este jogo mais irei tentar achar uma cópia!!! bom trabalho!!!

    • Cadu

      Opa, valeu Thiago!
      Tente experimentar sim que o jogo vale bastante a pena! :D

  • Marvox

    Sensacional! Era meu jogo garantido todas as vezes que chegava na locadora. Joguei muito Zillion II, terminei no próprio Master System e foi muito interessante comentar esse lance do motivo de resgatarmos os amigos do J.J. Não lembro de ter visto isso em outro lugar. O foda é que para quem não pegou na caixa, no manual e conhece apenas por emulação jamais vai descobrir esse “Easter Egg” doido que existe no jogo. Agora com esse review isso pode ser resolvido. No lance das informações misteriosas que víamos na traseira da caixa, e não só nesse jogo como em muitos outros jogos do Master System, é curioso ver como existiam imagens que você não encontrava dentro do jogo. Um outro bastante clichê é a imagem do Alex Kidd in Shinobi World nos catálogos de imagens que acompanhava o cartucho, eu sempre me perguntava “que fase é essa que eu nunca ví”. Depois ficou óbvio que era uma imagem do jogo beta. Acho que essa é a magia do Master System, deixar essas imagens misteriosas para jogar até os dedos cair e mesmo assim querer jogar de novo para saber se algo passou despercebido. Zillion II é ótimo em todos os aspectos e mesmo as músicas sendo repetitivas o clima de diversão do jogo não cai, pelo menos para mim não. Nostalgia 1000, parabéns!

    • Cadu

      Cara, esse jogo realmente é daqueles que valia muito alugar várias vezes, tipo de jogo que não enjoa. Pra mim não cai nada a diversão pelas repetições de músicas, pelo contrário, ficou tão bem adaptada as músicas do anime no jogo que não tem como não assoviar/cantarolar junto, enquanto detona alguns Nozas! hehehehehe
      O detalhe dos companheiros do JJ eu citei pq sei que muita gente realmente não conhecia, isso já aconteceu em conversa com pessoas que achavam que eu estava zuando ou algo assim.
      Bem lembrado o detalhe do AK in Shinobi World, eu realmente não lembrava disso, mesmo! Mas é verdade! O Master era cheio dessas, se pararmos pra avaliar, certeza que encontraremos muitos outros detalhes desses. Acaba sendo uma das grandes magias dessa era de ouro que não volta mais, né?
      Valeu Marvox!

  • CODY

    Não sei se é porque estou mais velho e ficando sem paciencia, mais achei o jogo bem mais dificil ao joga-lo agora do que na época do master, aqueles bicho tipo opa opa que vem de monte na 2º fase me lembrou as medusas do castlevania, por ser um jogo de apenas 1 mega não tem mta estrategia para se passar de fases, fiquei atirando direto para que todo inimigo que aparecesse na tela ja fosse morto, mas os tiros sempre vinham na minha cara, vale mais pela nostalgia;

    • Cadu

      Hmmm, deixa eu perguntar… vc tentou jogar no teclado? Eu fui tentar jogar aqui e levei uma surra fenomenal, mal passei das primeiras fases, foi bem ridículo. Por alguma razão mística este jogo precisa de controle, pelo menos pra mim.
      Muito boa a referência das cabeças de medusa do Castlevania, digamos que nesse jogo é um pouco menos trabalhoso, mas ainda assim incomoda.
      E, claro, eu gosto mais de um jogo voltado para estratégias para derrotar inimigos do que um amassador de botões, mas esse jogo em específico acaba sendo divertido. Apesar que isso vale mais pras fases de triciclo do que a pé. Talvez vc tenha razão quando diz que é o fator nostalgia “entrando em campo”, mas não tem jeito, este jogo é um grande xodó!
      Valeu Cody!

      • CODY

        Cadu, no teclado eu sou pessimo para jogar, não consigo jogar nem o river raid, jogo num controle de ps2 para pc, mais é bom se aprimorar no joystick, principalmente se quisermos terminar jogos dificeis igual a este;

        • Cadu

          Ah entendo, eu também levo um baile dos jogos em teclado, só passo vergonha.
          Mas ainda bem que vc tem a alternativa ao teclado, senão não tem como… hehehe!

  • Dactar

    Sempre gostei destas capas esquisitas do Master System kkkkk Agora quem sabe eu jogue pra valer o Zillion 1 e depois o 2.Faz tempo que to querendo jogá-los, mas sempre algum jogo acaba furando a “fila”.O anime sofre do mesmo problema.Parei pela metade,preciso terminar de assistir.Só pra registrar quero dizer que a música de abertura “Pure Stone” é uma das coisas mais lindas que um fã da cultura japonesa oitentista pode ouvir.
    Falou Cadu!

