RetroReview: Illusion of Gaia
Por Sir Kao Em 9 dez, 2013 as 06:52 PM | Com 2 Comments

Uma breve introdução (tá, podem pular):

Pessoal, antes de partir pro molho quente, fui ameaçado instruído pelo chefão da casa a fazer uma pequena introdução falando sobre mim mesmo, e como sou muito sem graça, não vai ter muito o que falar.

Talvez a maioria não se lembre, mas nos idos de 2009 até 2011, eu tinha um blog chamado Retro Fantasy, o qual criei com o intuito de falar exclusivamente sobre RPGs de videogames e PCs antigos, e olha, até que deu certo! Ele fez um sucesso razoável na época e a amizade com o Sabat foi um dos frutos disso.

Andava há muito tempo parado, mas foi em uma das conversas que tive com esse cara que decidi voltar. Devo dizer que estou bem enferrujado e tenho medo de falhar novamente, mas eu acho melhor arriscar do que ficar criando suposições. É isso pessoal, agradeço a todos por poder roubar este espacinho, e estou aberto a críticas e sugestões, só não me peçam pra jogar futebol!

Meus amigos retroaventureiros (logo acostumo com isso), gostaria de começar esta humilde análise com uma recordação que tenho com este grande jogo.

Como boa parte da pivetada de minha época (anos 80/90), o primeiro contato com um jogo era feito através das saudosas vídeo locadoras, e não foi diferente comigo. Ok, como eu já era um garotinho obcecado por RPGs desde aquelas décadas, e ao entrar na locadora, pegar a caixa e ver aquelas telinhas com visão aérea e personagens cabeçudos, meus olhos brilharam! Levei e joguei exaustivamente prometendo a mim mesmo que venceria aquele jogo antes do prazo de devolução, já que se não fizesse isso teria duas opções, devolver e perder meu save, ou pagar multa e ganhar umas cintadas.

Foi então que naquele domingo fatídico, perto de finalizar epicamente o jogo, o melhor que podia acontecer na minha vida aconteceu: ganhei na loteria… só que não. Houve um apagão que durou quase 2 dias, e nesse tempo eu ficava olhando para a parede, sem acreditar na minha sorte, só sabendo que teria que devolver o jogo no dia seguinte, me arrastando até a locadora com a derrota estampada na face. A boa noticia foi que me deram mais um dia devido ao apagão. Vitória! Joguei fervorosamente e consegui finalizar, sem guias, sem truques, sem água e sem comida. Devolvi o cartucho com um sorrisão e um gostinho de dever cumprido.

Como este relato pessoal foi um dos momentos mais épicos da minha vida gamer, Illusion of Gaia também foi o primeiro review do meu falecido blog, e para não quebrar a tradição, vou recomeçar com ele. Bom, chega de papo furado, espero que vocês gostem.

Prólogo:


“Segundo jogo da cultuada trilogia da Quintet, Illusion of Gaia, assim como seu antecessor, mesclou muita ação com elementos de RPG, e fez jus à marca registrada da série, a Terra, ou como antigamente conhecida, Gaia.”

Houve em certa civilização longínqua, tamanha revolução em conhecimento científico que tornou-se possível manipular e criar novas formas de existência, melhorando assim a vida na Terra. Porém, alguns indivíduos, movidos pela ganância e sede de destruição, utilizaram esse conhecimento para criar bestas de guerra com inteligência e poderes inimagináveis, sem calcular a consequência de tais atos.

Eventualmente esses sábios perderam o controle de seus experimentos, e os monstros começaram a aterrorizar não apenas sua civilização criadora, mas todas as demais. Nessa guerra ancestral, duas forças lutaram até o fim, os cavaleiros da luz e da escuridão. Mas uma poderosa arma decidiu o fim da guerra: um cometa misterioso colidiu com a Terra, matando todas as pessoas e animais, para então recriá-las como novas figuras monstruosas.

Sabe-se que a cada 800 anos esse lendário cometa retorna, todas as vezes destruindo uma poderosa civilização sucumbida pela sua sede de poder. Desta forma, cada era conhecerá a ascensão e queda de um império, desde os egípcios e babilônios, até os incas e futuras civilizações. Muitas lendas passaram de geração em geração, mas só há uma certeza: de que o cometa retornará, e com ele, o fim de uma era.

 

O início da jornada:


O ponto de partida da aventura acontece na pacífica cidade de South Cape, em uma época de grande prosperidade. Entramos na pele de Will, um garoto incomum, filho de Olman, um respeitado líder de uma guilda de aventureiros.

Em certa ocasião, Will aventurou-se ao lado de seu pai, partindo de South Town rumo à mítica Torre de Babel, no afã de desvendarem seus segredos. Infelizmente a expedição se perdeu, sendo Will seu único sobrevivente, que, desprovido de memória sobre o ocorrido, retornou com enigmáticos poderes psíquicos cuja origem ele desconhece.

Logo que começamos a jogar Illusion of Gaia, percebemos uma semelhança inevitável com o estilo e jogabilidade da série The Legend of Zelda, mas aos poucos uma linha de separação vai se delineando entre os jogos, pois enquanto o segundo título propõe uma aventura mais aberta, o primeiro apresenta um roteiro mais linear, mesclando elementos de ação com RPG.