    • Cadu

      Cara, as capas dos cartuchos de Master eram bem esquisitonas mesmo, nunca deixei de achar engraçadíssima a do Pro Wrestling por exemplo. Já devo ter te falado isso algum dia. Mas desde criança eu achava muito estranho um cara carregando a própria cabeça (eu sei, eu sei, não é bem isso, mas desde pequeno achava isso! hahahaah).

      Pure Stone é de fato isso mesmo que vc descreveu. Gosto muito da música de encerramento também! A de abertura ficou bem bonita no Zillion II, quem sabe isso não te anima a tentar dar uma chance pro jogo? Uns 45 minutos vc zera ele, já tem experiência de sobra desde a época do Atari… pelo menos é o que seu nick sempre passou, né? hhuahuahuahua… desculpa a piada infame!

      Valeu Dactar!

      • Dactar

        huahuahauhsuhsua essa do Pro Wrestling eu não tinha visto, ou vi e esqueci com o tempo he he he.Pode crer Cadu,sou um velho lobo do mar que joga desde 1988,o que não significa que sou foda em tudo que é retrogame kkkkkkk,aliás experiência nenhuma faz eu jogar bem jogos de navinha,por exemplo,sou mais plataforma he he he.Com certeza em breve vou jogar Zillion.
        Falow!!!

        • Cadu

          Sei como é, eu sou péssimo em jogos de navinha, de luta e… na verdade todos os gêneros, acho experiência não conta tanto assim mesmo! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • aki é rock

    Nunca cheguei a jogar o primeiro jogo e nem o segundo mas sou um grande fã do anime pois que tenho todos os episódios gravados do dvd original.Com menus e informações a respeito do anime fora algumas ilustrações que tem e também o ova e a trilha sonora que é bem interessante.

    • Cadu

      O OVA vc chegou a assistir, Rock? Eu nunca o vi, nunca me lembro, preciso fazer isso algum dia!
      Esse DVD original é o que tem os dois eps que não saíram no Brasil com legendas, né? Eu já vi, mas não o tenho… pretendo um dia.
      A trilha sonora é sensacional do anime, bem oitentista mesmo, como disse o Dactar no comentário acima!
      Já os jogos, acho que vc deve dar uma chance a eles, em especial o segundo. O primeiro vc tem que ter um pouco de paciência, mas é bacana também. O segundo com médio empenho vc zera numa boa!
      Valeu Rock!

  • Edmar Dos Santos Neto

    Depois dizem que video game é coisa de retardado e nego reclama.

    • http://www.retroplayers.com.br Sabat

      Quanto ódio nesse coraçãozinho cristão meu amigo!

      • Cadu

        Esse tal de moderador deve fazer parte da White Nuts! Eficiente! :)

  • Celio Alves

    Esse lance das imagens ilustrativas mostrarem elementos que não existem no jogo acontece mesmo.
    Já vi várias capas assim, principalmente das eras 8 e 16 bits.

    Uma recente que lembro foi a do RE: Code Veronica, onde uma imagem ilustrativa mostra Claire usando aquela roupa clássica de RE2. Na época, consultei diversas revistas que mostravam truques de RE:CV e não encontrei esta dica. Nem código de Game Shark. Mesmo no mundo pós-internet ainda não achei uma dica de como habilitá-la com esta roupa.

    A tal imagem da Claire eu vi no print deste jogo na caixa do DC da Tec Toy.

    • Cadu

      Essa do RE: Code Veronica eu não sabia, eu até poderia dizer que a Tec Toy gostava de nos trollar ou tava muito acelerada pra colocar imagens na capa que não percebia o que fazia, mas no caso do Zillion II, essas imagens aí aparecem nas capas americana e européia também. Curioso demais! Adoraria ver esta versão “beta” (ou seja lá o que for) rodando em algum emulador. Esta não, todas as que querendo ou não nos iludiram nas eras 8 e 16 bits, que por sinal bem lembrado, época mais comum de acontecer este tipo de coisa.
      Mas dá uma frustração tentar de tudo e nunca descobrir o que era realmente, mesmo no mundo moderno com tanta informação espalhada pela Internet, não?
      Valeu Celio!

  • elcioch

    ótimo game! acho estranho que na tela titulo esteja escrito tri formation ao invez de zillion talvez porque as parcerias já andavam meio braba que é fan de zillion já deve saber do que estou falando!
    sempre achei complicado conseguir fechar o game de morria sempre na fase em que viro robô bem mais a frente do game onde chovia hordas de tiro que et arrancam um belo life! ficava desesperado (energia cadê você?) era raro conseguir finalizar, pra ajudar eu usava um bug que o game tem, tem uma certa fase em que você anda de moto ou pode se transformar em robô para evitar buracos e espinhos era possível andas sobre os espinhos sem perder energia! carai que doideira!
    pouco tempo atrás tava re-jogando e sem preocupação bem sossegado da vida eu consegui terminar, what? fiquei surpreso pelo feito. isso que nem tava interessado em terminar já que nunca consegui e fazer continues era inútil.
    sabia que dava pra salvar os amigos, mas jogar com eles não!
    ou eu entendi errado tuas palavras.