Começamos o jogo em uma sala de aula, dentro de uma igreja. O sino toca, e após alguns conselhos do padre mentor, é possível explorar a pequena e pacífica cidade de South Cape. Logo de início, subindo no telhado da igreja, encontramos uma porta dimensional que nos teleporta ao soberano e onipresente Gaia, que sem enrolação revela que Will é “O escolhido”, cujo destino não é ainda totalmente claro.

Logo algumas pistas começam a aparecer, e Will acaba encontrando com alguns de seus amigos – Lance, Seth e Erik – em um lugar que eles denominam de “o esconderijo”. Até então, não havia uma motivação clara sobre o destino dos quatro, pelo menos não até o aparecimento da princesa fugitiva Kara. Pois é, odeio donzelas oprimidas e fugitivas, mas obviamente temos que resgatá-la e acabamos aprisionados. Já vimos isso antes, não? E assim começa nossa aventura.

As transformações:


Opa, então vamos ao destaque de Illusion of Gaia: as transformações. Toda vez que nos depararmos com um portal dimensional, Gaia estará nos esperando, então será possível usar seus poderes para salvar seu progresso no jogo, recuperar-se e o melhor, metamorfosear! Eis as formas possíveis:

Will: Garotinho com poderes telecinéticos cuja arma é uma flauta… sim, uma flauta, qual o problema? Apesar de ser a arma mais fraca e de curto alcance, com ela, será possível executar as melodias secretas para solucionar quebra-cabeças. Will também possui o maior quadro de habilidades do jogo.

Freedan: O cavaleiro negro. Na minha opinião, é o mais legal, mais forte, tem uma espada bastarda de longo alcance, magias devastadoras, uma capa esvoaçante e longos cabelos dourados que dariam inveja até no Legolas. Resumindo, os momentos mais épicos da jornada ficam por conta deste cara.

Shadow: A sombra antropomórfica. Não muito carismático, aparece somente nos momentos finais do jogo. Com ele é possível liquidificar-se e atingir os lugares mais remotos, e, apesar de ser o mais poderoso dos três personagens jogáveis, particularmente, sua limitação de habilidades não torna-o tão cativante.

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Análise técnica:


O sistema do jogo é simples, e logo nos primeiros passos da aventura é possível dominá-lo com tranquilidade. Na tela principal, temos indicadores como o medidor de energia, a quantidade de Corações (Renew) e de Dark Gems, que quando coletadas em 100, ganha-se um novo Renew. Também contamos com a Tela de Radar, muito útil ao longo da jornada, onde é possível visualizar o número de inimigos e itens na sala, além da posição de cada um deles, e o mais importante, o Indicador de Força, em que sabemos se restou alguma Power Jewel. Como funciona isso? Bom, quando derrotamos todos os inimigos de uma sala, ganhamos uma Power Jewel, e ela aumentará algum atributo do status: se for um coração, aumentará nossa Vida (HP), um escudo, nossa Defesa (DEF), e uma espada, nossa Força (STR). Na tela de Itens, podem-se ver todos os artefatos coletados, dos quais podemos carregar até o limite de 16, além de equipá-los, ordená-los e removê-los. Por fim, temos o menu de Condições, no qual podemos ver o status atual e todas as habilidades adquiridas.

A trilha sonora é bem composta, com um ar de cinema clássico, fazendo bom uso dos recursos de áudio do Super Nintendo, exemplos são as excelentes músicas de South Cape, Itory Village, Larai Cliff e Sky Garden, que ainda hoje dão replay na minha playlist mental. De modo a torná-la singular, boa parte da trilha é carregada de sentimentalismo e melancolia, fato que harmoniza muito bem com os eventos dramáticos do jogo. O maior problema mesmo fica por conta do curto repertório, já que várias cidades e calabouços possuem a mesma música.

Visualmente falando, Illusion of Gaia possui gráficos relativamente bons para a época, com texturas bem coloridas, sprites e cenários grandes, boas animações, mas nenhum efeito descomunal, afinal, era um jogo de 16 Mega sem recursos avançados de chips de aprimoramento. No mapa, temos um efeito básico do famigerado Mode 7, mas não vai além disso. Contrapondo com jogos da mesma época, ele cumpre seu papel.

Enredo:


A parte bem interessante está na quantidade de referências históricas, míticas e bíblicas espalhadas por todo o jogo. Só para citar algumas, temos as ruínas Incas, as Linhas de Nazca, os Jardins Suspensos da Babilônia, o continente perdido de Mu, a Muralha da China, o templo de Angkor Wat, as pirâmides do Egito e a Torre de Babel. Prestando atenção em cada cenário do jogo, é possível identificar todas estas referências facilmente.

Um fator diferencial que me fascina até hoje em Illusion of Gaia, destacando-o dos jogos de console de sua época e até mesmo muitos dos contemporâneos, é a sua abordagem madura. Ao longo da jornada, podemos presenciar momentos carregados de dramaticidade e tragédia, tocando em assuntos de moralidade, fome, morte e até mesmo suicídio. Pessoalmente, considero estes elementos extremamente aditivos no contexto do jogo, posso dizer que realmente me marcaram na época, e apesar de hoje saber que o jogo foi censurado no lançamento ocidental, ainda me surpreende o fato de terem relevado este trecho.

 

Como nem tudo são flores, a parte pecaminosa está na duração dos eventos e do jogo em si, pois apesar da temática ser caprichada, acredito que vários assuntos tratados na jornada poderiam ser expandidos. Com isto, um dos pontos mais prejudicados são os próprios personagens, que não são explorados devidamente e acabam tornando-se superficiais na trama geral, o que é realmente uma pena para um jogo com tanto potencial.

Epílogo:


Bom, logicamente as influências da série The Legend of Zelda estão por toda parte, concordam? Mesmo assim, com uma jogabilidade suave, dinâmica e descomplicada, Illusion of Gaia mantém sua postura e consegue proporcionar novos desafios, não sendo um jogo difícil, muito menos entediante. A simplicidade, como a ausência de um arsenal bélico e customizações, é compensada pelas transformações e habilidades.

As referências históricas e a temática adulta também considero pontos marcantes, valorizando imensamente o gameplay. Apesar de acreditar que alguns deslizes no enredo acabam sendo determinantes para tirar de foco várias questões interessantes do jogo. Rapaz, será que com a idade estou ficando muito exigente?

No geral, Illusion of Gaia vale muito a pena ser jogado sem compromisso, pois apesar de possuir elementos de RPG, não se apresenta como um jogo longo e árduo, podendo ser considerado até um RPG casual. Já ouvi alguns comentários preconceituosos sobre ele, mas o que posso dizer? Bom, realmente não podemos considerá-lo um clássico da nata, mas sim um jogo divertido para começar e vencer sem problemas, altamente recomendando para aventureiros ecléticos, que não querem aprofundar-se em um sistema intrincado, com dias e dias de gameplay. Inicialmente pode parecer pouco original, mas garanto, joguem um pouco mais e terão boas horas de diversão e pouca preocupação. Aos que ainda vão se aventurar, boa sorte para coletar todas as Red Jewels.

Curiosidades:


  • Em Diamond Coast, é possível encontrar um cãozinho chamado Turbo, para quem não sabe, ele era o cãozinho de estimação de Lisa em Soul Blazer, e o fundador da cidade de Greenwood.
  • Existe um estágio secreto no jogo, no qual podemos enfrentar um chefe de Soul Blazer. Como chegar lá? Segredo!
  • Illusion of Gaia foi o único RPG a ser lançado na Europa em alemão, espanhol e francês, além do inglês, todos com o nome de Illusion of Time.
  • No pré-lançamento, a Nintendo promoveu uma versão limitada para quem reservasse o jogo, que continha uma camiseta temática; na frente, tinha estampada o logo de Illusion of Gaia, assim como a capa americana, atrás, os personagens Freedan e Shadow, como a capa original japonesa.
  • Moto Hagio, japonesa considerada a mãe do mangá shoujo moderno (mangás voltados para o público feminino), foi contratada pela Quintet para fazer o desenho dos personagens do jogo.
  • Para adequar o jogo à política de censura da Nintendo nos EUA, foram modificados vários diálogos, como referências religiosas e um trecho notável em que há menção de canibalismo, porém, alguns diálogos foram modificados sem motivo claro.
  • Em 2006, a revista Nintendo Power avaliou Illusion of Gaia na 186ª posição da lista dos 200 melhores jogos lançados para consoles da Nintendo. É possível conferir a lista completa no seguinte link: Nintendo Power’s Top 200 Games

Fim

- Veterano da Terceira Guerra Mundial de Consoles, enlouqueceu e passou a viver recluso em um abrigo subterrâneo, de onde faz análises de RPGs remotos utilizados em treinamentos militares.

  • CODY

    Kao, parabens pela estreia, e fiquei feliz de ter no retro um entusiasta em rpgs; Na época do snes, se vc lembra os fãs de games sofriam um certo bullying, eramos vistos como nerds e não praticantes de esportes e os amantes de rpgs então eram vistos como alienigenas, hoje o videogame esta difundido na sociedade e em diversas idades, isso não acontece mais; tanto que em todas locadoras que eu frequentava era mto dificil encontrar rpgs para locação e quando encontravamos, não tinha tempo para terminar em poucos dias, quando o alugava de novo o save da bateria ja foi substituido por de outro jogador, tanto que tive que comprar o final fantasy 3 americano original, porque eu gostava mto e não conseguia terminar.
    Mas falando do gaia, é um super jogo da qualidade da enix, e na época não consegui achar para locação, mais acompanhava as informações sobre ele em revistas do genero, agora tenho ele no emulador de snes, traduzido para o portugues, e logo que chegar a vez dele, depois de jogar os mais de 10 mil titulos que eu tenho de diversos emuladores, pretendo termina-lo;

    • Sir Kao

      Opa CODY, muito obrigado pelas boas-vindas! =)

      Você tem toda razão, lembramos com saudosismo os momentos de jogatina na infância e adolescência, mas muitas vezes esquemas das frustrações das mesmas. Acredito que hoje a sociedade tem mais aceitação para esse tipo de coisa, afinal, os nerds estão dominando o mundo, não é mesmo?

      No meu caso, tive sorte de ter locadoras recheadas de RPGs perto de onde eu morava, então pude conhecer muito do gênero desde cedo. Agora, o problema dos saves era o mesmo, rapaz… como era frustrante isso.