    • Cadu

      Sim sim, elcioch! Muito provavelmente o nome alterado tem a ver com a quebra de parceria. Uma pena que aconteceu isso, quem sofre são os fãs… mas faz parte da vida.
      Cara, eu não sei que fase tem esse bug, sério mesmo? Vou dar uma testada depois, fiquei muito curioso. Pq são duas fases que vc já tem a transformação pro Armorater disponível desde o começo.
      Vc entendeu certo as palavras, dá sim para jogar com os amigos, mas apenas uma vez com cada. Ajuda a terminar o jogo, mas vc mesmo deve ter percebido que nem é tão necessário assim. Dá pra termina-lo em uma jogada mais descompromissada, como vc mesmo experimentou. Aliás, muito louco isso, a gente acaba se surpreendendo com o desempenho e fica super satisfeito, dá vontade de voltar no tempo e dar um peteleco na cabeça de nós mesmos crianças, né? hahahahahaha!
      Valeu elcioch!

      • elcioch

        o bug acontece mais a frente não é na primeira vez que aparece esta fase da moto em que você pode se transformar em robô para evitar os espinhos.
        eu descobri isso na gagada! tava eu lá louco desviando dos tiros que vinha em cima e em baixo e das naves fantasmas aparecem do nada praticamente em cima de você.
        perdendo uma energia do cão eu acabei voltando na forma de moto! e Naaaooo! pensei morri, ja que andar em cima dos espinhos perde energia, mas algo tava errado a energia não diminuía, eba! posso andar com a moto sem temer os espinhos!
        estranho que sabendo disso tentei na primeira vez que essa fase surge e não dava certo.
        estranho não! acho que foi falha na hora de programar, mas mesmo descoberto isso eu hoje eu não uso mais porque de qualquer jeito acho essas fases as mais difíceis.
        e é por culpa delas que na maior parte das vezes eu não chego no fim.

        • Cadu

          Pô, preciso ver este bug acontecendo. Agora que a rotina tá voltando ao normal eu vou tentar isso. Mas imagino aquele mini ataque cardíaco seguido de alívio total por causa do bug, deve ter sido bem engraçado! huauhahua!

  • Ivo

    Eu adoro Zillion e finalmente resolvi baixar o anime depois ler esse post seu. Eu não vi o anime até o final! Deve ser maneiro! Esse jogo é muito bom, joguei ele em emulador, mas também não cheguei a fechar… acho que está na hora.

    E realmente você levantou uma questão FODASTICA. Nas caixas de Master sempre tinha fases que não conhecíamos. No jogo Sonic 2 de Master tinha algo assim se não me engano.

    Adorei o review Cadu, parabéns =) E bora fechar battletoads!

    • Cadu

      Ivo, veja até o final, assim que possível. Infelizmente não terminou da melhor forma possível, mas é bom o suficiente pra ser inesquecível (que poético, não? kkk).
      No Sonic 2 não me recordo da fase, lembro mais da versão beta do jogo pro Mega Drive que tem toda aquela história da Hidden Palace e etc. Mas a versão de Master eu realmente desconheço, como pretendo falar do jogo um dia, vou procurar informações a respeito, valeu por ter mencionado! :D
      Bora fechar Battletoads, certeza! Depois a gente tenta em dupla tb, vamos superar o TH e o irmão dele! hehehehehehe!
      Valeu Ivo!

  • Cristiano Kolling

    Sensacional essa informação da Apple e Champ. Eu tenho o jogo completo, já vi o manual mil vezes e nunca prestei atenção nessa informação! Sempre considerei Zillion 2 dificílimo (para meus BAIXOS padrões) e até hoje não consegui terminá-lo. Após esse relato, tentarei finalizá-lo nas minhas férias, que já estão pertinho! Ótimo review!

    • Cadu

      Eu não me lembro de cabeça do manual, infelizmente não tenho mais o jogo completo, apenas loose, um dia eu faço a doidera pq é um jogo com muito valor sentimental pra mim, como vc pode ter percebido. Mas vc que leu e releu não viu nada sobre lá? Queria saber como eu sei disso então. Será que vi em alguma revista e não estou lembrado? É possível, sabe como é a memória de gente que já passou dos 30! hahuahuahuahu
      Vc se disse com “baixos padrões”, eu não sou lá grandes coisas jogando, os caras aqui do RP me detonam fácil em qualquer coisa. O Zillion II é mais questão de treino mesmo e atirar em tudo que se mexe sem pensar duas vezes, tenho certeza que em um ou dois dias que tentar vc zera ele tranquilamente. Aproveite e use a dica dos companheiros que vai te ajudar nas fases de tri-charger! hehehe
      Valeu Cristiano!