      Eu sempre recomendo começar pela ordem da trilogia, ou seja, Soul Blazer, Illusion of Gaia e Terranigma. Todos são excelentes e merecem ser jogados.

  • Rokuman Senpai

    Fantástica estréia, maninho Kao! Como disse, o Retroplayers estava precisando de um cara igual à ti! Sucesso para todos nós! Valeu mesmo!

    E tu já veio detonando, eu simplesmente adorei o seu primeiro Review, parabéns mesmo! Joguei esse game no console nos anos 90 e acho que fiquei travado em algum puzzle o.o , mas lembro de ter chegado longe… Lembro de ter passado bastante após pegar a forma Freedan… Mas não lembro o real motivo de ter parado… Vai ver que na época opções não me faltavam e eu já tinha partido pra outro jogo, diferente de hoje que quando pego algum RPG quero seguir com ele até o fim, mesmo porque é raríssimo eu jogar algum RPG nos dias atuais… E todos sabem que eu USO SIM FAQ para terminar o jogo e não ficar travado muito tempo…

    Logo postarei um Review de Seiken Densetsu III, me aguarde ^^

    Grande abraço e Seja muito mais que bem-vindo, parceiro!

    ps: 85 não foi uma nota muito alta? xdddddddd

    • Sir Kao

      Grande Senpai, valeu novamente pela recepção. ;)

      Em algumas partes do jogo dá para ficar meio travado mesmo, mas no geral acho que não tem nenhum puzzle de arrancar os cabelos, como algumas partes do Lufia 2 por exemplo. Altamente recomendado que você jogue de novo, hein.

      Opa, estou ansioso para o review do Seiken 3, realmente é um jogo belíssimo, e depois dele, acho que nenhum jogo da série conseguiu superá-lo, nem mesmo o Legend of Mana (desculpem, eu gosto dele também).

      Legal que você gostou… também acho que essa nota teve uma carga pesada de nostalgia. =P

      • Rokuman Senpai

        É incrível como você parece ter o “Dom de Ler Pensamentos”, meu caro Kao. Quando eu estava postando o comentário do Ilusion, pensei EXATAMENTE no Lufia II, que foi outro jogo que eu travei em Puzzle lá na frente e também parei e larguei o game (SNIF). Tentatei jogar os dois jogos novamente assim que pegar um Powerpak. Prometo!

        Cara, o Seiken III é uma Obra-Prima, sem mais XD. O Legend of Mana não cheguei a terminar, mas amo o gráfico e a música completa dele!

        Curti mesmo o Review, e a nota eu só confirmei pois não encontrei em nenhum lugar uma nota tão alta huehuhueuheuheuhe… Mas se a nostalgia comandou, pode até ter me convencido… eu vou pegar o Powerpak e jogar assim que possível! Abração!

  • Dactar

    E aí Kao,beleza?Sempre fujo das letras RPG,sou mais jogos de ação direta e tals,mas não é que eu não goste,eu só não tenho muita paciência com os RPG´s,aliás estou com muita vontade de começar pra valer um tal de Golden Sun de GBA,gostei do jogo(GBA) logo de cara.Mas agora vou apostar neste Illusion fo Gaia tbm,ao que parece ele não é muito longo não é mesmo?Se tem uma coisa que eu acho foda,são essas mexidas(pra pior geralmente) que os jogos sofrem quando passam do Japão para o Ocidente.Pior que censura(barramento),é a modificação do original,tenso.Eu preciso é aprender japonês para aproveitar ao máximo esses jogos sem modificações kkkkkkkkkk
    Ah! e gostei do seu texto e parabéns pela estréia por aqui.Abraço Kao.

    OBS;Kao.Você pretende escrever aqui mais vezes durante 2014,ou o Sabat te pegou como temporário de Natal?Se bem que temporários podem ser efetivados e tal……kkkkkkkk
    Abraço!

    • Sir Kao

      Opa fala Dactar (ainda tenho o meu guardado), tudo jóia!

      Então, Illusion of Gaia é RPG/Ação simples, divertido e não é comprido. Acho que dá para jogar casualmente sem nenhum problema, por exemplo, não precisa ficar jogando horas a fio pra evoluir o personagem, e isso é muito bom pra quem não tem paciência pra grinding.

      Hoje muitos RPGs japoneses estão sendo retraduzidos por grupos de romhacking, acho que vale muito a pena dar uma caçada.

      Hahaha, rapaz, se o chefão gostar de mim eu fico viu… melhor do que fazer bico de Papai Noel, né? Abração. ;)

      • Dactar

        O rapaz,muito bom saber que Gaia é RPG/Ação,vou jogar com certeza,seu texto me motivou kkkkkk,e legal que vc tem um Dactar guardado(nostalgia 100%) parabéns!Vou acompanhar mais a cena romhacking,ás vezes já existe aquele jogo preferido em PT/BR e a gente nem sabe,não é mesmo?
        O quê,Papai Noel?Não,não Sabat não vai fazer isso com vc não,até porque sua estreia foi muito boa.
        Falow!!!