  • Guest

    O primeiro contato com zillion II foi em 2002, meu saudoso turbogame havia estragado meses antes(sentia falta do Bomberman, Nemo,Ducktales, Adventure Island, Jackal e do Super fighter que era igual ao primeiro Street fighter do Snes, dentre outros ) e meu tio com pena de mim me trouxe um Master system 3 igualzinho ao que eu tinha na infância, nossa quanta jogatina ele me proporcionou, o Sonic da memória, Mortal Kombat 2, Outrun e este game até então estranho para mim, Zillion 2, joguei muito com meu primo revesando o controle e curtindo as tardes com muitas risadas e conversas. Depois de quase um ano meu tio levou de volta o Master e minha outra tia ficou com pena de mim também e me deu um Snes de presente, todinho meu e eu cuidei com todo carinho do mundo e joguei demais e dei ao meu primo 2 anos depois com a caixa original, isopor, manuais e todos os cabos e controles originais que eu mesmo abria e limpava e aproximadamente 15 cartuchos quando eu ganhei um PSX. Obrigado pelas boas lembranças!!

    • Cadu

      Eu é que agradeço por vc ter compartilhado conosco suas memórias, eu gosto muito disso. Aliás, o Retroplayers existe por isso mesmo, para não só nós editores relembrarmos nossas histórias como os leitores também. Nostalgia em primeiro lugar! Acho que posso afirmar tudo isso, o Sabat deve concordar comigo… kkkkkkkkk
      O que mais me deixa contente é que aparentemente vc curtiu Zillion II mesmo depois de ter jogado ótimos jogos do NES, o que me leva a crer que o Master System poderia ter sido um grande rival dele em outras terras se tivesse sido introduzido corretamente no mercado. Infelizmente não aconteceu.
      Melhor coisa esse lance de passar uma tarde jogando, passando controle e se divertindo. Sinto muita falta desse tipo de coisa, hj em dia não é nada comum como foi em outras épocas. Também lembrei de algumas histórias aqui com seu comentário… algum dia coloco no ar por aqui! hehehe!
      Valeu!

  • Renato Mello

    O primeiro contato com zillion II foi em 2002, meu saudoso turbogame havia estragado meses antes(sentia falta do Bomberman, Nemo,Ducktales, Adventure Island, Jackal e do Super fighter que era igual ao primeiro Street fighter do Snes, dentre outros ) e meu tio com pena de mim me trouxe um Master system 3 igualzinho ao que eu tinha na infância, nossa quanta jogatina ele me proporcionou!! O Sonic da memória, Mortal Kombat 2, Outrun e este game até então estranho para mim, Zillion 2. Joguei muito com meu primo revezando o controle e curtindo as tardes com muitas risadas e conversas. Depois de quase um ano meu tio levou de volta o Master e minha outra tia ficou com pena de mim também e me deu um Snes de presente, todinho meu e eu cuidei com todo carinho do mundo e joguei demais. 2 anos depois eu dei ele a esse mesmo primo das jogatinas de master com a caixa original, isopor, manuais e todos os cabos e controles originais que eu mesmo abria e limpava e aproximadamente 15 cartuchos quando eu ganhei um PSX. Obrigado pelas boas lembranças!!

    • Cadu

      Opa Renato, blz?
      Que ruim que o Turbo Game acabou batendo as botas (ou controles), mas pelo menos acabou te abrindo as portas para um baita jogo.
      Master System com Sonic na memória era muito bom, né? Quem não queria! Ainda com outros ótimos jogos. Pena que não foi pra sempre, mas nada é, né?
      Aliás, que bela história a sua. Saiu do Turbo/NES pra curtir um ano de Master e logo depois foi pro SNES, um dos melhores consoles de todos os tempos. E teve o maior carinho com ele, sei bem como é toda esta manutenção de games.
      Legal que tenha compartilhado as lembranças que teve, sempre curto muito ver a história das pessoas apaixonadas por games.
      Valeu Renato!

  • Daniel HOLOGRAMA

    Tenho esse jogo na caixa de papelao, com o manual e o holograma da tectoy intacto. Vou ler com calma depois e jogar tambem.. Eh um jogo dificil de comprar.. raramente aparece no mercado livre..

    • Cadu

      Daniel, espero que a esta altura do campeonato vc tenha jogado já! O jogo vale bastante a pena!
      Nas condições que vc comprou com certeza ele é mais difícil de achar, eu queria muito ter feito isso mas até agora só consegui a versão americana.
      Valeu!