  • aki é rock

    E ai Sir Kao a quanto tempo viu acompanhei seu blog a muito tempo atrás era o meu ponto de referencia para rpgs japoneses e jogos desconhecidos.Belo post sobre esse fantástico jogo que joguei muito durante a vida do meu super nintendo pelo que me lembro cheguei na metade do jogo e fiquei travado não sabia o que fazer na época.
    Depois de um tempo achei uma SGP com o detonado do jogo e descobri o que tinha que fazer espero que continue por aqui Sir Kao postando bastante jogos de rpg e seja bem vindo cara ao retro players

    • http://www.retroplayers.com.br Sabat

      Ai Rock, agora sua referência vai ser aqui maninho kkk XD

    • Sir Kao

      Poxa rapaz, você não sabe como fico feliz em saber que alguém lembra do meu blog, mesmo depois destes anos de sumiço.

      Eu espero que aqui no Retroplayers eu consiga continuar o trabalho que parei no Retro Fantasy, sempre falando de RPGs idosos.

      Muito obrigado!

  • http://www.retroplayers.com.br Sabat

    Fala Kao ^^

    Cara, BEM VINDO AO RETROPLAYERS! Só eu e vc sabemos quantas sestas básicas eu tive que desembolsar pra conseguir te contratar né, fora que a negociação foi longa XD kkk Mas estamos ai cara, e nossa parceria vai ser show de bola ^^

    Espero sinceramente que vc se sinta em casa amigo, e qualquer coisa que vc precisar, é só dar aquele bérro!

    • Sir Kao

      Fala Sabat meu novo chefão. =)

      Não foi tão difícil assim vai, a única exigência foi que elas tivessem marrom glacê, hmmm… como eu gosto desse doce.

      Ah, já estou me sentindo em casa, com um pessoal tão bacana não tem como ser o contrário.

  • Ulisses Seventy Eight

    Putz Marrom Glacê, é lôco isso meu, tambem sou fã desse distinto doce.

    Bem seja bemvindo por mim Kao, lembro do seu blog mas por motivos citados sumiu assim como o blog recent Re-Bit (sabe algo Sabat?!).

    Illusion of Gaia eu tb não termineir pq era de locadora (snif).
    Um dia eu termino.

    Excelente texto e continue com seu trabalho amigo e quero uma caixa de marrom glacê rsrsrsrsrs..

    Abraços!!!

    • Sir Kao

      Poxa, toca aqui Ulisses! Não é todo dia que encontramos um apreciador de marrom glacê.

      Fico feliz de saber que também lembra do meu blog, acabei abandonando por uma sequência de problemas pessoais na época, não sei se é o mesmo motivo do Re-Bit.

      Muito obrigado e aguarde novos textos, abração.

  • Gle Jogador

    Que coisa linda é este jogo.

    Lembro que na época a turma falava que era o RPG de
    inicialização, porém, virar em apenas 1 dia, meus parabéns! O som deste jogo,
    fazia o esquema caseiro de jogar o som do SNES para o famoso 3 em 1… eita!!! Muito
    bom !!!

    Sobre os comentários introdutórios, achei legal explicar as
    origens, vejo que neste portal só tem apaixonado mesmo neste universo.

    Que a força esteja com retroplayers!!!

    • Sir Kao

      Opa com razão Gle. Illusion of Gaia considero um RPG de transição, ou seja, pra quem quer começar no mundo dos RPGs mas não quer mergulhar de cabeça.

      Que bom que gostou da intro, eu achei que estava tagarelando demais, sabe como é, coisa da idade. =P

  • Adriel Muniz

    Já me recomendaram Ilusion of Gaia, mas mesmo gostando muito de RPGs, não cheguei a dar atenção, por motivos de (falta) de tempo. Mas agora, por esse ótimo review não tem jeito, terei mesmo que jogar!

    • Sir Kao

      Olha rapaz, espero que agora você consiga abrir um espacinho pra ele, é um baita jogo e não exige uma dedicação extrema, muito comum em outros RPGs. Valeu!

  • http://www.retroplayers.com.br/ Jeff

    Que belo texto hem?
    Quero lhe dar os parabéns em dobro Kao e claro, seja muito bem vindo!!
    Ter um cara voltado aos RPGs dará ao Retroplayers um destaque muito especial e isso com você…
    Vida longa ao site e muito sucesso pra você Kao.
    Parabéns!!

    • Sir Kao

      Opa Jeff fico muito agradecido. ;)

      Espero que consiga continuar a missão que parei no Retro Fantasy, de propagar um pouco do mundinho dos RPGs velhacos e esquecidos no tempo..

      Muito obrigado, inté!

  • Link Belmont

    OMG!! Sir Kao is back!!

    Joguei este game ainda no meu snes. Sem dúvida, o mesmo cumpre tudo o que está escrito em sua review (e ainda consegue dar um sabor de “quero mais” para o jogador.

    Da “Trilogia Quintet”, falta eu zerar o Terranigma, que ainda não tive tempo para jogar.

    Deu pra ver que vc chegou com tudo e detonou com esta excelente review!!

    Parabéns pela estreia e pelo excelente trabalho!!

    • Sir Kao

      Opa mais um que acessava o Retro Fantasy (R.I.P.), que bacana isso. =)

      Rapaz, como você gostou do IoG, se já não o fez, outro que você deve dar uma conferida é o Brain Lord, que apesar de ser de outra desenvolvedora, também segue os mesmos moldes.

      Agradeço imensamente pelos elogios!

  • http://www.retroplayers.com.br/ Jeff

    Se tem uma coisa que sempre me fez “fugir” dos RPGs, eram as batalhas por turno, algo que atravessou gerações e só há pouco foi quebrada em franquias como Final Fantasy, que sempre foi referência a este estilo de jogo. Não fosse por isso, provavelmente teria jogado muitos títulos consagrados, não só no SNES, como outros consoles.
    Mas eu sempre admirei os RPGs por serem jogos que nos faziam e nos fazem viajar para um universo maravilhoso fora deste mundo. Suas histórias, seus mitos, a vida de cada personagem, ambientação e a cultura onde estão inseridos é algo fascinante.
    Atualmente jogo RPGs, desde que eles sejam com ação em tempo real, como Mass Effect ou The Witcher, por exemplo. Mas não há como negar: não há nada tão nostálgico para nós como um mundo Pixelado não é mesmo?
    Grande abraço Kao!

    • Sir Kao

      Jeff, brilhantemente colocado meu caro.

      O RPG é exatamente essa imersão em outro mundo, de podermos escapar da rotina do mundo real e nos sentirmos como parte de outra vida, mesmo que por pouco tempo.

      Claro que os pixels adicionam um charme nisso, né? Abraço!

  • Darkbbbbbbbx

    Fala Kao!
    Seja bem-vindo ao RetroPlayers.E que review hein?!Bem detalhado e com imagens bacanas também.Deu vontade de escutar as músicas pra saber como são.E nessa parte do seu texto “Bom, chega de papo furado, espero que vocês gostem.” papo furado?naaaaada essas experiências únicas que a gente tem com um jogo que eu acho muito bacana nas reviews pq faz com que ela seja única.então…mais papo furado na próxima ta?hahahaha
    Espero ver mais textos seus por aqui.
    Até!

    • Sir Kao

      Opa Darkbb… posso te chamar só de Dark? =P

      Muito obrigado pela recepção e pelos elogios rapaz. Sabe que sou muito tagarela e se der brecha, começo a viajar nessas histórias e faço um review de 10000 linhas, hahaha… mas fico muito feliz que gostou!

      Inté! ;)

  • Mephistus

    Excelente review. Uma das pérolas do SNES, provavelmente na lista dos melhores rpgs de todos os tempos (em minha opinião). Uma característica desse e também dos outros jogos da trilogia (Soul Blazer e Terranigma) são as referências históricas.. Isso difere muito da grande maioria dos rpgs, onde o mundo é fictício. Ainda hoje o jogo é revivido no mundo dos speedruns, conheço algumas pessoas que ainda jogam Illusion of Gaia buscando recordes mundiais, provando que o jogo foi eternizado.

    • Sir Kao

      Opa muito grato Mephistus!

      Eu acho essa mistura de história com fantasia algo fascinante, e inclusive me fez ter interesse em estudar sobre cada referência histórica do enredo.

      Outra coisa que acho legal são esses jogadores de speedrun que você mencionou, acho que com isso, o jogo é propagado nas novas gerações, dessa forma ele nunca será esquecido.

  • JF

    Muito bom o artigo. Como já comentaram, é bom ver um entusiasta de RPG por aqui, pena que seu outro blog foi descontinuado. Agora, quanto ao tamanho do jogo, você tem certeza que são 16 MEGA de jogo??? Os cartuchos de SNES “malemá” tinham 6 ou 8 Mb… Acho que são 1,6 Mb, em???!!!

    • Sir Kao

      Obrigado JF. É verdade, mas quem sabe consigo trazer um pedacinho do Retro Fantasy aqui no Retroplayers. ;)

      Opa, sem problemas, eu explico, esse tipo de notação era utilizado como padrão nos jogos de cartuchos, o tamanho da ROM era contado por bits, não por bytes (1 byte = 8 bits). Sendo assim:

      16 Megabits = 2 Megabytes (tamanho da ROM no PC)

      • JF

        Ohhh, Não sabia que era contado em bits, desculpe e desconsidere então.
        Quanto as reviews, você pretende seguir focando em RPG aqui ou vai ser mais difuso???
        Sabe, eu gostaria de continuar recebendo dicas de bos RPGs por ai.

        • Sir Kao

          Então rapaz, o chefão do bando disse pra eu cuidar dessa parte que é minha especialidade, então não posso contrariar né. Aguarde muitos RPGs! ;)

  • Colonel

    Eu sei que pra qualquer um que vá jogar pela primeira vez Illusion of Gaia provavelmente não vai achar grande coisa, talvez apenas um bom RPG. Mas para mim, este provavelmente entre no meu top 3 jogos que mais marcaram a minha história como gamer.

    Joguei quando ainda era bem pequeno, não entendia nada de inglês e nem sabia o que era o gênero RPG. Ainda assim, com o tempo consegui avançar consideravelmente no jogo pois realmente não tem um nível de dificuldade impeditivo.

    Tem detalhes que nunca vou me esquecer:

    - Alugar a fita e pegar um save do jogo já mais avançado com caminho pra três cidade e duas dungeons e NÂO SABER O QUE FAZER, e mesmo assim ficar maravilhado pensando como alguém chegou ali tão mais pra frente no
    jogo.

    - Coisa boba como ficar sem saber como fugir do castelo e a minha irmã (que nunca joga vídeo-game) tentando entender em inglês pra me ajudar. Eu sei, é ridículo de fácil mas a sensação quando consegui sair me lembro até hoje.

    - Uns meses depois encontrei na banca uma Super Game Power com detonado do game, deixei minha mãe louca até ela comprar pra mim. :)

    E a trilha melancólica desse game me comove sempre que ouço. Sou capaz de colocar pra ouvir, fechar os olhos e me lembrar da experiência que foi jogar essa pérola quando minha única preocupação era pensar quais cartuchos eu iria alugar na sexta-feira.

    Enfim, esse texto me trouxe mais uma vez lembranças de uma experiência que eu não trocaria por nada no mundo.

    Obrigado por escrever sobre Illusion of Gaia, cara.

    • Sir Kao

      Colonel meu caro, que relato belíssimo!

      Eu acredito que exatamente este tipo de memória é o que mantém nossa paixão por jogos antigos tão forte.

      Hoje tentarmos rebuscar essas experiências a qualquer custo, e como sabemos que elas não voltarão, revisitamos estes jogos e estimulamos nossas lembranças.

      Eu que agradeço por contar um pouco da sua história. Abraços!

  • César Souza

    Sir KAO. Eu não acredito cara. Eu acompanhava ASSIDUAMENTE seu blog, eu achava aquilo incrível. Juro que um dos meus passatempos era re-ler todos os posts e redescobrir tudo de novo. Eu entrei em contato com você na época para ser um colaborador, conversamos e te mandei umas análises, mas você saiu do ar, o que foi uma pena porque o site também saiu e com isso minha diversão.
    Depois disso que só dizer que a análise está ótima e eu estou com esse jogo aqui na fila pra jogar, o pro é que chegou mais um membro pra minha party (filho) e estou meio sem tempo (Embora esteja jogando Persona 3 e rejogando FF3).

    Espero que essa seja APENAS a primeira análise de MUITAS que estão por vim e desejo muito sucesso e saúde pra você, caba!

    PS: Tem condições do conteúdo do RetroFantasy pintar por ae? Ou foi tudo perdido?

    • Sir Kao

      Opa! Mais uma vez sou surpreendido com um velho frequentador do meu blog. Tudo em ordem César?

      Eu lembro de você sim, foi uma pena que isso aconteceu e peço minhas humildes desculpas. Um dia gostaria de explicar o que me levou a finalizar o blog, mas a história é looonga.

      Então rapaz, não posso garantir um retorno, mas digamos que o Sabat é o detentor dos direitos do Retro Fantasy, ele tem tudo guardadinho a sete chaves, sabe como é, vai que me matam novamente.

      Muito obrigado pelos votos e desejo o mesmo pra você, além de um excelente final de ano com sua família + “o novo representante”. ;)

      • César Souza

        Mas nem precisa pedir desculpas Nem se explicar. Eu só peço que você post sempre que der e garanta minha alegria ao ler suas análises novamente.
        Confesso que desde a morte do seu site e depois a do site do gaga e o fluxo fraco do retroplayer uma época eu parei de ler blogs, mas com sua volta a blogsfera eu vou TODOS OS DIAS voltar a entrar nesse site esperançoso de uma análise ou matéria.

        E boas festas de fim de ano para você e família. =D

        PS: Até comecei um site sobre rpg inspirado no retrofantasy mas o TCC me impediu de passar de 4 postagens.

        Grande abraço!

  • adneybr

    Mas olha só, o meu antigo chefe do Retrofantasy voltou com tudo!!!

    Não sei se você lembra, mas eu era o Silva, entrei já no final do blog, eu estava fazendo o retrodetonado de Treasure Hunter G. Infelizmente, depois de outras investidas em blogs, o tempo fez com que o tempo para escrever textos relacionados a games ficou cada vez mais escasso, mas gamer que é gamer nunca deixa de acompanhar e comentar nos blogs. Fico feliz em ver que você voltou a ativa, e não poderia ter um espaço melhor! =D

    Sobre “Illusion of Gaia”, é simplesmente uma obra-prima. Especialmente pelo fato de que, mesmo em sua forma não sendo um “RPG tradicional”, ele possui a profundidade de um. Aliás, o SNES está bem cheio de jogos que, se não ocupam o “primeiro escalão dos RPGs”, são verdadeiras pérolas a serem (re)descobertas.

    • Sir Kao

      Opa, olha quem deu as caras! Grande adney, quanto tempo rapaz.

      Claro que lembro de ti, gostava muito dos seus diários. É uma pena que tivemos que parar nossos antigos hobbies, mas com o tempo vamos nos encaixando em outros, não é?

      Olha, eu gosto de falar de jogos que não tiveram a mesma oportunidade de brilhar. Legal que você também aprecie isso, pois sempre foi meu foco. ;)

  • Chapolin Colorado

    Eu acabei de terminar de jogar esse game, e o que posso dizer é que eu esperava muito mais dele. Pela fama que tem, pelos comentários que já vi, comecei jogar esperando alguma coisa num nível próximo a Secret of Mana. Infelizmente, passa longe disso.

    Não posso deixar de comparar Ilusion of Gaia com Soul Blazer, por isso percebi que houve pouca evolução de um pro outro:
    - É Sir Kao, também notei os furos da história. Tem coisas que parecem acontecer muito rápido, do nada, e de repente já é esquecida. Esse é um ponto a favor em relação ao Soul Blazer, tem esses problemas.
    - Graficamente, IoG melhorou nos sprites, mas no geral, é bem parecido com SB.
    - Sonoramente, achei que tem muita repetição, e nenhuma música BEM fodástica. Como trilha sonora funciona muito bem, mas acho que SB teve mais músicas memoráveis.
    - A jogabilidade continua simples (não que isso seja ruim), mas acho que se manteve igual a SB. Sim, agora você pode se transformar em outros personagens, mas achei que isso foi meio mal utilizado. Eu gostaria de ter jogado mais com o Freedan. No SB, tínhamos apenas um ataque, porém várias magias que podíamos usar em qualquer momento. Já no IoG, temos mais golpes pra cada personagem, mas no fim, no quesito variação, acho que fica igual a SB.

    No fim, gostei mais de Soul Blazer. E dentre todos os RPGs que já joguei (não são muitos =P), Ilusion of Gaia fica pelos últimos lugares. Não que seja ruim, longe disso, mas poderia ter sido bem melhor.

    PS.: além do Turbo e do chefe, outra coisa que vem do Soul Blazer é o último ataque que aprendemos, a Fenix, usado só pra derrotar o último chefe =D

    • Sir Kao

      Oi Chapolin, eu acho legal que você deu uma change pra ele, apesar de não a última batatinha do pacote, é um jogo que merece um espacinho.

      Sabe que também gosto muito do Soul Blazer, e futuramente quero falar um pouco sobre ele. Mas fico numa posição complicada quando tento compará-los, já que cada um tem seu mérito.

      Eu entendo que realmente é diferente quando jogamos algo com uma grande expectativa do que quando descobrimos um jogo ao acaso, ainda mais após tantos anos que o mesmo foi lançado. Hoje temos acesso muito fácil a tudo e é inevitável a comparação com os clássicos do gênero.

      A verdade é… não posso falar nada, eu gosto de coisa beeem pior. ;)

  • MrLinx

    Grande Sir Kao! Cara me lembro muito, mas muito bem do seu antigo blog que era demais, seus posts análises e suas séries que fazia lá eram muito boas. Excelente análise, ainda não joguei nenhum da série mas pretendo me aventurar logo nela.

    • Sir Kao

      Opa MrLinx meu caro, fico muito feliz mesmo, que além de lembrar, gostava do meu blog. Descobri alguns fãs antigos do Retro Fantasy aqui Retroplayers, assim como você, e isso é muito recompensador.

      Que bom que gostou, aguarde mais análises em breve, tenho algumas saindo do forno!

      • MrLinx

        Gostava demais do seu blog porque sou muito fã de RPG’s, e lá tive oportunidade de descobrir vários bem interessantes que nem conhecia, principalmente naquela série sua de RPG’s com “letra tal”. No mais, sucesso na sua nova empreitada por aqui, e eu estou no aguardo de suas novas análises.

  • Edmar Macedo

    Cara, que bom ver que você apertou o continue e/ou usou o revive (se não me engano, pela 2a vez) KKKK
    Lembro mto bem do seu blog e até da ultima postagem sobre Drakkhen, se não me engano, tenho até hoje salva a foto do jogo com uma miniatura de dragão. Lembra também da entrevista dada ao blog do velho gagá? hahahaha
    Fiquei triste pelo termino do blog. Lembro que um pouco antes do fim você já estava desanimado e eu até mandei um email tentando te animar, falando que era fã do blog e querendo ser recrutado para a “quest” hahaha
    Enfim, lembro de muita coisa do blog, como a parte de roms traduzidas, entre outras coisas. Foi realmente uma bomba aquele blog ter chego ao fim novamente.
    Enfim, vamos falar do que interessa. Ótima escolha para começar postando e como sempre, o texto é incrível. Espero que continue e que não “Morra” outra vez kkkk
    Abraços e boa sorte nessa nova quest, ou seria uma sidequest? o.O”

    • Sir Kao

      Rapaz, acredita que vi sua resposta só agora? Mil perdões! Não recebi o retorno e acabei não voltando para ver o post depois que o Retroplayers tirou férias.

      Eu sempre fico imensamente contente quando relembram do Retro Fantasy. Jamais imaginei que ele faria tanto sucesso, e guardo memórias muito boas dessa época. A entrevista foi uma das recordações que acho bacana (apesar de ser bicho do mato e morrer de vergonha).

      Hoje confesso que estou numa zona de conforto escrevendo pro Retroplayers. O Retro Fantasy era muita responsabilidade pra cuidar sozinho, e preferi encerrar do que baixar a qualidade. Tenho TOC e fico louco com posts mal acabados, tanto que edito cada um umas 5000 vezes, o Sabat já deve ter percebido.

      Edmar, peço desculpas por não ter te correspondido na época. Realmente passei por problemas em minha vida, e acabaram até me declarando morto!

      Grande abraço e me perdoe a imensa demora na resposta.

  • French Fry

    Top 100 IGN best games for snes, and other extra roms

    http://extratorrent.cc/torrent/3544527/